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	<title>TST &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>Cobrança de custo processual só vale em ações após reforma, diz TST</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio de Castro Belem]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 May 2018 16:42:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Folha]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Trabalhista]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/05/052118_1642_Cobranadecu1.jpg" alt="052118 1642 Cobranadecu1" title="Cobrança de custo processual só vale em ações após reforma, diz TST 2"></p>
<p>BRASÍLIA – O ônus de arcar com honorários e os custos processuais em casos de derrota só deve passar para os trabalhadores que entraram na Justiça contra seus empregadores após o início da vigência da <strong>nova Legislação Trabalhista</strong>. A conclusão está no parecer da comissão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que tenta pacificar a jurisprudência das novas regras, e que ainda será levado ao plenário do órgão.</p>
<p>O texto da reforma trabalhista foi publicado em 13 de julho do ano passado e entrou em vigor no dia 11 de novembro. No entendimento dos nove ministros que formam a comissão, somente as ações judiciais iniciadas após desta data em diante estarão sujeitas à norma que passou para o trabalhador os custos do processo em cada de derrota na Justiça.</p>
<p>A nova lei estabelece no artigo 790-B que &#8220;a responsabilidade pelo pagamento dos honorários periciais é da parte sucumbente na pretensão objeto da perícia, ainda que beneficiária da justiça gratuita&#8221;. Para os ministros da comissão, esse trecho não deve ser aplicado aos processos antigos.</p>
<p>Segundo o parecer, outro trecho da nova lei que só deve valer para os processos iniciados a partir de 11 de novembro é o artigo 793-C, que estabelece que &#8220;o juízo condenará o litigante de má-fé a pagar multa, que deverá ser superior a 1% (um por cento) e inferior a 10% (dez por cento) do valor corrigido da causa, a indenizar a parte contrária pelos prejuízos que esta sofreu e a arcar com os honorários advocatícios e com todas as despesas que efetuou&#8221;.</p>
<p>Além disso, para os ministros da comissão, apenas os processos novos – ingressados a partir de 11 de novembro – têm a obrigatoriedade de que os sindicatos participantes de convenção ou acordo coletivo participem como litisconsortes em ações que busquem anular cláusulas desses instrumentos.</p>
<p>Fonte: Estadão</p>
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