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	<title>REFIS &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<title>REFIS &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>Refis: Pagamentos podem ser suspensos durante a pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[REFIS]]></category>
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					<description><![CDATA[Contribuintes em dificuldades financeiras que não tiverem meios para quitar as parcelas do Refis neste momento poderão quitá-las posteriormente. Refis: Pagamentos podem ser suspensos durante a pandemia.Os contribuintes que negociaram seus débitos com a União através de programas de parcelamentos especiais, mais conhecidos como Refis, poderão ter um alívio financeiro durante a pandemia do coronavírus. É que esses débitos [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading">Contribuintes em dificuldades financeiras que não tiverem meios para quitar as parcelas do Refis neste momento poderão quitá-las posteriormente.</h4>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="600" height="310" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/01/divida-empresa-pessoa.jpg" alt="Refis: Pagamentos podem ser suspensos" class="wp-image-10027" title="Refis: Pagamentos podem ser suspensos durante a pandemia 1" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/01/divida-empresa-pessoa.jpg 600w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/01/divida-empresa-pessoa-300x155.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<p><strong><em>Refis: Pagamentos podem ser suspensos durante a pandemia.</em></strong><br />Os contribuintes que negociaram seus débitos com a União através de programas de parcelamentos especiais, mais conhecidos como Refis, poderão ter um alívio financeiro durante a pandemia do coronavírus. É que esses débitos serão contemplados pela portaria nº 103 do Ministério da Economia que suspendeu pelos próximos 90 dias os atos de cobrança das dívidas da União.</p>



<p>De acordo com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), que é a responsável por essa cobrança, os contribuintes que aderiram ao Refis vão continuar recebendo as parcelas da negociação. Porém, não serão excluídos do programa caso não efetuem o pagamento dessas prestações nos próximos três meses, isto é, no período mais crítico da pandemia do coronavírus.</p>



<p>&#8220;Os contribuintes em dificuldades financeiras que não tiverem meios para quitar as parcelas neste momento poderão quitá-las posteriormente, sem risco de rescisão do parcelamento ou perda dos benefícios&#8221;, informou a PGFN.</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Parcelamentos REFIS</strong></h3>



<p>A Procuradoria ressaltou, por sua vez, que &#8220;não é o pagamento das parcelas que está suspenso, mas sim a rescisão de parcelamentos por motivo de inadimplência&#8221;.</p>



<p>&#8220;O contribuinte vai ficar inadimplente, mas não será excluído [do Refis] por 90 dias&#8221;, explicou a PGFN, que prometeu informar em breve o prazo em que essas parcelas deverão ser regularizadas depois dessa suspensão.</p>



<p>A possibilidade de suspensão dos pagamentos de dívidas com a União, como o Refis, faz parte do pacote do governo federal de enfrentamento econômico ao Covid-19.</p>



<p>A ideia, regulamentada pela portaria nº 7.821 de 18 de março, é permitir que os contribuintes que tiveram seus rendimentos afetados pela pandemia consigam passar por esse momento sem entrar na inadimplência.</p>



<p>E, segundo a PGFN, vale para todos os parcelamentos realizados com a União, não apenas o Refis. Isto é, para todos os 2,3 milhões de débitos que foram parcelados com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional por 800 mil devedores. Débitos que, de acordo com a PGFN, somam R$ 235 bilhões.</p>



<p>Também estão suspensos nos próximos 90 dias, portanto, atos como o envio das cartas de primeira cobrança dos débitos em dívida da União e do FGTS e o envio de débitos ao protesto em cartório.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>MP do Contribuinte Legal</strong></h3>



<p>Quem tem dívidas com a União ainda terá outra possibilidade de negociação em breve. É que o Congresso aprovou a MP 899, a chamada MP do Contribuinte Legal, que foi editada no ano passado pelo presidente Jair Bolsonaro com a intenção de permitir a negociação dos débitos considerados de difícil recuperação pelo governo. O texto agora só aguarda a sanção presidencial e a regulamentação da área econômica para entrar em vigor.</p>



