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	<title>pejotização &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<title>pejotização &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>Diferenças e vantagens entre CLT x PJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Apr 2019 10:59:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Folha]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[A contratação de funcionários sempre despertou muitas dúvidas entre os empresários brasileiros. Porém, nos últimos anos, essas questões se tornaram ainda mais presentes por conta da relação entre CLT x PJ (Pessoa Jurídica). Será que é mais vantajoso para a sua empresa assinar a carteira de um profissional ou contratar os seus serviços através de [&#8230;]]]></description>
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<p class="has-background has-cyan-bluish-gray-background-color">A contratação de funcionários sempre despertou muitas dúvidas entre os empresários brasileiros. Porém, nos últimos anos, essas questões se tornaram ainda mais presentes por conta da relação entre CLT x PJ (Pessoa Jurídica). Será que é mais vantajoso para a sua empresa assinar a carteira de um profissional ou contratar os seus serviços através de uma empresa?</p>



<figure class="wp-block-image"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="816" height="413" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/12/discriminação.jpg" alt="Diferenças e vantagens entre CLT x PJ" class="wp-image-6219" title="Diferenças e vantagens entre CLT x PJ 1" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/12/discriminação.jpg 816w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/12/discriminação-300x152.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/12/discriminação-768x389.jpg 768w" sizes="(max-width: 816px) 100vw, 816px" /></figure>



<p>A opção pela contratação através de uma pessoa jurídica ganhou muita popularidade por conta da redução da burocracia e eliminação de vários custos trabalhistas. Basta que o profissional registre-se como Microempreendedor Individual para que possa começar a prestar serviços como uma empresa. Porém, é preciso considerar que nem sempre essa é a alternativa mais vantajosa para a sua empresa.</p>



<p>Neste artigo, vamos entender melhor a relação entre CLT x PJ e conhecer as principais vantagens de cada modelo de contratação. Confira!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>CLT x PJ: quais são as vantagens que você deve esperar?</strong></h2>



<p>O primeiro passo para tomar a melhor decisão entre CLT x PJ é entender as principais diferenças entre esses modelos de contratação. Enquanto a contratação da CLT envolve a assinatura de uma carteira de trabalho e diversas responsabilidades trabalhistas, o contrato de PJ funciona como uma terceirização de serviços.</p>



<p>Porém, para compreender a alternativa mais vantajosa para a sua empresa, é preciso levar em conta&nbsp;diversos outros pontos de atenção. Veja quais são eles:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Custo da empresa</h3>



<p>A maior das vantagens buscadas pelos empresários que optam pela contratação da PJ é a redução dos custos para ter acesso aos serviços necessários. São vários os encargos que a empresa deixa de recolher quando não envolve um contrato pela CLT: vale-transporte, vale-refeição, férias, 13º salário, aviso prévio, FGTS, seguro-desemprego, entre vários outros.</p>



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<div class="wp-block-button alignleft"><a class="wp-block-button__link has-background has-vivid-red-background-color no-border-radius" href="https://dbmsistemas.com/rh-folha-de-pagamento/">Conheça a Gestão de RH-Folha do DBM Spalla</a></div>



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<h3 class="wp-block-heading">Tributação</h3>



<p>Além de garantir uma redução com os custos trabalhistas, a contratação de uma pessoa jurídica também sai na frente da discussão entre CLT x PJ quando falamos sobre os tributos que incidem sobre a contratação. Enquanto pela CLT&nbsp;é preciso pagar contribuição para o INSS e Imposto&nbsp;de Renda de Pessoa Física, pela PJ os tributos da nota fiscal&nbsp;ficam sob responsabilidade do empregado.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Flexibilidade da jornada de trabalho</h3>



<p>Se você busca por um profissional para cumprir suas 8 horas de trabalho diárias e seguir a hierarquia da empresa,&nbsp;é necessário optar pela contratação pela CLT. Por se tratar de uma terceirização de serviços, a contratação de uma pessoa jurídica implica na flexibilidade da jornada de trabalho — sem a possibilidade de cumprir uma jornada diária como um celetista.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Rotatividade/turnover</h3>



