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	<title>indústria &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>Os desafios do setor lácteo diante dos novos acordos internacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Sep 2019 16:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oportunidades & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[setor lácteo]]></category>
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					<description><![CDATA[Não há dúvidas de que o agronegócio é a locomotiva da economia brasileira. E o setor lácteo, um dos principais vagões desta locomotiva, está passando por desafios internos há anos, sobretudo, em razão dos custos de produção e logística, afetados pela ausência de políticas públicas estruturantes e efetivas. De acordo com a ministra da agricultura, [&#8230;]]]></description>
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<p>Não há dúvidas de que o agronegócio é a locomotiva da economia brasileira. E o setor lácteo, um dos principais vagões desta locomotiva, está passando por desafios internos há anos, sobretudo, em razão dos custos de produção e logística, afetados pela ausência de políticas públicas estruturantes e efetivas.</p>



<figure class="wp-block-image"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="800" height="450" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/09/setor-lacteo.jpg" alt="Os desafios do setor lácteo" class="wp-image-8690" title="Os desafios do setor lácteo diante dos novos acordos internacionais 1" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/09/setor-lacteo.jpg 800w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/09/setor-lacteo-768x432.jpg 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/09/setor-lacteo-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p>De acordo com a ministra da agricultura, Tereza Cristina, o alto custo de
produção, agravado por problemas de infraestrutura, somado à margem de lucro
cada vez mais espremida, faz o produtor rural perder competitividade. Dada as
circunstâncias, certamente os produtores rurais, principalmente os pecuaristas,
abandonarão sua atividade ou mudarão de foco, almejando uma maior
rentabilidade.</p>



<p>Além disso, as indústrias de laticínios e as cooperativas de produtores, elo
crucial do setor, nunca se viram em uma ‘saia justa’ no sentido de orquestrar
estratégias a fim de atender os dois públicos exigentes, que estão posicionados
em extremos – o produtor rural e o consumidor final. A indústria de derivados
do leite, em alguns casos por meio de cooperativas agroindustriais, possui o
papel de combinar a oferta e a demanda, uma equação bastante complexa. E, no
meio do caminho, há uma série de agentes intermediários como as
transportadoras, consultorias, fábricas de insumos, atacadistas, varejistas,
entre outros.</p>



<p>Nesse cenário alarmante, há também os novos desafios para os produtores
nacionais ganharem novos horizontes, como a tratativa com a China, que abriu
seu mercado para o Brasil exportar derivados de leite, e as boas notícias como
o recente acordo entre o Mercosul e a União Europeia, que promete “abrir as
porteiras”. Mas, apesar do lado positivo, encontramos dúvidas, pois trata-se de
uma competição desleal uma vez que não estamos equiparados em termos de
igualdade com os produtos estrangeiros, em razão do custo dos encargos
brasileiros, principalmente a alta carga tributária.</p>



<div class="wp-block-button is-style-squared"><a class="wp-block-button__link has-text-color has-very-dark-gray-color has-background has-pale-cyan-blue-background-color" href="https://dbmsistemas.com/industria-producao/">Conheça a Gestão de Produção do DBM Spalla</a></div>



<p>Somada a essa questão, enfrentamos também o desafio de tornar o agro 4.0. Ou
seja, analisar minuciosamente a cadeia produtiva do leite a fim de mapear os
processos, identificar os gargalos e aplicar as tecnologias necessárias para a
automação em todos os elos da cadeia. Estamos diante da mola propulsora do
processo de Transformação Digital do Agronegócio em todos os âmbitos, desde o
campo (fazenda), passando pela logística, indústria, processo de produção
industrial, distribuição até chegar no varejo.</p>



<p>Citando o ditado popular do meio rural “o que engorda o gado é o olho do
dono”, essa premissa não mudará, continuará viva nos produtores rurais. Porém,
com o advento das tecnologias e em frente aos novos desafios, este olhar do
dono precisa se tornar digital. Em outras palavras – mais urbanas – o “olhar do
dono” se fará presente por meio de processos automatizados nas fazendas, como a
irrigação, o consumo de energia elétrica, o monitoramento microclimático, o
controle zootécnico, os sistemas automatizados de ordenha, o sensoriamento dos
animais e ativos, entre outros.</p>



<p>Uma vez que o fator determinante do sucesso atualmente é a batalha pelos
preços na prateleira dos supermercados, surge a indagação: em qual momento eu
posso atenuar custos para majorar os lucros? A resposta são os investimentos em
tecnologia com o objetivo de alcançar uma gestão efetiva a partir dos dados
coletados de forma automatizada, que se tornará uma condição indispensável até
mesmo em razão da necessidade de cumprir as normas de segurança alimentar e
melhorar as métricas da produção.</p>



