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	<title>Minha Casa Minha Vida &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<description>Software de Gestão Empresarial</description>
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	<title>Minha Casa Minha Vida &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>Minha Casa Minha Vida pode Acabar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Aug 2019 18:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção & Incorporação]]></category>
		<category><![CDATA[Minha Casa Minha Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[As pendências do governo com o Minha Casa Minha Vida (MCMV) ameaçam a continuidade do programa habitacional, que fornece casas populares a famílias de baixa renda há uma década. Desde janeiro, o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), responsável pelo MCMV, tem atrasado em até 70 dias pagamentos a construtoras. Os principais afetados são os 200 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="750" height="375" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/08/minhacasa2.jpeg" alt="Minha Casa Minha Vida pode Acabar" class="wp-image-8243" title="Minha Casa Minha Vida pode Acabar 1" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/08/minhacasa2.jpeg 750w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/08/minhacasa2-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure>



<p><strong>As pendências do
governo com o Minha Casa Minha Vida (MCMV) ameaçam a continuidade do programa
habitacional</strong>, que fornece casas populares a famílias de baixa
renda há uma década. Desde janeiro, o Ministério do Desenvolvimento Regional
(MDR), responsável pelo MCMV, tem atrasado em até 70 dias pagamentos a
construtoras.</p>



<p>Os
principais afetados são os 200 mil trabalhadores do setor, que perdem os
empregos, e quase um milhão de brasileiros que esperam a entrega das 250 mil
unidades pendentes. A dívida acumulada chegou a R$ 500 milhões em agosto, de
acordo com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic).</p>



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<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<p>Essa
é a cifra que as empresas deixaram de receber neste ano pela construção de
unidades habitacionais da faixa 1, destinada a famílias com renda bruta de até
R$ 1,8 mil por mês. Para esse grupo, 90% do valor do imóvel vêm do
Orçamento-Geral da União (OGU).</p>



<p>Mas
as faixas 1,5 e 2, que atendem famílias com renda mensal bruta de até R$ 4 mil,
também têm sido impactadas pelo contingenciamento de recursos. Nelas, 90% do
dinheiro vêm do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), mas o resto tem
origem no OGU. Os atrasos de pagamento nessas faixas já chegam a 30 dias. O
prazo, originalmente, era de dois dias.</p>



<p>Para
tentar resolver o problema, o MDR e o Ministério da Economia publicaram, na
semana passada, a Portaria Interministerial nº 7/2019, que reduz pela metade a
parcela do valor do imóvel que é subsidiada pela União nas faixas 1,5 e 2. De
10%, ela passa a ser de 5%. Assim, o dinheiro do Orçamento será destinado
prioritariamente à faixa 1.</p>



<p>“Quando
o aporte do OGU ao FGTS atingir a quota dos R$ 450 milhões, as novas
contratações de financiamentos das faixas 1,5 e 2 não precisarão mais dos
recursos da União, e poderão ser formalizadas de forma mais rápida”, explicou,
em nota, o MDR. A pasta afirma já ter repassado R$ 430,2 milhões ao FGTS.</p>



<p>A
medida foi considerada um alívio momentâneo, mas não uma solução definitiva. O
setor de construção pedia que o governo zerasse a parcela repassada pelo OGU às
faixas citadas, para que pudesse avançar de imediato com as obras que estão
paradas à espera do dinheiro do Tesouro. Além disso, o governo havia prometido
liberar R$ 1 bilhão para regularizar os pagamentos das obras, mas, segundo um
empresário do setor, “nada foi liberado até agora”.</p>



<p>O
presidente da Cbic, José Carlos Martins, acredita que o problema deve ser
resolvido com a antecipação do repasse de dividendos de bancos públicos ao
Tesouro, estratégia anunciada pelo governo para desbloquear algumas despesas do
Orçamento. “Isso permitirá ao governo ter uma renda extra para pagar”, afirmou.</p>



<p>O
MDR afirmou que tem priorizado a aplicação dos recursos da União no MCMV. O
governo liberou à pasta, até agosto, R$ 4,56 bilhões, dos quais R$ 2,73 bilhões
foram destinados ao programa, sendo R$ 2,3 bilhões à faixa 1. “Ciente do ritmo
de execução do programa e do cenário econômico do país, o MDR e o Ministério da
Economia trabalharam em conjunto, desde o início do ano, para garantir o
regular desembolso financeiro ao programa nos primeiros seis meses. Os órgãos
também buscam alternativas para ampliar a disponibilidade de recursos e assegurar
a continuidade do MCMV no segundo semestre”, diz a nota.</p>