<p>Para isso, vai permitir o parcelamento com desconto das dívidas de pessoas físicas e jurídicas que comprovarem dificuldades em quitar esses débitos. O desconto pode chegar a 50% do valor da dívida e o parcelamento a 84 meses nas negociações de pessoas jurídicas. E esses benefícios ainda podem ser estendidos para 70% de desconto e 100 meses de parcelamento no caso das pessoas físicas e das micro e pequenas empresas.</p>



<p>Fonte: <a href="https://www.contabeis.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Contábil (abre numa nova aba)">Jornal Contábil</a></p>
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		<title>MP do Contribuinte Legal pode criar novo Refis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jan 2020 13:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Contribuinte Legal]]></category>
		<category><![CDATA[REFIS]]></category>
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					<description><![CDATA[Deputados solicitam alteração na MP do Contribuinte Legal com o objetivo de transformá-la em um novo Refis. A MP do Contribuinte Legal pode criar novos Refis. Os programas concedem mais prazos e descontos a devedores da União. A proposta original, enviada por Jair Bolsonaro, permitia renegociar dívidas com base na análise da capacidade de pagamento do devedor. [&#8230;]]]></description>
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<p>Deputados solicitam alteração na MP do Contribuinte Legal com o objetivo de transformá-la em um novo Refis.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="600" height="310" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/01/divida-empresa-pessoa.jpg" alt="MP do Contribuinte Legal novo Refis" class="wp-image-10027" title="MP do Contribuinte Legal pode criar novo Refis 2" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/01/divida-empresa-pessoa.jpg 600w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/01/divida-empresa-pessoa-300x155.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<p>A MP do Contribuinte Legal pode criar novos Refis. Os programas concedem mais prazos e descontos a devedores da União.<br /><br />A proposta original, enviada por Jair Bolsonaro, permitia renegociar dívidas com base na análise da capacidade de pagamento do devedor. O objetivo do Ministério da Economia era justamente evitar a criação periódica de programas de parcelamentos especiais.<br /><br />O ministro da economia, Paulo Guedes prevê a concessão de descontos de parcelamento para os casos em que a necessidade for comprovada. O texto exige avaliação individual da capacidade contributiva e outras condições.<br /><br />Essa medida resultaria em cerca de R$ 6 bilhões em novas receitas nos próximos três anos. O texto garantia uma fonte de recursos para usar o espaço aberto no teto de gastos com o fim dos 10% de multas do FGTS.<br /><br />A MP recebeu 220 sugestões de alteração à proposta na tentativa de transformá-la em um novo Refis.</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>





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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Novo Refis</strong></h3>



<p>A deputada Soraya Thronicke propõe inserir no texto a reabertura do Pert (Programa Especial de Regularização Tributária), criado em 2017 no governo do então presidente Michel Temer, para dar um nova chance de adesão aos contribuintes.<br /><br />Além disso, ao menos dez emendas propõem descontos para devedores rurais. Uma delas é do senador Renan Calheiros que sugere a reabertura de prazo –até 30 dezembro de 2020– de uma lei criada em 2018 para permitir que débitos no setor sejam pagos com desconto.<br /><br />Diferentes propostas contemplam ainda interesses de funcionários da Receita Federal ao tentarem inserir no texto regras para o chamado bônus de eficiência, que aumenta a remuneração dos servidores. Entre os autores, estão os deputados Gilberto Nascimento e Coronel Tadeu.<br /><br />Hoje, esse pagamento é feito com base em valores fixos para cada servidor da Receita Federal. No total, a conta é de cerca de R$ 1 bilhão por ano. Regras sobre o tema em discussão no governo podem mais do que dobrar esse valor.<br /><br />Representantes de Guedes no Congresso tentam convencer deputados e senadores a não alterar o texto.<br /><br />Refis são criticados na equipe econômica por conceder prazos e descontos considerados excessivos a todos os que se enquadram nas normas criadas. Os programas incluem até contribuintes com capacidade de pagar.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sobre o Refis</strong></h3>



