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	<title>NR 18 &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<title>NR 18 &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>Construtoras podem economizar R$ 470 milhões por ano com nova norma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2020 13:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção & Incorporação]]></category>
		<category><![CDATA[Folha]]></category>
		<category><![CDATA[NR 18]]></category>
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					<description><![CDATA[Construtoras podem economizar R$ 470 milhões por ano com nova norma.A simplificação das normas de saúde e segurança do trabalho na construção civil resultará em economia de R$ 470 milhões por ano para as empresas do setor, informou a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia. A revisão da Norma Regulamentadora 18 (NR 18) [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1170" height="700" src="https://i2.wp.com/dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/02/27.07.2011ef1_4697_andaime.jpg?fit=1024%2C613&amp;ssl=1" alt="Construtoras podem economizar R$ 470 milhões por ano com nova norma" class="wp-image-10174" title="Construtoras podem economizar R$ 470 milhões por ano com nova norma 1" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/02/27.07.2011ef1_4697_andaime.jpg 1170w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/02/27.07.2011ef1_4697_andaime-920x550.jpg 920w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/02/27.07.2011ef1_4697_andaime-300x179.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/02/27.07.2011ef1_4697_andaime-1024x613.jpg 1024w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/02/27.07.2011ef1_4697_andaime-768x459.jpg 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/02/27.07.2011ef1_4697_andaime-1080x646.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1170px) 100vw, 1170px" /></figure>



<p><strong><em>Construtoras podem economizar R$ 470 milhões por ano com nova norma.</em></strong><br />A simplificação das normas de saúde e segurança do trabalho na construção civil resultará em economia de R$ 470 milhões por ano para as empresas do setor, informou a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia. A revisão da Norma Regulamentadora 18 (NR 18) foi anunciada ontem (10) pela Secretaria de Trabalho e Emprego da pasta.</p>



<p>Segundo a secretaria, a projeção leva em conta o cenário intermediário, considerado o mais provável. A redução anual de custos ficará entre R$ 280 milhões, no cenário mais conservador, e R$ 700 milhões, no mais otimista. As estimativas foram realizadas com base em informações da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e da Pesquisa Anual da Indústria da Construção (PAIC) de 2017.</p>



<p>De acordo com os cálculos, a desburocratização da NR 18 reduzirá em 33% o custo do treinamento básico de segurança, por causa da redução da carga horária de seis para quatro horas. O orçamento das construtoras para saúde, segurança e meio ambiente no trabalho deverá cair em 5% ou 10%, dependendo da atividade. Atualmente, cerca de 3% do valor total das incorporações correspondem a essa rubrica.</p>



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<h2 class="wp-block-heading">Desburocratização</h2>



<p>A principal mudança da NR 18 diz respeito à autonomia das empresas para executar as normas de segurança e saúde no trabalho. Antes, a norma descrevia exatamente como seria a estratégia de prevenção de acidentes. Segundo as construtoras, as regras engessavam a tarefa e inibiam o uso de novas tecnologias mais seguras que os equipamentos tradicionais.</p>



<p>Pela nova norma, as construtoras&nbsp;terão de elaborar um programa de gerenciamento de riscos. Para obras com mais de 7 metros de altura e 10 trabalhadores, as normas de prevenção&nbsp;terão de ser assinadas por um engenheiro responsável. Em empreendimentos menores, um técnico em segurança no trabalho pode elaborar as normas.</p>



<p>O programa será único, devendo considerar os riscos de todos os trabalhadores envolvidos na obra. Nas regras antigas, cada empresa que trabalhasse em uma obra precisava elaborar seu próprio plano de segurança, que nem sempre harmonizava com os demais. Embora a obrigação do programa de gerenciamento de riscos caiba às construtoras, os fornecedores&nbsp;terão de produzir um inventário de riscos de atividades para poder entrar no programa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Segurança</h2>



<p>As empresas&nbsp;terão 24 meses para abolir o uso do tubulão com ar comprimido, tarefa considerada de alto risco. As escavações manuais ficarão limitadas a 15 metros de profundidade.</p>



<p>Também se torna obrigatória a climatização em máquinas autopropelidas (com movimento próprio) com mais de 4,5 mil quilogramas e em equipamentos de guindaste. As empresas não poderão adaptar contêineres para áreas de vivência dos trabalhadores, como refeitórios, vestiários ou escritórios de obras. A norma traz novas regras mais seguras para a execução de escavações e para tarefas que envolvem calor, como soldagem e esmerilhamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mais empregos</h2>



