<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>SEFAZ &#8211; DBM Sistemas</title>
	<atom:link href="https://dbmsistemas.com/tag/sefaz/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://dbmsistemas.com</link>
	<description>Software de Gestão Empresarial</description>
	<lastBuildDate>Sat, 23 Jan 2021 14:32:04 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2022/12/cropped-spalla-logo-32x32.png</url>
	<title>SEFAZ &#8211; DBM Sistemas</title>
	<link>https://dbmsistemas.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>ICMS em São Paulo: Associação de bares e restaurantes diz que reajuste é inconstitucional e vai à Justiça</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/icms-em-sao-paulo-associacao-de-bares-e-restaurantes-diz-que-reajuste-e-inconstitucional-e-vai-a-justica/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=icms-em-sao-paulo-associacao-de-bares-e-restaurantes-diz-que-reajuste-e-inconstitucional-e-vai-a-justica</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Jan 2021 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Leis & Tributos]]></category>
		<category><![CDATA[ICMS em São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[SEFAZ]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dbmsistemas.com/?p=12472</guid>

					<description><![CDATA[Abrasil pediu à Justiça que barre o reajuste do ICMS no estado de SP, alegando que aumento é irregular e abusivo. Recentemente, o estado de São Paulo fez um ajuste fiscal que impactou o valor do&#160;ICMS&#160;(Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) em diversos segmentos econômicos. A situação está gerando discussão entre governo, representantes dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">Abrasil pediu à Justiça que barre o reajuste do ICMS no estado de SP, alegando que aumento é irregular e abusivo.</h3>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><a href="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/06/060618_2015_Conheatodos1-1.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/06/060618_2015_Conheatodos1-1.jpg" alt="ICMS em São Paulo: Associação de bares e restaurantes diz que reajuste é inconstitucional e vai à Justiça" class="wp-image-4014" width="752" height="393" title="ICMS em São Paulo: Associação de bares e restaurantes diz que reajuste é inconstitucional e vai à Justiça 1" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/06/060618_2015_Conheatodos1-1.jpg 593w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/06/060618_2015_Conheatodos1-1-300x157.jpg 300w" sizes="(max-width: 752px) 100vw, 752px" /></a></figure>



<p>Recentemente, o estado de São Paulo fez um ajuste fiscal que impactou o valor do&nbsp;ICMS&nbsp;(Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) em diversos segmentos econômicos. A situação está gerando discussão entre governo, representantes dos setores e especialistas.</p>



<p>A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasil) é uma das entidades que tomou providências e ingressou com um mandado de segurança na Justiça para tentar reverter a alta no&nbsp;ICMS&nbsp;no estado de São Paulo. Na ação, alegou que o aumento “é irregular e abusivo”.</p>



<p>O aumento na cobrança do&nbsp;ICMS&nbsp;foi uma das medidas que integrou o pacote de reforma administrativa e ajuste fiscal desenhado pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e pelo secretário da Fazenda, Henrique Meirelles. O projeto foi aprovado em outubro do ano passado pela Assembleia Legislativa.</p>



<p>As mudanças começaram a valer em 15 de janeiro, quando a alíquota para bares e restaurantes que adotam o regime normal de tributação passou de 12% para 13,3%. No caso daqueles que se enquadravam no regime especial, o imposto passou de 3,2% para 3,69%.</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>





<div class="wp-block-buttons aligncenter is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-text-color has-background" href="https://dbmsistemas.com/contabilidade-e-fiscal/" style="border-radius:2px;background-color:#ba0c49;color:#fffffa">Gestão Fiscal Contábil</a></div>



<div class="wp-block-button is-style-outline is-style-outline--1"><a class="wp-block-button__link has-text-color" href="https://dbmsistemas.com/vendas-distribuicao/" style="border-radius:2px;color:#ba0c49">Gestão de Distribuição</a></div>
</div>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Mudanças inconstitucionais</strong></h3>



<p>Para a Abrasel, as mudanças são inconstitucionais, “pois a criação ou a majoração de tributos é atribuição exclusiva e intransferível do Poder Legislativo”.</p>



<p>Na ação, a associação ainda argumenta que as alterações no&nbsp;ICMS&nbsp;vão “na contramão do movimento mundial de apoio às pequenas empresas e respectivos empregos neste momento de crise” e diz que elas devem provocar “uma maior inadimplência fiscal e informalidade no setor, concorrência desleal, desemprego em massa, e, consequentemente, pressão de demanda em outras áreas do estado”.</p>



<p>Em nota, a Secretaria de Fazenda afirmou que a alíquota padrão do&nbsp;ICMS&nbsp;no estado de São Paulo é de 18% e que as alíquotas inferiores “são incentivo fiscal, como previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal”.</p>



<p>Além disso, a pasta também defendeu que o ajuste passou “pelo crivo da Procuradoria-Geral do Estado” e que foi examinado “pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação da Assembleia Legislativa e aprovados após 60 dias de discussões, com a participação da sociedade civil. As alterações tiveram respaldo na Constituição, na Lei 17.293/20 e no Convênio 42/16”.</p>



<p>Ainda de acordo com a secretaria, a Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo analisa a ação judicial e se pronunciará em juízo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Aumentos revogados</strong></h3>



<p>O reajuste nas alíquotas do&nbsp;ICMS&nbsp;abrange desde artigos industriais, como peças e equipamentos, até móveis, materiais de construção, calçados, combustíveis, artigos de higiene e de saúde, além de alguns alimentos, como carnes e queijos.</p>



<p>Chegaram a ser listados para perder parte da isenção que têm os Hortifrutigrangeiros – legumes, verduras, frutas e ovos –, além de todos os remédios genéricos. Contudo, após pressão de produtores e entidades, o governo paulista voltou atrás e revogou os aumentos para essas categorias.</p>



