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	<title>Vacinação Obrigatória &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<title>Vacinação Obrigatória &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>Vacinação Obrigatória: o Empregador Pode Demitir Quem se Recusar a Vacinar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2021 12:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Folha]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação Obrigatória]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o prolongamento do estado de calamidade em razão da pandemia do novo coronavírus, 2021 trouxe muitas dúvidas sobre o agravamento da doença e, consequentemente, sobre a vacinação obrigatória. O avanço das pesquisas ao longo de 2020 possibilitou o surgimento de diversos tipos de vacinas para combater o vírus da covid-19 e dar um fim [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2021/03/vacinacao-obrigatoria-1024x683-1.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2021/03/vacinacao-obrigatoria-1024x683-1.jpg" alt="Vacinação Obrigatória: o Empregador Pode Demitir Quem se Recusar a Vacinar?" class="wp-image-12764" title="Vacinação Obrigatória: o Empregador Pode Demitir Quem se Recusar a Vacinar? 1" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2021/03/vacinacao-obrigatoria-1024x683-1.jpg 1024w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2021/03/vacinacao-obrigatoria-1024x683-1-920x614.jpg 920w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2021/03/vacinacao-obrigatoria-1024x683-1-300x200.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2021/03/vacinacao-obrigatoria-1024x683-1-768x512.jpg 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2021/03/vacinacao-obrigatoria-1024x683-1-980x654.jpg 980w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2021/03/vacinacao-obrigatoria-1024x683-1-480x320.jpg 480w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<p>Com o prolongamento do estado de calamidade em razão da pandemia do novo coronavírus, 2021 trouxe muitas dúvidas sobre o agravamento da doença e, consequentemente, sobre a <strong>vacinação obrigatória</strong>.</p>



<p>O avanço das pesquisas ao longo de 2020 possibilitou o surgimento de diversos tipos de vacinas para combater o vírus da covid-19 e dar um fim ao ciclo iniciado em março do mesmo ano aqui no Brasil.</p>



<p>O programa de vacinação do Governo Federal, dos estados e municípios determinou o início da vacinação partindo de idosos e profissionais de saúde que atuam na linha de frente do combate ao vírus. No entanto,<strong> como fica a imunização para o restante da população?</strong></p>



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<h2 class="wp-block-heading" id="Quando-as-pessoas-serão-vacinadas?"><strong>Quando as pessoas serão vacinadas?</strong></h2>



<p>O Ministério da Saúde, recentemente, atualizou o plano de vacinação nacional para incluir dois novos setores prioritários.</p>



<p>Veja abaixo a lista de acordo com a ordem de vacinação:</p>



<ol class="wp-block-list" type="1"><li>pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas;</li><li>pessoas com deficiência institucionalizadas;</li><li>povos indígenas vivendo em terras indígenas;</li><li>trabalhadores da saúde;</li><li>pessoas de 80 anos e mais;</li><li>pessoas de 75 a 79 anos;</li><li>pessoas de 70 a 74 anos;</li><li>pessoas de 65 a 69 anos;</li><li>pessoas de 60 a 64 anos;</li><li>pessoas com comorbidades;</li><li>pessoas com deficiência permanente grave;</li><li>pessoas em situação de rua;</li><li>população privada de liberdade;</li><li>funcionários do sistema de privação de liberdade;</li><li>trabalhadores da educação;</li><li>forças de segurança e salvamento;</li><li>Forças Armadas;</li><li>trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso;</li><li>trabalhadores de transporte metroviário e ferroviário;</li><li>trabalhadores de transporte aéreo;</li><li>trabalhadores de transporte aquaviário;</li><li>caminhoneiros;</li><li>trabalhadores portuários;</li><li>trabalhadores industriais.</li></ol>



<p>O ritmo da vacinação, no entanto, passa por momentos de alta e queda, interferindo diretamente no calendário pensado inicialmente.&nbsp;</p>



<p>Segundo a <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/2021/02/12/vacinacao-no-brasil-vai-acabar-em-2024-mantendo-o-ritmo-atual-segundo-a-fiocruz" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fiocruz</a>, se mantivermos o ritmo atual, a vacinação no Brasil terminará apenas em 2024.&nbsp;</p>



<p>Para algumas empresas, principalmente aquelas que se adaptaram ao modelo híbrido ou ao home office, a rotina de trabalho seguirá da mesma forma como tem sido desde o fechamento das cidades.</p>



<p>Contudo, para setores que não podem atuar remotamente, como o comércio, o ritmo lento da vacinação prejudicará diretamente o reequilíbrio da economia e o retorno à vida pré-pandemia.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="A-vacinação-é-obrigatória?"><strong>A vacinação é obrigatória?</strong></h2>