<p><em>R$ 2,73 bilhões</em></p>



<p><em>Valor liberado pelo governo ao MCMV
até agosto</em></p>



<p><em>250 mil</em></p>



<p><em>Número de unidades habitacionais
pendentes</em></p>



<p>Com <a href="https://www.diariodepernambuco.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Diário de Pernambuco (abre numa nova aba)">Diário de Pernambuco</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Governo Federal garante investimentos para andamento do Minha Casa, Minha Vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Apr 2019 13:52:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção & Incorporação]]></category>
		<category><![CDATA[Minha Casa Minha Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[Articulação dos titulares da Casa Civil e do Ministério do Desenvolvimento Regional assegurou o montante de R$ 800 milhões para o Programa. Tema é prioridade da União Os recursos para o Minha Casa, Minha Vida (MCMV) estão assegurados pelo Governo Federal. A medida vai garantir a continuidade das obras e permitirá que a capacidade mensal [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-6181 size-full" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2014/11/Incorporação-imobiliária.png" alt="investimentos Minha Casa Minha Vida" width="800" height="400" title="Governo Federal garante investimentos para andamento do Minha Casa, Minha Vida 3" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2014/11/Incorporação-imobiliária.png 800w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2014/11/Incorporação-imobiliária-300x150.png 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2014/11/Incorporação-imobiliária-768x384.png 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><em>Articulação dos titulares da Casa Civil e do Ministério do Desenvolvimento Regional assegurou o montante de R$ 800 milhões para o Programa. Tema é prioridade da União</em></p>
<p>Os recursos para o Minha Casa, Minha Vida (MCMV) estão assegurados pelo Governo Federal. A medida vai garantir a continuidade das obras e permitirá que a capacidade mensal dos repasses financeiros do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) ao Programa seja de R$ 550 milhões nos meses de abril e maio e de R$ 500 milhões em junho. O tema vem sendo tratado ao longo deste ano pela Casa Civil e pelo MDR. A decisão foi tomada nesta semana durante reunião da equipe econômica na Junta de Execução Orçamentária (JEO). O aporte será disponibilizado pelo Ministério da Economia.</p>
<p>A Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2019 prevê investimentos de R$ 4,1 bilhões para o Programa. No entanto, o Decreto nº 9.741, de 29 de março de 2019, publicado pelo Ministério da Economia, reduziu os limites, no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), para empenho (em 27%) e para pagamentos (em 39%) do MDR. O ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, tratou a situação com o ministro-chefe da Casa Civil da Presidência República, Onyx Lorenzoni, que garantiu a suplementação de R$ 800 milhões para a continuidade do Minha Casa, Minha Vida. O Programa é uma das prioridades do presidente da República, Jair Bolsonaro.</p>
<p><strong>Pagamentos em 2019</strong></p>
<p>Desde o início do ano, o MDR liberou R$ 933 milhões ao Minha Casa, Minha Vida. Em janeiro e fevereiro houve um repasse menor para o Programa, justamente em razão do limite de pagamento do MDR. Nesses dois meses foram liberados R$ 200 milhões para o Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), uma das modalidades do Faixa 1 do MCMV. Outros R$ 100 milhões foram destinados para o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), que atende as Faixas 1,5 e 2 do Programa. Foram disponibilizados, também, R$ 33 milhões para o Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR).</p>
<p>A partir de um trabalho do MDR e da Casa Civil junto ao Ministério da Economia, foi antecipado um fluxo financeiro relevante e, com isso, ampliada a capacidade de pagamento de março. A antecipação foi definida pela Portaria nº 105, de 1º de março de 2019, que aumentou o limite do MDR em R$ 450 milhões no último mês. Com o acréscimo, a liberação foi de R$ 399 milhões em março, sendo R$ 271 milhões para o FAR, R$ 65 milhões para o FGTS e R$ 63 milhões para o PNHR.</p>
<p>Em abril, até o momento, foram disponibilizados R$ 130,2 milhões para o FAR, R$ 40 milhões para o FGTS e R$ 30 milhões para o PNHR.</p>
<p><strong>MCMV</strong></p>
<p>Entre 2009 e 2018, o Programa contratou aproximadamente 5,5 milhões de unidades habitacionais das Faixas 1; 1,5; 2 e 3 em todo o País. Destas, mais de 4 milhões já foram entregues à população.</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://integra.mdr.gov.br/MI/login" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ministério do Desenvolvimento Regional</a></em></p>
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