<p>Implementos agrícolas e geração de energia para estabelecimentos rurais também tiveram seus aumentos revogados.</p>



<p>Fonte: <a aria-label="Jornal Contábil (abre numa nova aba)" href="https://www.contabeis.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Portal Contábeis</a> por Ananda Santos</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Qual a relação do SEFAZ com a Nota Fiscal Eletrônica?</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/qual-a-relacao-do-sefaz-com-a-nota-fiscal-eletronica/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=qual-a-relacao-do-sefaz-com-a-nota-fiscal-eletronica</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2020 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[SEFAZ]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dbmsistemas.com/?p=11773</guid>

					<description><![CDATA[A Secretaria de Estado da Fazenda, conhecida  como SEFAZ, é o órgão vinculado ao Ministério da Fazenda e possui a responsabilidade de controlar as receitas e despesas dos estados e do Distrito Federal.  Ela administra as receitas arrecadadas dos tributos, dos impostos e das taxas estaduais e, também, as despesas destinadas a sustentar todas as obrigações [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Secretaria de Estado da Fazenda, conhecida  como SEFAZ, é o órgão vinculado ao Ministério da Fazenda e possui a responsabilidade de controlar as receitas e despesas dos estados e do Distrito Federal. </p>



<p>Ela administra as receitas arrecadadas dos tributos, dos impostos e das taxas estaduais e, também, as despesas destinadas a sustentar todas as obrigações públicas estaduais, estabelecidas pela constituição brasileira – como as estradas, as escolas públicas, os hospitais entre outros.</p>



<p>Além disso, cada estado possui sua Sefaz com seus respectivos regulamentos e normas estabelecidas em seu âmbito. Deste modo, enquanto o Ministério da Fazenda atua em todo o Brasil representando a União, as Secretarias da Fazenda atuam em âmbito municipal e estadual.</p>



<div class="wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-text-color has-very-dark-gray-color has-background has-vivid-green-cyan-background-color" href="https://dbmsistemas.com/contabilidade-e-fiscal/"><strong>Conheça a Gestão Fiscal Contábil do ERP DBM Spalla</strong></a></div>
</div>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Quais são os principais impostos e taxas cobrados pela SEFAZ?</strong></h3>



<p>Os principais impostos arrecadados pela SEFAZ são por meio das operações de vendas de mercadorias e bens, as prestações de serviços e comunicação e os impostos de propriedade. </p>



<p>Esses impostos arrecadados que custeiam os gastos públicos, conheça alguns impostos obrigatórios:&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="726" height="244" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/07/Impostos-obrigatórios-entregues-pela-SEFAZ.png" alt="Qual a relação do SEFAZ com a Nota Fiscal Eletrônica?" class="wp-image-11774" title="Qual a relação do SEFAZ com a Nota Fiscal Eletrônica? 2" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/07/Impostos-obrigatórios-entregues-pela-SEFAZ.png 726w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/07/Impostos-obrigatórios-entregues-pela-SEFAZ-300x101.png 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/07/Impostos-obrigatórios-entregues-pela-SEFAZ-480x161.png 480w" sizes="(max-width: 726px) 100vw, 726px" /></figure>



<p>Essas taxas são definidas por cada estado. O Sefaz de São Paulo, por exemplo, é cobrado as seguintes taxas:</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="553" height="235" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/07/Taxas-cobradas-pelo-SEFAZ-no-estado-de-SP.png" alt="Qual a relação do SEFAZ com a Nota Fiscal Eletrônica?" class="wp-image-11775" title="Qual a relação do SEFAZ com a Nota Fiscal Eletrônica? 3" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/07/Taxas-cobradas-pelo-SEFAZ-no-estado-de-SP.png 553w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/07/Taxas-cobradas-pelo-SEFAZ-no-estado-de-SP-300x127.png 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/07/Taxas-cobradas-pelo-SEFAZ-no-estado-de-SP-480x204.png 480w" sizes="(max-width: 553px) 100vw, 553px" /></figure>



<p>E os serviços disponíveis na SEFAZ de São Paulo são:</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="554" height="237" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/07/Serviços-disponíveis-pelo-SEFAZ-em-SP.png" alt="Qual a relação do SEFAZ com a Nota Fiscal Eletrônica?" class="wp-image-11776" title="Qual a relação do SEFAZ com a Nota Fiscal Eletrônica? 4" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/07/Serviços-disponíveis-pelo-SEFAZ-em-SP.png 554w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/07/Serviços-disponíveis-pelo-SEFAZ-em-SP-300x128.png 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/07/Serviços-disponíveis-pelo-SEFAZ-em-SP-480x205.png 480w" sizes="auto, (max-width: 554px) 100vw, 554px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Quais as principais funções da SEFAZ?</strong></h3>



<p>A SEFAZ basicamente cuida das finanças dos estados e suas principais funções são as arrecadações, fiscalizações, contabilidade e estruturação da receita e da despesa do estado.</p>



<p>Algumas funções principais são:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>A prestação de serviços ao contribuinte e empresário e a administração da inscrição estadual;</li><li>Fiscalização dos pagamentos de tributos;</li><li>Administração sobre os documentos fiscais eletrônicos como a Nf-e – Nota fiscal eletrônica.</li></ul>



<p>Além disso, conhecer cada função e serviços ajuda a entender melhor como funciona o sistema tributário do Brasil.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Qual a relação da SEFAZ com a nota fiscal eletrônica (NF-e)?</strong></h3>



<p>A nota fiscal eletrônica modelo 55 (NF-e) foi instituída para simplificar a emissão da nota fiscal correspondente a uma operação. O objetivo do projeto é facilitar a maneira que os contribuintes fazem as emissões e, também, para a fiscalização.</p>