<p>Ainda em dezembro de 2020, o Supremo Tribunal Federal (STF) permitiu que governos locais possam determinar medidas para a chamada <strong>vacinação compulsória </strong>da população contra o coronavírus.</p>



<p>Isso quer dizer que os municípios, os estados e o Distrito Federal terão autonomia para criar formas de imunizar a população obrigatoriamente.</p>



<p>No entanto, <strong>isso não significa que as pessoas serão levadas à força aos postos de saúde</strong> para que seja feita a vacinação obrigatória.</p>



<p>Embora a vacina seja uma medida de proteção coletiva, o governo não pode coagir a população para proporcionar essa proteção.</p>



<p>O que pode ser feito, segundo o STF, é<strong> adotar medidas restritivas para aquelas pessoas que se recusarem a tomar a vacina</strong>. Dessa forma, a saúde coletiva prevalece diante da saúde individual.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A vacinação é obrigatória no Brasil?</strong></h3>



<p>O primeiro ponto que precisamos esclarecer é que a vacinação já é, em termos, obrigatória em território brasileiro.</p>



<p>Um exemplo disso é que, em diversos estados e municípios brasileiros, os pais só podem matricular seus filhos na escola se apresentarem o cartão de vacinação devidamente atualizado.</p>



<p>O mesmo vale para pessoas que disputam cargos públicos ou se inscrevem no programa Bolsa Família. <strong>A caderneta precisa ser apresentada e todas as vacinas devem estar em dia</strong>.</p>



<p>Por fim, segundo a OMS, cerca de 127 países exigem a vacina contra febre amarela para turistas vindos do Brasil ou outros países da América do Sul. Portanto, vemos que a vacinação já é uma obrigação entre nós.</p>



<p>Temos que ter em mente que a saúde de toda uma população não pode ser prejudicada por aqueles que, deliberadamente, se recusam a tomar a vacina.</p>



<p>Para tanto, algumas medidas restritivas poderão ser adotadas. Falaremos sobre elas a seguir!</p>



<p>Como mencionamos, <strong>a vacinação é obrigatória, mas não forçada</strong>. Isso quer dizer que, no entendimento do STF, cabem medidas restritivas para incentivar a imunização.</p>



<p>Essas medidas incluem limitar certos direitos caso a pessoa se recuse a comprovar que foi vacinada. Alguns exemplos são:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>pagar multa;</li><li>deixar de receber um benefício ou auxílio;</li><li>ser impedido de entrar em determinados locais;</li><li>ser proibido de realizar matrícula escolar na rede pública.</li></ul>



<p>Os ministros do STF também votaram contra o recurso que previa a desobrigação dos pais de vacinarem seus filhos.</p>



<p>Ou seja, <strong>para crianças e adolescentes a vacinação é obrigatória, mesmo que os pais discordem das medidas.</strong></p>



<p>Restringir a atuação da pessoa na sociedade acaba se tornando uma maneira efetiva de fazê-la procurar os postos de saúde e tomar a vacina, uma vez que <strong>o direito coletivo à saúde se sobrepõe ao direito individual</strong>.</p>



<p>Até então falamos da contenção em nível nacional. Contudo, alguns países já determinaram medidas de controle que englobam turistas de todo o mundo.</p>



<p>Pessoas que desejam conhecer as cidades sagradas de Meca e Medina, por exemplo, devem comprovar a imunização de acordo com a determinação da Arábia Saudita.</p>



<p>No caso de Israel, as pessoas vacinadas precisam apresentar o chamado “passaporte verde” para frequentar locais como academias, sinagogas e hotéis.</p>



<p>Vemos, portanto, que muitos locais estão adotando medidas semelhantes para garantir a saúde da população e o retorno à normalidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="A-vacina-será-obrigatória-no-trabalho?"><strong>A vacina será obrigatória no trabalho?</strong></h2>



<p>Até então tratamos da vacinação obrigatória do âmbito da sociedade, mas é preciso abordar a questão também no ambiente de trabalho, particularmente.</p>



<p>Muitos empregadores têm se perguntado sobre exigir ou não a vacinação de seus colaboradores. Por um lado, é papel da empresa garantir a saúde e o bem-estar dos profissionais.</p>



<p>Contudo, como já mencionamos, o empregador não pode coagir os trabalhadores. Nesse caso, então, como fica a vacinação obrigatória dentro das empresas?</p>



<p>Segundo o Ministério Público do Trabalho (MPT), a vacina da covid-19 é obrigatória tanto para empregador quanto para empregado como uma medida para conter a pandemia.</p>



<p>No entanto, <strong>não é papel da empresa obrigar o colaborador, já que ela não tem esse poder de fiscalizar o cumprimento da regra.</strong></p>