<p>Essa falta de vínculo empregatício que acabamos de abordar faz com que a contratação de profissionais através de uma pessoa jurídica aumente&nbsp;a rotatividade na sua empresa. Por outro lado, a&nbsp;contratação pelo regime da CLT&nbsp;costuma envolver profissionais que demonstram mais comprometimento e estão dispostos a crescer dentro da sua empresa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Burocracia na contratação</h3>



<p>Quando o assunto é burocracia, a contratação de uma pessoa jurídica sai ganhando no duelo entre CLT x PJ. Em vez de ter que assinar a carteira de trabalho e assumir uma série de compromissos, você precisa apenas definir o escopo da prestação dos serviços em um contrato.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Especialização do profissional</h3>



<p>Quando você contrata uma pessoa jurídica está, na verdade, contratando um serviço específico. Trata-se de uma relação muito diferente de um funcionário que passa 8 horas por dia dentro da sua empresa —&nbsp;mesmo que não seja produtivo em uma boa parte desse tempo. Além disso, a pessoa jurídica escolhida pode se tratar de um profissional especialista exatamente no serviço que você necessita.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Riscos de ações trabalhistas</h3>



<p>Muitas empresas correm riscos de sofrerem ações trabalhistas pela falta de entendimento das diferenças entre CLT x PJ. Ao acertar a contratação dos serviços de uma pessoa jurídica, é fundamental garantir que não exista uma relação de trabalho com as características de um trabalhador celetista.</p>



<p>Caso esse empregado venha a entrar na justiça pedindo o reconhecimento de vínculo trabalhista, a empresa pode ser obrigada a pagar os direitos retroativos de até cinco anos e ainda arcar com&nbsp;tributos&nbsp;não recolhidos. Ou seja, é uma economia que pode sair muito cara quando a relação de trabalho não segue as exigências legais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Exclusividade da mão de obra</h3>



<p>Outra característica que pode ser considerada uma desvantagem para alguns empresários é a impossibilidade de exigir exclusividade na prestação do serviço de uma pessoa jurídica. Isso significa que esse profissional está livre para prestar os seus serviços para outras organizações do mercado — podendo incluir empresas concorrentes.</p>



