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	<title>retorno ao trabalho &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<description>Software de Gestão Empresarial</description>
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		<title>4 ideias para adaptar a comunicação interna na volta ao trabalho presencial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2020 12:01:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Folha]]></category>
		<category><![CDATA[Home office]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[retorno ao trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[4 ideias para adaptar a comunicação interna na volta ao trabalho presencial.Entre as várias lições aprendidas durante este ano, certamente uma das mais importantes é: não existe estratégia à prova de bala ou melhor: não existe estratégia à prova de pandemias. Assim, nenhuma empresa fugiu da necessidade de adaptar ou revisar seu plano de comunicação [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="696" height="266" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/04/flexibilização-do-trabalho.png" alt="4 ideias para adaptar a comunicação interna na volta ao trabalho presencial" class="wp-image-6995" title="4 ideias para adaptar a comunicação interna na volta ao trabalho presencial 1" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/04/flexibilização-do-trabalho.png 696w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/04/flexibilização-do-trabalho-300x115.png 300w" sizes="(max-width: 696px) 100vw, 696px" /></figure>



<p><strong><em>4 ideias para adaptar a comunicação interna na volta ao trabalho presencial</em></strong>.<br />Entre as várias lições aprendidas durante este ano, certamente uma das mais importantes é: não existe estratégia à prova de bala ou melhor: não existe estratégia à prova de pandemias.</p>



<p>Assim, nenhuma empresa fugiu da necessidade de adaptar ou revisar seu plano de comunicação interna para o ano, afinal, ninguém quer agir de forma alienada ou fora de contexto em um tempo onde empatia é a regra do jogo.&nbsp;</p>



<p>Porém, com a retomada gradativa ao trabalho presencial, a prioridade do time de comunicação é colocar em prática um plano de comunicação interna adaptado à essa nova realidade.</p>



<p>A boa notícia é que, apesar do novo contexto, nem todas as tendências de 2020 se perderam. Com algumas adaptações é possível criar uma estratégia de comunicação interna que funcione.</p>



<p>Então, neste post oferecido pela <a href="https://www.simbiox.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SimbioX</a>, vamos te mostrar 4 ideias relevantes para serem incluídas na comunicação interna da sua empresa na volta ao trabalho presencial.</p>



<p>Continue a leitura, pois você não vai encontrar facilmente essas dicas em outro lugar, hein?&nbsp;&nbsp;</p>



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</ul>


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</div>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>1. Comunicação sensorial&nbsp;</strong></h2>



<p>Comunicação sensorial é um conceito derivado do marketing e consiste em criar e compartilhar um conteúdo que explore os cinco sentidos humanos.</p>



<p>Por exemplo: quando transformo um comunicado interno em vídeo ou áudio, posso transmitir essa mesma mensagem de forma <strong>visual</strong> e <strong>auditiva.</strong>&nbsp;</p>



<p><strong>Mas, como isso pode ajudar a melhorar minha comunicação interna?</strong></p>



<p>Ao explorar outros sentidos na sua comunicação interna, você ajuda a melhorar a experiência de seu colaborador ao consumir informações da sua empresa 一 especialmente quando o contato presencial é limitado.</p>



<p>Por exemplo, existem pessoas que costumam utilizar mais vídeos do que textos quando precisam conferir uma notícia. Não por acaso, segundo uma pesquisa da <strong>WordStream,</strong> os <a href="https://www.wordstream.com/blog/ws/2017/03/08/video-marketing-statistics" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>usuários retêm até 95% das informações em vídeos e apenas 10% em textos.</strong></a><strong>&nbsp;</strong></p>



<p>Não é difícil chegar nessa mesma conclusão, olhando para o seu dia a dia: já precisou ler algum livro obrigatório na escola ou faculdade e foi primeiro a ver se tinha a mesma versão em filme?</p>



<p>Pois é, talvez você não, mas com certeza deve conhecer alguém que já fez.</p>



<p>Por outro lado, a experiência de utilizar <strong>áudio</strong> para passar uma mensagem também pode ser benéfica para sua comunicação interna, visto que ela possibilita ao colaborador consumir uma informação mesmo se estiver executando outras atividades.</p>



