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	<title>Reforma fiscal &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<description>Software de Gestão Empresarial</description>
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	<title>Reforma fiscal &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>Há aspectos positivos na Reforma fiscal e na Reforma tributária?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2019 13:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Leis & Tributos]]></category>
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					<description><![CDATA[Reforma fiscal e Reforma tributária: É praticamente desnecessário contextualizar a importância de olhar para os aspectos da Reforma Previdenciária e Tributária e de pensar sobre eles, uma vez que estamos vivendo dia a dia os rumos e respingos dessas reformas em nosso cotidiano, seja em esfera profissional e/ou social. Por isso, é extremamente importante que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-4014 size-full" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/06/060618_2015_Conheatodos1-1.jpg" alt="Reforma fiscal e Reforma tributária" width="593" height="310" title="Há aspectos positivos na Reforma fiscal e na Reforma tributária? 2" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/06/060618_2015_Conheatodos1-1.jpg 593w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/06/060618_2015_Conheatodos1-1-300x157.jpg 300w" sizes="(max-width: 593px) 100vw, 593px" /></p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Reforma fiscal e Reforma tributária:</strong></span></em> É praticamente desnecessário contextualizar a importância de olhar para os aspectos da Reforma Previdenciária e Tributária e de pensar sobre eles, uma vez que estamos vivendo dia a dia os rumos e respingos dessas reformas em nosso cotidiano, seja em esfera profissional e/ou social. Por isso, é extremamente importante que estejamos atentos e compreendamos melhor esse cenário, do qual todos nós fazemos parte.</p>
<p>Ao olharmos para alguns (poucos) anos atrás veremos que foram os desdobramentos da crise econômica e política em nosso país que fizeram com que ressurgisse a necessidade de repensar as políticas fiscais, tributárias e previdenciárias do Brasil.</p>
<p>São complexos os pontos que desdobram a compreensão dessas reformas, mas há pontos essenciais e mais iminentes, pelo menos, no que concerne às questões fiscais e tributárias que nos ajudam a entender melhor a situação. De forma resumida, trouxemos os pontos mais relevantes sobre a reforma fiscal e sobre a reforma tributária.</p>
<ul>
<li><a href="https://dbmsistemas.com/a-reforma-tributaria-em-debate/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">A reforma tributária em debate no Congresso Nacional</a></li>
<li><a href="https://dbmsistemas.com/reforma-tributaria-da-camara/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Reforma tributária da Câmara criaria maior imposto do mundo</a></li>
</ul>
<h2><span id="A_Reforma_fiscal" class="ez-toc-section"><b>A Reforma fiscal</b></span></h2>
<p>Desde a década de 80 têm se intensificado o debate sobre a necessidade da Reforma Fiscal na agenda política do país, em decorrência da crise financeira do Estado.</p>
<p>Muito dessa situação decorre do agigantamento, cada vez maior, da máquina governamental empregando mais pessoas, assumindo papel crescente em políticas assistencialistas e de desenvolvimento de infraestrutura. Essas ações fizeram com que parâmetros de sustentabilidade orçamentária fossem se perdendo, já que para manter toda essa máquina funcionando é preciso arrecadar cada vez mais.</p>
<p>Fato é que o peso de bancar essa estrutura se tornou maior a cada ano, deixando a sociedade brasileira mais pobre, e os efeitos dessas situações são observados nos últimos anos com as crises econômicas, os baixos crescimentos, os déficits e, principalmente, o desemprego.</p>
<p>Nesse sentido, há um forte entendimento de que a realização da Reforma Fiscal seria importante para promover a recuperação da economia no Brasil porque modernizaria o sistema de tributação, revisando e promovendo modificações na estrutura de impostos, taxas e outras contribuições. A inserção dessa reforma também compreenderia a  tributação e os gastos públicos, uma vez que não interessa apenas a maneira que o estado se financia, mas também como se gasta a receita pública.</p>
<p>Por isso realizar a Reforma Fiscal seria mais amplo e mais completo do que a Reforma Tributária, visto que esta última apenas compreende os tributos como principal forma de financiamento do Estado moderno.</p>
<p>Para que ocorra uma reforma tributária adequada é necessário primeiro que haja uma reforma fiscal que permita sustentabilidade na redução e simplificação da carga tributária. Além disso, pelo ponto de vista do exercício da cidadania o gasto público interessa tanto ou mais que a discussão sobre o sistema tributário.</p>
