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	<title>TI &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<description>Software de Gestão Empresarial</description>
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		<title>Nova mentalidade tecnológica no futuro pós-pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2020 14:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
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<p><strong><em>Nova mentalidade tecnológica no futuro pós-pandemia</em></strong>.<br />O impacto do COVID-19 se deu em diversas frentes do país. No campo da saúde, um desafio colossal para as autoridades responsáveis. Para os trabalhadores, uma necessidade imediata de se adaptar a decretos emergenciais de quarentena, visando frear a curva de contaminação do vírus. Quando adentramos o aspecto empresarial, o número de obstáculos também é ponto inquestionável de atenção por parte de líderes e gestores.</p>



<p>Seja para garantir a continuidade das atividades e preservar o engajamento das equipes, bem como a manutenção de sistemas de gestão voltados para o armazenamento e fluxo de dados. Os motivos são variados e refletem a complexidade do momento atual.</p>



<p>Nos últimos anos, a transformação digital tem conquistado seu espaço com certo fervor. Não por acaso, afinal, as contribuições de ferramentas e soluções tecnológicas são abrangentes e oferecem resultados a curto, médio e longo prazo.</p>



<p>Um suporte cuja significância não deve ser ignorada. Principalmente em um período tão conturbado.</p>



<p>E como a presença da máquina se comportará nas empresas quando tudo isso passar? Quais são seus reais benefícios? Pensando em sanar questões como essas, preparei um artigo completo sobre o tema. Acompanhe!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mentalidade tecnológica: na prática, o que significa?</strong></h2>



<p>Muito se diz em pensar como a tecnologia pode aprimorar processos e facilitar a vida de profissionais. Para isso, utiliza-se termos e conceitos técnicos voltados para a adoção tecnológica.</p>



<p>O que alguns deixam passar é que entre as etapas obrigatórias para se implementar determinada solução, primeiramente, deve-se repensar a forma como enxergamos, sob uma ótica estratégica, a utilização da máquina no cotidiano empresarial.</p>



<p>Não se trata de simplesmente inseri-la e esperar que os resultados apareçam por si só, pelo contrário, a visão, principalmente de um líder, precisa mapear como as equipes se relacionarão e conduzirão essas ferramentas, assim como as reais mudanças provocadas em suas funções.</p>



<p>Sustentar uma infraestrutura de TI capaz de suportar as demandas e garantir a eficácia operacional é essencial, e tal possibilidade pode ser encontrada em tempos de adversidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tecnologia humanizada: uma tendência atemporal</strong></h2>



<p>Seja lá qual for o segmento ou tamanho de uma empresa que esteja abraçando o mar tecnológico, a noção do papel humano nesse cenário não deve mudar. O pretexto de valorização humana e a busca pelo potencial máximo de cada um é compromisso de qualquer gestor consciente da importância dessa harmonia entre profissional e tecnologia.</p>



<p>Conflitos de funções são inexistentes. Por isso, a urgência de se elucidar mitos acerca do assunto.</p>



<p>Por exemplo, com a automação responsável pela condução assertiva de dados e informações armazenadas, também encarregada da análise e classificação digital, os profissionais serão encaminhados para tarefas de caráter subjetivo, que exigem a complexidade do raciocínio e pensamento humanizado.</p>



<p>No futuro pós-pandemia, a centralização das atenções no que realmente importa, deixando atividades exaustivas para plataformas tecnológicas, poderá ser decisiva para que o estrago herdado pela crise global seja amenizado.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Fragilidade no poder de decisão pode ser contornada</strong></h2>



<p>Desde a chegada do coronavírus em solo nacional, tem se destacado o embasamento científico para se estabelecer parâmetros sobre o mercado e projetar os próximos meses. Com o uso da contradição, nesse momento, o que há de mais claro quanto à economia e as atividades de trabalho é a incerteza sobre as mesmas.</p>



<p>Acertadamente, o foco está direcionado para medidas que sustentem a saúde pública e o bem-estar da população. Não se deve estabelecer um muro entre esses dois fatores primordiais, cujo agente de influência é compatível com o quadro de contágio provocado pelo COVID-19.</p>



<p>Dados são aditivos de valor. É comum se deparar com essa denominação referente a informações armazenadas pelas empresas. Essa recorrência é justificada, afinal, com o embasamento de análises preditivas, o gestor terá insumos seguros para tomar decisões de acordo com o contexto externo que se está inserido. Consequentemente, o risco para sua empresa será menor.</p>



<p>Em resumo, é parte crucial do planejamento estratégico colocar em pauta o uso de soluções digitais na luta das empresas contra os efeitos do coronavírus. Seja hoje, com o trabalho remoto consolidado, ou no futuro pós-pandemia, totalmente entregue aos resquícios de uma crise econômica sem precedentes para o país.</p>



<p>Como você enxerga o papel da tecnologia nesse cenário? Participe do debate e faça essa reflexão!</p>



