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	<title>PLP-487/2018 &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<description>Software de Gestão Empresarial</description>
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		<title>Especialistas defendem, em comissão geral na câmara, reavaliação de benefícios fiscais no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Jul 2018 11:25:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[benefícios fiscais]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; Especialistas em tributos defenderam nesta quarta-feira (4), na Câmara dos Deputados, uma reavaliação de todos os benefícios fiscais concedidos no País. Segundo eles, a atual política de incentivos tributários não é transparente e deixa de cobrar do contribuinte favorecido uma contrapartida para a sociedade brasileira. O secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, destacou que [&#8230;]]]></description>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Especialistas em tributos defenderam nesta quarta-feira (4), na Câmara dos Deputados, uma reavaliação de todos os benefícios fiscais concedidos no País. Segundo eles, a atual política de incentivos tributários não é transparente e deixa de cobrar do contribuinte favorecido uma contrapartida para a sociedade brasileira.</p>
<p>O secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, destacou que o Brasil deixa de arrecadar mais de R$ 283 bilhões com isenções, anistias, reduções de alíquotas, deduções, abatimentos e outros incentivos. O secretário da Receita criticou, por exemplo, o atual limite de faturamento para o enquadramento de pequenas empresas no Simples Nacional (R$ 4,8 milhões/ano). “Esse limite de mais de 1 milhão de dólares é muito elevado”. O enquadramento no Simples permite uma redução na carga tributária aplicada à empresa.</p>
<p>Na opinião de Rachid, além de reduzir o volume total de incentivos, o Brasil precisa garantir mais transparência e estabelecer critérios de avaliação e prazos para os benefícios fiscais. “Temos que conceder um benefício em troca de algo e, nesse caso, é do crescimento econômico. Não adianta dar um benefício apenas para subir a margem de lucro do contribuinte”, disse. Rachid ainda comentou propostas em tramitação na Câmara que já preveem alguns desses critérios (Projetos de Lei Complementar <a href="http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/ADMINISTRACAO-PUBLICA/558739-PROPOSTA-CRIA-META-DE-DESEMPENHO-PARA-ACOES-DE-GOVERNO-QUE-ENVOLVAM-BENEFICIOS-FISCAIS.html" target="_blank" rel="noopener">378/17</a> e 487/18).</p>
<p>O deputado Esperidião Amin (PP-SC), que propôs o debate e é autor de um dos projetos, destacou que o objetivo é criar metas de desempenho e critérios objetivos para avaliação da eficiência de programas de governo que envolvam a concessão de benefícios de natureza tributária.</p>
<p>“O projeto procura conduzir a avaliação de cada incentivo de acordo com três tópicos: ajuda a gerar empregos? Contribui para competitividade do setor? O consumidor é beneficiado?”, destacou Amin.</p>
<p><strong>Contrapartidas<br />
</strong>O economista Paulo Kliass criticou a “conta de padaria” que propõe o fim de todos benefícios fiscais como solução para o déficit primário de R$ 159 bilhões nas contas públicas. Para Kliass, é fundamental a manutenção de incentivos fiscais para alguns setores, como o de micro e pequenas empresas. Ele, entretanto, concorda que o correto seria avaliar quais empresas beneficiadas pelo governo rendem contrapartidas para a sociedade.</p>
<p>“Eu considero bastante equivocado demonizar a política de desoneração tributária. Outros países sempre se utilizaram de desoneração, subsídios e outros mecanismos para resolver problemas conjuntais, como crises econômicas, e para atender setores mais sensíveis da sua economia”, sustentou.</p>
<div id="audioContainer" class="alinhadoDireita">
<div class="excluirVideo"> O deputado Edmilson Rodrigues (Psol-PA) questionou a ideia de incentivos para alguns setores da economia, sobretudo grandes empresas e oligopólios. “Há uma diferença entre o benefício que favorece quem produz imóveis para quem vive de especulação imobiliária e o benefício que favorece a construção de casas para os mais de 6 milhões de brasileiros sem teto”, argumentou.</p>
<div class="legenda">Por fim, Charles Alcantara, que preside a Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Fenafisco), cobrou mais transparência em relação aos benefícios concedidos nos estados. “Em alguns estados, as renúncias fiscais não são nem sequer publicadas. Fico a imaginar quanto dessa renúncia não tem controle algum. Isso é muito grave”, completou.Do total de R$ 283,4 bilhões em gastos tributários concedidos pelo governo, 29% (R$ 82,1 bilhões) se concentram no Simples Nacional – tratamento diferenciado para micro e pequenas empresas. O segundo maior gasto tributário é com rendimentos isentos e não tributáveis, entre eles o pagamento de lucros e dividendos a sócios de empresas e benefícios como auxílio moradia e alimentação pagos a servidores públicos (R$ 27,1 bilhões).</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="divBlocoContinuacao">
<div id="proposicao">
<h4>ÍNTEGRA DA PROPOSTA:</h4>
<ul>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=2141250" target="_blank" rel="noopener">PLP-387/2017</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=2170327" target="_blank" rel="noopener">PLP-487/2018</a></li>
</ul>
</div>
<div id="creditosMateria">Reportagem – Murilo Souza<br />
Edição – Rachel Librelon</div>
<div><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4259" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/07/benefícios-fiscais.jpeg" alt="benefícios fiscais" width="635" height="340" title="Especialistas defendem, em comissão geral na câmara, reavaliação de benefícios fiscais no país 2" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/07/benefícios-fiscais.jpeg 635w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/07/benefícios-fiscais-300x161.jpg 300w" sizes="(max-width: 635px) 100vw, 635px" /></div>
</div>
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