<p>Para resolver as dúvidas que surgiram a respeito da imunização, o MPT divulgou um guia de recomendações no qual as empresas podem se basear para determinar como agir diante dessa situação.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Só pode trabalhar quem vacinar?</strong></h3>



<p>Em primeiro lugar, devemos lembrar de que o interesse coletivo deve se sobrepor ao interesse individual.</p>



<p>Dessa forma, a imunização dos colaboradores se torna uma maneira de conter o avanço da doença dentro dos escritórios e das fábricas.</p>



<p><strong>Fica a cargo da empresa, portanto, orientar os trabalhadores sobre a importância da vacinação, sua obrigatoriedade e as consequências legais caso haja recusa.</strong></p>



<p>No entanto, se um colaborador rejeitar a vacina, a empresa não deve utilizar a pena máxima — <a href="https://dbmsistemas.com/tudo-que-voce-precisa-saber-sobre-uma-demissao-por-justa-causa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">demissão por justa causa</a> — de imediato e sem informá-lo sobre as consequências da recusa injustificada.</p>



<p>Além disso, a organização deve fornecer um atendimento médico ou psicológico para prestar os esclarecimentos necessários sobre a vacina, como ela age no organismo e os benefícios da imunização para a população.</p>



<p>Ainda antes de dar início à demissão por justa causa, é preciso que o colaborador passe por uma avaliação pelo médico do trabalho para comprovar se ele apresenta alguma incompatibilidade com as vacinas disponíveis.</p>



<p>Já mencionamos isso algumas vezes aqui no blog, mas antes de partir para uma demissão, é necessário aplicar algumas sanções trabalhistas: primeiro uma advertência, depois uma suspensão e, por fim, a demissão por justa causa.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que caracteriza a recusa justificada?</strong></h3>



<p>Anteriormente mencionamos a expressão “recusa injustificada”. Isso quer dizer que o empregador pode demitir o colaborador que não tiver uma justificativa para aceitar a vacinação.</p>



<p>No entanto, há alguns casos em que a vacina obrigatória pode ser rejeitada. Veja quem não pode tomar a vacina:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>pessoas que já tomaram outra vacina contra a covid-19;</li><li>indivíduos que apresentam alguma alergia aos componentes da vacina.</li></ul>



<p>Há certas precauções quanto à administração da vacina. Os casos listados são estes:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>pessoas que já tiveram reação alérgica a outras vacinas, alimentos e medicamentos;</li><li>gestantes e lactantes;</li><li>pessoas que fazem uso de anticoagulantes;</li><li>quem tem deficiência na produção de anticorpos.</li></ul>



<p>Por fim, há situações em que a pessoa deve adiar a vacinação obrigatória, como:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>quando há alguma doença crônica agudizada no momento;</li><li>quando o indivíduo está com covid;</li><li>quando há febre acima de 37,5ºC.</li></ul>



<p>Nos demais casos, a pessoa está perfeitamente elegível para a vacinação e não há motivo para a recusa.</p>



<p>Isso quer dizer que motivos pessoais de caráter religioso ou ideológico não se aplicam como justificativas de acordo com o manual do MPT.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que a empresa deve fazer quando há recusa justificada?</strong></h3>



<p>Caso realmente haja uma justificativa para a recusa do colaborador, a vacina deixa de ser obrigatória e a empresa deve adotar certas medidas para garantir a saúde e o bem-estar de todo o time.</p>



<p>Uma solução possível para resolver esse impasse seria transferir o trabalhador em questão para o modelo de <a href="https://dbmsistemas.com/teletrabalho-e-home-office-quais-sao-as-principais-diferencas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">home office ou teletrabalho</a>.</p>



<p>Assim, não há prejuízo para a imunização coletiva dos colaboradores, garantindo a proteção individual e do grupo, simultaneamente.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="A-compra-de-vacinas-por-empresas-é-permitida?"><strong>A compra de vacinas por empresas é permitida?</strong></h2>



<p>A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que prevê a compra das vacinas por municípios, estados e pela iniciativa privada.</p>



<p>Nesse último caso,<strong> as doses precisam ser integralmente doadas ao SUS para que os grupos prioritários do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação sejam contemplados</strong>.</p>



<p>Depois dessa fase, as empresas privadas poderão adquirir, distribuir e administrar vacinas, desde que pelo menos 50% das doses sejam doadas ao SUS e, as demais, aplicadas de graça.</p>



<p>No entanto, alguns deputados veem essa atitude como uma espécie de “fura-fila”, por isso a redação final do projeto segue para a sanção do presidente.</p>



<p>A boa notícia é que um grupo de empresas está se reunindo para identificar problemas relacionados à vacinação obrigatória e, com isso, aumentar a quantidade de pessoas sendo vacinadas no Brasil.</p>



