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	<title>SÃO PAULO &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>O home office pós-quarentena pode gerar uma crise na Faria Lima?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2020 12:35:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção & Incorporação]]></category>
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					<description><![CDATA[A previsão é de que sejam devolvidos até o final do ano 73,9 mil metros quadrados em imóveis classe A de São Paulo O home office pós-quarentena pode gerar uma crise na Faria Lima?O mercado imobiliário comercial tem pela frente não apenas o desafio de evitar o contágio dos ocupantes pelo novo coronavírus, mas trazer de volta [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading">A previsão é de que sejam devolvidos até o final do ano 73,9 mil metros quadrados em imóveis classe A de São Paulo</h4>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/07/avenida-brigadeiro-faria-lima-sao-paulo-20120528-03-original-1024x576.jpeg" alt="O home office pós-quarentena pode gerar uma crise na Faria Lima?" class="wp-image-11619" title="O home office pós-quarentena pode gerar uma crise na Faria Lima? 1" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/07/avenida-brigadeiro-faria-lima-sao-paulo-20120528-03-original-1024x576.jpeg 1024w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/07/avenida-brigadeiro-faria-lima-sao-paulo-20120528-03-original-920x518.jpeg 920w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/07/avenida-brigadeiro-faria-lima-sao-paulo-20120528-03-original-300x169.jpeg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/07/avenida-brigadeiro-faria-lima-sao-paulo-20120528-03-original-768x432.jpeg 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/07/avenida-brigadeiro-faria-lima-sao-paulo-20120528-03-original-980x551.jpeg 980w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/07/avenida-brigadeiro-faria-lima-sao-paulo-20120528-03-original-480x270.jpeg 480w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/07/avenida-brigadeiro-faria-lima-sao-paulo-20120528-03-original.jpeg 1040w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Expectativa é que a taxa de vacância de imóveis corporativos classe A suba de 11,8% para 16,5% (Germano Luders/Exame).</figcaption></figure>



<p><strong><em>O home office pós-quarentena pode gerar uma crise na Faria Lima?</em></strong><br />O <strong><a href="https://exame.com/noticias-sobre/imoveis/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mercado imobiliário comercial</a> </strong>tem pela frente não apenas o desafio de evitar o contágio dos ocupantes pelo novo coronavírus, mas trazer de volta empresas e trabalhadores que se acostumaram a evitar trânsito e o transporte público lotado, além de ter adequado a equipe e o trabalho ao home office.</p>



<p><strong><a href="https://exame.com/negocios/acabei-com-a-diretorlandia-diz-presidente-da-qualicorp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Diversas empresas já anunciaram planos de tornar o home office uma política permanente</a></strong>. Essa mudança de mentalidade sobre a organização do trabalho dentro do escritório e o trabalho remoto pode gerar um baque no mercado imobiliário. É o que acredita a consultoria imobiliária Buildings, especializada no segmento corporativo.</p>



<p>A previsão é de que sejam devolvidos, até o final do ano, 73,9 mil metros quadrados em imóveis classe A em São Paulo e que a taxa de vacância suba para 16,5%. “Já existe um grande volume de devoluções. São empresas como a Nextel, que está devolvendo 11.258 m²; Latam, que está devolvendo 3.980m², e Creditas, que está devolvendo 3.160m²”, avalia Fernando Didziakas, sócio da Buildings.</p>



<p>A expectativa é que os dados do segundo trimestre ainda não sejam tão impactados pelas devoluções, pois diversas delas acontecerão no terceiro trimestre em diante, já que o processo de devolução também é um processo um pouco demorado, dependendo do período restante e condições estabelecidas no contrato.</p>



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<p>Na visão dos consultores, contudo, a devolução dos escritórios é muito norteada pela crise econômica. Ainda que permaneça no pós-pandemia, a mudança não será massiva.</p>



<p>Segundo a Buildings, atualmente apenas 4,5% dos espaços de 48 prédios classe A na região da Nova Faria Lima, próxima ao cruzamento da Avenida Brigadeiro Faria Lima e a Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, em São Paulo, estão vagos. Ou seja, existem apenas 43 mil metros quadrados disponíveis na região que possui estoque total próximo dos 1 milhão de metros quadrados, avalia Didziakas.</p>



<p>“A vacância na região estava em 2,7% no primeiro trimestre de 2020 e apesar de ter subido para 4,5% por conta da entrega de um novo empreendimento e algumas readequações de empresas, continua em um patamar muito baixo, longe de qualquer crise de excesso de oferta”.</p>