<p>A nota é conceituada pelo próprio Fisco como&nbsp;<em>“um documento de existência apenas digital, emitido e armazenado eletronicamente, com o intuito de documentar, para fins fiscais, uma operação de circulação de mercadorias ou uma prestação de serviços, ocorrida entre as partes”.</em></p>



<p>Para que o documento eletrônico tenha validade jurídica é necessário contar com a assinatura digital por um certificado digital do remetente e com a autorização e recepção da NF-e pela respectiva Sefaz, antes da saída da mercadoria do estabelecimento.&nbsp;</p>



<p>Somente deve ser utilizado para transitar com as mercadorias após a concessão da autorização de uso da NF-e, ou ainda, na emissão em contingência prevista no inciso III da cláusula sétima e décima do <a href="https://www.confaz.fazenda.gov.br/legislacao/ajustes/2005/AJ007_05" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">Ajuste Sinief nº 7/2005.</a></p>



<p>A concessão da autorização deverá ser formalizada através do fornecimento do correspondente número de protocolo recepcionado pela Sefaz de origem, o qual deverá ser impresso no Danfe – Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica, ressalvadas as hipóteses previstas para o caso de contingência.&nbsp;</p>



<p>Deverão manter a NF-e em arquivo digital sob sua guarda e responsabilidade, pelo prazo de 5 anos conforme prevê o artigo 174 do código tributário nacional, mesmo que fora da empresa, devendo ser disponibilizado para a administração tributária quando solicitado. Ademais, o destinatário deverá verificar a validade e autenticidade da NF-e e a existência de autorização de uso da NF-e.&nbsp;</p>



<p>Abaixo alguns links de acesso da SEFAZ de cada estado:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Acre (AC) – <a href="http://www.sefaz.acre.gov.br/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">http://www.sefaz.acre.gov.br/</a></li><li>Alagoas (AL) – <a href="http://www.sefaz.al.gov.br/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">http://www.sefaz.al.gov.br/</a></li><li>Amapá (AP) – <a href="https://www.sefaz.ap.gov.br/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">https://www.sefaz.ap.gov.br/</a></li><li>Amazonas (AM) – <a href="http://www.sefaz.am.gov.br/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">http://www.sefaz.am.gov.br/</a></li><li>Bahia (BA) – <a href="https://www.sefaz.ba.gov.br/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">https://www.sefaz.ba.gov.br/</a></li><li>Ceará (CE) – <a href="https://www.sefaz.ce.gov.br/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">https://www.sefaz.ce.gov.br/</a> </li><li>Distrito Federal (DF) – <a href="https://www.site.fazenda.df.gov.br/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">https://www.site.fazenda.df.gov.br/</a></li><li>Espírito Santo (ES) – <a href="https://internet.sefaz.es.gov.br/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">https://internet.sefaz.es.gov.br/</a></li><li>Goiás (GO) – <a href="http://aplicacao.sefaz.go.gov.br/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">http://aplicacao.sefaz.go.gov.br/</a></li><li>Maranhão (MA) –<a href="https://sistemas1.sefaz.ma.gov.br/portalsefaz/jsp/principal/principal.jsf" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener"> https://sistemas1.sefaz.</a><a href="https://sistemas1.sefaz.ma.gov.br/portalsefaz/jsp/principal/principal.jsf" target="_blank" rel="noopener">ma.gov.br/portalsefaz/jsp/principal/principal.jsf</a></li><li>Mato Grosso (MT) – <a href="http://www5.sefaz.mt.gov.br/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">http://www5.sefaz.mt.gov.br/</a></li><li>Mato Grosso do Sul (MS) – <a href="http://www.sefaz.ms.gov.br/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">http://www.sefaz.ms.gov.br/</a></li><li>Minas Gerais (MG) – <a href="http://www.fazenda.mg.gov.br/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">http://www.fazenda.mg.gov.br/</a></li><li>Pará (PA) – <a href="http://www.sefa.pa.gov.br/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">http://www.sefa.pa.gov.br/</a></li><li>Paraíba (PB) – <a href="https://www.sefaz.pb.gov.br/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">https://www.sefaz.pb.gov.br/</a></li><li>Paraná (PR) – <a href="https://www.fazenda.pr.gov.br/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">https://www.fazenda.pr.gov.br/</a></li><li>Pernambuco (PE) – <a href="https://www.sefaz.pe.gov.br/SitePages/Home.aspx" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">https://www.sefaz.pe.gov.br/SitePages/Home.aspx</a></li><li>Piauí (PI) – <a href="https://www.sefaz.pi.gov.br/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">https://www.sefaz.pi.gov.br/</a></li><li>Rio de Janeiro (RJ) – <a href="http://www.rj.gov.br/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">http://www.rj.gov.br/</a></li><li>Rio Grande do Norte (RN) – <a href="http://www.rn.gov.br/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">http://www.rn.gov.br/</a></li><li>Rio Grande do Sul (RS) – <a href="https://www.fazenda.rs.gov.br/inicial" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">https://www.fazenda.rs.gov.br/inicial</a></li><li>Rondônia (RO) – <a href="https://www.sefin.ro.gov.br/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">https://www.sefin.ro.gov.br/</a></li><li>Roraima (RR) – <a href="https://www.sefaz.rr.gov.br/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">https://www.sefaz.rr.gov.br/</a></li><li>Santa Catarina (SC) – <a href="http://www.sef.sc.gov.br/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">http://www.sef.sc.gov.br/</a></li><li>São Paulo (SP) – <a href="https://portal.fazenda.sp.gov.br/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">https://portal.fazenda.sp.gov.br/</a></li><li>Sergipe (SE) – <a href="http://www.sefaz.se.gov.br/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">http://www.sefaz.se.gov.br/</a></li><li>Tocantins (TO) – <a href="http://www.sefaz.to.gov.br/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">http://www.sefaz.to.gov.br/</a></li></ul>