<p>No evento de lançamento da Norma Regulamentadora 18,&nbsp;ontem&nbsp;(10) em São Paulo, o secretário de Trabalho e Emprego do Ministério da Economia, Bruno Dalcomo, disse que a nova norma é mais simples, objetiva e mais fácil de ser fiscalizada pelas autoridades. “No momento em que a construção civil vem liderando essa retomada do crescimento econômico, é preciso que nós tenhamos normas que, por um lado, sejam mais simples, mais desburocratizadas, mas que, ao mesmo tempo, garantam a saúde e a segurança do trabalhador”, declarou.</p>



<p>Para o presidente da CBIC, José Carlos Martins, a desburocratização aumenta a rapidez nas obras. “A NR 18 agora diz o que deve ser feito, não como deve ser feito. Ou seja, a responsabilidade é do construtor, das pessoas que vão cuidar da saúde e da segurança do trabalho”, disse.</p>



<p><em>*Colaborou Fernanda Cruz, de São Paulo</em></p>



<p>Fonte: <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Agência Brasil de Notícias (abre numa nova aba)">Agência Brasil de Notícias</a></p>
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		<title>Nova NR 18 aumenta segurança dos trabalhadores e estimula modernização na construção civil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Feb 2020 12:12:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção & Incorporação]]></category>
		<category><![CDATA[Folha]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[NR 18]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos normativos setoriais mais importantes na área da saúde e segurança dos trabalhadores, a Norma Regulamentadora NR 18, que trata das condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção, teve seu novo texto apresentado nesta segunda-feira (10). Com a redação atualizada, as regras de proteção receberam reforço e os empregadores ganharam mais [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="299" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/08/segurana-do-trabalho-1024x299.jpg" alt="NR 18" class="wp-image-7933" title="Nova NR 18 aumenta segurança dos trabalhadores e estimula modernização na construção civil 2" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/08/segurana-do-trabalho-1024x299.jpg 1024w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/08/segurana-do-trabalho-920x268.jpg 920w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/08/segurana-do-trabalho-768x224.jpg 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/08/segurana-do-trabalho-1080x315.jpg 1080w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/08/segurana-do-trabalho-300x87.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/08/segurana-do-trabalho.jpg 1149w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><br />Um dos normativos setoriais mais importantes na área da saúde e segurança dos trabalhadores, a Norma Regulamentadora NR 18, que trata das condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção, teve seu novo texto apresentado nesta segunda-feira (10). Com a redação atualizada, as regras de proteção receberam reforço e os empregadores ganharam mais autonomia para definir as medidas de prevenção a acidentes e adoecimentos e para uso de novas tecnologias construtivas.</p>



<p>Todo processo de discussão sobre a modernização da NR passou pela Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTTP), que aprovou a redação por unanimidade entre trabalhadores, empregadores e o governo. Pelo menos 2 milhões de trabalhadores formais e 400,5 mil empreendimentos do setor devem ser diretamente beneficiados pelas mudanças, que foram apresentadas em São Paulo, em evento organizado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e pelo Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional) no no Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias da Construção Civil de São Paulo (Sintracon-SP).</p>



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<h4 class="wp-block-heading"><strong>Autonomia das empresas</strong></h4>



<p>Uma das mudanças mais significativas da NR para os empregadores é sobre a maneira de executar os planos de segurança. Antes, a norma, além de dizer o que deveria ser feito para prevenir acidentes, descrevia exatamente como seria a estratégia de prevenção. Isto deixava a tarefa engessada e prejudicava até o uso de novas tecnologias construtivas, muitas vezes mais seguras do que os equipamentos tradicionais.</p>



<p>Com o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), o normativo possibilitará uma efetiva gestão dos riscos existentes pelo responsável pela obra. A elaboração do PGR fica a cargo de um engenheiro responsável, no caso de obras com mais de sete metros de altura e 10 trabalhadores, ou de um técnico em segurança no trabalho, em empreendimentos menores. Esta obrigação será das construtoras e não de seus fornecedores contratados, mas os fornecedores terão a obrigação de produzir um inventário de riscos de atividades para que eles sejam considerados no programa.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Regra harmônica</strong></h4>