<p>O Programa Especial de Regularização Tributária (PERT) foi lançado em 2017 por meio da Lei 13.496 e ficou conhecido como “Novo Refis”.<br /><br />O programa funciona como um programa de renegociação de dívidas de contribuintes com a União. Por meio do Refis é possível reduzir multa e juro, e parcela os valores devidos.<br /><br />Assim sendo, para que a renegociação seja facilitada, há modalidade e vantagens distintas. Elas são, principalmente, para empresas que pagam à vista e o valor pode ser o mais reduzido possível. Quando se trata dos parcelamentos, os prazos chegam a até 180 meses.<br /><br />As empresas possuem uma data limite para participar e refinanciar seus débitos fiscais. Esse tempo começa quando o programa é anunciado pelo governo. Logo, no momento em que a empresa optar pela participação no sistema, é necessário escolher as condições disponíveis para os parcelamentos.<br /><br />Portanto, quando a escolha é pelo parcelamento, o pagamento é feito a partir do mês escolhido e com parcelas mensais e sucessivas. O vencimento é definido como o último dia útil de cada mês parcelado.<br /><br />Além disso, o programa abrange as dívidas não tributárias em atraso. Por exemplo, multas administrativas, contribuições ou taxas devidas ao estado.</p>



<p>A equipe econômica entende ainda que boa parte dos interessados entra no programa só para conseguir os descontos e deixa de pagar as parcelas renegociadas à espera de um novo Refis. Isso engrossa lista de devedores contumazes.</p>