<p>Se você tiver dúvidas ou deseja fazer suas considerações, deixe seu comentário ou escreva diretamente para a autora: <a href="mailto:graziellasantos@vamosescrever.com.br" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">graziellasantos@vamosescrever.com.br</a> .</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Paraná determina retirada 60 mil itens do regime de ST</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/parana-determina-retirada-de-st/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=parana-determina-retirada-de-st</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Sep 2019 14:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Leis & Tributos]]></category>
		<category><![CDATA[ICMS-ST]]></category>
		<category><![CDATA[SEFAZ]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dbmsistemas.com/?p=8575</guid>

					<description><![CDATA[O governador do Paraná assinou nesta terça-feira (10) Decreto (nº 2673) que determina a retirada de mais de 60 mil itens do setor de alimentos do regime de Substituição Tributária (ST). A medida entrará em vigor a partir de 1º de novembro e vai beneficiar o setor produtivo, garantindo mais competitividade às empresas paranaenses. A solenidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-background has-very-light-gray-background-color">O governador do Paraná assinou nesta terça-feira (10) Decreto (nº 2673) que determina a retirada de mais de 60 mil itens do setor de alimentos do regime de Substituição Tributária (ST).</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="410" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/09/ICMS-ST-1200x480-1024x410.png" alt="Paraná determina retirada de ST" class="wp-image-4956" title="Paraná determina retirada 60 mil itens do regime de ST 5" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/09/ICMS-ST-1200x480-1024x410.png 1024w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/09/ICMS-ST-1200x480-920x368.png 920w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/09/ICMS-ST-1200x480-300x120.png 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/09/ICMS-ST-1200x480-768x307.png 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/09/ICMS-ST-1200x480-1080x432.png 1080w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/09/ICMS-ST-1200x480.png 1200w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A medida entrará em vigor a partir de 1º de novembro e vai beneficiar o setor produtivo, garantindo mais competitividade às empresas paranaenses. A solenidade de assinatura foi no Palácio Iguaçu com a presença de empresários e dirigentes de entidades do setor produtivo.</p>



<p>Entre os itens alcançados pela medida estão biscoitos, bolachas, massas, waffles, pizzas, azeites de oliva, margarinas, óleos refinados, frutas e vegetais congelados, conservas de produtos hortícolas, doces e geleias. O volume de operações abrangidas é de R$ 4,4 bilhões anuais.</p>



<p>O governador lembrou que a classe empresarial reclamava há anos de perda de competitividade com outros estados em função da aplicação do regime, que antecipa o recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), coletando na fonte, apenas uma vez, o imposto de toda uma cadeia produtiva e garantindo receita prévia para o Estado.</p>



<p>“A decisão de retirada da Substituição Tributária foi tomada depois de muito estudo. A partir do momento em que se facilita a vida do empresário, se gera emprego diretamente. A prioridade do Governo do Estado é facilitar a vida de quem cria empregos”, afirmou o governador Ratinho Junior.&nbsp; Ele ressaltou que a não antecipação do pagamento do ICMS vai estimular o aumento de vendas e a arrecadação de tributos, com reflexo também em mais vagas de trabalho e renda. Além disso, afirmou, libera o capital de giro, que ficava comprometido com o custeio do imposto antecipado.</p>



<p>“Essa decisão vem atender o pequeno e microempresário, quem tem comércio, uma venda, um mercado de bairro. Agora, ele não vai ter de pagar o imposto antes de vender o seu produto, prática que tira o capital de giro”, destacou. “Além de atender as famílias, já que com essa facilitação tributária o comerciante pode baixar o preço final dos produtos na gôndola.” A iniciativa, disse, recoloca o Estado em igualdade competitiva com mercados que também revisaram o imposto, como Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo.</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>





<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-vivid-red-background-color has-background no-border-radius" href="https://dbmsistemas.com/contabilidade-e-fiscal/">Conheça a Gestão Fiscal-Contábil do DBM Spalla</a></div>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<p><strong>MECANISMO</strong>&nbsp;– Com o fim da Substituição Tributária, cada empresa fica encarregada do recolhimento de sua parte do imposto quando realizar a venda das mercadorias. Um dos responsáveis pelo projeto, o superintendente de Governança da Casa Civil, Phelipe Mansur, ressaltou que a medida busca simplificar o sistema tributário, ajustando o modelo de arrecadação de cada setor.</p>



<p>Segundo ele, a medida reverte alterações que se mostraram pouco efetivas e demasiadamente custosas à sociedade. “A Substituição Tributária, quando foi instituída, onerou parte da cadeia produtiva. Um pedaço da cadeia produtiva pagava pelo resto da cadeia toda. A retirada é uma mudança na forma de calcular o imposto. O pagamento será fracionado, cada produto, comerciante ou distribuidor vai pagar somente a sua parte”.</p>



<p><strong>BEBIDA</strong>&nbsp;– Os vinhos também entraram na revisão para acompanhar a decisão de Estados vizinhos, como Rio Grande do Sul e Santa Catarina, que retiraram o produto da sistemática da Substituição Tributária. Com isso, os produtores paranaenses não perdem competitividade.</p>



<p>A Secretaria de Estado da Fazenda segue fazendo estudos para medir a possibilidade de ampliação do número de itens que podem ser beneficiados com a mudança na forma de se cobrar o imposto.</p>



