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	<title>Sistema S &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<description>Software de Gestão Empresarial</description>
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		<title>Menos verbas ao Sistema S é para desonerar folha, diz Marcos Cintra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2018 14:57:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Menos verbas ao Sistema S é para desonerar folha, diz Marcos Cintra.Indicado para comandar a Secretaria Especial da Receita Federal, no governo de Jair Bolsonaro, o economista Marcos Cintra defendeu ontem (19) a redução das contribuições obrigatórias para as instituições do Sistema S, como Sesi, Senai, Senac e Sebrae. Ele endossou a declaração do futuro ministro da [&#8230;]]]></description>
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<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="800" height="445" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/12/sistemas-s.jpg" alt="Menos verbas ao Sistema S é para desonerar folha" class="wp-image-6152" title="Menos verbas ao Sistema S é para desonerar folha, diz Marcos Cintra 1" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/12/sistemas-s.jpg 800w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/12/sistemas-s-300x167.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/12/sistemas-s-768x427.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure></div>



<p><strong><em>Menos verbas ao Sistema S é para desonerar folha, diz Marcos Cintra.</em></strong><br />Indicado para comandar a Secretaria Especial da Receita Federal, no governo de Jair Bolsonaro, o economista Marcos Cintra defendeu ontem (19) a redução das contribuições obrigatórias para as instituições do Sistema S, como Sesi, Senai, Senac e Sebrae. Ele endossou a declaração do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, que afirmou ontem (17) que poderia reduzir os repasses em até 50%. Para Cintra, a medida aliviaria o imposto sobre salários e a capacitação profissional poderia ser compensada pela própria dinâmica de mercado.</p>



<p>“O Sistema S é um sistema que&nbsp;hoje&nbsp;absorve cerca de R$ 20 bilhões anualmente. Esses recursos são recolhidos das próprias empresas, repassados ao Sistema, que tem uma&nbsp;administração própria, logicamente, acompanhada pelo governo, mas que acaba gerando quase que uma duplicação em termos de atividades. O setor privado&nbsp;hoje&nbsp;pode&nbsp;capacitar muito bem determinados segmentos da força de trabalho brasileira. Acredito até que se nós tivermos mais competitividade, o mercado livre podendo atuar. O uso&nbsp;de&nbsp;<em>vouchers</em>, por exemplo, dando ao assalariado a possibilidade de ele buscar onde ele deseja sua capacitação, eu acho que essas são medidas que vão agilizar o&nbsp;mercado de trabalho, melhorar a capacitação do funcionário e, ao mesmo tempo, desonerar a folha de salários, porque é uma contribuição obrigatória”, afirmou a&nbsp;jornalistas na saída do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), onde trabalha a equipe de transição do próximo governo.</p>



<p>O Sistema S foi concebido na década de 1940, pelo governo de Getúlio Vargas, para impulsionar a capacitação de mão de obra, cultura e lazer para o trabalhador. É custeado por meio de contribuições obrigatórias das empresas, recolhidas e repassadas pelo governo diretamente às federações patronais, que administram os serviços de capacitação.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-large"><img decoding="async" width="463" height="309" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/04/1081058-ffrazl_abr_19.06.2017-4682.jpg" alt="Menos verbas ao Sistema S é para desonerar folha" class="wp-image-11141" title="Fernando Frazão/Agência Brasil" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/04/1081058-ffrazl_abr_19.06.2017-4682.jpg 463w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/04/1081058-ffrazl_abr_19.06.2017-4682-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><figcaption>Rio de Janeiro &#8211; O presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Marcos Cintra, fala na comemoração de 50 anos de criação da entidade, no Museu do Amanhã (Fernando Frazão/Agência Brasil)</figcaption></figure></div>



<p>Marcos Cintra defende que redução de repasses ao Sistema S vai desonerar folha de salários&nbsp;–&nbsp;<strong>Arquivo/Fernando Frazão/Agência Brasil.</strong></p>



<p>O futuro secretário da Receita Federal quer justamente eliminar essas cobranças para que as empresas possam dispor dos recursos para definir como capacitará os trabalhadores. “É simplesmente fazer com que o setor privado possa dispor desses recursos voluntariamente num programa que lhe seja de melhor proveito. Não necessariamente obrigando que esses recursos sejam depositados no governo e o governo seja o repassador para as entidades que administram esse serviço”, acrescentou.</p>



<p>Marcos Cintra evitou falar em percentuais de redução das alíquotas obrigatórias que são repassadas ao Sistema S, mas argumentou que os planos&nbsp;do futuro governo incluem um amplo processo de desoneração das folhas de salários, como forma de estimular a geração de emprego e baratear o custo de contratações. A&nbsp;ideia é apresentar as linhas gerais dessa proposta no primeiro mês da nova gestão.</p>



<p>“O custo da folha de salários&nbsp;hoje&nbsp;é onerado em 20%, contribuição patronal ao INSS, mais 6,5%, aproximadamente, do Sistema S. E é esse estudo que está sendo objeto de&nbsp;uma avaliação muito precisa, porque o principal objetivo é gerar emprego. Fazer com que a folha de salários seja menos onerada. Não existe política mais regressiva,&nbsp;que cause mais desemprego do que você tributar o salário e que acaba resultando em 13 milhões de desempregados no país, fora a economia informal. Esse é&nbsp;objetivo. Estamos trabalhando muita seriamente nisso e até o final&nbsp;de janeiro, meados&nbsp;de janeiro, já vamos&nbsp;ter&nbsp;uma definição de que linha adotar, que percentual dos&nbsp;ônus que incidem sobre a folha de salários serão reduzidos e isso, nós esperamos, vai gerar um impacto de emprego muito positivo”, disse.</p>



<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Agência Brasil.</a></p>



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