<p>Para isso, faz-se necessário a escolha de um parceiro com domínio
tecnológico e conhecimento mercadológico sobre o ‘negócio do leite’. Isso forma
o alicerce, entre pessoas, processos e tecnologias, necessário para suportar a
jornada da Transformação Digital, na qual os processos são repensados a partir
da ótica dos dados e, assim, soluções assertivas sugeridas para apoiar os
processos em toda a cadeia produtiva, de ponta a ponta. A ideia é que as
informações direcionem como simplificar, automatizar e controlar as operações
com maior assertividade nos custos e na garantia de qualidade por meio da
implementação de tecnologias como Analytics, Inteligência Artificial, Machine
Learning, IoT, Chatbot, entre outros.</p>



<p>O Brasil é um gigante do agronegócio sob o ponto de vista mundial e essa posição pode ser ampliada se repensarmos as tomadas de decisões e baseá-las em dados, não em achismos, ou seja, adotar uma cultura></p>



<p><em>*James Cisnandes Jr. é Head de Agribussiness da <a href="https://www.engineering.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Engineering (abre numa nova aba)">Engineering</a>, companhia global de Tecnologia da Informação e Consultoria especializada em Transformação Digital</em></p>
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		<item>
		<title>Compra de insumos isentos da Zona Franca dá direito a crédito de IPI, decide STF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Apr 2019 13:11:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
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					<description><![CDATA[Quem compra insumos e matéria-prima isentos de tributação da Zona Franca de Manaus tem direito a crédito de IPI, decidiu nesta quinta-feira (25/4), o Plenário do Supremo Tribunal Federal. A decisão foi tomada por maioria e seguiu o voto da ministra Rosa Weber, relatora de um dos recursos. O ministro Marco Aurélio, relator do primeiro [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="439" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/industria-brasileira-1024x439.jpg" alt="Compra insumos isentos" class="wp-image-4740" title="Compra de insumos isentos da Zona Franca dá direito a crédito de IPI, decide STF 2" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/industria-brasileira-1024x439.jpg 1024w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/industria-brasileira-920x394.jpg 920w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/industria-brasileira-300x129.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/industria-brasileira-768x329.jpg 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/industria-brasileira-1080x463.jpg 1080w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/industria-brasileira.jpg 1370w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Quem compra insumos e matéria-prima isentos de tributação da Zona Franca de Manaus tem direito a crédito de IPI, decidiu nesta quinta-feira (25/4), o Plenário do Supremo Tribunal Federal. A decisão foi tomada por maioria e seguiu o voto da ministra Rosa Weber, relatora de um dos recursos. O ministro Marco Aurélio, relator do primeiro recurso apregoado, ficou vencido. </p>



<p>O Plenário definiu a seguinte tese, para fins de repercussão geral: “Há direito ao creditamento de IPI na entrada de insumos, matéria prima e material de embalagem adquiridos junto à Zona Franca de Manaus sob o regime de isenção, considerada a previsão de incentivos regionais constante do artigo 43, parágrafo 2º, inciso III, da Constituição Federal, combinada com o comando do artigo 40 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT)”.</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>





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<p>O julgamento teve início na sessão de quarta-feira (24/4) e foi suspenso depois de quatro votos. O caso foi retomado com o voto da ministra Rosa Weber e seguiu empatado até o voto do decano, ministro Celso de Mello. O presidente da corte, Dias Toffoli, acompanhou a corrente vencedora, formada por ele, pela ministra Rosa e pelos ministros Luiz&nbsp;Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello.</p>



<p>A ministra Rosa Weber seguiu a divergência, aberta pelo ministro Luiz Edson Fachin e que formou a corrente majoritária. Rosa é relatora do outro recurso que trata do tema e que teve repercussão geral reconhecida. Em 2016, quando o julgamento foi iniciado, a ministra admitiu a utilização dos créditos por entender que a Zona Franca constitui exceção à regra geral estabelecida pela jurisprudência do STF, mas com o objetivo de reduzir desigualdades regionais e estimular o desenvolvimento do país.</p>



<p>Para os ministros, a Zona Franca de Manaus, por estar prevista no ADCT, foi constitucionalizada. “O STJ, constitucionalmente encarregado da uniformização da lei federal, vem decidindo observando a mesma ratio que estou a adotar, que é a preservação do tratamento diferenciado à ZFM. Como a venda de mercadorias destinada à Zona Franca equivale a exportação de produto brasileiro ao exterior, o contribuinte que realizar essas exportações, faz jus a esse benefício”, avaliou a ministra.</p>



<p>Os ministros Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e Dias Toffoli também seguiram a divergência, negando provimento ao recurso.</p>



<p>O recurso extraordinário de relatoria da ministra Rosa Weber foi apregoado em conjunto. Neste caso, no entanto, os ministros Marco Aurélio e Luiz Fux estavam impedidos. Ela, Luiz Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e Dias Toffoli votaram por negar provimento ao recurso, admitindo o creditamento. Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia ficaram vencidos.</p>



