<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Indústria 4.0 &#8211; DBM Sistemas</title>
	<atom:link href="https://dbmsistemas.com/tag/industria-4-0/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://dbmsistemas.com</link>
	<description>Software de Gestão Empresarial</description>
	<lastBuildDate>Wed, 30 Sep 2020 11:52:41 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2022/12/cropped-spalla-logo-32x32.png</url>
	<title>Indústria 4.0 &#8211; DBM Sistemas</title>
	<link>https://dbmsistemas.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>BNDES lança linha de crédito voltada para Indústria 4.0</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/bndes-lanca-linha-de-credito-voltada-para-industria-4-0/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=bndes-lanca-linha-de-credito-voltada-para-industria-4-0</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2020 13:05:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria 4.0]]></category>
		<category><![CDATA[linha de crédito]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dbmsistemas.com/?p=12206</guid>

					<description><![CDATA[O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançou hoje (29) a nova linha Crédito e Serviços 4.0, que vai financiar serviços tecnológicos avançados e os chamados intangíveis, em especial voltados para a pequena e média empresa.&#160; A nova linha visa a modernização das empresas, estimulando a transformação digital e adoção de tecnologias 4.0. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="512" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/industria_4_0-1280x640-1024x512.jpg" alt="BNDES lança linha de crédito voltada para Indústria 4.0" class="wp-image-6645" title="BNDES lança linha de crédito voltada para Indústria 4.0 3" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/industria_4_0-1280x640-1024x512.jpg 1024w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/industria_4_0-1280x640-920x460.jpg 920w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/industria_4_0-1280x640-300x150.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/industria_4_0-1280x640-768x384.jpg 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/industria_4_0-1280x640-1080x540.jpg 1080w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/industria_4_0-1280x640.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançou hoje (29) a nova linha Crédito e Serviços 4.0, que vai financiar serviços tecnológicos avançados e os chamados intangíveis, em especial voltados para a pequena e média empresa.&nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1389279&amp;o=node" alt="ebc" title="BNDES lança linha de crédito voltada para Indústria 4.0 4"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1389279&amp;o=node" alt="ebc" title="BNDES lança linha de crédito voltada para Indústria 4.0 5"></p>



<p>A nova linha visa a modernização das empresas, estimulando a transformação digital e adoção de tecnologias 4.0. O financiamento é destinado a empresas, produtores rurais e ao setor público, e operacionalizado por meio de crédito indireto automático. O gerente de Clientes do BNDES, Gabriel Aidar, explicou que o objetivo é preparar as empresas para a implantação da manufatura avançada e viabilizar a implantação de soluções de cidades inteligentes.</p>



<p>Entre os serviços tecnológicos apoiados pela nova linha de crédito estão manufatura enxuta e avançada, digitalização, internet das coisas (IdC), desenvolvimento de novos produtos e processos, tecnologias industriais básicas, eficiência energética e redução de resíduos. O limite por operação é de até R$ 5 milhões. A participação do BNDES é de 100%, com 20% de giro associado. O prazo de pagamento é de até 120 meses, com prazo de carência de três a 24 meses.</p>



<p>“A gente financia inteligência, a capacidade de gerar contribuições em vários setores, em várias áreas”, disse o diretor de Participações, Mercado de Capitais e Crédito Indireto do BNDES, Bruno Laskowsky. Isso compreende tudo que é relacionado à digitalização, economia produtiva, manuseio de dados,&nbsp;<em>Big Data</em>, IdC, entre outros serviços, que somados aos financiamentos tradicionais podem levar ao crescimento da economia.</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>





<div class="wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-white-color has-luminous-vivid-orange-background-color has-text-color has-background" href="https://dbmsistemas.com/industria-producao/"><strong><em>Conheça a Gestão de Indústria do ERP DBM Spalla</em></strong></a></div>
</div>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<h2 class="wp-block-heading">Marco da indústria</h2>



<p>O lançamento da linha Créditos e Serviços 4.0 vai complementar a linha Finame Máquinas 4.0 para aquisição de máquinas compatíveis com o sinal de internet 5G e IdC. A Finame Máquinas 4.0 já tem cadastrados 119 itens e 50 fabricantes, informou o gerente de Clientes do BNDES, Gabriel Aidar. O diretor Bruno Laskowsky afirmou que o novo programa de financiamento é um marco estruturante para a indústria nacional. “O BNDES quer gerar impacto social, melhorar a vida das pessoas lá na ponta e incentivar a economia”, declarou.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Competitividade</h2>



<p>O ministro substituto da Ciência, Tecnologia e Inovações, Julio Semeghini, sustentou que a ideia é que a transformação digital possa avançar no país. Segundo ele, o ministério tem trabalhado para que as chamadas tecnologias 4.0 possam abranger o Brasil como um todo. Em edital lançado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) recentemente, foram inscritos 1.190 projetos que solicitaram crédito de R$ 1,7 bilhão, e o edital só disponibilizava R$ 50 milhões. “Isso mostra como o Brasil está preparado para aproveitar a oportunidade da transformação digital”, disse Semeghini.</p>



<p>O secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos Da Costa, destacou que quando se fala hoje em financiar desenvolvimento, está se falando de ativos intangíveis. “Eu enxergo a nova linha do BNDES como um exemplo, talvez o mais importante, porque a transição para a indústria 4.0 é um fenômeno que traz oportunidades fundamentais para nós hoje”. Costa não tem dúvida que a indústria 4.0 permitirá ao Brasil dar saltos de produtividade e, consequentemente, de emprego e renda. O secretário afirmou que a nova linha de crédito do banco será complementada por ações da&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-04/entidades-e-governo-vao-debater-iniciativas-para-industria-40" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Câmara Brasileira da Indústria 4.0</a>.</p>



<p>Para o presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), José Velloso, o Brasil não pode ficar de fora das tecnologias habilitadoras da indústria 4.0. “Nós precisamos disso”.&nbsp;</p>



<p>Velloso completou que a melhoria da competitividade e da produtividade da indústria nacional passa por essas ferramentas. O diretor de Desenvolvimento Industrial da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Carlos Abijaodi, considerou que a evolução rápida da indústria tem sido preocupação também dos países desenvolvidos e o Brasil está precisando fazer o mesmo, de modo a aumentar a capacidade da indústria nacional para competir internacionalmente. Abijaodi comentou que o salto para a indústria 4.0 vai trazer desafios para os setores público e privado e vai ajudar na retomada da economia.</p>



<p>O diretor-geral do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Rafael Lucchesi, observou, por sua vez, que os serviços tecnológicos são habilitadores da indústria 4.0. Ele acredita que a parceria com o BNDES terá desdobramentos importantes para a indústria brasileira ser mais competitiva e ganhar novos mercados.<br /><br />O diretor presidente da Embrapii, organização social voltada à inovação na indústria, Jorge Almeida Guimarães, salientou que ao fomentar a digitalização das empresas, o BNDES contribui para prepará-las para a obtenção de crédito. A Embrapii tem atualmente 61 unidades cuja grande força é o conhecimento intangível para atender às demandas das empresas nacionais, em todos os segmentos da indústria 4.0.</p>