<p>Atualmente o formato mais usado são <strong>podcasts</strong>, mas é possível explorar outros canais de comunicação como <a href="https://blog.simbiox.com.br/microsoft-teams-conheca-e-baixe-gratis/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Microsoft Teams</strong></a> ou <strong>Whatsapp.</strong></p>



<p>A <strong>audição</strong> e <strong>visão </strong>não são os únicos sentidos que você pode usar na sua comunicação interna. A Disney, por exemplo, explora um terceiro sentido dentro dos parques da Disney World para os frequentadores se sentirem dentro de um filme.</p>



<p><strong>O cheiro de pipoca do parque.</strong></p>



<p>Quem passa pelos parques da empresa, pode pensar que este cheiro vem direto dos carros de pipocas espalhados no parque. Mas, na verdade, este cheiro é especialmente preparado e distribuído nos dutos de ar para que, onde você estiver, sinta-se como estivesse assistindo a um filme. Genial, né?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>2. Marketing de Conteúdo</strong></h2>



<p>Não é preciso ser um especialista para saber que mensagens personalizadas costumam atrair mais a atenção do seu público do que mensagens genéricas. Afinal, ninguém quer ser bombardeado de informações que não fazem parte do nosso grupo de interesse.</p>



<p>É nesse sentido que o conceito de <a href="https://resultadosdigitais.com.br/especiais/marketing-de-conteudo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Marketing de Conteúdo</strong></a> pode te ajudar no planejamento de comunicação interna. Assa estratégia é uma forma de atrair, reter e se relacionar com pessoas através da produção de conteúdos <em><strong>relevantes</strong></em> e personalizados.</p>



<p><strong>Relevante, neste caso, trata-se de informações que podem ajudar seu público a resolver problemas e aprender uma coisa nova, entre outras coisas.</strong></p>



<p><strong>Por exemplo, você pode investir em conteúdo para ajudar os colaboradores a se adaptarem para o home office ou como amenizar a ansiedade durante a pandemia.</strong></p>



<p>Agora, para criar conteúdo personalizados é preciso conhecer bem os interesses, gostos e perfil dos seus colaboradores. Felizmente, para comunicação interna é possível extrair esses dados das avaliações anuais, pesquisas de clima, <a href="https://blog.track.co/enps-net-promoter-score-com-funcionarios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">e-NPS</a> entre outros. </p>



<p>Dessa forma, ao saber que boa parte dos funcionários gostariam de contar com benefícios como acesso a cursos online, além de disponizá-lo também é possível criar conteúdo para ajudar os colaboradores a aproveitarem melhor o benefício.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Dica extra:&nbsp;</h3>



<p>Como nem todas as empresas possuem um time dedicado a comunicação interna, tente utilizar os próprios colaboradores para criar conteúdo para seu canal de comunicação. Eles podem recomendar livros, cursos e até compartilhar dicas de produtividade que aprenderam durante a quarentena. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3. Chatbot para automação da comunicação interna&nbsp;</strong></h2>



<p>O contato humano sempre será a melhor forma de se conectar com seu público interno. Mas, como você sabe, o principal cuidado para evitar o contágio da Covid-19 é evitar o contato social.&nbsp;</p>



<p>Então, como responder às perguntas diárias dos seus colaboradores que só aumentaram durante a quarentena?</p>



<p>O chatbot pode ser uma solução. Segundo o portal Mobile Time, <a href="https://www.mobiletime.com.br/noticias/02/04/2020/aumenta-o-uso-de-robos-de-conversacao-no-brasil-durante-a-quarentena/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o uso deste tipo de tecnologia cresceu até 200% durante a pandemia</a>.&nbsp;</p>



