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	<title>Livro &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>Livro, artigo de luxo? Quanto custa e quanto pode custar um livro no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2020 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Carga tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Impostos]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto de reforma do governo federal prevê cobrança de contribuição para o setor de livros. Novo tributo pode encarecer obras em 20%, dizem editores. Quem quer proteger e quem quer criticar o mercado de livros no Brasil está em lados opostos do campo de batalha, mas utiliza o mesmo argumento: o preço é elevado e [&#8230;]]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Projeto de reforma do governo federal prevê cobrança de contribuição para o setor de livros. Novo tributo pode encarecer obras em 20%, dizem editores.</strong></h3>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="555" height="1024" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/08/custos-livro-555x1024.jpg" alt="custos livro" class="wp-image-11955" title="Livro, artigo de luxo? Quanto custa e quanto pode custar um livro no Brasil 1" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/08/custos-livro-555x1024.jpg 555w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/08/custos-livro-920x1698.jpg 920w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/08/custos-livro-163x300.jpg 163w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/08/custos-livro-768x1417.jpg 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/08/custos-livro-832x1536.jpg 832w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/08/custos-livro-980x1809.jpg 980w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/08/custos-livro-480x886.jpg 480w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/08/custos-livro.jpg 984w" sizes="(max-width: 555px) 100vw, 555px" /><figcaption>O que compõe o preço médio de um livro no Brasil — Foto: Arte/G1</figcaption></figure>



<p>Quem quer proteger e quem quer criticar o mercado de livros no Brasil está em lados opostos do campo de batalha, mas utiliza o mesmo argumento: o preço é elevado e faz do livro um artigo quase de luxo.</p>



<p>Se a primeira etapa da reforma tributária do governo federal&nbsp;enviada para o Congresso&nbsp;for aprovada, o setor perde a isenção de recolhimento de contribuição que tem atualmente. Assim, um&nbsp;novo tributo, estimado em 12%,&nbsp;passará a incidir sobre ele.&nbsp;Editores estimam que o livro fique 20% mais caro.</p>



<p>Para explicar o que compõe o valor do livro e qual será o impacto do possível tributo no mercado editorial, o&nbsp;<strong>G1</strong>&nbsp;conversou com Alexandre Martins Fontes, dono da Livraria Martins Fontes, e Marcos da Veiga Pereira, presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel) e da editora Sextante.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Taxação de livros: perguntas e respostas</li><li>Livrarias reabrem com queda de vendas e ajuda digital</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">O que compõe o preço do livro no Brasil</h2>



<p>O valor de capa do livro, aquele que o cliente efetivamente paga, é sugerido pelas editoras com base em dois pontos: um cálculo objetivo e uma percepção subjetiva. Em 2019,&nbsp;o preço médio do livro no Brasil foi R$ 19, segundo dados da Nielsen, do Snel e da Câmara Brasileira do Livro.</p>



<p>Esse preço precisa conter o pagamento do autor, os gastos para fazer o livro, os custos e os lucros de editora, distribuidor e livrarias. Na conta da editora, a divisão média é a seguinte:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>10% de direitos autorais</strong>: valor pago aos autores pela obra;</li><li><strong>5% de custos editoriais</strong>: revisão, projeto gráfico, ilustração, capa, tradução e copidesque (nos casos de obras internacionais);</li><li><strong>10% de custos industriais</strong>: papel, impressão e embalagem;</li><li><strong>15% de despesas administrativas</strong>: salários, marketing e divulgação, logística e eventos;</li><li><strong>5% de reserva para perdas diversas</strong>: estoque, adiantamentos de direitos autorais e contas a receber;</li><li><strong>5% de lucro para a editora;</strong></li><li><strong>50% de margem para livrarias ou distribuidores.</strong></li></ul>



<p>Depois de prontos, os livros são vendidos para livrarias ou distribuidoras com 50% de desconto do valor de capa, em média.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Se um exemplar custa R$ 50 para o consumidor final, ele é vendido para as livrarias ou distribuidoras por R$ 25 em média, dizem os entrevistados.</p></blockquote>



<p>Assim, as livrarias que compram diretamente das editoras têm margem de 50% do valor de capa para pagar seus custos (funcionários, aluguel), ter lucro e trabalhar com o preço, oferecendo promoções.</p>



<p>No caso das que dependem das distribuidoras, essa margem cai para 30 a 35%, em média. “O distribuidor compra o livro da editora e revende para a livraria. Principalmente as pequenas não têm volume de compra para justificar o pedido direto porque precisam comprar um exemplar de cada editora”, diz Martins Fontes.</p>



<p>Então, onde entra a percepção subjetiva nessa conta? Com base nas porcentagens que compõem o livro, é possível estipular o valor.</p>