<p>Por serem organizações que entendem de processos de logística e distribuição, o objetivo é entender como funciona o Sistema Público de Saúde, quais os gargalos no processo de fabricação, armazenamento e disponibilização das vacinas para, então, traçar um plano de ação para a imunização obrigatória.</p>



<p>A iniciativa, <a href="https://exame.com/negocios/luiza-helena-lanca-iniciativa-para-vacinar-todos-os-brasileiros-ate-setembro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">encabeçada por Luiza Trajano</a>, visa vacinar toda a população até setembro de 2021.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="A-covid-19-é-uma-doença-ocupacional?"><strong>A covid-19 é uma doença ocupacional?</strong></h2>



<p>Dependendo do contexto, <strong>a covid-19 pode ser, sim, reconhecida como uma </strong><a href="https://dbmsistemas.com/doencas-ocupacionais-o-que-sao-e-como-evita-las/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>doença ocupacional</strong></a><strong>.</strong> </p>



<p>Nesse caso, ela estaria incluída no § 2º do artigo 20 da Lei nº 8.213, de 1991, quando a doença é um resultado das condições em que o trabalho é executado e se relaciona diretamente com ele.</p>



<p>No entanto, é muito difícil provar que o colaborador contraiu a doença no ambiente de trabalho.</p>



<p>Além disso, a covid-19 também pode ser interpretada como <strong>acidente de trabalho por doença equiparada</strong>, caso algum trabalhador seja contaminado acidentalmente dentro da empresa, no exercício de sua atividade, nos termos do inciso III do artigo 21 da Lei nº 8.213, de 1991.</p>



<p>Algumas organizações, inclusive, sofreram punições severas por não estarem tomando os cuidados necessários para preservar a saúde dos colaboradores.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que acontece quando um colaborador é infectado?</h3>



<p>No início da pandemia, quando um familiar apresentava sintomas de covid-19, todos os moradores da casa precisavam ser afastados de suas atividades para proteger as outras pessoas e conter a disseminação do vírus.</p>



<p>A pessoa que contrai a doença tem direito a <strong>14 dias de afastamento </strong>mediante atestado médico. Dessa forma, não é necessário entrar com o pedido de afastamento pelo INSS.</p>



<p>Esse tempo não necessariamente representa os dias necessários para o enfermo se curar da covid, mas sim o período em que a doença não é mais transmitida a outras pessoas.</p>



<p>Pensando em uma empresa que não segue adequadamente as diretrizes de combate ao vírus, é possível que haja vários colaboradores afastados simultaneamente. A perda de produtividade é imensurável.</p>



<p>Por isso é tão importante tomar os cuidados necessários e decidir voltar ao trabalho presencial apenas quando todos estiverem imunizados.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quando a empresa tem responsabilidade pelo contágio da doença?</h3>



<p>A empresa tem a obrigação de manter o ambiente de trabalho seguro e saudável, por isso o empregador pode colocar a vacinação como um requisito.&nbsp;</p>



<p>Já imaginou se um colaborador deixa de se vacinar, volta a frequentar o ambiente de trabalho normalmente e contamina os colegas? Serão várias pessoas impossibilitadas de executar suas atividades por vários dias em razão de um descuido.</p>



<p>Esses dias representam uma queda brusca na produtividade e, consequentemente, nos ganhos da companhia.&nbsp;</p>



<p>É por essa razão que a imunização coletiva é também interesse do empregador. Além desse trabalho de conscientização, é preciso manter as outras medidas sanitárias, como o distanciamento, o uso de equipamentos de segurança, álcool em gel à disposição etc.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Qual a melhor saída para as empresas evitarem a transmissão do vírus?</h3>



<p>Vimos a crescente demanda pela digitalização dos processos e a migração para o modelo de trabalho remoto durante o isolamento social.</p>



<p>Foram várias medidas adotadas para tornar o home office uma solução eficaz para empregadores e empregados.&nbsp;</p>



<p>Já falamos muito aqui no blog sobre ergonomia, ferramentas de produtividade para home, segurança dos dados, enfim, todos os requisitos necessários para tornar as casas das pessoas o novo escritório.</p>



<p>Não faz sentido, portanto, abandonar todo esse investimento apenas porque a vacinação obrigatória teve início. Além do mais, como mostramos, a lista de grupos prioritários é bastante extensa.</p>



<p>Até que todos os colaboradores de uma empresa sejam vacinados, não vale a pena arriscar a saúde de todos apenas para voltar ao modelo de trabalho pré-pandemia.</p>



<p>Para as empresas que podem atuar remotamente, o modelo de home office é o mais eficaz e seguro contra a proliferação da doença.</p>



<p>Conteúdo Original <a href="https://blog.tangerino.com.br" target="_blank" rel="noopener">Blog Tangerino</a></p>
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