<p>Isso porque você pode programar o chatbot para responder às principais dúvidas do seu colaborador em tempo real, por exemplo:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Quando vamos voltar ao presencialmente para empresa?</li><li>Como <a href="https://blog.tangerino.com.br/controle-de-ponto-durante-o-isolamento-social/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">manter o controle de ponto durante o home office</a>?</li><li>Tenho direito a hora extra durante o home office?</li></ul>



<p>Quanto tempo o seu RH ou setor de comunicação gastaria para responder a cada uma dessas perguntas remotamente? Provavelmente um tempo que poderia ser reaproveitado com a automatização dessas respostas.</p>



<p>É nesta hora que o <a href="https://blog.simbiox.com.br/atendimento-ao-cliente-chatbot/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">chatbot</a> otimiza o tempo do seu time de comunicação. Chatbots podem responder às dúvidas mais recorrentes dos colaboradores, funcionando assim como um primeiro nível de contato.&nbsp;</p>



<p>Além do mais, caso o chabot não consiga responder uma pergunta do colaborador, é possível direcioná-lo para um atendimento humano.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">4. Gamificação&nbsp;</h2>



<p>Seja em jogos antigos da década de 70 ou nos atuais com gráficos que beiram à realidade, a lógica de dar recompensas por fases vencidas é uma marca registrada dos videogames.&nbsp;</p>



<p>Isso funciona, pois as recompensas estimulam a sensação de prazer no cérebro por meio da liberação de dopamina. Quanto maior o nível do desafio, maior é o prazer gerado. Isso naturalmente nos atrai a tentar buscar os melhores resultados nos jogos.</p>



<p>Fora dos games, essa lógica já é bastante utilizada em processos de aprendizagem e está presente em aplicativos de aprendizagem como o <a href="https://pt.duolingo.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Duolingo</a>. Ao fazer login ou concluir etapas do aprendizado, você recebe pontos e certificados como recompensa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como aplicar a gamificação na comunicação interna?</h3>



<p>Crie um sistema de pontos com troca por recompensas. Assim, o colaborador pode resgatar presentes de acordo com o número de pontos que possui, como caneca personalizada, voucher do iFood, livros ou vale curso online.</p>



<p>A gamificação é uma estratégia que pode ser realizada com poucos recursos, basta uma planilha para controlar a pontuação e planejar uma forma dos colaboradores compartilharem os registros das atividades cumpridas.&nbsp;</p>



<p>Por exemplo, o colaborador pode ganhar pontos por contribuir com ideias para gestão do trabalho remoto, por realizar exercícios em casa ou participar de palestras por videochamada.</p>



<p>Fonte: <a href="https://blog.tangerino.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Blog Tangerino</a></p>
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			</item>
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		<title>O retorno ao trabalho é obrigatório após cessação do auxílio-doença?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2020 12:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Folha]]></category>
		<category><![CDATA[auxílio-doença]]></category>
		<category><![CDATA[retorno ao trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Entenda como fica a obrigatoriedade da retomada do trabalho após fim do auxílio-doença e o pagamento da remuneração pelas empresas. O retorno ao trabalho após alta do INSS do segurado que estava recebendo algum benefício por incapacidade, seja auxílio-doença, seja aposentadoria por invalidez, é sempre difícil. A principal dúvida que se apresenta é sobre a obrigatoriedade do segurado se [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading">Entenda como fica a obrigatoriedade da retomada do trabalho após fim do auxílio-doença e o pagamento da remuneração pelas empresas.</h4>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="870" height="400" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/doenca-ocupacional.jpg" alt="O retorno ao trabalho é obrigatório após cessação do auxílio-doença?" class="wp-image-6800" title="O retorno ao trabalho é obrigatório após cessação do auxílio-doença? 2" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/doenca-ocupacional.jpg 870w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/doenca-ocupacional-300x138.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/doenca-ocupacional-768x353.jpg 768w" sizes="(max-width: 870px) 100vw, 870px" /></figure>



<p>O retorno ao trabalho após alta do INSS do segurado que estava recebendo algum benefício por incapacidade, seja auxílio-doença, seja aposentadoria por invalidez, é sempre difícil.</p>