<p>De acordo com Guimarães, isso acontece porque a grande maioria das empresas brasileiras, sobretudo as de pequeno porte, não têm centros de pesquisa e desenvolvimento, que é o que a Embrapii oferece. Ele acredita que as tecnologias digitais modernas vão diminuir a distância entre as indústrias do Brasil e do mundo. Acrescentou que a meta da Embrapii é desenvolver a indústria nacional com vistas à internacionalização das empresas.</p>



<p>Fonte <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agência Brasil</a> – Alana Gandra</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O impacto das leis de incentivo na Indústria 4.0</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/o-impacto-das-leis-de-incentivo-na-industria-4-0/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-impacto-das-leis-de-incentivo-na-industria-4-0</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jan 2020 14:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria 4.0]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dbmsistemas.com/?p=9932</guid>

					<description><![CDATA[O impacto das leis de incentivo na Indústria 4.0.O artigo esclarece que existem diversos mecanismos de fomento público para alavancar investimentos na Indústria 4.0. As leis de incentivo fiscal têm sido fundamentais para aumentar a competitividade das empresas e impulsionar a inovação tecnológica. O conceito de Indústria 4.0 tem sido cada vez mais debatido dentro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="340" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/industria-4-1024x340.jpg" alt="leis de incentivo na Indústria 4.0" class="wp-image-4828" title="O impacto das leis de incentivo na Indústria 4.0 6" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/industria-4-1024x340.jpg 1024w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/industria-4-920x305.jpg 920w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/industria-4-300x100.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/industria-4-768x255.jpg 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/industria-4-1080x358.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><strong><em>O impacto das leis de incentivo na Indústria 4.0.</em></strong><br />O artigo esclarece que existem diversos mecanismos de fomento público para alavancar investimentos na Indústria 4.0. As leis de incentivo fiscal têm sido fundamentais para aumentar a competitividade das empresas e impulsionar a inovação tecnológica.</p>



<p>O conceito de Indústria 4.0 tem sido cada vez mais debatido dentro das organizações. Apesar de o termo ser originalmente criado para fabricação, a aplicação vai muito além das indústrias. Adotar novas tecnologias relacionadas à tendência da Indústria 4.0 contribui para a otimização e automatização de processos de negócios, além de prever problemas futuros e aumentar a produtividade das empresas.</p>



<p>Hoje existem mecanismos de fomento público para alavancar investimentos na Indústria 4.0. As leis de incentivo fiscal, como a Lei do Bem, têm sido fundamentais para alavancar a competitividade das empresas brasileiras, funcionando como instrumento importante para impulsionar os projetos de P&amp;D e inovação tecnológica. Os financiamentos integrados ao regime Ex-Tarifário &#8211; concessão tarifária que reduz a alíquota de imposto de importação de bens de capital (BK), bens de informática e te telecomunicações (BIT) sem similar nacional, também possibilitam a aquisição de maquinários e novas tecnologias. Já o recente Inovacred 4.0 foi desenvolvido para oferecer financiamento para os projetos de digitalização que abarquem a utilização em linhas de produção, de serviços de implantação de tecnologias habilitadoras da Indústria 4.0.</p>



<p>As empresas que investem em inovação assumem um papel de governo, portanto, podem utilizar recursos públicos de financiamentos reembolsáveis à PD&amp;IT (como FINEP, BNDES, BRDE), de forma integrada com incentivos fiscais (tais como Lei do Bem, Lei de Informática, Rota 2030, Ex-Tarifário), como estratégia para alavancar os investimentos na Indústria 4.0 e reduzir o custo efetivo total neste tipo de investimento. Isso permitir a preservação dos recursos próprios para alocação em suas operações.</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>





<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-text-color has-very-dark-gray-color has-background has-pale-cyan-blue-background-color no-border-radius" href="https://dbmsistemas.com/industria-producao/">Conheça a Gestão de Produção do DBM Spalla</a></div>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Alavancando a Indústria 4.0 nas empresas brasileiras</strong></h4>



<p>O investimento é imperativo para impulsionar a competitividade, seja em bens de capital, novos processos, novos modelos de produção e de gestão, e também em recursos humanos. Nos últimos dois anos, as linhas de financiamento direcionadas à Indústria 4.0 ganharam força, facilitando o investimento na área de bens de capital e de processo, e tornando mais acessível este processo às empresas e empreendedores.</p>



<p>Ainda existem muitos desafios na cadeia produtiva para que as empresas, de fato, adotem tecnologias relacionadas à Indústria 4.0, mas o principal gargalo é a falta de conhecimento de mercado. A instabilidade dos últimos anos no Brasil gerou incerteza e insegurança no ambiente industrial. Além disso, a falta de informação sobre as possibilidades de investimento tecnológico acaba engessando o setor. Este cenário reflete diretamente no despreparo de muitas organizações para evoluir produtos e processos para conseguir atender seus clientes mais rapidamente, de maneira intuitiva e customizada.</p>



<p>Por isso, é essencial desmistificar o conceito de 4.0, os benefícios de sua metodologia, para que as empresas compreendam que se trata de uma jornada benéfica à sociedade como um todo, ou seja, empregados, clientes e empresários. A tendência do 4.0 veio para transformar a indústria para que fique cada vez mais eficiente e conceituada, ganhando competitividade inclusive com empresas estrangeiras.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Indústria 4.0 X O novo perfil do consumidor</strong></h4>



<p>Apesar dos passos cautelosos da indústria brasileira na adoção de tecnologias destrutivas baseadas no conceito de Indústria 4.0, já existe um movimento do mercado para aderir à tendência. Para isso, é necessário adaptar-se ao novo perfil de consumo e, principalmente, de consumidor, que está cada vez mais informado, exigente e espera produtos e serviços customizados, além de uma experiência diferenciada. Se antes a indústria prezava pela padronização, agora precisa repensar seus processos para manter-se competitiva.</p>



<p>Aderir à Indústria 4.0 significa aumentar a eficiência operacional, reduzir custos, flexibilizar linhas de produção, diminuir prazos de lançamento de produtos, além de criar produtos e serviços digitais como novos modelos de negócio. O conceito nasceu justamente da necessidade dessas inovações serem cada vez mais rápidas e flexíveis. A flexibilização vem de encontro às necessidades dos clientes e, a Indústria 4.0, a internet industrial e todas as áreas relacionadas ao 4.0 trazem esses benefícios simultaneamente.</p>



<p>A utilização de incentivos fiscais e financiamentos permite que as empresas realizem investimentos que vão impactar a produtividade e a geração de valor agregado para a economia brasileira. A inovação é um importante pilar do crescimento econômico e social de um país e esse tipo de iniciativa é fundamental para fomentar o desenvolvimento das empresas, otimizando a produtividade e competitividade do setor para um crescimento sustentável.</p>