<p>Fonte: <a href="https://www.contabeis.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Contábil (abre numa nova aba)">Jornal Contábil</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Não haverá mais Refis&#8221;, diz secretário da Receita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Zuleica Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jan 2019 16:23:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leis & Tributos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
		<category><![CDATA[REFIS]]></category>
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					<description><![CDATA[não haverá mais nenhum Refis (programa de renegociação de dívidas tributárias)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/11/receita-fed.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-5982" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/11/receita-fed-300x93.jpg" alt="receita fed" width="300" height="93" title="&quot;Não haverá mais Refis&quot;, diz secretário da Receita 3" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/11/receita-fed-300x93.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/11/receita-fed.jpg 381w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>O secretário especial da Receita Federal da nova equipe econômica, Marcos Cintra, disse em entrevista ao Valor que vai trabalhar para não haver mais nenhum Refis (programa de renegociação de dívidas tributárias) e que pretende incluir na legislação uma cláusula vedando novos programas dessa natureza.</p>
<p>Ele quer facilitar e simplificar, mas não vai perdoar, embora reconheça que isso dependerá do apoio do Congresso, que foi quem abriu as últimas edições do parcelamento com desconto de multa e juros.Quer criar um programa de combate ao devedor contumaz, aquele que até reconhece que tem que pagar os tributos, mas usa mecanismos administrativos e judiciais para protelar, evitar ou diminuir os valores a pagar à Receita.</p>
<p>Hoje há cerca de R$ 3 trilhões em tributos pendentes de cobrança, seja em disputas administrativas, seja em judiciais. Além disso, argumenta, há entre R$ 300 bilhões e R$ 400 bilhões em sonegação por ano que também precisa ser combatida com mais força. Cintra afirmou que a prioridade é construir uma proposta de reforma tributária que torne o sistema tributário mais justo e fomentador da competitividade das empresas brasileiras.</p>
<p>Fonte: Valor Econômico.</p>
<p>Conheça o ERP da DBM Sistemas para Gestão Contábil e Fiscal <a href="https://dbmsistemas.com/contabilidade-e-fiscal/">https://dbmsistemas.com/contabilidade-e-fiscal/</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Temer veta REFIS do supersimples</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/temer-veta-refis-do-supersimples/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=temer-veta-refis-do-supersimples</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Aug 2018 12:06:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[REFIS]]></category>
		<category><![CDATA[Supersimples]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Michel Temer vetou o chamado Refis do Supersimples. O Projeto de Lei (PL) permitiria o retorno ao Simples Nacional dos microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte que foram excluídos do regime especial, em 1º de janeiro, por dívidas tributárias. Segundo o governo, o veto integral ocorreu em respeito à Lei de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3999 alignnone" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/06/060618_1851_SEFAZPBEmpr1.jpg" alt="060618 1851 SEFAZPBEmpr1" width="349" height="92" title="Temer veta REFIS do supersimples 5" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/06/060618_1851_SEFAZPBEmpr1.jpg 349w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/06/060618_1851_SEFAZPBEmpr1-300x79.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 349px) 100vw, 349px" /></p>
<p>O presidente Michel Temer vetou o chamado Refis do Supersimples. O Projeto de Lei (PL) permitiria o retorno ao Simples Nacional dos microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte que foram excluídos do regime especial, em 1º de janeiro, por dívidas tributárias. Segundo o governo, o veto integral ocorreu em respeito à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), uma vez que haveria renúncia de receita. O prazo para sanção do projeto havia terminado ontem (6).</p>
<p>“Entendemos que é um projeto justo e arrazoado. Todavia, a análise que fizemos é que, da forma como está posto, sua promulgação agrediria a Lei de Responsabilidade Fiscal na questão da previsão da análise do impacto da arrecadação e da necessária compensação”, disse o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun.</p>
<p>Ele explicou que o governo pedirá ao Ministério da Fazenda uma análise do tamanho do impacto desse refinanciamento. Em seguida, mandará ao Congresso Nacional um Projeto de Lei com tema semelhante, ajustado à lei fiscal:</p>