<p>Conteúdo via <a href="http://contabilidadeexpress.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Contabilidade Express</a></p>
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		<title>Salário alto recebido fora da CLT afeta arrecadação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Apr 2019 16:49:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[pejotização]]></category>
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					<description><![CDATA[As mudanças nas relações de trabalho, com o aumento do número de contratados como pessoa jurídica – prática chamada de pejotização -, viraram uma ameaça ao sistema de arrecadação da Previdência e podem comprometer os benefícios futuros da reforma em curso. Nos últimos anos, contribuintes com renda mais alta têm sido responsáveis por uma migração [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-6739 size-full" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/DRE.png" alt="Salário alto recebido fora da CLT afeta arrecadação" width="735" height="250" title="Salário alto recebido fora da CLT afeta arrecadação 3" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/DRE.png 735w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/DRE-300x102.png 300w" sizes="(max-width: 735px) 100vw, 735px" /></p>
<p>As mudanças nas relações de trabalho, com o aumento do número de contratados como pessoa jurídica – prática chamada de pejotização -, viraram uma ameaça ao sistema de arrecadação da Previdência e podem comprometer os benefícios futuros da reforma em curso. Nos últimos anos, contribuintes com renda mais alta têm sido responsáveis por uma migração do emprego formal, com carteira assinada, para o regime de pessoa jurídica ou autônomo, onde se reduz – ou elimina – o recolhimento ao INSS.</p>
<p>Entre 1996 e 2017, o número de contribuintes com renda acima de sete salários mínimos caiu 25%, segundo estudo elaborado pelos economistas José Roberto Afonso, professor do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), e Juliana Damasceno de Sousa, pesquisadora do FGV Ibre. No período, aqueles com renda mais baixa, de até sete salários, cresceram 158%.</p>
<p>“Esse movimento quebrou um dos princípios básicos do regime brasileiro – o do subsídio cruzado -, no qual empregadores que pagam salários maiores financiam aqueles com menores benefícios”, afirmam os autores do estudo. Na prática, isso significa arrecadação menor. Entre 2014 e 2018, a arrecadação líquida (corrigida pela inflação) caiu 8,39% diante de uma população que envelhece rapidamente.</p>
<p>Para Afonso, a transformação estrutural no mercado de trabalho tem sido ignorada no Brasil e nem sequer começou a ser discutida. “A reforma em curso é vital para colocar a economia nos trilhos, mas ela é voltada para o passado, ainda pensando num mercado no qual todas as pessoas trabalham com carteira assinada, horário fixo, no mesmo local.” Isso já mudou no Brasil e vai mudar ainda mais com a nova economia compartilhada, com a automação e a digitalização, diz o economista.</p>
<p>No trabalho, intitulado “Previdência sem providência”, os dois economistas mostram que essas transformações nas relações de trabalho são uma preocupação mundial, mas que têm se acelerado no Brasil por questões tributárias.</p>
<p>O País, diz Afonso, tem o custo mais alto do mundo para a contratação de assalariados, o que incentivou empregadores a contratar os mesmos trabalhadores como pessoa jurídica, dando início a chamada pejotização. “Nenhum país do mundo tem tanta firma individual quanto o Brasil. Nenhum país tem 1,2 empregado para cada proprietário de empresa.”</p>
<p>O reflexo disso tem sido verificado na participação dos contribuintes na arrecadação total. Desde a Constituição de 1988, que criou o pacto social, a participação dos que recebem até três salários mínimos quadruplicou até 2017, de 21% para 82,1%. Já entre os que têm renda superior a 10 salários, a participação despencou de 31,5% para 2,4%.</p>
<h5><strong>Tributação</strong></h5>
<p>O professor do Departamento de Economia da PUC/RIO José Márcio Camargo, economista-chefe da Genial Investimentos, entende que esse é um problema para a Previdência resolver no futuro. Segundo ele, mesmo com a retomada da economia, o avanço da arrecadação será menor que no passado. “O aumento do emprego será via pessoa jurídica, que tem custo menor que o emprego com carteira assinada.”</p>
<p>Uma saída, afirma, estará nas formas de tributação. “Hoje, da mesma forma que a cunha fiscal sobre o salário é alta, sobre o Imposto de Renda é baixa.” Nesse sentido, a criação de tributos sobre dividendos do sócio de uma empresa pode ser uma boa alternativa, completa o professor da Coppead/UFRJ Carlos Heitor Campani.</p>
<p>Segundo ele, nos últimos anos, houve estímulo à pejotização, com uma carga tributária menor e a simplificação dos trâmites de abertura de empresas – vide o caso do micro empreendedor individual (MEI). “A minha faxineira, por exemplo, é PJ. É bom pra mim e bom para ela”, afirma o professor.</p>
<h5><strong>De fora</strong></h5>
<p>Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnac) Contínua, compilados por Afonso e Juliana, mais da metade dos trabalhadores brasileiros estão fora do sistema pleno de proteção social. Os empregados com carteira assinada respondem por apenas 38,9% da força ocupada e os servidores públicos, 8,5%. Restam 52,6% de ocupados (sem considerar os desempregados) sem vínculo e sem proteção para o futuro.</p>
<p>“Se o Brasil já tem mais trabalhadores independentes do que com carteira, isto é, se os desprotegidos já superam aqueles cobertos pela previdência, o mundo do trabalho na era digital tornará ainda mais complexo repensar o padrão de financiamento e de organização da seguridade social”, diz Afonso.</p>
<p>A opinião é compartilhada pelo economista do Insper Sergio Firpo. Para ele, as mudanças no mercado de trabalho vieram para ficar. “Caberá ao governo criar regras e incentivos para trazer o trabalhador para dentro do sistema previdenciário.” Firpo afirma que boa parte do movimento de pejotização tem ocorrido com profissionais com maior qualificação, que abrem mão de contribuir para o INSS para ter uma renda maior. Nesse caso, eles fazem a própria poupança – ou não.</p>
<p>Para Ana Amélia Camarano, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), negócios crescentes, como Uber e Airbnb, são exemplo da queda do número de contribuintes. “Eles são empregados de alguém, mas não têm proteção, não têm INSS, não tem FGTS. Esse tipo de emprego modifica a forma de arrecadação da Previdência.”</p>
<p>As informações são do jornal <strong>O Estado de S. Paulo.</strong></p>
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