<p><strong>ARRECADAÇÃO</strong>&nbsp;– Como haverá mudança na forma e nos responsáveis pelo recolhimento do ICMS, não é possível afirmar que a medida gerará perda ou ganho de arrecadação. A Secretaria da Fazenda, porém, promete continuar os estudos para medir os impactos das medidas tomadas e avaliar outros setores com características semelhantes.</p>



<p>Para isso, a Receita Estadual fará um monitoramento intensivo do setor, para avaliar o desempenho pós-medida e combater preventivamente eventual efeito colateral de sonegação. “A Substituição Tributária não significa renúncia fiscal, é só uma mudança na forma de recolhimento do imposto. Acreditamos que, com o estímulo da economia paranaense, isso pode gerar até um incremento de arrecadação”, afirmou Luiz Fernandes de Moraes Júnior, diretor da Receita Estadual.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O que é a Substituição Tributária</strong></h4>



<p>Como é difícil fiscalizar todas as lojas de varejo, a Substituição Tributária (ST) permite que o imposto seja recolhido na fonte, na produção. Como existem menos indústrias do que lojas, isso facilita a fiscalização, abrevia o recolhimento e, consequentemente, antecipa o caixa.</p>



<p>No regime de Substituição Tributária, as indústrias ou os atacadistas são eleitos responsáveis pelo ICMS devido em toda a cadeia econômica, até a venda ao consumidor final. O imposto é recolhido antecipadamente, com base em um valor presumido de venda.</p>



<p>A Substituição Tributária é considerada uma técnica de recolhimento eficiente, que facilita a fiscalização, simplifica o recolhimento e diminui a sonegação fiscal. A arrecadação fica concentrada em grandes contribuintes.</p>



<p>A questão é que o sistema funciona perfeitamente em alguns setores, com características comuns como a concentração em poucas indústrias e distribuidores, pulverização nas vendas ao varejo ou cadeia intermediária interna, como os setores de cigarros, combustíveis, bebidas e veículos.</p>



<p>Já em outros pontos da cadeia, a aderência ao sistema não se mostra eficaz e apresenta diversos problemas, como dificuldade em estabelecer o preço final de venda adequado a cada produto, número elevado de indústria ou distribuidores ou operações interestaduais de substituídos, criando uma concorrência desigual entre Unidades da Federação.</p>



<p>Fonte: site SEFAZ-PR, adaptado por <a href="https://guiatributario.net" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Guia Tributário (abre numa nova aba)">Guia Tributário</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Secretaria da Fazenda e Planejamento de SP lança novo Portal de Legislação Tributária</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/sp-portal-de-legislacao-tributaria/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=sp-portal-de-legislacao-tributaria</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 16:34:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SEFAZ]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dbmsistemas.com/?p=7960</guid>

					<description><![CDATA[Ferramenta simplifica consulta às normas relativas aos tributos estaduais, reduz burocracia e aperfeiçoa a comunicação entre o Fisco e a sociedade A Secretaria da Fazenda e Planejamento lançou ontem segunda-feira (5) o novo Portal de Legislação Tributária (legislacao.fazenda.sp.gov.br), ferramenta de busca e consulta digital que reúne todas as normas relativas aos tributos estaduais. Esse é um importante [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<div class="wp-block-media-text alignwide"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="173" height="200" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/05/052118_1558_SEFAZSPFaze1.jpg" alt="052118 1558 SEFAZSPFaze1" class="wp-image-3783" title="Secretaria da Fazenda e Planejamento de SP lança novo Portal de Legislação Tributária 7"></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Ferramenta simplifica consulta às normas relativas aos tributos estaduais, reduz burocracia e aperfeiçoa a comunicação entre o Fisco e a sociedade </p>
</div></div>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<p>A Secretaria da Fazenda e Planejamento lançou ontem segunda-feira (5) o novo Portal de Legislação Tributária (<a href="http://legislacao.fazenda.sp.gov.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="legislacao.fazenda.sp.gov.br (abre numa nova aba)">legislacao.fazenda.sp.gov.br</a>), ferramenta de busca e consulta digital que reúne todas as normas relativas aos tributos estaduais. Esse é um importante mecanismo de consulta e pesquisa para o dia a dia de trabalho de contabilistas, contadores, associações de classe empresariais, contribuintes (sejam pessoas físicas ou jurídicas) e de toda a comunidade jurídica.</p>



<p>“O lançamento do novo Portal de Legislação Tributária é uma iniciativa inovadora que simplifica a consulta às normas relativas aos tributos estaduais, reduz burocracia e aperfeiçoa a comunicação entre o Fisco e a sociedade”, destacou o secretário da Fazenda e Planejamento, Henrique Meirelles.</p>



<p>Com navegação intuitiva, o Portal conta com ferramenta de busca moderna e eficiente, que simplifica o acesso de todos às informações atualizadas. Também com a finalidade de facilitar a navegação e a pesquisa por parte dos usuários, estão destacados os atos legislativos mais acessados, os recém-publicados, atalhos de acesso a portais externos e as principais normas por tributo.</p>



<p>No Portal também estão disponibilizadas as Respostas às Consultas Tributárias, que expressam o entendimento da Secretaria da Fazenda e Planejamento frente a dúvidas de interpretação, promovendo a uniformização e a transparência na aplicação da legislação tributária.<br />O Portal de Legislação Tributária traz mais segurança e praticidade à manutenção das informações publicadas, gerando economia de recursos públicos. Além disso, o sistema permite a interação com redes sociais (como o Facebook, Linkedin, Twitter e Google +) e sua utilização por meio de dispositivos móveis.</p>



<p>Com mais essa iniciativa, a Secretaria da Fazenda e Planejamento reafirma o seu compromisso na colaboração para a melhoria do ambiente de negócios, estimulando o cumprimento espontâneo da legislação tributária (<em>Compliance</em> – Programa Nos Conformes), aperfeiçoando a comunicação entre o Fisco e a sociedade e reduzindo a burocracia, garantindo segurança jurídica àqueles que promovem investimento no Estado.</p>