<p>“Temos que saber exatamente qual é o impacto. Nosso entendimento é que a renegociação dessas dívidas até aumenta a arrecadação, como temos acompanhado em outros projetos semelhantes. Mas existe um impacto virtual que tem que ser analisado”.</p>
<p>O Refis do Supersimples seria possível a 386.108 empresas e era <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2018-07/empresarios-aguardam-refis-do-supersimples-para-nao-fechar-portas" target="_blank" rel="noopener">aguardado pelo setor</a>. De acordo com o texto aprovado no Congresso e vetado no Planalto, as empresas poderiam ser beneficiadas com até 90% de desconto e renegociação das inadimplências.</p>
<h2>Repercussão</h2>
<p>Em nota, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) lamentou o veto e se disse “surpreendido” pela decisão do governo. “Fomos surpreendidos no dia de hoje com uma medida que vai prejudicar centenas de milhares de empresas antes beneficiadas pelo Simples Nacional”. De acordo com o Sebrae, das cerca de 470 mil firmas, mais de 300 mil vão ficar fora do Simples.</p>
<p>A entidade afirmou que buscará a derrubada do veto no Congresso. “Vamos procurar uma saída política para fazer valer a vontade do Congresso Nacional, que é quem tem a palavra final, inclusive no tema dos vetos, como já aconteceu por unanimidade no caso do Refis, e continuar lutando pelas bandeiras das pequenas empresas, as grandes geradoras de emprego e renda do país”.</p>
<p>Marun, por sua vez, afirmou que o governo pretende se apressar nas análises de impacto da medida, para apresentar o novo PL antes que o veto seja derrubado. Segundo ele, o governo espera ver concluída a análise ainda em agosto.</p>
<p>Fonte: FENACON</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Receita Federal cancela o PERT de mais de 700 “viciados em REFIS”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jul 2018 13:43:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[REFIS]]></category>
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					<description><![CDATA[Foram canceladas as adesões ao Programa Especial de Regularização Tributária (PERT) de mais de 700 contribuintes por falta de pagamento das obrigações correntes, em um total superior a R$ 1 bilhão, ao mesmo tempo que mais de 4.000 contribuintes estão sendo cobrados para que se regularizem. Para que o contribuinte possa usufruir das reduções de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foram canceladas as adesões ao Programa Especial de Regularização Tributária (PERT) de mais de 700 contribuintes por falta de pagamento das obrigações correntes, em um total superior a R$ 1 bilhão, ao mesmo tempo que mais de 4.000 contribuintes estão sendo cobrados para que se regularizem.</p>
<p>Para que o contribuinte possa usufruir das reduções de multas, juros e encargos legais instituídas pela Lei nº 13.496, de 2017, que criou o Pert, é necessário que mantenha em dia as suas obrigações tributárias correntes, pois a mesma lei instituiu que a adesão ao Pert implica dever de pagar regularmente os débitos vencidos após 30 de abril de 2017.</p>
<p>Além desses 4.000 contribuintes, estão na mira da Receita mais 58.000 optantes pelo PERT, com obrigações correntes em aberto no valor de R$ 6,6 bilhões, que serão alvo das próximas etapas do trabalho de cobrança e de cancelamento da Receita Federal, caso não se regularizem. A experiência das cobranças anteriores de optantes pelo PERT demonstra que aproximadamente metade dos contribuintes regularizam a sua situação após receber a cobrança da Receita Federal.</p>
<p>Para usufruir dos benefícios instituídos pelo PERT é fundamental que os optantes mantenham o pagamento das suas obrigações correntes em dia, pois a inadimplência por 3 (três) meses consecutivos ou 6 (seis) meses alternados implicará exclusão do devedor do PERT.</p>
<p>Para saber mais sobre o PERT clique<a class="external-link" title="" href="http://idg.receita.fazenda.gov.br/acesso-rapido/legislacao/legislacao-por-assunto/copy_of_prt-programa-de-regularizacao-tributaria" target="_self" rel="noopener"> aqui.</a></p>
<p>FONTE:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4365" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/07/desembaraço.png" alt="desembaraço" width="363" height="115" title="Receita Federal cancela o PERT de mais de 700 “viciados em REFIS” 7" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/07/desembaraço.png 363w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/07/desembaraço-300x95.png 300w" sizes="auto, (max-width: 363px) 100vw, 363px" /></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Adesão do REFIS da Microempresa vai até dia 9</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/adesao-do-refis-da-microempresa-vai-ate-dia-9/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=adesao-do-refis-da-microempresa-vai-ate-dia-9</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jun 2018 13:07:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leis & Tributos]]></category>
