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	<title>Nota Fiscal Mercantil de Importação &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<title>Nota Fiscal Mercantil de Importação &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>Nota Fiscal Mercantil de Importação: o que muda para as empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Mar 2021 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[NFe]]></category>
		<category><![CDATA[Nota Fiscal Mercantil de Importação]]></category>
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<p>Antes de falarmos exatamente da Nota Fiscal Mercantil de Importação, é importante fazermos um breve contexto sobre importação. Afinal, é um assunto que possui diversas particularidades.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Finalidade da importação de mercadorias</strong></h2>



<p>Sucintamente, a importação&nbsp;refere-se ao processo&nbsp;denominado desembaraço aduaneiro. Portanto, seu objetivo é a liberação de uma ou mais mercadorias transitadas pela&nbsp;alfândega.</p>



<p>A finalidade é a entrada no país mediante recolhimento dos tributos exigidos oportunamente.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Despacho aduaneiro</strong></h3>



<p>O despacho aduaneiro de importação tem a incumbência de efetuar a verificação dos dados apresentados na Declaração de Importação (DI).</p>



<p>A DI é emitida pelo importador no <a href="http://siscomex.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Siscomex</a> (Sistema Integrado de Comércio Exterior), de acordo com o artigo 1° da Instrução Normativa RFB n° 680/2006.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Responsabilidade pelo controle aduaneiro do país</strong></h3>



<p>A criação do Siscomex teve o objetivo de trazer maior transparência nas transações do comércio exterior. Além disso, também é sua finalidade buscar agilidade nos processos e, principalmente, a eliminar a burocracia e o acúmulo de papéis.</p>



<p>Diante deste cenário, o Ministério da Fazenda – sendo o responsável pelo controle aduaneiro – está, então, munido de informações online, disponibilizadas pelo Siscomex.</p>



<p>Isso faz com que o Ministério tenha função de fiscal e de controle sobre o comércio exterior, atuações essenciais à defesa dos interesses fazendários nacionais, conforme previsto na Constituição Federal, artigo 237.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Habilitação para importadores</strong></h3>



<p>A Instrução Normativa RFB n° 1.603/2015 dispõe sobre procedimentos a serem adotados aos importadores para obterem a habilitação à prática de importação, sendo necessário efetuar seu cadastro no RADAR (Registro e Rastreamento da Atuação dos Intervenientes Aduaneiros).</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>





<div class="wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-text-color has-background" href="https://dbmsistemas.com/importacao-comercio-exterior/" style="border-radius:2px;background-color:#ba0c49;color:#fffffa">Gestão de Importação</a></div>



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</div>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cenário das empresas importadoras</strong></h2>



<p>Portanto, para concluir uma transação comercial advinda do exterior – com fins de trazer mercadorias para o território nacional – necessariamente precisa submeter-se a essas exigências.</p>



<p>No entanto, existe ainda um fator que é determinante para viabilizar esse tipo de operação, que seriam os aspectos tributários.</p>



<p>O importador, em regra, possui os seguintes tributos a serem pagos na importação, tendo como parâmetro a aplicação da alíquota, a depender da NCM do respectivo produto, podendo ser:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Imposto de Importação (II);</li><li>Imposto sobre produto industrializado (IPI);</li><li>Programa de Integração Social e o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP);</li><li>Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS).</li></ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Obrigatoriedade de emissão de NF-e</strong></h3>



<p>Além dos pré-requisitos expostos, é obrigatório o uso da Nota Fiscal Eletrônica em operação de importação de mercadoria ou bem do exterior, conforme dispõe a Cláusula Oitava do Ajuste SINIEF n° 005/2007.</p>



<p>E, também como dispõe a Instrução Normativa RFB 680/2006, art. 54, a apresentação da nota é obrigatória para a retirada da mercadoria do recinto alfandegado, salvo se a legislação estadual a dispensar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><em>Checklist</em>&nbsp;– 5 campos de atenção para emissão de nota fiscal mercantil&nbsp;de&nbsp;importação</strong></h2>



<p>Para ajudar na hora de emitir a nota fiscal de importação é importante fazer um checklist:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong></strong><strong>1. Ter em mãos a Declaração de Importação (DI)</strong></h3>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2.Ficha de dados da NFe:</strong></h3>



<p>(Tipo de documento): (0 – Entrada)</p>



<p>(Destino da operação): (3 – Operação com Exterior)</p>



<p>Natureza da operação: preencher com a finalidade da aquisição.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3.Destinatário/Remetente&nbsp;</strong></h3>



<p><em>“Estrangeiro”:</em>&nbsp;é preciso indicar o país, a UF (EX) e município (Exterior) do exportador.&nbsp;&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Produtos e Serviços</strong></h3>



<p><em>Código:</em>&nbsp;trata-se do número de referência do próprio importador.</p>



<p><em>Descrição:</em>&nbsp;recomenda-se preencher a descrição com base na Declaração de Importação. Esses dados devem estar obrigatoriamente em português.</p>



<p><em>NCM:</em>&nbsp;exatamente igual ao código constante na DI.</p>



<p><em>Unidade de comercialização:</em>&nbsp;informação constante na DI.&nbsp;</p>



<p><em>Valor unitário tributável:&nbsp;</em>trata-se do valor aduaneiro da mercadoria.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Declaração de Importação&nbsp;</strong></h3>



<p>O número da DI é composto pelo ano de registro, seguido do número sequencial gerado automaticamente pelo Siscomex. Dessa forma, se o número for maior que a quantidade de caracteres aceitos no campo, sugere-se que sejam eliminados os números que correspondem ao ano.</p>



<p>Informa-se o número da adição e o código do fabricante, que obedece à mesma regra do exportador. Sendo assim, não há lista oficial e se deve incluir um número de fácil identificação do importador.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Nota Fiscal Mercantil de Importação: empresas de importação assumem complexas responsabilidades</strong></h2>



<p>Sabemos que uma empresa habilitada a realizar importações assume, dado o contexto e as atribuições de responsabilidades, um papel complexo e com importantes incumbências e compromissos a serem seguidos.</p>



<p>Portanto, sob aspectos burocráticos e técnicos, podemos dizer que a importação está à frente no quesito complexidade, se comparada a uma operação de aquisição no mercado interno. Isso acontece porque, por exemplo, a emissão de um documento fiscal de importação possui mais campos do que uma aquisição no mercado interno. Dessa forma, naturalmente, passa a gerar uma demanda diferenciada, dada a natureza desta operação.</p>



<p>Por fim, para demonstrar o alcance das responsabilidades da empresa que importa exposta às situações sujeitas a riscos, podemos trazer como exemplo, em âmbito de escala de prioridade, o simples fato de uma análise equivocada para classificação fiscal de produto, como uma definição de Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), pode provocar diversos prejuízos: alfandegários, multas, atrasos e até apreensão da carga, por isso a importância de as empresas estarem atentas às mudanças.</p>



<p>Conteúdo Original <a href="https://arquivei.com.br/blog/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Blog Arquivei</a></p>
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