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	<title>Investimento &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>Especialistas orientam o que não fazer com o seu dinheiro em 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Jan 2021 17:35:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
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					<description><![CDATA[Títulos prefixados, baixa diversificação de recursos, caderneta de poupança e custos elevados estão entre os pontos de atenção na hora de investir seu dinheiro em 2021. Especialistas orientam o que não fazer com o seu dinheiro em 2021.O ano de 2021 está recheado de incertezas, principalmente econômicas. Com isso, os investidores alertam: mais importante do [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading">Títulos prefixados, baixa diversificação de recursos, caderneta de poupança e custos elevados estão entre os pontos de atenção na hora de investir seu dinheiro em 2021.</h4>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><a href="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/04/CRÉDITO.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/04/CRÉDITO.jpg" alt="Especialistas orientam o que não fazer com o seu dinheiro em 2021" class="wp-image-7078" width="749" height="371" title="Especialistas orientam o que não fazer com o seu dinheiro em 2021 1" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/04/CRÉDITO.jpg 640w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/04/CRÉDITO-300x149.jpg 300w" sizes="(max-width: 749px) 100vw, 749px" /></a></figure>



<p><strong><em>Especialistas orientam o que não fazer com o seu dinheiro em 2021.</em></strong><br />O ano de 2021 está recheado de incertezas, principalmente econômicas. Com isso, os investidores alertam: mais importante do que tentar dar a “tacada certa” é saber o que evitar para não terminar o ano lamentando as escolhas de investimentos.</p>



<p>Apostar em papéis com retornos prefixados, ficar apegado à velha caderneta de poupança ou não ter uma diversificação da carteira estão entre os erros a serem evitados para investir melhor.</p>



<p>Por ora, há pela frente a visão de recuperação da economia em meio à pandemia do coronavírus, um ambiente com taxa básica de juros baixa – a Selic está em 2% ao ano –, mas com a inflação dando sinais claros de alta e uma preocupação crescente com as contas públicas.</p>



<p>Nesse cenário, em que um aumento dos juros já parece contratado pelo mercado financeiro, um dos principais riscos é ficar refém de taxas de retorno preestabelecidas. Confira a seguir as principais recomendações do que não fazer com seu dinheiro neste ano.</p>



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<div class="wp-block-button is-style-squared"><a class="wp-block-button__link has-text-color has-very-dark-gray-color has-background has-vivid-green-cyan-background-color" href="https://dbmsistemas.com/financeiro/">Conheça a Gestão Financeira do DBM Spalla </a></div>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Títulos prefixados</strong></h3>



<p>Luis Stuhlberger, responsável pela gestão do conhecido fundo Verde, já dizia em outubro que preferia “ficar dias presos a ficar aplicado em prefixado”.</p>



<p>Ainda não há clareza sobre o comportamento da inflação, que encerrou 2020 em 4,52%, portanto acima do centro da meta de 4% definida pelo Conselho Monetária Nacional (CMN), mas ainda dentro do intervalo de tolerância.</p>



<p>Se a atividade econômica entrar em um ciclo de retomada, outros preços, para além dos alimentos, tendem a subir, pressionando os índices de inflação e o Banco Central a elevar a taxa Selic – de acordo com o relatório Focus, do Banco Central, o mercado financeiro prevê a taxa básica de juros em 3,25%, ao fim de 2021, e em 4,75%, em dezembro de 2022.</p>



<p>Ter na carteira de investimentos, nesse momento, títulos prefixados, pode ser, assim, um erro, considerando a contratação de uma taxa hoje que poderá ser maior até o vencimento do título em questão.</p>



<p>“O título público prefixado de prazo mais curto [disponível no Tesouro Direto] é o de 2023, são dois anos. Significa deixar o dinheiro preso nesse período. E se a taxa de juros subir, o investidor vai ter algum prejuízo”, explicou José Raymundo de Faria Júnior, planejador financeiro CFP.</p>