<p>Pereira explica que os editores se baseiam no preço que o livro custou para ser produzido, revisado e impresso e dividem pela tiragem.</p>



<p>Como esse custo unitário representa, geralmente, 15% do valor de capa, eles fazem a relação percentual e chegam ao preço que o livro precisa de fato custar nas livrarias.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“É como se fizéssemos a conta de cabeça para baixo. Se imprimimos 3 mil exemplares de um livro que custou R$ 30 mil, o custo unitário dele foi R$10. Como o custo representa 15% do preço de venda, fazemos a relação e esse livro precisa ser vendido por R$ 66”, explica o editor.</p></blockquote>



<p>“Mas sempre determinamos em função da percepção de valor que temos dele. Baseado em que tipo de livro é, chegamos à conclusão que ele tem que custar R$ 50 e não R$ 66.” Essa percepção de preço não se explica, é preciso anos de mercado.</p>



<p>A partir daí, há um esforço para diminuir o custo. A melhor maneira é pelo aumento da tiragem: quanto mais cópias, menor o valor de cada uma delas. Mas há o risco de que a tiragem seja maior do que o interesse do público.</p>



<p>Esse raciocínio ajuda a explicar por que o número de cópias impressas é um dos principais condicionadores de preço no país. A tiragem média inicial no Brasil está em torno de três mil exemplares, segundo o presidente do sindicato. Uma tiragem vantajosa começa a partir de cinco mil.</p>



<p>A quantidade está bem abaixo da registrada em outros países. “Esse número sempre varia muito, mas eu diria que a tiragem inicial média de um livro nos Estados Unidos oscila entre 10 e 15 mil exemplares”, avalia Pereira.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Livro está mais caro do que era?</h2>



<p>O valor nominal do livro (o preço que o consumidor paga) aumentou. Se em 2006, ele custava, em média, R$14,20, em 2019 essa média está em torno de R$ 19.</p>



<p>Mas a inflação entre os dois períodos cresceu mais. Entre julho de 2006 e julho de 2020, a inflação acumulada foi de 107% pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). Assim, os R$ 14,20 do livro médio em 2006 equivalem a R$ 29,48 em preços atuais.</p>



<p>Um exemplo conhecido de quem acompanha o mercado editorial, mas ainda utilizado por Martins Fontes e Pereira é “O Código da Vinci”. A obra de Dan Brown foi lançada no Brasil por R$ 34,90. Em valores corrigidos pelo IPCA, seria o equivalente a R$ 83,67 atualmente.</p>



<p>“Se pegar um livro semelhante a ele hoje, vai provavelmente estar perto de R$ 60. Essa diferença foi o quanto ficou mais acessível nos últimos 15 anos”, diz Martins Fontes. Para os editores, a ideia de que o livro é um artigo de luxo reflete desconhecimento do mercado.</p>



<p>“A venda em grandes cadeias aumentou a presença de livros nas classes C e D no início da década. A Avon vendeu nos catálogos a preços baixos (R$ 10) em todo o país e se tornou a maior revendedora do Brasil. As Lojas Americanas vendem muito também. Dizer que livro é elitizado é um pensamento de quem só frequenta livrarias do Leblon e de Pinheiros”, diz Pereira.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que o livro não paga imposto?</h2>



<p>O setor de livros – tanto o produto em si, quanto o papel utilizado para sua impressão – tem imunidade do pagamento de impostos garantida pela Constituição Federal.</p>



<p>Já as contribuições,&nbsp;tributos com destinação específica, não são abordadas na Constituição. O setor editorial recebeu isenção da cobrança do Pis/Pasep e do Cofins (contribuições sociais) em 2004, pela Lei 10.865. No caso da contribuição, o livro não é imune, mas a alíquota é zero.</p>



<p>Se o benefício para o livro for extinto, o preço pode aumentar em 20%. “É uma estimativa ainda porque precisamos entender se vai haver aumento de insumos e dos serviços contratados”, diz Pereira.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como está o mercado editorial brasileiro</h2>



<p>Após amargar quedas nos primeiros meses da pandemia,&nbsp;com faturamento 48% menor em abril, o mercado editorial teve um bom resultado em julho em relação ao mesmo período de 2019.</p>



<p>De acordo com dados de um estudo feito pela Nielsen, apresentados pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), ao longo de julho, houve um aumento de 0,64% em volume e 4,44% em valor, em comparação ao mesmo mês de 2019.</p>



<p>Mas é preciso olhar com atenção para esses dados: o setor seguia em queda desde 2018,&nbsp;quando as redes de livrarias Cultura e Saraiva entraram com pedido de recuperação judicial&nbsp;e fecharam lojas pelo país.</p>



<p>Fonte: <a href="https://g1.globo.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Portal G1</a></p>
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