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	<title>marketplace &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<description>Software de Gestão Empresarial</description>
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		<title>A vez do marketplace</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Sep 2018 12:21:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Conectar clientes e varejistas de forma direta, aproveitar o alto fluxo de grandes e-commerces, conseguir valores mais acessíveis e margem de lucro maior, com ganhos que se estendem aos consumidores, lojistas e operadores – essa é a proposta do marketplace –, inovadora ferramenta para comércio eletrônico. Mas, por que apostar nesta plataforma que funciona como [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5348 aligncenter" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/09/marketplace.jpg" alt="marketplace" width="1000" height="501" title="A vez do marketplace 2" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/09/marketplace.jpg 1000w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/09/marketplace-920x461.jpg 920w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/09/marketplace-300x150.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/09/marketplace-768x385.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p>Conectar clientes e varejistas de forma direta, aproveitar o alto fluxo de grandes e-commerces, conseguir valores mais acessíveis e margem de lucro maior, com ganhos que se estendem aos consumidores, lojistas e operadores – essa é a proposta do marketplace –, inovadora ferramenta para comércio eletrônico.</p>
<p>Mas, por que apostar nesta plataforma que funciona como uma espécie de shopping center virtual? Enquanto no e-commerce as operações de compra e venda são centralizadas, isto é, sai do fornecedor, passa pelo varejista e chega ao cliente, no <em>marketplace </em>o estoque é descentralizado – o produto sai do <em>seller</em>(vendedor) e vai direto para o consumidor. “Quanto mais ‘força’ e itens de mercadoria a plataforma possuir, maior será a atração de clientes. E, ainda, o seller só paga pelo que for vendido”, diz o Director of Business Unit Technology da FH, Sandro Stanczyk.</p>
<p>Além de adquirir a tecnologia necessária, é essencial contar com um suporte de operação para a solução de questões sobre entrega, trocas e devoluções. O papel do <em>seller </em>também é fundamental,<em> </em>vai desde as estratégias de venda, qualidade de produção, posicionamento de produtos até as promoções, entre outras responsabilidades. “O importante é oferecer ao consumidor final a melhor experiência de compra”, reforça Stanczyk.</p>
<p>Este modelo de comércio eletrônico vem se popularizando e, além do segmento B2C, é uma aposta para quem atua no mercado B2B. “Ele possibilita a redução de estoque; a padronização de produtos; o aumento da quantidade de oferta; a segurança de contar com indicadores transacionais e dados sobre os fornecedores; sem contar que o cliente consegue ver todas as opções de compra, organizadas por categorias; entre tantas outras vantagens”, cita o Director of Business Unit Technology da FH.</p>
<p>Mais do que isso, ao optar por esse modelo de negócio, além do baixo investimento, ainda é possível aumentar as vendas; obter um rápido <em>go-to-market </em>e diminuir o custo por operação. Outro ponto positivo é que estudos de mercado auxiliam os varejistas nas vendas e garantem um elevado número de visitantes na plataforma. Quanto à arquitetura, segundo explica Stanczyk, o marketplace oferece catálogo inteligente, SEO, recomendação, SAC, gestão de seller, entre outras funcionalidades.</p>
<p>De acordo com informações divulgadas pela Ebit, em 2017, as vendas por meio do marketplace somaram R$ 73,4 bilhões. Entre os exemplos de <em>marketplaces</em>estão: Americanas, Mercado Livre, Shoptime, Dafiti, Extra, entre outros.</p>
<p><strong>Atenção às políticas para o comércio eletrônico</strong></p>
<p>Vale um alerta em relação à nova regulamentação do Banco Central: a partir de 28 de setembro, haverá alterações nas políticas para o comércio eletrônico – a retenção e <em>splits </em>financeiros passarão a ser realizados pelos gateways de pagamento; os sellers deverão emitir NFe no valor total para o cliente final. Além disso, não existirão mais retenções, o marketplace poderá restringir a divulgação, multar e até cancelar o contrato com o seller.</p>
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