<p>Vale lembrar que a relação entre taxa e preço é inversamente proporcional. Toda vez que a taxa de retorno de um título sobe, seu preço diminui. E o contrário também é válido.</p>



<p>O Tesouro Prefixado com vencimento em 2023 pagava uma taxa de juro anual de 5,16% nesta terça-feira (12).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Cuidado com “turn around”</strong></h3>



<p>Empresas em processo de reestruturação de seus negócios, processo conhecido como “turn around”, parecem atrativas a um primeiro momento pelo potencial de mudança, mas podem se tornar um problema para o investidor, se não forem bem avaliadas.</p>



<p>As ações dessas companhias passam, em geral, por períodos de quedas acentuadas em suas cotações e, após o início do turn around, atraem investidores que buscam ganho rápido.</p>



<p>Paulo Batistella Bueno, gestor da Santa Fé Investimentos, alerta que essas empresas devem ser uma opção apenas quando se tem confiança na administração delas – ou seja, com executivos com histórico de entrega de resultados – e, ainda assim, é aconselhável que novatos em renda variável evitem esses papéis.</p>



<p>Como exemplo, Bueno cita a empresa de educação Cogna e a de meio de pagamentos Cielo. “A primeira tem problemas em seu negócio, com um endividamento elevado. A segunda precisa se reinventar com o aumento da concorrência”, pontua.</p>



<p>Para o gestor, as questões não indicam que essas empresas não vão conseguir se reestruturar ou inovar em seus negócios, mas que o processo pode demorar.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Custos dos produtos</strong></h3>



<p>Para quem tem pouco apetite ao risco e foco no curto prazo, os fundos de renda fixa estão sempre entre as opções de mais fácil acesso, em especial os do tipo DI.</p>



<p>No entanto, essas carteiras investem basicamente em títulos públicos atrelados à Selic e tendem (há fundos que aboliram esse custo) a cobrar uma taxa de administração que incide sobre o valor investido, além de Imposto de Renda (com alíquota regressiva) sobre os rendimentos.</p>



<p>Com a Selic em 2% ao ano, a taxa de administração tem um peso ainda maior na remuneração final.</p>



<p>“As taxas que os gestores cobram precisam ser proporcionais ao risco e à atuação do gestor. Um fundo de renda fixa DI exige muito pouco do gestor. Ele praticamente não deveria cobrar taxa de administração”, assinala Bueno, da Santa Fé.</p>



<p>Para o gestor, essa taxa de administração não pode passar hoje de 0,15% ao ano. Fundos que busquem retornos mais elevados, e que por isso tenham uma gestão mais ativa, podem ter taxas de administração mais elevadas, como os multimercados e os de ações não referenciados a índices.</p>



<p>Outra opção para o investidor conservador seria investir diretamente no Tesouro Direto, optando por plataformas de investimento que não cobrem taxa de administração, dada a cobrança obrigatória de uma taxa de custódia de 0,25%, para à B3.</p>



<p>“Minha sugestão é ter um papel do tipo Tesouro IPCA com o prazo mais curto possível. Os títulos curtos são menos voláteis e servem como proteção quando a inflação preocupa”, diz Bueno.</p>



<p>As notícias de que a Bolsa está em um patamar recorde, que o Bitcoin está valendo mais de US$ 30 mil ou que investidores no exterior têm garantido um bom ganho nos últimos meses especialmente com ações de tecnologia costumam levar as pessoas a buscarem a grande tacada para garantir os melhores retornos em um curto período, destinando a maior quantidade de recursos possível para uma só aposta. Mas esse é um dos erros que o investidor precisa evitar: a concentração de investimentos.</p>



<p>“Ano passado, o ouro e os investimentos em dólar lideraram os ganhos. Tem investidor que olha esse retorno e quer concentrar todos os recursos nessas opções. É um erro. Esse comportamento pode não se repetir e o investidor ficar com toda sua carteira com retorno negativo”, enfatiza Leticia Camargo, planejadora financeira com certificação CFP.</p>