		<category><![CDATA[REFIS]]></category>
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					<description><![CDATA[Prazo se encerra na segunda semana de julho, e irá beneficiar cerca de 556 mil empresas Chega ao fim no dia 9 de julho o prazo do Programa Especial de Regularização Tributária das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte Optantes do Simples Nacional (Pert/SN), popularmente conhecido como Refis da Microempresa. O programa é destinado aos empreendimentos com débitos fiscais até [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 class="subtitulo">Prazo se encerra na segunda semana de julho, e irá beneficiar cerca de 556 mil empresas</h4>
<p>Chega ao <strong>fim no dia 9 de julho</strong> o <strong>prazo </strong>do Programa Especial de Regularização Tributária das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte Optantes do Simples Nacional (Pert/SN), popularmente conhecido como <strong>Refis da Microempresa</strong>. O programa é destinado aos empreendimentos com débitos fiscais até novembro do ano passado.</p>
<p>Até a última quinta-feira, das 556 mil empresas notificadas para <strong>adesão ao Refis</strong>, cerca de 133.207 empreendimentos solicitaram à Receita Federal para ingressar no programa e já foram confirmadas. Outras 15.419 iniciaram o processo e esperam o aval para parcelar os débitos fiscais, totalizando um número total de 148.356 pequenos negócios inscritos.</p>
<p>Segundo as regras do Comitê Gestor do Simples Nacional, o devedor terá um prazo de até 15 anos (180 meses) para a liquidação dos valores cobrados. A parcela mínima será de R$ 50 para o Microempreendedor Individual e de R$ 300 para os demais empreendedores de pequeno porte, desde que estejam inscritos no regime simplificado.</p>
<p>Para a diretora técnica e presidente em exercício do Sebrae, Heloisa Menezes, os empresários devem aproveitar a chance de estar com as contas em dia, procurando à Receita Federal. “É a primeira vez que o dono de pequeno negócio tem a oportunidade de quitar dívidas em condições especiais, da mesma forma como já ocorreu com as grandes corporações. Foi um longo processo de sensibilização e defesa desse novo Refis no Legislativo e no Executivo até conquistarmos esta vitória”, disse. “O empreendedor deve buscar a regularização e ganhar fôlego para continuar inovando e gerando emprego”, acrescentou Heloisa.</p>
<p>Se o <strong>pagamento</strong> for feito em uma única parcela, será considerado um desconto de 90% dos juros de mora, 70% das multas de mora, de ofício ou isoladas, e 100% dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios. Caso seja parcelado em 145 meses, a redução dos juros de mora será de 80% e 50% das multas, bem como 100% dos encargos legais, além dos honorários advocatícios.</p>
<p>Já o <strong>parcelamento</strong> em 175 vezes terá redução de 50% dos juros de mora, 25% das multas de mora e 100% dos encargos legais, também incluindo os honorários advocatícios. Além disso, resultará na desistência de outros parcelamentos. Através do site da Receita Federal (www.idg.receita.fazenda.gov.br), o empresário poderá verificar a melhor opção para quitar os seus débitos antes de aderir ao <strong>Refis</strong>.</p>
<p>O contribuinte poderá acessar o portal do Simples Nacional (<a href="http://www8.receita.fazenda.gov.br/simplesnacional/" target="_blank" rel="noopener">www8.receita.fazenda.gov.br/simplesnacional/</a>) ou o e-Cac da Receita Federal (www.cav.receita.fazenda.gov.br).</p>
<p>Fonte: FENACON</p>
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		<title>SEFAZ/GO – Goiás e mais 17 estados buscam receber diferença do REFIS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio de Castro Belem]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 May 2018 15:51:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leis & Tributos]]></category>
		<category><![CDATA[REFIS]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante reunião extraordinária do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), realizada hoje (16/05) em Brasília, a Secretaria de Estado da Fazenda de Goiás engrossou a lista dos Estados que vão acionar administrativamente a União pelo repasse de R$ 14 bilhões de receitas dos parcelamentos dos programas de refinanciamento de dívidas-Refis. O secretário Manoel Xavier comentou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/05/052118_1551_SEFAZGOGoi1.jpg" alt="052118 1551 SEFAZGOGoi1" align="left" title="SEFAZ/GO – Goiás e mais 17 estados buscam receber diferença do REFIS 9">Durante reunião extraordinária do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), realizada hoje (16/05) em Brasília, a Secretaria de Estado da Fazenda de Goiás engrossou a lista dos Estados que vão acionar administrativamente a União pelo repasse de R$ 14 bilhões de receitas dos parcelamentos dos programas de refinanciamento de dívidas-Refis. O secretário Manoel Xavier comentou que Goiás se juntou à interpelação que Minas Gerais fez para o governo federal. &#8220;Adotamos medidas administrativas e depois, se for necessário, poderemos mover uma ação de prestação de contas e pedir a recomposição dos valores devidos&#8221;, explicou.</p>