<p><strong>Por Kelvis Tadim, Coordenador de Novos Negócios do <a rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)" href="http://bit.ly/2PCDixQ" target="_blank">FI Group</a>.</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Indústria 4.0, como entender essa revolução dentro das empresas.</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/industria-4-0-como-entender-essa-revolucao-dentro-das-empresas/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=industria-4-0-como-entender-essa-revolucao-dentro-das-empresas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Dec 2019 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria 4.0]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dbmsistemas.com/?p=9832</guid>

					<description><![CDATA[O termo “Indústria 4.0” foi utilizado pela primeira vez em 2011, na Feira industrial de Hannover, na Alemanha e desde então esse termo vem sendo cada vez mais frequente. Podemos assumir que, de modo resumido, diz respeito à comunicação em alta eficiência entre máquinas e homens. Isso, claro, gera impactos e consequências para todos os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="512" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/industria_4_0-1280x640-1024x512.jpg" alt="Indústria 4.0" class="wp-image-6645" title="Indústria 4.0, como entender essa revolução dentro das empresas. 7" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/industria_4_0-1280x640-1024x512.jpg 1024w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/industria_4_0-1280x640-920x460.jpg 920w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/industria_4_0-1280x640-300x150.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/industria_4_0-1280x640-768x384.jpg 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/industria_4_0-1280x640-1080x540.jpg 1080w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/industria_4_0-1280x640.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>O termo “Indústria 4.0” foi utilizado pela primeira vez em 2011, na Feira industrial de Hannover, na Alemanha e desde então esse termo vem sendo cada vez mais frequente.</p>



<p>Podemos assumir que, de modo resumido, diz respeito à comunicação em alta eficiência entre máquinas e homens. Isso, claro, gera impactos e consequências para todos os setores, e não poderia ser diferente para os setores de gestão e investimentos das tecnologias industriais nas empresas de modo amplo.</p>



<p>Falar de Indústria 4.0, consiste em conectar mundos digitais e físicos, de modo a usar dados para determinar novas operações e novos insights. </p>



<p>Não apenas sabemos, como vivenciamos dia a dia, e cada vez mais, as mudanças rápidas e profundas que a robótica, a teoria quântica, os novos modos de fabricação e a inteligência artificial promoveram no mundo dos negócios, nos governos e, portanto, na sociedade como um todo.</p>



<p>Ou seja, a indústria 4.0, de fato, tem se mostrado uma revolução, pois atinge praticamente todas as pessoas e todas as formas de comunicação e ação entre as coisas. </p>



<p>Esse novo cenário faz com que um mundo novo, cheio de oportunidades competitivas, mas também de risco surjam ao nosso redor. Inevitável, portanto, compreender como as organizações transformam a maneira que atendem seus clientes, seus funcionários e rede de stakeholders, a partir das novas regras de concorrência impostas pela Indústria 4.0.</p>



<p>Afinal, compreender as novas formas de colaboração que sustentam e desenvolvem os pilares da indústrias 4.0 é o que pode nos ajudar a aderir e competir nesse novo cenário, que já se faz presente entre os empresários brasileiros e, principalmente, dos países mais desenvolvidos.</p>



<p>Por isso, separamos nesse artigo uma explicação básica, mas essencial para que entendamos os conceitos, os desdobramentos e principalmente os impactos que essa revolução causa (e causará ainda mais) em nosso cotidiano e, portanto, também no mercado de trabalho.</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>





<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-text-color has-very-dark-gray-color has-background has-pale-cyan-blue-background-color no-border-radius" href="https://dbmsistemas.com/industria-producao/">Conheça a Gestão de Produção do DBM Spalla</a></div>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<h2 class="wp-block-heading">1.&nbsp;<strong>O que é a Indústria 4.0</strong></h2>



<p>A chamada “Indústria 4.0” é um conceito que, inevitavelmente, chegou para ficar e se desenvolver como consequência e evolução da própria sociedade e indústria. </p>



<p>Desde a substituição da mão-de-obra humana pelas máquinas que vemos e sabemos os processso revolucionários que tudo isso gera para a comercialização, operação e inclusive modo de vida das pessoas.</p>



<p>Com o avanço da tecnologia, a automação das máquinas foi ficando ainda mais frequente e criando possibilidades de aumentar e qualificar a produção a níveis humanamente impossíveis. </p>



<p>É disso que trata a Indústria 4.0: automação das máquinas de comunicarem-se entre si, e entre os humanos de modo a potencializar processos e ações, sobretudo em escalas industriais.</p>



<p>A partir de sistemas Cyber-Físicos (detalhados e explicados mais adiante), aliado à Internet das Coisas e à Internet dos Serviços, os processos de produção tiveram escaladas inovações tecnológicas no campo da automação, controle e tecnologia da informação que, aplicados à manufatura, puderam desenvolverprocessos de produção mais eficientes e customizáveis.</p>



<p>Tudo isso mostra então que essa Indústria 4.0 produz mudanças altamente significativas que são capazes de mudar cursos e fatos sociais e, então por isso, são chamadas também de “Revolução 4.0”. Com ela, as fábricas têm (e terão cada vez mais) processos inteligentes que causam impactos em diversos setores do mercado e da vida das pessoas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1.1. As quatro fases da revolução industrial.</strong></h3>



<p>Todas as ações que existem hoje no campo da Indústria 4.0 só foram possíveis porque a humanidade vêm desenvolvendo-se industrialmente em escalas de mudanças dos próprios processos, gerando impactos tão intensos em toda a sociedade, que foram capazes de alterar a forma como concebiam-se as coisas e, por isso, foram então denominadas revoluções.</p>



<p>Apesar de já estarmos absolutamente imersos nas usualidades tecnológicas, promovidas pela 3ª Revolução Industrial, deveríamos também estarmos nos encaminhando para entender e fazer melhor uso da 4ª Revolução Industrial, que já está promovendo mudanças no cenários há, pelo menos, 8 anos.</p>



<p>Em 2012, um ano depois de ter sido usado pela primeira vez, na Alemanha, o grupo responsável pelo termo, liderado por Siegfried Dais e Kagermann, produziu um relatório para o governo pedindo a implementação da “Indústria 4.0”, a fim de conectar máquinas e sistemas com objetivo de criar redes inteligentes e autônomas ao longo cadeia industrial do mercado.</p>



<p>Em 2013 foi publicado o trabalho final na Feira de Hannover, mostrando como fábricas inteligentes conseguem, por exemplo, autonomia para agendar<br />manutenções, prever falhas e adaptar-se a requisitos não planejados na produção.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>2. Pilares da Indústria 4.0</strong></h2>



<p>A realidade da Indústria 4.0 se faz possível com base em desenvolvimento de campos da tecnologia, da informação e da informática, portanto baseia-se em dois pilares centrais: a chamada Internet das Coisas e as informações Big Data.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="340" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/industria-4-1024x340.jpg" alt="Indústria 4.0" class="wp-image-4828" title="Indústria 4.0, como entender essa revolução dentro das empresas. 8" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/industria-4-1024x340.jpg 1024w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/industria-4-920x305.jpg 920w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/industria-4-300x100.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/industria-4-768x255.jpg 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/industria-4-1080x358.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A Internet das Coisas (Internet of Things – IoT), pode ser entendida como a conexão em rede entre objetos físicos, ambientes, veículos e máquinas. Todas essas coisas são então conectadas por meio de dispositivos eletrônicos, formando a Internet das Coisas. </p>