<p><strong>RE 592.891<br />RE 596. 614</strong></p>



<p>Fonte:<br />Por&nbsp;Ana Pompeu<br />Revista&nbsp;<a href="https://www.conjur.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Consultor Jurídico</strong></a></p>
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		<title>Saiba como tecnologia e capacitação humana ajudam a indústria a apostar em vendas diretas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Apr 2019 11:31:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[vendas diretas]]></category>
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					<description><![CDATA[De forma bem resumida, o caminho de um produto até ser adquirido pelo consumidor possui dois atores principais: a indústria responsável pela sua fabricação e o varejo que faz a venda ao público-alvo. Contudo, de uns tempos para cá, houve uma mudança importante nessa cadeia. Os fabricantes descobriram o impacto que a venda direta de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-7037 size-full" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/04/venda-direta.jpg" alt="indústria vendas diretas" width="670" height="460" title="Saiba como tecnologia e capacitação humana ajudam a indústria a apostar em vendas diretas 4" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/04/venda-direta.jpg 670w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/04/venda-direta-300x206.jpg 300w" sizes="(max-width: 670px) 100vw, 670px" /></p>
<p>De forma bem resumida, o caminho de um produto até ser adquirido pelo consumidor possui dois atores principais: a indústria responsável pela sua fabricação e o varejo que faz a venda ao público-alvo. Contudo, de uns tempos para cá, houve uma mudança importante nessa cadeia. Os fabricantes descobriram o impacto que a venda direta de seus bens ao usuário final possui na rentabilidade do negócio – o que só foi possível graças ao desenvolvimento tecnológico dos últimos anos e a capacitação de profissionais para traçar as melhores estratégias de atuação nesse canal.</p>
<p>A venda direta nada mais é do que uma modalidade em que a indústria disponibiliza seus produtos diretamente aos consumidores, sem a necessidade de intermediação. É uma tática comum em um cenário de instabilidade econômica como o que o Brasil enfrenta atualmente. Levantamento do IBGE indica que a indústria nacional teve um leve crescimento de 0,6% em 2018, a primeira alta no indicador desde 2013. Contudo, a mesma pesquisa aponta que o rendimento médio real caiu 1,7% e os custos industriais cresceram 8,8%, de acordo com dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Portanto, não chega a ser surpreendente a busca por modelos alternativos para melhorar as vendas.</p>
<p>Até pouco tempo atrás, era praticamente impossível para as indústrias venderem seus produtos diretamente ao consumidor. O processo era caro devido às inúmeras despesas envolvidas, como logística ineficiente e que não atingia a capilaridade necessária. O advento do e-commerce mudou esta situação. A chegada e consolidação do digital, com plataformas que automatizam procedimentos e facilitam a tomada de decisão, barateou os custos, simplificou o modelo e permitiu que essas empresas não só ampliassem a atuação de sua marca, mas conseguissem aumentar suas vendas.</p>
<p>O segundo ponto foi justamente melhorar a qualificação humana para realizar essa transformação digital sem qualquer prejuízo para o negócio – afinal, não basta ter tecnologia de ponta se não souber utilizá-la. Qualquer recurso implementado deve colocar o homem no centro das atenções, seja para identificar o perfil dos clientes e facilitar a venda direta, auxiliar os revendedores, engajar os usuários, aumentar a eficiência logística, etc. Ferramentas mal implementadas ou que não resolvem problemas reais das pessoas podem burocratizar ainda mais o processo e, em alguns casos, atingir o efeito contrário.</p>
<p>Com esses dois pontos, o fabricante vai perceber que a venda direta não significa quebrar a cadeia de distribuição e varejo. As indústrias podem, por exemplo, utilizar o canal de venda online para vender os produtos de sua marca e, com esta tecnologia, direcionar a operação para representantes que possuem presença física mais próxima ao consumidor. Assim, conseguem realizar tudo o que o <em>omnichannel</em> tem a oferecer, como a retirada do item em loja, a manutenção do revendedor como parceiro estratégico e a garantia de que uma venda não será perdida por falta de estoque local.</p>
<p>Vender diretamente ao consumidor final já é uma realidade – indústrias que não estão preparadas para isso podem ser consideradas atrasadas. Existem inúmeras estratégias para fazer essa transformação sem ignorar a sua cadeia atual, que continua importante para a rentabilidade do negócio. O segredo é aproveitar a tecnologia para incluir de forma transparente o revendedor, fortalecendo a relação e os laços locais com os consumidores. Para isso, reveja sua estrutura interna, sua cultura e seus líderes: a partir de agora, o cliente final também se torna um importante <em>player</em> no jogo das indústrias.</p>
<p><em>Felipe Macedo é sócio-fundador da CoreBiz, agência de marketing digital especializada em e-commerce.</em></p>
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