<p>Outro assunto tratado no Confaz foi a aprovação ontem (15/05) pela Comissão Mista do Congresso Nacional do projeto que regulamenta a compensação dos Estados e municípios pela Lei Kandir, elevando para R$ 39 bilhões por ano o repasse que a União terá que fazer como contrapartida as desonerações das exportações. &#8220;Pedimos agenda com o presidente da Câmara para discutir esse projeto de LC&#8221;, comentou a auditora Lourdes Augusta Nobre da Silva, da Assessoria Técnica de Representação no Confaz e Relações Federativas.</p>
<p>Os Estados têm travado inúmeras batalhas com a União no STF em busca de recursos. As questões vão desde a renegociação da dívida dos governos com a União até a briga pela divisão do dinheiro arrecadado com a multa paga por contribuintes que repatriaram recursos que estavam no exterior.</p>
<p>Fonte: SEFAZ/GO</p>
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		<title>REFIS do Simples Nacional permite regularização de contribuintes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio de Castro Belem]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 May 2018 11:49:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leis & Tributos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[REFIS]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o advento da Lei Complementar 162 – de 6 de janeiro de 2018 -, os contribuintes do Simples Nacional passaram a contar com uma oportunidade de buscar a regularização de débitos tributários. Na ocasião, foi instituído o parcelamento chamado de Programa Especial de Regularização Tributária das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte optantes pelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/05/050418_1149_REFISdoSimp1-1.jpg" alt="050418 1149 REFISdoSimp1 1" align="left" title="REFIS do Simples Nacional permite regularização de contribuintes 11">Com o advento da Lei Complementar 162 – de 6 de janeiro de 2018 -, os contribuintes do Simples Nacional passaram a contar com uma oportunidade de buscar a regularização de débitos tributários. Na ocasião, foi instituído o parcelamento chamado de Programa Especial de Regularização Tributária das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte optantes pelo Simples Nacional (Pert-SN), também conhecido por Refis do Simples Nacional.</p>
<p>De acordo com o advogado tributarista e consultor do Sescap-Ldr (Sindicato das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações, Pesquisas e de Serviços Contábeis de Londrina e Região), Paulo Pimenta, &#8220;o PERT-SN possibilita a regularização de débitos apurados na forma do Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições (Simples Nacional), em prazo de até 180 meses e com desconto conforme a modalidade escolhida&#8221;. Segundo consta nas Resoluções CGSN nº138 e 139, o parcelamento poderá ser solicitado até o dia 9 de julho de 2018, na forma a ser estabelecida na normatização específica do respectivo órgão concessor.</p>
<p>O advogado tributarista Marlon Peterson Santos ressalta que podem aderir ao parcelamento os contribuintes que possuam débitos vencidos até a competência do mês de novembro de 2017. Além disso, precisam ser &#8220;apurados na forma do Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional), constituídos ou não, com exigibilidade suspensa ou não, parcelados ou não e inscritos ou não em dívida ativa do respectivo ente federativo, mesmo em fase de execução fiscal já ajuizada&#8221;.</p>
<p>Pimenta reforça que a opção por aderir ou não, bem como sobre qual modalidade, depende de análise prévia e individual de cada débito, bem como das características e situação financeira de cada contribuinte. &#8220;É necessário avaliar, por exemplo, se os débitos podem ou não ser incluídos no PERT-SN, estão ou não prescritos, bem como a respectiva capacidade de pagamento do contribuinte, para somente após optar pela adesão. Assim, é recomendável que o Contribuinte sempre busque auxílio profissional, para subsidiar a melhor escolha&#8221;.</p>
<p>Como pagar<br />
Após o pagamento da entrada, o saldo de 95% remanescente, pode ser:</p>
<p>a) liquidado integralmente, em parcela única, com redução de 90% (noventa por cento) dos juros de mora, 70% (setenta por cento) das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% (cem por cento) dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios;</p>
<p>b) parcelado em até cento e quarenta e cinco parcelas mensais e sucessivas, com redução de 80% (oitenta por cento) dos juros de mora, 50% (cinquenta por cento) das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% (cem por cento) dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios;</p>