<p>Conexões essas que são possíveis por meio da coleta e troca de dados entre os dispositivos. Quando há esse tipo de conexão (ou seja quando estamos diantes da Internet das Coisas), os dispositivos conectados são ligados em sistemas com sensores e atuadores, fazendo com que surja o denominado Sistema Cyber- físico.</p>



<p>Tudo isso é possível por que há estruturas de dados muito extensas e complexas, os Big Data Analytics que conseguem capturar, analisar e gerenciar informações. </p>



<p>A tecnologia Big Data aplicada à Indústria 4.0 lida com as informações relevantes por meio de 6 Cs: Conexão, Cloud (dados armazenados em nuvem), Cyber (modelo e memória), Conteúdo, Comunidade (compartilhamento das informações) e Customização (personalização e valores).<br />Contudo há também um terceiro pilar dessa “indústria 4.0” que sustenta o sucesso da 4ª revolução industrial: a segurança dos sistema de informação. </p>



<p>Não apenas segurança para garantir o bom funcionamento das máquinas conectadas, mas também sistemas que sejam capazes de proteger o Know-how das empresas, pois todo conhecimento fica contido em arquivos onlines e, muitas vezes compartilhados, de controle dos processos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2.1 Princípios da Indústria 4.0</strong></h3>



<p>Para que toda a Indústria 4.0 se desenvolva é essencial que os sistemas de produção inteligente tenham princípios de funcionamento e de ação garantidos:</p>



<p>É preciso ter capacidade de operação em tempo real e conseguir gerenciá-los em ambientes virtuais e descentralizados. Tudo isso com arquitetura de software orientadas a serviços (aliado ao conceito de Internet of Services) e também com modularidade, para que a produção seja feita de acordo com a demanda.</p>



<h2 class="wp-block-heading">3. Impactos da Indústria 4.0</h2>



<p>Entender exatamente como funciona e para que serve a indústria 4.0 é importante e interessante, mas entender os impactos que ela causa nas empresas é o ponto essencial para os empresários e gestores brasileiros. </p>



<p>Ao compreender que há uma nova forma de operar, planejar e executar as máquinas, compreenderemos que novos modelos de negócios serão criados, em um mercado cada vez mais exigente. </p>



<p>Novos pontos surgem, mas outros também deixam de existir. As pesquisas e desenvolvimento dos processos oferecerão oportunidades para profissionais tecnicamente capacitados, com formação multidisciplinar para saber lidar com a variedade da tecnologia que compõe uma fábrica inteligente. Em lado paralelo, as ações manuais e repetitivas serão cada vez mais substituídas por máquinas automatizadas.</p>



<p>Ambas óticas tornam-se necessárias, então, gestões capazes de pensar e agir de modo coerente com essas demandas. A indústria 4.0, apesar de ocupar ainda um cenário inicial nos territórios brasileiros, já se mostra como uma crescente entre as empresas com foco industrial. Nesse sentido há muitos gestores que já enxergam esse movimento como oportunidade e não como risco. </p>



<p>Como indicado pela pesquisa da Fiesp, em parceria com o Senai-SP, 41% das indústrias já utilizam o lean manufacturing (sistema de produção enxuta), que é um dos pré-requisitos da Indústria 4.0. Todavia há ainda mais de 30% das indústria que nem ouviram falar no termo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3.1 Impactos positivos</strong></h3>



<p>Um dos impactos positivos desse tipo de revolução industrial é que a utilização das linhas de produção ficarão ainda mais elaboradas, facilitando uma comunicação ativa com possibilidades de gerenciamento mais denso. Isso fará com que ocorra maior performance nos processos de fabricação, de modo que os erros sejam minimizados e o desperdício de tempo e de recursos sejam enxugados de forma valiosa para as empresas.</p>



<p>Nesse sentido haverá ainda um cenário cada vez mais propício para as empresas trabalharem apoiadas em informação efetiva do mercado. As indústrias conseguirão acompanhar as mudanças de hábitos de consumo e demandas dos consumidores, seja em âmbitos B2B ou B2C.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>4. Desafios das indústrias 4.0</strong></h2>



<p>A dimensão da indústria 4.0 faz com ela seja associada a outros vários termos da tecnologia e juntos propiciam um ambiente de inovação cada vez maior dentro da indústria. Contudo, como qualquer processo evolutivo, as mudanças necessárias trazem desafios postos que tornam-se inerentes ao sistema.</p>



<p>Nesse sentido, a prática da Indústria 4.0, como prevista em toda prática revolucionária, encontrará desafios e percalços ao longo do caminho que precisarão ser transpostos para garantir o sucesso e a continuidade de suas práticas dentro das empresas, sobretudo industriais.</p>



<p>A quebra da segurança de informações pode causar danos complexos às empresas. Isso faz com que a segurança das informações seja um dos maiores desafios das empresas que emergirem dentro dos cenários dessa nova, mas já posta, Indústria 4.0.</p>



<p>Além disso o custo da inovação, em especial no Brasil, ainda é uma questão a ser superada. Inovar em território brasileiro ainda custa muito mais do que em outros países e esse também se mostra com um dos maiores desafios, à curto e médio prazo, para as empresas brasileiras que pretendem implementar o conceito de Indústria 4.0 em suas produções. </p>



<p>Contudo, como contrapartida desse ponto, sabe-se que ao longo da implementação das revoluções industriais o barateamento dos processos foi marca comum a todos, e que portanto há uma tendência de que a tecnologia se aprimore e que o acesso seja menos custoso.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5. Mercado de trabalho na indústria 4.0</strong></h2>



<p>Outro ponto essencial e imprescindível para os empresários, gestores e sociedade como um todo, ao falar da indústria 4.0 é a questão do mercado de trabalho. A manutenção dos postos de trabalho é um fenômeno em decadência, já que a automação das máquinas é um dos principais pilares de sustentação dessa revolução. Portanto há muitos cargos da atualidade que começam a colocar-se em processo de extinção, colocando portanto a oferta de empregos como principal atingida desse processo.</p>



<p>De modo paralelo, e intrínseco, haverá outras demandas de trabalho. O mercado precisará de capital humano mais qualificado, apto a lidar com a automação das máquinas, e capaz de construir e lidar com estratégias tecnológicas multidisciplinares e muito menos operacionais.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5.1 Emprego na Indústria 4.0</strong></h3>



<p>Algumas ideias de ficção científica de anos atrás, prevendo homens convivendo com robôs se concretizaram. Não em sua totalidade de esteriótipos dos robôs físicos (salvo os modelos industriais e outros específicos), mas a inteligência artificial já está em, praticamente, todos nossos sistemas.</p>