<p>A principal dúvida que se apresenta é sobre a obrigatoriedade do segurado se apresentar na empresa após a cessação do benefício por incapacidade. Por lei, o trabalhador que teve o benefício cessado deve sim se apresentar na empresa imediatamente.</p>



<p>Mas, há outras situações que podem ocorrer dentro desse contexto. Por exemplo: o INSS cessar seu benefício, considerado-o apto ao trabalho, e quando se apresentar à empresa o médico do empregador dizer que o colaborador não está pronto para retomar suas atividades.</p>



<p>Dessa forma, o trabalhador fica sem receber o benefício do INSS e sem receber salário, permanecendo em uma situação, que aqui chamamos, de “emparedamento”, pois é colocado no meio de dois interesses e é o mais prejudicado.</p>



<p>E então o que fazer? Pois bem, o trabalhador, após a negativa de retorno ao trabalho pela empresa, não pode ficar de braços abertos aguardando uma solução. O trabalhador fica, portanto, sem receber salário ou qualquer verba por tempo indeterminado nesse jogo de “ping-pong”, mesmo tentando novo benefício ao INSS.</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>


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</ul>


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<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Suspensão do contrato de trabalho</strong></h3>



<p>Enquanto o trabalhador recebe o benefício de auxílio-doença, o contrato de trabalho permanece suspenso. Porém, após a cessação do benefício previdenciário, o contrato volta ao seu curso normal e todos os direitos e deveres volta a ter pleno vigor, inclusive as obrigações principais, como pagamento de salário e prestação de serviço, e as obrigações acessórias, como pagamento de benefícios decorrentes da relação de trabalho.</p>



<p>Assim, uma vez cessado o benefício pelo INSS, a empresa é responsável pelo pagamento de salário e verbas trabalhistas devidas ao trabalhador a partir do momento em que este é liberado pelo INSS e, não concordando com o despacho da autarquia federal, que tem fé pública, pode requerer indenização por outras vias, mas os direitos do trabalhador devem ser preservados.</p>



<p>Preza-se, portanto, a necessidade de pagamento ao empregado para manter sua subsistência e de forma a preservar a dignidade da pessoa humana, haja vista que a discussão burocrática entre a empresa e o INSS não lhe cabe intervir.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Decisões dos Tribunais sobre o tema</strong></h3>



<p>Nesse sentido jurisprudência recente do TRT – 2ª Região diz que “a partir do momento em que o empregado se apresenta ao serviço após a alta previdenciária, o empregador tem a obrigação de lhe conceder trabalho e lhe pagar salário, independente da inaptidão declarada pelo médico a serviço da empresa. A alta médica previdenciária é um ato administrativo e, assim, goza de presunção de legalidade, legitimidade e autoexecutoriedade. Não cabe ao particular descumprir o ato administrativo. Entendendo haver incorreção na sua prática, pode questioná-lo judicialmente. Até obter tutela jurisdicional favorável à sua tese, deve cumprir o ato administrativo e fornecer trabalho e salário ao empregado.”</p>



<p>Portanto, não concordando a empresa com o ato administrativo da autarquia previdenciária, esta deve requerer a correção da decisão do INSS na via judicial e não obrigar o trabalhador o tempo todo a ir ao INSS requerendo o benefício até “dar certo” e isentar-se da obrigação de pagamento de salário.</p>



<p>Na hipótese do empregador entende que o obreiro está incapaz para retornar à sua função habitual, deverá, então, readaptá-lo em outra compatível com a alegada limitação, mas sem considerar o contrato de trabalho como supostamente suspenso.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Pagamento da remuneração</strong></h3>



<p>Sendo assim, fica determinado o pagamento da remuneração do trabalhador desde a data de cessão do benefício do INSS apresentado à empresa.</p>



<p>Não conseguindo de forma amigável tais verbas, o trabalhador tem o direito de ajuizar ação trabalhista e requerer, inclusive, indenização por dano moral pelo descaso de seu empregador.</p>



<p>Fonte: <em><a href="https://saberalei.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SaberaLei</a></em></p>
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