<p>Para o coordenador da bancada empresarial e representante do Conselho Nacional de Saúde na CTPP, Clovis Queiroz, o conjunto da nova norma ficou mais simples, fácil de ser interpretado e moderno, o que beneficia empregadores e trabalhadores. “Houve uma simplificação e uma harmonização com todo o trabalho que estamos fazendo, o que deixa o resultado melhor tanto para quem precisa aplicar as regras quanto para os trabalhadores. E todos os aspectos de saúde e segurança estão abordados na nova norma”, explicou.<br /><br />Antes, pela redação anterior da norma, cada empresa que trabalhasse em uma obra precisava elaborar seu próprio plano de segurança, que nem sempre harmonizava com os demais, causando insegurança. Agora, a construtora responsável pela obra deve ter um PGR único, que levará em conta os riscos de todos os trabalhadores envolvidos na obra.</p>



<p>Na visão do coordenador da bancada dos trabalhadores e representante da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Washington Santos (Maradona), o processo de revisão da NR 18 mira um público que merece atenção especial: o trabalhador da construção civil. “Conseguimos construir a nova redação da NR 18 com consenso. É uma norma que vem para facilitar e preservar a vida do trabalhador. Conseguimos avançar muito”, afirmou.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Saúde e segurança aos trabalhadores</strong></h4>



<p>Entre as alterações mais importantes para os trabalhadores, está a definição de novos critérios para uso do tubulão, método comum para perfurações profundas na construção civil. A partir da vigência da norma, as empresas terão prazo de 24 meses para abolir o uso do tubulão com ar comprimido, tarefa considerada de alto risco para os trabalhadores. E as escavações manuais ficarão limitadas a 15 metros de profundidade.</p>



<p>Também fica obrigatória a climatização em máquinas autopropelidas (que possuem movimento próprio) com mais de 4,5 mil quilos e em equipamentos de guindar. Os contêineres marítimos originalmente utilizados em transporte de cargas não poderão mais ser usados em áreas de vivência dos trabalhadores, como refeitórios, vestiários ou escritórios de obras. Há ainda novas regras, mais seguras, para execução de escavações e para trabalho a quente (soldagem e esmerilhamento, por exemplo).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Modernização das NRs</strong></h4>



<p>Desde fevereiro de 2019, quando o trabalho foi iniciado, já foram totalmente revisadas, além da NR 18, a <a href="http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-n-915-de-30-de-julho-de-2019-207941374" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">NR 1</a>,que trata das disposições gerais sobre saúde e segurança; <a href="http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-n-1.068-de-23-de-setembro-de-2019-217774385" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">NR 3</a>, sobre embargo e interdição; <a href="http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-n-916-de-30-de-julho-de-2019-208028740" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">NR 12</a>, de segurança do trabalho em máquinas e equipamentos; <a href="http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-n-1.360-de-9-de-dezembro-de-2019-232398878" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">NR 20</a>, sobre inflamáveis e combustíveis; <a href="http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-n-1.066-de-23-de-setembro-de-2019-217773245" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">NR 24</a>, que trata das condições de higiene e conforto nos locais de trabalho; e <a href="http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-n-1.067-de-23-de-setembro-de-2019-217774300" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">NR 28</a>, de fiscalização e penalidades.</p>



<p>A NR 2, sobre inspeção prévia, foi revogada. Houve ainda revisão do anexo sobre calor da <a href="http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-n-1.359-de-9-de-dezembro-de-2019-232663857" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">NR 15</a> e do item sobre periculosidade do combustível para consumo próprio da <a href="http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-n-1.357-de-9-de-dezembro-de-2019-232397827" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">NR 16</a>.<br /><br />Estimativas da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia apontam para uma redução de custos de quase R$ 5 bilhões na indústria da construção em 10 anos com a entrada em vigor da nova redação.</p>



<p>O cálculo se baseia em informações da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), considerando a desburocratização apresentada pelo novo texto, a possibilidade da adoção de melhores práticas de gestão e as melhorias das regras de saúde e segurança.</p>



<p>Fonte <a href="http://www.praticasdepessoal.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Blog Práticas de Pessoal (abre numa nova aba)">Blog Práticas de Pessoal</a></p>
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