<p>Desde as redes sociais, os sistemas de compras on-line, a Receita Federal, a previsão do tempo, a bolsa de valores, os veículos autônomos, e inúmeros outros recursos que convivemos. Isso mostra como e porquê a indústria 4.0 tornou-se a quarta revolução industrial – ela afetou o modo como vivemos. Portanto, é certo afirmar que o cenário do mercado de trabalho já vive na era da Indústria 4.0.</p>



<p>Fato é que o uso das demandas de trabalho direcionadas para a Indústria 4.0 já é uma realidade. Por exemplo, já há cursos específicos sobre automação e desdobramentos industriais digitais necessários para a indústria 4.0. No início deste ano de 2019, a Escola Politécnica da USP lançou o curso presencial de especialização em “Fábrica digital e indústria 4.0: Novos Negócios com Tecnologias Inovadoras”, na cidade universitária, em São Paulo. Há também cursos gratuitos online, por exemplos os promovidos pelo Senai, que visam introduzir os alunos no tema e apresentá-los às tecnologias habilitadoras que suportam a Indústria 4.0.</p>



<p>Ainda apontando as possibilidade de certificação e de conhecimento sobre esse tema, é relevante destacar que o Senai também lançou uma plataforma online para que empresários façam o diagnóstico do estágio tecnológico que se encontra a empresa. No questionário disponibilizado às empresas de qualquer setor econômico podem conferir o nível (que vai de 0 a 5) de maturidade de uso das tecnologias digitais que a empresa se encontra.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>6. Cenário brasileiro da Indústria 4.0</strong></h2>



<p>Apesar das dificuldades e dos desafios iniciais, previsíveis em todo processo de transformação e de mudança, a Indústria 4.0 promete benefícios e ganhos altamente rentáveis. De acordo com as pesquisas ela pode trazer economia de mais de 70 bilhões ao ano para o Brasil. </p>



<p>Os dados da ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial), previram em 2017 que “a redução dos custos com reparos [podia] chegar a R$ 35 bilhões ao ano. Os ganhos de eficiência produtiva [corresponderiam] a uma economia de R$ 31 bilhões. Os R$ 7 bi restantes [seriam] em diminuição no gasto com energia”.</p>



<p>Todos ganhos previstos graças à “rastreabilidade e o monitoramento remoto de todos os processos”, como contou Gutto Ferreira, presidente da ABDI.</p>



<p>Contudo, nosso crescimento em tecnologia ainda está bastante aquém dos países desenvolvidos. De acordo com os dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Brasil levará ainda mais de meio século para alcançar o PIB per capita dos países desenvolvidos. </p>



<p>Nesse sentido os estudos, “Indústria 4.0 e Digitalização da Economia”, apontam que as soluções para reduzir esse prazo é investir na expansão da indústria, pois é ela que teria o “poder de estimular outros setores, além de ser um dos principais agentes da inovação tecnológica”.</p>



<p>Há bastante ainda o que se aprender e caminhos a se percorrer nesse novo,<br />mas já sólido e crescente, cenário da “Indústria 4.0”, mas ao olhar para o contexto aqui abordado brevemente, fica-nos o entendimento de que alguns passos são essenciais para que as empresas brasileiras se atualizem tecnologicamente. Esses passos foram detalhados pela “Carta Indústria 4.0”, feita pelo Senai em parceria com a CNI.</p>



<p>1) Enxugar processos de modo a gerenciar práticas organizacionais que<br />evitem desperdícios e promovam aumento da produtividade.</p>



<p>2) Qualificar os trabalhadores é fundamental, seja em ações específicas<br />de programação, seja em competências socioemocionais que<br />estimulem a criatividade, empreendedorismo e comunicação.</p>



<p>3) Empregar tecnologias disponíveis e de baixo custo para que as<br />empresas saibam o que está ocorrendo e consigam tomar decisões<br />ágeis.</p>



<p>4) Investir em pesquisa, desenvolvimento e inovação, a fim de<br />promover a competitividade e a melhoria dos produtos.</p>



<p>Conteúdo Original <a href="https://arquivei.com.br/blog" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Arquivei (abre numa nova aba)">Arquivei</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Contabilidade 4.0: Como o contador deve se adaptar aos novos papeis da profissão?</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/contabilidade-4-0-como-o-contador-deve-se-adaptar-aos-novos-papeis-da-profissao/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=contabilidade-4-0-como-o-contador-deve-se-adaptar-aos-novos-papeis-da-profissao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2019 15:30:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[contabilidade 4.0]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria 4.0]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dbmsistemas.com/?p=9188</guid>

					<description><![CDATA[A tecnologia muda o papel de diversas profissões, inclusive a do contador. E o termo Contabilidade 4.0 está associado ao uso estratégico de novas tecnologias. Isso significa que o novo profissional deve assumir uma posição mais proativa, de consultoria e com foco na gestão e tomada de decisões.  Para isso, a tecnologia é um grande [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A tecnologia muda o papel de diversas profissões, inclusive a do contador. E o termo Contabilidade 4.0 está associado ao uso estratégico de novas tecnologias. Isso significa que o novo profissional deve assumir uma posição mais proativa, de consultoria e com foco na gestão e tomada de decisões. </p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="820" height="312" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/05/Design-sem-nome-4.png" alt="contabilidade 4.0" class="wp-image-7325" title="Contabilidade 4.0: Como o contador deve se adaptar aos novos papeis da profissão? 9" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/05/Design-sem-nome-4.png 820w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/05/Design-sem-nome-4-300x114.png 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/05/Design-sem-nome-4-768x292.png 768w" sizes="auto, (max-width: 820px) 100vw, 820px" /></figure>



<p>Para isso, a tecnologia é um grande aliado por garantir mais agilidade,
segurança e economia. É através das ferramentas de automação que comportam todo
o banco de dados de uma empresa, que o contador têm condições de utilizar seu
papel estratégico de analisar as informações e contribuir para o crescimento do
negócio dos seus clientes.&nbsp;</p>



<p>Mas, como fazer isso com pouco tempo e as demandas das entregas das
obrigações acessórias? O primeiro passo é transformar o seu mindset e correr
atrás de novos conhecimentos e tendências. Pra te ajudar, nesse post vamos
esclarecer o conceito de contabilidade 4.0 e mostrar quais as mudanças ele
reserva para a profissão.&nbsp;</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>





<div class="wp-block-button is-style-squared"><a class="wp-block-button__link has-background has-vivid-red-background-color" href="https://dbmsistemas.com/contabilidade-e-fiscal/">Conheça a Gestão Fiscal-Contábil do DBM Spalla</a></div>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Indústria 4.0 e a contabilidade</strong></h2>



<p>O termo indústria 4.0 remete à quarta Revolução Industrial, um movimento de
transformação dos meios de produção que vem ganhando mais força no cenário
empresarial atual.</p>