<p>Fonte:&nbsp;<em>SEFAZ-SP</em></p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-background" href="https://dbmsistemas.com/contabilidade-e-fiscal/" style="background-color:#a36200">Conheça a Gestão Fiscal-Contábil do DBM Spalla</a></div>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>


]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>SEF/SC suspenderá os benefícios a partir de julho</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/sef-sc-suspendera-os-beneficios-a-partir-de-julho/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=sef-sc-suspendera-os-beneficios-a-partir-de-julho</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2019 15:45:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[SEFAZ]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dbmsistemas.com/?p=7277</guid>

					<description><![CDATA[A partir de 1º de julho, a Secretaria de Estado da Fazenda (SEF/SC) suspenderá os benefícios concedidos às empresas que estejam com débitos fiscais em Santa Catarina. Esta é mais uma etapa da nova política de combate à sonegação fiscal que está sendo implementada no Estado. “Nossa prioridade é o cancelamento de benefícios para aqueles [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-7278 size-full" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/05/sefaz-sc.jpg" alt="SEF/SC suspenderá os benefícios" width="1200" height="630" title="SEF/SC suspenderá os benefícios a partir de julho 9" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/05/sefaz-sc.jpg 1200w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/05/sefaz-sc-920x483.jpg 920w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/05/sefaz-sc-300x158.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/05/sefaz-sc-768x403.jpg 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/05/sefaz-sc-1024x538.jpg 1024w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/05/sefaz-sc-1080x567.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p>A partir de 1º de julho, a Secretaria de Estado da Fazenda (SEF/SC) suspenderá os benefícios concedidos às empresas que estejam com débitos fiscais em Santa Catarina. Esta é mais uma etapa da nova política de combate à sonegação fiscal que está sendo implementada no Estado. “Nossa prioridade é o cancelamento de benefícios para aqueles que sonegam ICMS. Além da concorrência desleal entre os agentes econômicos, estas empresas causam graves distorções na economia catarinense, reduzindo a arrecadação tributária e, consequentemente, recursos para áreas prioritárias, como Saúde, Educação, Segurança Pública e Infraestrutura”, explica o secretário da SEF/SC, Paulo Eli.</p>
<p>As revisões do Tratamento Tributário Diferenciado (TTD) e de regimes especiais de tributação já estão sendo realizadas e serão cancelados benefícios dos devedores contumazes e de estabelecimentos autuados por fraudes estruturadas, planejamento tributário, vendas sem emissão de nota fiscal ou com subfaturamento, notas fiscais calçadas e de créditos fictícios de ICMS emitidos por empresas noteiras, entre outros.</p>
<p>O diretor de Administração Tributária da SEF/SC, Rogério Mello, reforça que o Governo do Estado tem intensificado na fiscalização. Somente esse ano, foram 203 operações. “Na semana passada, executamos a maior operação da história da Fazenda. Foram visitados 4.323 estabelecimentos e localizadas mais de mil infrações”, afirmou.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.sef.sc.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Secretaria de Estado da Fazenda SC</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica será obrigatória a partir de 1º de janeiro</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/nota-fiscal-do-consumidor-eletronica-sera-obrigatoria-a-partir-de-1o-de-janeiro/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=nota-fiscal-do-consumidor-eletronica-sera-obrigatoria-a-partir-de-1o-de-janeiro</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Dec 2018 14:18:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leis & Tributos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[NFC-e]]></category>
		<category><![CDATA[SEFAZ]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dbmsistemas.com/?p=6223</guid>

					<description><![CDATA[A adesão à NFC-e de forma voluntária teve início em junho de 2017 e o prazo final para início da emissão é 31 de dezembro de 2018 A partir de 1º de janeiro, todos os contribuintes varejistas capixabas deverão emitir a Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e). Após essa data, recibos emitidos por emissor de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-4222 alignleft" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/07/NFCe.png" alt="NFCe" width="192" height="160" title="Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica será obrigatória a partir de 1º de janeiro 11" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/07/NFCe.png 826w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/07/NFCe-300x251.png 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/07/NFCe-768x642.png 768w" sizes="auto, (max-width: 192px) 100vw, 192px" /></h2>
<h2>A adesão à NFC-e de forma voluntária teve início em junho de 2017 e o prazo final para início da emissão é 31 de dezembro de 2018</h2>
<p class="">A partir de 1º de janeiro, todos os contribuintes varejistas capixabas deverão emitir a Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e).</p>
<p class="">Após essa data, recibos emitidos por emissor de cupom fiscal (ECFs) não serão mais válidos e os contribuintes que o fizerem estarão sujeitos às penalidades da lei, como a permissão de envio e recebimento de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) suspensa e documentos fiscais considerados inidôneos.</p>
<p class="">A NFC-e é a versão totalmente eletrônica da atual nota fiscal em papel utilizada no varejo. A mudança tem por objetivo reduzir custos de obrigações acessórias aos contribuintes, possibilitar o acompanhamento em tempo real das operações comerciais pela Receita Estadual e beneficiar o consumidor com conferência imediata da validade e autenticidade do documento fiscal recebido, além da possibilidade de armazenamento do PDF da NFC-e.</p>
<p class="">As datas limites para a adequação ao novo modelo foram definidas no Decreto n.º 4.103-R de 24/05/2017. A adesão à NFC-e de forma voluntária teve início em junho de 2017 e o prazo final para início da emissão é 31 de dezembro de 2018.</p>
<p><b>Menor Preço</b></p>
<p>Na segunda-feira (24), a Receita Estadual registrou a emissão de 2.122.821 notas fiscais do consumidor eletrônica. Todas essas informações alimentam a base de dados do aplicativo Menor Preço. O aplicativo compara preços de produtos, entre os estabelecimentos que já emitem a NFC-e, apresenta o mais barato ao usuário e ainda indica o caminho para chegar até o estabelecimento. Os preços apresentados no app são atualizados em tempo real, com base nos registros das Notas Fiscais do Consumidor Eletrônica. Daí a importância de exigir a nota fiscal ao final de cada compra.</p>
<p><a href="https://dbmsistemas.com/diferencas-de-cupom-fiscal-x-nfc-e/">Diferenças de Cupom fiscal x NFC-e</a></p>
<p>Fonte: Folha Vitória</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>SEFAZ/MT: Omissão da entrega da EFD impede contribuintes de emitirem CND</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/sefaz-mt-omissao-da-entrega-da-efd-impede-contribuintes-de-emitirem-cnd/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=sefaz-mt-omissao-da-entrega-da-efd-impede-contribuintes-de-emitirem-cnd</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Aug 2018 12:47:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leis & Tributos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SEFAZ]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dbmsistemas.com/?p=4529</guid>