<p>A pandemia afeta cidades de forma diferente. São Paulo é uma cidade com diversos setores econômicos. O Rio, onde a vacância do segmento corporativo atingiu 50% no ápice da crise do setor de óleo e gás e excesso de oferta na cidade, e ainda está em 38%, tende a sofrer mais por conta de uma aceleração do trabalho remoto.</p>



<p>O mercado imobiliário corporativo é, portanto, mais impactado nas grandes capitais, nas quais existem os bolsões corporativos. Outras capitais menores, como as do Nordeste, não têm uma grande concentração desse segmento.</p>



<p>De olho na sustentabilidade de áreas nobres corporativas, há anos a BR Properties, incorporadora especializada em prédios comerciais, vem se especializando nos prédios triple A nessas regiões, os quais administra diretamente.</p>



<p>Mais do que ter boas características técnicas, esses empreendimentos costumam estar próximos a vias de transporte público e regiões com infraestrutura para acolher funcionários, com ampla rede de serviços, diz Martín Andrés Jaco, presidente da incorporadora.</p>



<p>“Crescemos muito ao longo do tempo a área de serviços dentro dos prédios corporativos, com lojas, manicures, restaurantes e cafés. Fazemos retrofit para modernizar. Mas ainda tem laje de 5 mil metros quadrados. Esses edifícios oferecem aluguéis estáveis. Como é difícil recria-los na cidade, pois faltam espaços para novas construções, a empresa toma a decisão de sair com mais cautela”.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Setor resiliente</h3>



<p>Representantes do setor são firmes no argumento de que o mercado de imóveis pode passar relativamente ileso a uma mudança de hábito.</p>



<p>Adriano Sartori, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), ressalta que a tendência do trabalho remoto não é nova: acontece há pelo menos 10 anos no país. E o mercado imobiliário vem se adaptando a ela, reduzindo espaços para locação entre 30% a 40% ao longo do período. “Os escritórios continuam a existir, mas de forma diferente. Os escritórios brasileiros já são otimizados, e diante da necessidade de mais espaços compartilhados, não vemos grandes mudanças”.</p>



<p>O engenheiro civil Luiz Antônio França, presidente da Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias), diz que a transformação no mercado imobiliário corporativo irá ocorrer, mas não será imediata. “Além disso, cada segmento terá a sua adaptação”.</p>



<p>Segundo ele, regiões com infraestrutura para o segmento corporativo, com avenidas mais largas, prédios modernos com piso elevado para acomodar cabeamento e infraestrutura de internet, vão continuar sendo demandadas. “O que pode ocorrer é uma reacomodação da área. Não vejo vacância ou uma desocupação desordenada. Além disso, se a demanda futura cair, os novos empreendimentos se adaptarão a esse cenário como forma de reduzir espaços ociosos”.</p>



<p>É o que aconteceu com a migração do segmento corporativo da Avenida Paulista para a Avenida Brigadeiro Faria Lima, conta. “Os prédios na Faria Lima atraíram empresas por serem mais modernos. Mas nem por isso a Paulista deixou de ter escritórios. Só mudou o uso para pequenas salas comerciais, call centers e até coworkings”.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Falta de mobilidade acelera mudanças</h3>



<p>Uma das influências para a aceleração da demanda por trabalho remoto é causada pelo descompasso histórico entre a produção imobiliária das grandes cidades e o desenvolvimento do transporte de alta capacidade, aponta Eduardo Alberto Cuscé Nobre, urbanista e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP.</p>



<p>“A implantação do Metrô é muito lenta em São Paulo. Estamos chegando nos 100 km, enquanto outras metrópoles, como a Cidade do México, têm o dobro. O Rio de Janeiro também sofre com a falta de mobilidade. Por conta disso muita gente, desde a década de 80, já busca o interior dos estados para ter maior qualidade de vida, e isso deve continuar acontecendo”.</p>



<p>Nobre aponta que estamos criando macrometrópoles, que abrangem toda a região metropolitana e cidades próximas. “Já existe mais gente saindo do que entrando na cidade”. Em sua visão, o trabalho que puder ser feito remotamente pós-pandemia, será.</p>



<p>“De um lado as empresas locatárias querem ampliar o trabalho remoto e reduzir custos, e de outro o mercado imobiliário deseja que o cenário permaneça. Não tem jeito. O mercado imobiliário vai sofrer um baque. Mas o setor, além de importante para o PIB, é resiliente. Irá surgir novas tecnologias que podem mudar novamente o ambiente de trabalho, e abrir frente para novos empreendimentos. Em último caso, os empreendimentos podem se transformar em prédios residenciais, como já aconteceu em outros países. É uma mudança complexa, mas possível”.</p>



<p><em>Fonte: Portal Exame, por <a href="https://exame.com/autor/marilia-almeida" target="_blank" rel="noopener">Marília Almeida</a></em>.</p>
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