<p>A indústria 4.0 é marcada pela automação, ou seja, os modelos tradicionais
de produção, baseados em processos manuais, burocráticos e dependentes de
recursos humanos são substituídos por novas metodologias, como a&nbsp;<a href="https://valor.globo.com/patrocinado/machado-meyer-advogados/inteligencia-juridica/noticia/2019/07/15/os-principais-pontos-do-plano-nacional-de-internet-das-coisas.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Internet das Coisas</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://brasilescola.uol.com.br/informatica/inteligencia-artificial.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Inteligência Artificial</a>.&nbsp;</p>



<p>Esses novos modelos abriram margem para o questionamento sobre o futuro da
profissão do contador. Afinal, hoje as máquinas são capazes de realizar
diversas ações anteriormente manuais. No entanto, a contabilidade se sobressai
evoluindo no segmento estratégico das empresas.&nbsp;</p>



<p>Em suma, o contador deixa de lado essas atividades manuais e utilização de
documentos impressos para adotar os meios digitais, garantindo mais velocidade
e precisão às atividades, ou seja, se adaptando aos produtos e serviços da
contabilidade 4.0.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Contabilidade 4.0 e os novos desafios&nbsp;</strong></h3>



<p>Diariamente surgem novas soluções e ferramentas, assim como novas leis e
regras contábeis. Por isso, um dos principais desafios nesse novo panorama da
contabilidade é o profissional manter-se atualizado.&nbsp;</p>



<p>A capacitação também reflete na execução das boas práticas e estratégias nas empresas. Afinal, como um contador vai ser mais consultivo sem conhecimento? É muito importante que além do diploma ou anos de experiência no mercado, o profissional 4.0 procure cursos regulares, especializações ou atualizações rápidas como palestras, webinars, cursos online e faça networking com outros profissionais. </p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Visão estratégica&nbsp;</strong></h3>



<p>Para muitos profissionais é bastante difícil romper com os modelos de
atuação tradicionais. Sair de uma posição mais operacional e assumir uma visão
estratégica exige conhecimento e uma postura inovadora — o que requer um certo
tempo e um maior envolvimento com a tecnologia e os novos padrões do mercado.</p>



<p>Esse é um ponto desafiador, pois requer mudanças de cultura e, em alguns
casos, investimentos de tempo e recursos financeiros. Mas, não se engane.
Atualmente, a contabilidade está mais próxima do contribuinte, sendo mais
consultiva e baseada na orientação. Vou te fazer 4 perguntas simples:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Seu escritório hoje já está nas mídias sociais ou nas buscas do google?</li><li>Você compartilha informações sobre novidades da área em alguma rede social?</li><li>Conversa com seus clientes sobre estratégias de melhorias nos negócios?</li><li>Está antenado nos eventos de empreendedorismo e participa para buscar novos contatos de trabalho? </li></ul>



<p>Se você chegou até aqui lendo este artigo, já percebeu que a contabilidade
4.0 exige criatividade e ação. É preciso desenvolver mecanismos de otimização
dos processos diários e, principalmente, criar uma maneira singular de atuação
para garantir mais rentabilidade e fugir da “crise” ou de empresas com uma
cultura anti-tecnologia, que mais atrapalham o cotidiano e geram retrabalho no
escritório.&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O papel do contador na Indústria 4.0</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/contador-na-industria-40/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=contador-na-industria-40</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2019 14:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria 4.0]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dbmsistemas.com/?p=8028</guid>

					<description><![CDATA[Antes de entender o papel do contador na chamada indústria 4.0 é essencial compreender o que significa essa denominação. Para isso, faremos um breve retrospecto histórico para contextualizar as questões envolvidas. Sabemos que ao longo da história a humanidade passou por processos de transformações que mudaram permanentemente a estrutura social e que ficaram conhecidos como&#160;revoluções. Uma das [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="512" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/industria_4_0-1280x640-1024x512.jpg" alt="contador na Indústria 4.0" class="wp-image-6645" title="O papel do contador na Indústria 4.0 10" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/industria_4_0-1280x640-1024x512.jpg 1024w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/industria_4_0-1280x640-920x460.jpg 920w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/industria_4_0-1280x640-300x150.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/industria_4_0-1280x640-768x384.jpg 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/industria_4_0-1280x640-1080x540.jpg 1080w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/industria_4_0-1280x640.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-background has-drop-cap has-cyan-bluish-gray-background-color">Antes de entender o papel do contador na chamada <strong>indústria 4.0</strong> é essencial compreender o que significa essa denominação. Para isso, faremos um breve retrospecto histórico para contextualizar as questões envolvidas.</p>



<p>Sabemos que ao longo da história a humanidade passou por processos de transformações que mudaram permanentemente a estrutura social e que ficaram conhecidos como&nbsp;<em>revoluções</em>. Uma das mais importantes foi a Revolução Industrial.</p>



<p>Essa Revolução foi um conjunto de mudanças que aconteceram na Europa nos séculos XVIII e XIX, e sua especificidade foi a substituição do trabalho artesanal pelo assalariado e pelo uso de máquinas. A Revolução Industrial é entendida como um processo que aconteceu ao longo de três etapas históricas, sendo que agora estaríamos na quarta etapa desse processo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O início: Revolução Industrial</strong></h2>



<p>A primeira etapa da Revolução Industrial aconteceu, entre o período de 1760 a 1860, limitada particularmente à Inglaterra. Neste período houve o aparecimento das indústrias e o aprimoramento das máquinas a vapor, fato que permitiu a continuação da Revolução.</p>



<p>Em seguida, ocorreu a Segunda Etapa da Revolução Industrial, no período de 1860 a 1900, em países como Alemanha, França, Rússia e Itália que também se industrializaram. As principais inovações desse período foram o emprego do aço, a utilização da energia elétrica e dos combustíveis derivados do petróleo, além da invenção do motor à explosão, a locomotiva a vapor e o desenvolvimento de produtos químicos.&nbsp;</p>



<p>Já a Terceira Etapa da Revolução Industrial ocorreu entre o século XX e XXI, e foi marcada pelos avanços tecnológicos. A eletrônica e o avanço científico foram as principais inovações na modernização da indústria. Essa etapa começou depois da Segunda Guerra Mundial,&nbsp; permanecendo até os tempos atuais.&nbsp;</p>



<p>Estamos, então, justamente, em um período histórico de transição, ou seja, estamos imersos em um novo processo revolucionário, conhecido como a Quarta Revolução Industrial, que se diferencia das demais por ser caracterizada pela conexão de sistemas e máquinas inteligentes, a chamada Era Digital.</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<p>Leia Também</p>





<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A Quarta Revolução Industrial</strong></h2>



<p>Revolução significa mudança abrupta no poder político ou na organização estrutural de uma sociedade, que ocorre em um período relativamente curto de tempo. O termo é igualmente apropriado para descrever mudanças rápidas e profundas nos campos científico-tecnológico, econômico e comportamental humano.&nbsp;</p>



<p>Segundo Schwab e Amorim (2016), a quarta Revolução Industrial compreende as ondas das novas descobertas em áreas diversas de forma concomitante, como o sequenciamento genético à nanotecnologia e as energias renováveis à computação quântica.</p>