					<description><![CDATA[A Superintendência de Informações da Receita Pública (SUIRP) comunica aos contribuintes, contadores e demais interessados que a omissão da entrega do arquivo da Escrituração Fiscal Digital – EFD impede a emissão da Certidão Negativa de Débitos (CND). De acordo com a portaria n° 24, de 10 de março de 2005, é considerada omissão quando, a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-4530" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/efd-icms-ipi.jpg" alt="efd icms ipi" width="235" height="100" title="SEFAZ/MT: Omissão da entrega da EFD impede contribuintes de emitirem CND 13" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/efd-icms-ipi.jpg 870w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/efd-icms-ipi-300x128.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/efd-icms-ipi-768x328.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 235px) 100vw, 235px" /></p>
<p>A Superintendência de Informações da Receita Pública (SUIRP) comunica aos contribuintes, contadores e demais interessados que a omissão da entrega do arquivo da Escrituração Fiscal Digital – EFD impede a emissão da Certidão Negativa de Débitos (CND).</p>
<p>De acordo com a portaria n° 24, de 10 de março de 2005, é considerada omissão quando, a partir do vigésimo primeiro dia do mês, não constar na base de dados da Sefaz o arquivo referente ao mês anterior.</p>
<p>Para regularizar sua situação perante o fisco, é preciso realizar a entrega dos arquivos EFD omissos que constarem no relatório de pendências da CND. A regularização e consequente emissão da CND, caso não existam outras pendências, se dá exclusivamente desta forma, não sendo necessário o protocolo de processo.</p>
<p>Em caso de dúvidas o contribuinte deverá procurar o atendimento da SEFAZ, pelo e-mail sac@sefaz.mt.gov.br ou pelo telefone (65) 3617-2900.</p>
<p>Fonte: SEFAZ MT</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>SEFAZ/GO: SEFAZ divulga instruções sobre a NF-e 4.0</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/sefaz-go-sefaz-divulga-instrucoes-sobre-a-nf-e-4-0/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=sefaz-go-sefaz-divulga-instrucoes-sobre-a-nf-e-4-0</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jul 2018 16:47:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[NF-e 4.0]]></category>
		<category><![CDATA[SEFAZ]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dbmsistemas.com/?p=4374</guid>

					<description><![CDATA[A partir do dia 2 de agosto entra em vigor a obrigatoriedade de adoção da versão 4.0 para emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) em substituição à versão 3.10 que será desativada. Entretanto, a Secretaria da Fazenda (Sefaz) esclarece que devido ao período de transição da NF-e, da versão 3.10 para a 4.0, muitos desenvolvedores [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4053 alignleft" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/06/logo_nfe_transparente.png" alt="logo nfe transparente" width="126" height="145" title="SEFAZ/GO: SEFAZ divulga instruções sobre a NF-e 4.0 15" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/06/logo_nfe_transparente.png 281w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/06/logo_nfe_transparente-260x300.png 260w" sizes="auto, (max-width: 126px) 100vw, 126px" /></p>
<p>A partir do dia 2 de agosto entra em vigor a obrigatoriedade de adoção da versão 4.0 para emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) em substituição à versão 3.10 que será desativada. Entretanto, a Secretaria da Fazenda (Sefaz) esclarece que devido ao período de transição da NF-e, da versão 3.10 para a 4.0, muitos desenvolvedores vêm enfrentando problemas técnicos em relação à versão (4.0) instituída.</p>
<p>Um dos problemas mais recorrentes diz respeito ao Protocolo TLS 1.2 que passa ser obrigatório para emissão de NF-e e NFC-e a partir da NF-e 4.0. Conforme descrito na Nota Técnica (NT) 2016.002, o Protocolo SSL foi substituído pelo TLS 1.2 por questões de segurança.</p>
<p>A informação é da Coordenação de Documentários Fiscais, da Gerência de Informações Econômico-Fiscais, da Sefaz acrescentando que os Webservices dos documentos fiscais NF-e, NFC-e, CT-e, CT-e OS e MDF-e não aceitarão mais documentos fiscais emitidos por meio do Protocolo de Comunicação SSL.</p>
<p>A Secretaria esclarece que a mudança se faz necessária e objetiva atualizar a emissão de documentos fiscais eletrônicos, contemplando as novidades decorrentes das demandas que surgem por parte do contribuinte e também da Receita Estadual.</p>
<p>Comunicação Setorial – Sefaz</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>SEFAZ/GO cresce emissão de nota do consumidor eletrônica NFC-e</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/sefaz-go-cresce-emissao-de-nota-do-consumidor-eletronica-nfc-e/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=sefaz-go-cresce-emissao-de-nota-do-consumidor-eletronica-nfc-e</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jul 2018 12:09:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[NFC-e]]></category>
		<category><![CDATA[SEFAZ]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dbmsistemas.com/?p=4344</guid>