<p>c) parcelado em até 165 parcelas mensais e sucessivas, com redução de 50% (cinquenta por cento) dos juros de mora, 25% (vinte e cinco por cento) das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% (cem por cento) dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios.</p>
<p>&#8220;O programa vai beneficiar aproximadamente 600 mil empresas cadastradas no Simples Nacional, que estão em débito com o fisco. Em um momento de dificuldades que a classe produtiva vem passando, é necessário um programa como este para auxiliar na recuperação dos negócios, ainda mais a pequena e média empresa, principal geradora de empregos no País&#8221;, ressalta o presidente do Sescap-Ldr, Euclides Nandes Correia.</p>
<p>A derrubada do veto que barrava, foi negociada por entidades empresariais, entre elas a <strong>Fenacon (Federação Nacional das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações, Pesquisas e de Serviços Contábeis)</strong>, junto ao Congresso Nacional, Ministério da Fazenda e o Planalto.</p>
<p>Fonte: FENACON</p>
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		<title>Começa prazo de adesão ao REFIS de micro e pequenas empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio de Castro Belem]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 May 2018 13:14:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leis & Tributos]]></category>
		<category><![CDATA[micro e pequenas empresas]]></category>
		<category><![CDATA[REFIS]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir desta quarta-feira (02), micro e pequenos empresários que estão em dívida com a União podem aderir ao Programa Especial de Regularização Tributária das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Refis). A iniciativa oferece o parcelamento da dívida e descontos de até 90% sobre atrasos, de acordo com a modalidade de adesão. O prazo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5034 aligncenter" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/09/simples-nacional.jpg" alt="Congresso pode votar vetos presidenciais na quarta-feira" width="1200" height="282" title="Começa prazo de adesão ao REFIS de micro e pequenas empresas 13" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/09/simples-nacional.jpg 1200w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/09/simples-nacional-920x216.jpg 920w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/09/simples-nacional-300x71.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/09/simples-nacional-768x180.jpg 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/09/simples-nacional-1024x241.jpg 1024w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/09/simples-nacional-1080x254.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p>A partir desta quarta-feira (02), micro e pequenos empresários que estão em dívida com a União podem aderir ao Programa Especial de Regularização Tributária das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Refis). A iniciativa oferece o parcelamento da dívida e descontos de até 90% sobre atrasos, de acordo com a modalidade de adesão.</p>
<p>O prazo para inscrições começou vai até as 21h do dia 9 de julho, exclusivamente pela internet, no Portal e-CAC PGFN. Para se inscrever basta clicar na opção &#8220;Programa Especial de Regularização Tributária – Simples Nacional&#8221;, disponível em &#8220;adesão ao parcelamento&#8221;.</p>
<p>O programa abrange os débitos vencidos até a competência do mês de novembro de 2017 e inscritos em Dívida Ativa da União até a data de adesão ao programa, inclusive aqueles que foram objeto de parcelamentos anteriores ativos ou rescindidos, ou que estão em discussão judicial, mesmo que em fase de execução fiscal ajuizada.</p>
<p>Para aderir ao programa, o contribuinte deverá pagar uma entrada correspondente a 5% do valor total da dívida, que poderá ser dividida em cinco prestações mensais. O montante restante poderá ser quitado em até 175 parcelas. Os juros poderão ter redução de 50% a 90% e as multas de 25% a 70%, de acordo com o número de parcelas.</p>
<p>Valor da parcela</p>
<p>Pelas regras do programa, o valor da parcela não poderá ser inferior a R$ 300. Além disso, não são necessárias a garantia e/ou o arrolamento de bens para aderir ao programa.</p>
<p>O projeto, que instituía o programa, chegou a ser vetado pelo presidente Michel Temer, sob o argumento de que feria a Lei de Responsabilidade Fiscal ao não prever a origem dos recursos que cobririam os descontos aplicados a multas e juros com o parcelamento das dívidas. Temer voltou atrás e o Congresso derrubou o veto no mês passado.</p>
<p>O veto foi criticado por pequenas indústrias e organizações que representam o setor. Segundo o Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o Refis pode beneficiar cerca de 600 mil empresas, que devem cerca de R$ 20 bilhões à União.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil via Portal Contábeis</p>
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