<p>Contudo, o que a difere das revoluções antecessoras é a combinação dessas tecnologias com a integração entre os domínios físicos, digitais e biológicos.</p>



<p>Aliás, o termo Indústria 4.0 surgiu como referência ao projeto iniciado pelo governo alemão, que visou o desenvolvimento das tecnologias industriais e a competitividade das fábricas inteligentes junto à uma estratégia de promoção da informatização das fábricas, espalhando assim essa ideia e gerando <strong>redução de custos</strong>. </p>



<p>A indústria 4.0 está diretamente relacionada ao termo Internet das Coisas (IoT). Esse conceito permite conectividade em tempo real de qualquer sistema produtivo.</p>



<p>Hoje as máquinas podem trocar dados, sentir mudanças no ambiente, como os alarmes de incêndio, e prevenir grandes desperdícios dentro das indústrias. Tudo isso ocorre por causa dos sistemas ciber-físicos que enviam informações de um dispositivo para o outro.</p>



<p>Além disso, por causa da sua presença, acabamos elaborando com ou sem intervenção humana, soluções conjuntas e execução de problemas de forma independente. Por isso, a telefonia móvel e a internet foram essenciais para os avanços técnicos, porque permitiu a conexão entre objetos, máquinas e humanos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os novos desafios da revolução 4.0</strong></h2>



<p>No ambiente empresarial, no trabalho e na produção surgirão novos desafios que precisarão ser superados, visto que os progressos tecnológicos estimulam a automatização da mão de obra humana, exigindo novas competências e habilidades pelo mercado de trabalho.</p>



<p>Portanto para que os indivíduos sejam capazes de sustentar essas transformações, a academia deve avaliar e adaptar suas ofertas formativas a fim de que estejam alinhadas às necessidades das futuras gerações de profissionais e do mercado de trabalho.</p>



<p>Assim como nas revoluções anteriores, a Indústria 4.0 provocará transformações profundas no âmbito econômico, político e social.&nbsp; E dentre os impactos previstos já se destacam as mudanças nos processos de produção e distribuição de bens e serviços, o desenvolvimento dos novos padrões de consumo e necessidades dos clientes, a manifestação de novos modelos de negócio, o incremento da pesquisa, e desenvolvimento em tecnologias da informação e comunicação (TIC).</p>



<p>No mundo dos negócios, as novas tecnologias influenciarão principalmente a <strong>gestão</strong>, a liderança e a organização das empresas. Haverá impactos na expectativa do cliente, que serão mais exigentes na percepção do valor, nas novas formas de colaboração e parcerias, na transição dos modelos operacionais para modelos digitais e no aperfeiçoamento de produtos a partir dos dados (o que resulta em uma melhora da produtividade dos ativos). </p>



<p>As empresas, portanto, precisarão buscar maior agilidade e velocidade nos processos, bem como buscar constantemente pela inovação, visto que esse processo aumentará consideravelmente a concorrência entre as organizações.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>As novas funções do contador na indústria 4.0</strong></h2>



<p>A indústria 4.0 já é uma realidade e todos os profissionais devem estar aptos para as mudanças e adequações que esse novo cenário exige. Então, obviamente, essas adequações também são inevitáveis para os contadores. </p>



<p>O contador será (e na verdade já é) um elemento estratégico fundamental de conexão de todos os setores da empresa, que transita por diferentes áreas e oferece apoio operacional para o desenvolvimento dos novos padrões e serviços.</p>



<p>Além disso, o contador 4.0 figura também como um consultor. Ele  deve possuir a capacidade de combinar seus conhecimentos sobre leis, finanças, tributação e demais áreas contábeis com as especificidades do negócio e dos processos do cliente.  Por isso, outras competências e ajustes curriculares deverão ser feitos para que seja possível a adaptação do contador a essa nova realidade. </p>



<p>Porém, sabemos que atualmente a preparação do estudante de ciências contábeis se dá predominantemente pelas questões técnicas, baseadas em uma grade curricular focada em aspectos de registro e controles isolados, que não privilegiam a formação de um conhecimento mais amplo.&nbsp;</p>



<p>Então é fato que com a chegada&nbsp; da revolução 4.0 essa abordagem tecnicista precisará ser superada, com profissionais capazes de entender o negócio de maneira mais abrangente, para conseguir participar melhor do processo de apoio decisório das operações, de acordo com as novas demandas das organizações.</p>



<p>Nesse sentido as características mais importantes para o&nbsp;profissional da contabilidade&nbsp;da nova geração serão:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1 – Desenvolver a capacidade crítico-analítica de avaliação, em relação às implicações organizacionais</strong><strong>com o advento da tecnologia da informação</strong></h3>



<p>Segundo estudos realizados, as grades curriculares dos cursos de ciências contábeis de instituições brasileiras e portuguesas possuem carência quanto ao número de disciplinas de tecnologia de informação. Porém esse é um fator de extrema importância para o novo panorama da indústria 4.0, então caberá aos estudantes e profissionais da área buscarem por mais conhecimentos e especializações na área de tecnologia da informação.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2 – Adaptar-se a uma abordagem mais generalista do que especialista.</strong></h3>



<p>Um profissional generalista é capaz de interagir com várias áreas, porque possui visão holística da sua organização. Um estudo feito por pesquisadores da Columbia&nbsp;Business School e da Tulane University&nbsp;aponta que “os especialistas são menos valorizados pelo mercado, além de receberem menos ofertas de emprego, eles ainda ganham bônus menores”.</p>



<p>Outra pesquisa, agora com foco maior na profissão dos contadores demonstrou que há riscos consideráveis para algumas das atividades/profissões oriundas do curso de Ciências Contábeis, como as que envolvem profissionais contábeis e auditores em geral (94%), analistas de orçamento (94%), profissionais da área de custos (57%) e preparadores de impostos (99%) devido à probabilidade de automação desses processos.</p>



<p>Portanto, dessa maneira fica evidente a importância da aquisição de conhecimentos mais abrangentes em matéria de negócios bem como outras habilidades e atitudes reconhecidas pelo mercado e em especial ligadas às características da indústria 4.0.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3 – Ter fluência em outros idiomas.</strong></h3>



<p>É recomendável que o contador 4.0 possua facilidade ou fluência em outros idiomas, especialmente na língua inglesa. Os E.U.A. ainda são os maiores produtores de tecnologia e os principais geradores de conteúdo acadêmico para essa área.</p>



<p>Deste modo, a maioria das normas e das publicações estão disponíveis neste idioma, inclusive os próprios conteúdos sobre o tema revolução 4.0.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4 – Desenvolver a capacidade de liderança.</strong></h3>



<p>Um perfil de líder é essencial para o contador, pois no contexto 4.0 esse profissional precisa de um protagonismo ainda maior, que lhe exigirão um comportamento de condução de equipes. As características de relacionamento interpessoal serão essenciais para se desempenhar um papel adequado de líder, e farão toda a diferença em relação a motivação da equipe.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>As novas atuações dos profissionais na indústria 4.0</strong></h3>