					<description><![CDATA[O número de Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e) emitido nos seis primeiros meses deste ano ultrapassou 348 milhões de documentos, cinco vezes maior do que a quantidade emitida no mesmo período do ano passado. A NFC-e foi instituída pela Sefaz gradativamente de junho de 2016 a janeiro deste ano em substituição à nota fiscal [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-4222 alignleft" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/07/NFCe.png" alt="NFCe" width="187" height="156" title="SEFAZ/GO cresce emissão de nota do consumidor eletrônica NFC-e 17" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/07/NFCe.png 826w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/07/NFCe-300x251.png 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/07/NFCe-768x642.png 768w" sizes="auto, (max-width: 187px) 100vw, 187px" /></p>
<p>O número de Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e) emitido nos seis primeiros meses deste ano ultrapassou 348 milhões de documentos, cinco vezes maior do que a quantidade emitida no mesmo período do ano passado. A NFC-e foi instituída pela Sefaz gradativamente de junho de 2016 a janeiro deste ano em substituição à nota fiscal de venda ao consumidor, modelo 2, e ao cupom fiscal emitido pelo Emissor de Cupom Fiscal (ECF).</p>
<p>O número expressivo de documentos foi emitido pelas empresas do comércio varejista de Goiás. Mesmo diante dos dados positivos, o superintendente de Informações fiscais, Alaor Soares Barreto, alerta que cerca de duas mil empresas do Simples Nacional que, desde janeiro devem emitir a NFC-e, ainda estão utilizando o Emissor de Cupom Fiscal (ECF). Essas empresas vão receber nos próximos dias comunicado da Sefaz alertando-as para o cumprimento da obrigação acessória para evitar autuação. Barreto destaca que, do segmento varejista, a NFC-e só não é exigida do Microempreendedor Individual (MEI). Para os demais segmentos, entre eles o atacado e a indústria, continua sendo exigida a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e).</p>
<p>O auditor fiscal Wellingon Mijolário explica que, para começar a emitir a NFC-e é preciso ter um certificado digital, o programa emissor e fazer o credenciamento no site <strong><a href="http://www.nfce.go.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">www.nfce.go.gov.br</a></strong>. Entre as vantagens para o empresário da adoção da nota eletrônica, estão a redução de custos e a desburocratização na implantação e manutenção do sistema. “Além de dispensar o uso do ECF, a impressão do documento é feita em impressora comum” explica o auditor. Outro aspecto importante é que o repasse à Sefaz dos dados das vendas passa a ser feito de forma automática e instantânea.</p>
<p>A NFC-e também traz vantagem para o consumidor, como maior transparência e segurança, uma vez que a nota fiscal poderá ser consultada on-line a qualquer tempo, utilizando a chave de acesso da nota por meio do site ou o QR Code através de aplicativo de celular. A essa vantagem soma-se o fato de o sistema estar interligado ao da Nota Fiscal Goiana para que o consumidor acumule pontos no programa ao pedir o CPF na nota fiscal.</p>
<p>Comunicação Setorial – Sefaz ​</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>SEFAZ cobrará créditos de custas judiciais</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/sefaz-cobrara-creditos-de-custas-judiciais/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=sefaz-cobrara-creditos-de-custas-judiciais</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jul 2018 20:23:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[custas judiciais]]></category>
		<category><![CDATA[SEFAZ]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dbmsistemas.com/?p=4337</guid>

					<description><![CDATA[Em cumprimento ao convênio 001/2018 assinado com o Tribunal de Justiça, a Secretaria da Fazenda de Goiás inicia, na próxima semana, a cobrança de débitos não tributários originários de custas judiciais, multas e taxas judiciárias devidas. A partir de hoje (13), serão enviadas cartas de notificação extrajudicial aos inadimplentes. Na segunda-feira (16) começa o trabalho [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em cumprimento ao convênio 001/2018 assinado com o Tribunal de Justiça, a Secretaria da Fazenda de Goiás inicia, na próxima semana, a cobrança de débitos não tributários originários de custas judiciais, multas e taxas judiciárias devidas. A partir de hoje (13), serão enviadas cartas de notificação extrajudicial aos inadimplentes. Na segunda-feira (16) começa o trabalho da equipe de telecobrança, da Superintendência de Recuperação de Créditos (SRC) da Sefaz, para dar instruções sobre a forma e condições de pagamento.</p>
<p>O convênio com o Tribunal de Justiça, assinado em abril deste ano, é derivado da criação do Cadastro Informativo dos Créditos não Quitados de Órgãos e Entidades Estaduais – Cadin Estadual. “Esse trabalho de cobrança vem antes da inscrição no Cadin. O objetivo é dar oportunidades às pessoas de quitarem os seus débitos, sem ter o nome inscrito no Cadastro”, explica o Gerente de Processos e Cobrança da SRC, Mário Mattos Bacelar.</p>
<p>A lista enviada pelo TJ contempla cerca de 900 devedores, com processos de dívidas no período a partir de 2014 até este ano, somando em torno de R$ 800 mil reais em valor original. A partir da ciência do débito, o devedor terá 30 dias para se manifestar, depois disso será inscrito no Cadin.A inscrição no Cadastro implica em restrições tais como a impossibilidade de celebração de contratos com órgãos e entidades do Estado, bem como a concessão de auxílios financeiros do estado. O devedor inscrito no Cadin também não poderá receber prêmios de programas do governo.</p>
<p>Fonte: PORTAL CONTÁBEIS/SEFAZ GO</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