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<p>Fonte: <strong>Fabricio Beltran, founder e CTO da <a href="http://www.nexcode.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Nextcode</a>.</strong></p>
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		<title>A complexa relação entre a matriz tributária e o setor de TI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2019 16:16:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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<p>Numa tarde dessas, na sede da ABES – entidade representativa do setor de software e serviços complementares –, enquanto conversávamos sobre amenidades e saboreávamos um café com bolo, ouvi uma frase sintomática de um empresário do setor de TI que estava entre nós: “Manoel, estou impressionado! Todos os meus amigos do setor de TI estão ‘enrolados’ e com patrimônio pessoal em risco, por conta de conflitos tributários envolvendo suas empresas!”, disse o empresário.</p>
<p>No entanto, esses conflitos não são um privilégio do nosso setor. O setor químico-farmacêutico, a agroindústria, o mercado financeiro, as mineradoras, todos têm os seus fantasmas tributários para administrar. Um ambiente desse tipo é terreno fértil para os escritórios de advocacia e para as Big Four, nomenclatura utilizada para se referir às quatro maiores empresas contábeis especializadas em auditoria e consultoria do mundo (EY, PwC, Deloitte e KPMG).</p>
<p>Presto consultoria jurídica para outra empresa distribuidora de software, fundada há mais de trinta anos, que não possui atraso algum no recolhimento de tributos e contribuições previdenciárias. O lucro apurado em 2018 foi superior a 60% do patrimônio líquido. A pedidos de um investidor interessado em adquiri-la, a empresa acaba de passar por um processo de due diligence, serviço confiado à uma dessas companhias de auditoria e consultoria que atuam no mundo todo.</p>
<p>Foi desesperador o quadro apresentado no relatório final do Tax Audit e os montantes dos riscos estimados ali apontados pela empresa contábil. De acordo com a auditoria, se confirmado o risco tributário estimado, o investidor iria consumir o lucro anual de 13 anos para se recuperar das perdas. É provável que os auditores tenham superestimado os riscos encontrados. No entanto, é fato que o relatório da empresa de auditoria continha erros inadmissíveis para esse tipo de trabalho.</p>
<p>Essas falhas devem ser creditadas principalmente às dificuldades de compreender a complexidade da matriz tributária suportada pelo setor de TI. Mesmo as empresas especializadas em auditoria e consultoria contábil/fiscal não conhecem com detalhes as modalidades, bases de cálculo e forma de apuração dos tributos pagos sobre as receitas dessas empresas.</p>
<p>Para mitigar esses riscos (e os custos deles resultantes) os empresários, particularmente aqueles do setor de TI, canalizaram sua esperança numa possível reforma Tributária e, finalmente, o Congresso Nacional tem se movimentado nessa direção.</p>
<p>Porém, ao que parece, mais uma vez as expectativas vão se esvair. O projeto defendido pelo Deputado Luiz Carlos Hauly pouco ultrapassa a barreira de uma singela Carta de Princípios. Já a proposta de Emenda Constitucional n. º 45 (PEC-45), encabeçada pelo Deputado Baleia Rossi (Luiz Felipe Baleia Tenuto Rossi) e outros, propõe um sistema complexo em si mesmo e acrescenta à Constituição um novo artigo, 152-A, propondo que:</p>
<p>1) “Lei complementar instituirá <strong>imposto sobre bens e serviços</strong>, que será uniforme em todo o território nacional, cabendo à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios <strong>exercer sua competência</strong> exclusivamente por meio da alteração de suas alíquotas.</p>
<p>2) O imposto incidirá sobre <strong>bens</strong>; sobre <strong>serviços</strong>; sobre os <strong>intangíveis</strong>; sobre a cessão <strong>de direitos</strong>; sobre o <strong>licenciamento de direitos</strong>; e até mesmo sobre a <strong>locação</strong> de bens; sobre as importações de <strong>bens</strong>, <strong>tangíveis</strong> e <strong>intangíveis</strong>, <strong>serviços</strong> e <strong>direitos</strong>;</p>
<p>3) Será não-cumulativo, compensando-se o imposto devido em cada operação com aquele incidente nas etapas anteriores;</p>
<p>4) Terá alíquota uniforme para todos os bens, tangíveis e intangíveis, serviços e direitos,podendo variar entre Estados, Distrito Federal e Municípios.</p>
<p>5) A alíquota do imposto aplicável a cada operação será formada pela soma das alíquotas fixadas pela União, pelos Estados ou Distrito Federal e pelos Municípios;</p>
<p>6) Nas operações interestaduais e intermunicipais, incidirá a alíquota definida pelo Estado, DF ou Município de destino e o imposto pertencerá ao Estado, ou DF ou Município <strong>de destino</strong>.</p>
<p>7) Os <em>débitos</em> e <em>créditos</em> serão escriturados por <em>estabelecimento</em> e o <em>imposto</em> será apurado e pago de <em>forma centralizada</em>.</p>
<p>8) A receita do imposto será distribuída entre a União, os Estados, o DF e os Municípios proporcionalmente ao saldo líquido entre débitos e créditos do imposto atribuível a cada ente.</p>
<p>Uma rápida leitura da proposta acima sumarizada revela que, além de instituir um imposto que terá alíquota muito elevada (percentual suficiente para abrigar os impostos que serão recolhidos para a União, para os Estados e para os Municípios), o novo tributo alcançará atividades que hoje estão fora da esfera tributária.</p>
<p>Ademais, a PEC sugere que seja incluído um novo inciso III ao artigo 154 da Constituição Federal, autorizando a criação de novos impostos seletivos, com finalidade extrafiscal, destinados a desestimular o consumo de determinados bens, serviços ou direitos. Diante desse cenário, entendemos que, ainda que venha a ser aprovada PEC 45/2019, os conflitos tributários atuais irão desparecer apenas para ceder espaço para outras discussões.</p>
<p>Fonte:*Dr. Manoel Antonio dos Santos, diretor jurídico da <a href="http://www.abessoftware.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software)</a></p>
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