<h2><span id="A_Reforma_tributaria" class="ez-toc-section"><b>A Reforma tributária</b></span></h2>
<p>Para compreender as necessidades da Reforma Tributária é essencial, antes, observá-las dentro do nosso contexto.</p>
<p>No Brasil, os tributos arrecadados sobre consumo de bens e serviços são conhecidos como<b> impostos indiretos.</b> E no sistema atual esses impostos indiretos são os responsáveis pela maior quantidade arrecadação de recursos do nosso país, justamente por isso ele torna-se, por si só, complexo e, paralelamente, tão importante de ser entendido.</p>
<p>No país, existem hoje cinco impostos indiretos incidindo sobre o consumo. Parte desses impostos estão a cargo do governo federal como IPI, PIS e Cofins; na esfera estadual está o ICMS; na municipal está o ISS.</p>
<p>Por causa dessa quantidade de impostos temos um sistema tributário complexo e burocrático que dificulta a operação das empresas, gerando consequências muitas vezes prejudiciais, como por exemplo dificuldades na produção.</p>
<p>Os impostos indiretos são normalmente cobrados em toda a cadeia produtiva, e isso significa que há influência direta na formação dos preços pagos pelos consumidores. Além disso, esses impostos indiretos estão incorporados aos preços e, então, inevitavelmente incidem nos custos de produção, o que afeta também a competitividade da indústria nacional.</p>
<p>Há estudos como do <a href="http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/TDs/td_2449.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">IPEA — Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada [link]</a> — que validam a explicação sobre essa dificuldade da competitividade industrial. De acordo com a pesquisa os impostos sobre consumo podem representar mais de 51% da carga tributária brasileira. O estudo revelou também que no nosso sistema tributário os impostos indiretos, ou seja, impostos sobre consumo são enfatizados, em detrimento aos impostos sobre a renda e à propriedade (os chamados impostos diretos). Esse fato sabota, segundo os autores, a aplicação real do princípio de capacidade contributiva, resultando em um sistema regressivo, no qual famílias de renda proporcionalmente menor financiam uma maior fatia do Estado.</p>
<p>Também há outras instituições, como o Banco Mundial, que analisaram essas questões e concluíram que o Brasil é um dos países em que as empresas mais gastam tempo e recursos no pagamento de impostos. Esse estudo realizado pela Instituição mostra que empresas brasileiras gastam quase 3 meses por ano organizando e efetuando pagamentos de impostos.</p>
<p>Todas essas análises reforçam a importância de pensar e de fazer reformas em nosso sistema tributário. Necessário ponderar que toda ação gera pontos positivos e pontos negativos, todavia em aspectos empresariais há certo consenso sobre algumas vantagens que a Reforma Tributária pode gerar, tais como:</p>
<p><b> </b><b>1 – Diminuição da carga tributária:</b> Nossa carga tributária é muito alta, principalmente, quando nos comparamos com países desenvolvidos.</p>
<p><b>2 – Limitar a representatividade dos impostos indiretos: </b>Esse fato melhoraria a falta de progressividade, competitividade das empresas e dos novos investimentos.</p>
<p><b>3 – Unificar as normas dos tributos estaduais e municipais em nível nacional</b>: Diminuiria e simplificaria diversas questões, como a quantidade de códigos tributários, a complexidade e custo de fiscalização, a competitividade das empresas e dos novos investimentos e também a falta de coordenação entre esferas de governo.</p>
<p><b>4 – Tornar obrigatória a harmonização com os sistemas tributários de outros países</b>: Ajudaria a melhorar competitividade das empresas, em cenário internacional, e consequentemente dos novos investimentos.</p>
<p><b>5 – Alterar a carga tributária sobre a renda:</b> Há certo consenso nesse ponto, pois é preciso rever as alíquotas para pagamento do imposto de renda da pessoa física, de modo a tornar o sistema mais progressivo. Atualmente somente está isento quem possui ganhos abaixo de R$ 1.903,98. Isso tornaria mais fácil a vida das famílias com menor renda, sendo que o aumento progressivo da alíquota do I.R. tornaria proporcionalmente maior a cobrança sobre as rendas maiores.</p>
<p><b>6 – Otimização das obrigações acessórias:</b> Essa mudança agilizaria a entrega e a redução das declarações. Afinal, o custo para manter em dia essas obrigações é muito grande, já que até mesmo pequenas empresas precisam informar e-Financeira, a e-Social a DMED, a RAIS, dentre outras declarações.</p>
<p>Conteúdo original por <a href="https://arquivei.com.br/blog/aspectosreforma-fiscal-e-tributaria-tf/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Arquivei</a></p>
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