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	<title>Juros &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>Juros básicos podem cair a 5,25%  ao ano no fim de 2019</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2019 13:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
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<p class="has-drop-cap">O corte maior que o esperado nos juros básicos da economia pode fazer a taxa Selic encerrar 2019 em 5,25% ao ano. A estimativa é da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que divulgou comunicado em que considera positiva a decisão do Banco Central (BC). Nesta quinta-feira (31), o Comitê de Política Monetária (Copom) definiu a taxa Selic em 6% ao ano, com um corte de 0,50 ponto percentual.</p>



<p>A estimativa da CNI é mais otimista que a dos analistas de mercado. A última edição do boletim&nbsp;<em>Focus</em>, pesquisa semanal do BC com instituições financeiras, projetava taxa Selic de 5,5% ao ano no fim de 2019.</p>



<p>Para a confederação, o BC acertou ao reduzir os juros básicos em 0,5 ponto percentual, enquanto a maioria das instituições financeiras projetava corte de 0,25 ponto. Segundo a CNI, o fraco desempenho da atividade econômica, a baixa inflação e o corte de juros em outros países, como ocorreu hoje nos Estados Unidos, favorecem a redução das taxas em países emergentes, como o Brasil.</p>



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<p>Na avaliação da entidade, a queda dos juros é importante para estimular o consumo das famílias e os investimentos das empresas e reativar a economia. O comunicado ressaltou a aprovação em primeiro turno da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados foi um passo importante para o início do ajuste das contas públicas. Para a entidade, a aprovação definitiva da reforma abrirá caminho para novas reduções da Selic.</p>



<h2 class="wp-block-heading">São Paulo</h2>



<p>O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, elogiou&nbsp;a redução dos juros, mas para ele,&nbsp;apesar de&nbsp;a redução ser positiva,&nbsp;poderia ser maior.</p>



<p>“A redução é positiva, mas já existe espaço para mais cortes na Selic”, disse Skaf em nota. Para o presidente da Fiesp,&nbsp;&nbsp;uma Selic na casa de 5% ao ano pode estimular a retomada do crescimento econômico e a geração de emprego que o Brasil tanto almeja.</p>



<p>Para o presidente da Força Sindical, Miguel Torres, a redução dos juros foi tímida e insuficiente, aquém do que o setor produtivo precisaria para fomentar a produção e a geração de novos postos de trabalho. “Entendemos que, com esta queda “conta-gotas”, o Banco Central perdeu uma ótima oportunidade de promover uma drástica redução na taxa básica de juros, que poderia funcionar como um estímulo para a criação de novos empregos e para o aumento da produção no país. Mais uma vez, o Banco Central frustra os anseios dos trabalhadores”, afirmou Torres.</p>



<p>Ele disse que os trabalhadores ficaram “frustrados com a decisão” e que espera que, nas próximas reuniões, o Copom adote “uma política contundente de redução” da Selic para que o país volte a crescer, com geração de empregos e distribuição de renda.</p>



<p>A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) também considerou positiva a redução da taxa. “Reduzir a Selic é indispensável para acelerar a retomada do emprego e diminuir o custo da dívida, o que é muito relevante para um país com alto grau de endividamento como o Brasil”, destacou a entidade, ao apostar que, até o final deste ano, a Selic fique abaixo de 6%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Rio de Janeiro</h2>



<p>A queda da Selic também foi elogiada pela Federação das Indústrias dos Estados do Rio de Janeiro (Firjan). Em nota, a entidade disse&nbsp;que a taxa&nbsp;vai na direção correta, “estimulando o crescimento econômico sem correr o risco de perder o controle da inflação”. A entidade destaca que o baixo desempenho da economia brasileira, refletido na elevada capacidade ociosa das empresas e na alta taxa de desemprego, associado a um cenário externo favorável, com redução dos juros nas principais economias globais, atuam no sentido de aliviar as pressões sobre a inflação e suas expectativas, que seguem dentro da meta estabelecida.</p>



<p>Para a Firjan, a aprovação da reforma da Previdência no primeiro turno na Câmara foi um grande passo para redução do risco fiscal da economia brasileira, porém, a entidade reforça a necessidade da&nbsp; concretização desta reforma e a importância da inclusão de estados e municípios.</p>



<p>Fonte: <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Agência Brasil (abre numa nova aba)">Agência Brasil</a>.</p>
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