<p>Em 2020, o ouro acumulou alta de 56% na B3 e o dólar se valorizou em cerca de 29% em relação à moeda brasileira. Ambos os ativos costumam ser recomendados por alocadores de recursos para proteção das carteiras.</p>



<p>“O investidor não pode ficar em uma única classe de ativos, por melhor que ela pareça. Hoje a diversificação está muito mais simples, com opções em que o valor de aplicação inicial é baixo”, diz o planejador financeiro Faria Júnior.</p>



<p>Essa diversificação, segundo ele, deve ser feita não só em classe de ativos, mas também em moeda. Para valores baixos, o planejador sugere que o investidor procure fundos de investimentos multimercados que apliquem parte dos recursos no exterior.</p>



<p>Também não é aconselhado se ater a um único ativo dentro da mesma classe de ativos. Na parcela destinada para a renda variável, por exemplo, o erro é querer ter uma única ação.</p>



<p>Para Bueno, da Santa Fé, enquanto o investidor não tiver segurança para fazer suas escolhas, pode deixar os recursos em um fundo e observar como o gestor justifica sua seleção para entender melhor a dinâmica – e os riscos – da renda variável.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ignorar perfil de risco ou objetivo</strong></h3>



<p>A recomendação também não é específica para 2021, mas o investidor só vai fazer uma boa aplicação se tiver em mente seu objetivo, sua propensão ao risco e o horizonte de tempo.</p>



<p>“Não adianta querer diversificar antes de ter uma reserva de emergência. Ou investir em um produto de risco se o objetivo é de curto prazo”, afirma Leticia.</p>



<p>Fernando Donnay, gestor de patrimônio da G5 Partners, ressalta que é preciso entender onde está se colocando o dinheiro e se o risco desse ativo é aceitável. “É preciso saber a tolerância ao risco, o quanto um investidor está confortável para perder.”</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>ESG no portfólio</strong></h3>



<p>Bueno, da Santa Fé, considera que um erro do investidor, em especial no mercado acionário, é não considerar os riscos do chamado “ESG”, sigla em inglês para as práticas ambientais, sociais e de governança de uma empresa. Segundo ele, esses fatores estão sendo cada vez mais relevantes no exterior e é preciso considerá-los na hora de investir também no mercado brasileiro.</p>



<p>Fabio Alperowitch, fundador e gestor da Fama Investimentos, também avalia que o tema passará a ser cada vez mais relevante na gestão de recursos.</p>



<p>“Se o investidor tem uma carteira balanceada, com empresas bem geridas e seguras, mesmo em um cenário negativo, ele sabe que elas estarão protegidas pela capacidade de gestão dos administradores”, pontua.</p>



<p>Dentro desse conceito, Alperowitch considera que o investidor brasileiro ainda tem pouca dimensão de como o ESG pode afetar a rentabilidade de seu portfólio. “Isso ainda é novo para a média dos investidores brasileiros. Infelizmente, eles não estão se antecipando a isso.”</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Caderneta de poupança</strong></h3>



<p>Não é segredo para ninguém que a caderneta de poupança tem sido há tempos apontada como uma alternativa a ser evitada pelos brasileiros.</p>



<p>Com a Selic em 2%, a caderneta de poupança tem rendido 70% da taxa básica de juros mais a variação da TR, zerada desde 2018. Isso significa que, apesar da liquidez diária, a poupança está rendendo hoje 1,4% ao ano.</p>



<p>Ainda que não haja incidência de Imposto de Renda ou outros custos sobre o produto, a rentabilidade está bem abaixo da inflação e também perde para aplicações similares, como fundos DI ou Tesouro Selic.</p>



<p>“Claramente a poupança hoje está significando perder dinheiro. A remuneração está em 1,4%, bem abaixo da inflação. É uma péssima alternativa”, diz o educador financeiro Carlos Eduardo Costa.</p>



<p>Fonte: <em><a href="https://www.infomoney.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">InfoMoney</a></em></p>
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