<p>Para compreender as atuações específicas (atuais e futuras) do contador, nesta nova era digital, é importante compreender que diante dessas mudanças (todas) os profissionais deverão desenvolver seus trabalhos em novas vertentes como o trabalho remoto e atuar em outras áreas também para desenvolver novas habilidades e competências.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>1 – Trabalho remoto</strong></h4>



<p>Esse tipo de trabalho é uma tendência cada vez mais incorporada por empresas e profissionais. Está se tornando uma prática usual em diversas áreas, possibilitando a realização de atividades à distância e abrindo um novo panorama nas relações de trabalho com novos modos de desempenhar tarefas.&nbsp;</p>



<p>No trabalho remoto, a grande diferença do convencional é a maneira como se organizam as cargas horárias. Contudo, as metas, tarefas e atividades continuam tendo as mesmas demandas e requerendo as mesmas habilidades e necessidades dos trabalhos não remotos.</p>



<p>O cenário da economia mundial necessita que o trabalho seja mais dinâmico, incorporando às inovações do mercado e da indústria 4.0. Os espaços colaborativos de&nbsp;<em>coworking</em>&nbsp;e o&nbsp;<em>home office</em>&nbsp;estão se tornando tendência, principalmente na realização de trabalho remoto.</p>



<p>São várias as vantagens do trabalho remoto, mas principalmente a redução de custos, tendo em vista os gastos desnecessários como custos de vale transporte, alimentação, aluguel de espaço físico, água, energia elétrica, serviços de manutenção, limpeza e segurança. Há também outras vantagens, menos concretas, mas perceptíveis e importantes para o trabalhador como a diminuição do estresse com o colaborador, a redução no risco de acidentes no trajeto de locomoção, melhor qualidade de vida, etc.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>2- Criação de novas demandas de profissionais</strong></h4>



<p>&nbsp;quando se fala em novas demandas de profissionais vêm à mente as novas profissões que já surgiram e que serão destaques no futuro.&nbsp;</p>



<p>Observando essas novas demandas é possível prever nos próximos anos profissionais que deverão possuir competências para atuar em profissões e atividades relacionadas à tecnologia e ao mundo digital. Profissões essas que já são realizadas por cientistas ou engenheiros de dados, desenvolvedores de softwares, especialistas em cloud computing (computação na nuvem), designer de realidade aumentada, creators (produtores de conteúdo), professor online, profissional de marketing digital, analista de big data, engenheiro ambiental e hospitalar, segurança da informação, gestor de inovação, geneticista, especialista em e-commerce, profissionais de saúde mental, especialistas em energias renováveis ou alternativas, etc.&nbsp;</p>



<p>Portanto, ser um profissional com facilidade em T.I. certamente trará grande facilidade em relação a empregabilidade.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>3 – Novas competências e habilidades</strong></h4>



<p>&nbsp;Os profissionais precisarão desenvolver a capacidade de trabalho colaborativo, gestão de tempo, resolução de problemas complexos, raciocínio analítico e disposição para compartilhar decisões. Necessitarão também ter conhecimentos técnicos, formação acadêmica adequada para áreas e profissões consideradas promissoras, bem como facilidade de lidar com as tecnologias.&nbsp;</p>



<p>Em relação a parte comportamental e psicológica, vale destacar o desenvolvimento do autoconhecimento, inteligência emocional, flexibilidade, agilidade, proatividade e criatividade.</p>



<p>Todas essas mudanças vão gerar impactos na melhora da qualidade, velocidade e desempenho da produção. Estima-se também que até 2020, mais de sete milhões de empregos tradicionais deixarão de existir e, obviamente haverá muitas profissões que serão mais prejudicadas. Para se adaptar às mudanças é necessário que se adapte às novas demandas, por exemplo, o contador deverá entender que há novas formas de trabalho e novas possibilidades de ação.</p>



<p>Natural que a maioria das informações contidas em estudos relativos à indústria 4.0 sejam previsões pouco tangíveis do ponto de vista de nossas experiências pessoais, porém é necessário que tenhamos atitudes de antecipação em relação às possíveis demandas do mercado em relação aos trabalhos da contabilidade.&nbsp;</p>



<p>Não podemos ficar à sorte do destino, acomodados e imaginando que estamos imunes aos riscos das mudanças, precisamos nos informar e estar ligados em todas as novidades e oportunidades para nos desenvolvermos e prosperarmos no mercado cada vez mais competitivo em que participamos.</p>



<p>Conteúdo Original <a href="https://arquivei.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Arquivei (abre numa nova aba)">Arquivei</a></p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como a integração de dados pode abrir caminho para a Indústria 4.0?</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/como-a-integracao-de-dados-pode-abrir-caminho-para-a-industria-4-0/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-a-integracao-de-dados-pode-abrir-caminho-para-a-industria-4-0</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Mar 2019 13:44:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria 4.0]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dbmsistemas.com/?p=6644</guid>

					<description><![CDATA[O ROI positivo virá rapidamente para aqueles que são capazes de adotar a Indústria 4.0 mais rapidamente. A Indústria 4.0 se expande em muitos países e muitas empresas estão construindo suas plantas inteligentes com o uso de sensores, big data e inteligência artificial (IA). Todas estas companhias estão enfrentando o inevitável desafio de aproveitar toda [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-6645 aligncenter" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/industria_4_0-1280x640.jpg" alt="industria 4 0" width="1280" height="640" title="Como a integração de dados pode abrir caminho para a Indústria 4.0? 12" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/industria_4_0-1280x640.jpg 1280w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/industria_4_0-1280x640-920x460.jpg 920w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/industria_4_0-1280x640-300x150.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/industria_4_0-1280x640-768x384.jpg 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/industria_4_0-1280x640-1024x512.jpg 1024w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/industria_4_0-1280x640-1080x540.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></h2>
<h2 class="summary">O ROI positivo virá rapidamente para aqueles que são capazes de adotar a Indústria 4.0 mais rapidamente.</h2>
<p>A Indústria 4.0 se expande em muitos países e muitas empresas estão construindo suas plantas inteligentes com o uso de sensores, big data e inteligência artificial (IA). Todas estas companhias estão enfrentando o inevitável desafio de aproveitar toda a velocidade e agilidade que as novas tecnologias oferecerem, especialmente quando se trata de automação de processos. Infelizmente, muitas estão sobrecarregadas por infraestruturas legadas pesadas e não conseguem impulsionar facilmente as mudanças.</p>
<p>O resultado final é claro para todos: o ROI positivo virá rapidamente para aqueles que são capazes de adotar a Indústria 4.0 mais rapidamente, desenvolvendo sistemas avançados que superem seus concorrentes globais. Devemos apontar aqui o papel da integração de dados neste processo e como um facilitador de qualquer implementação de projeto de Indústria 4.0.</p>
<h4><strong>Construindo a infraestrutura certa</strong></h4>
<p>De acordo com um estudo da Deloitte, “Para se preparar para a velocidade exponencial de mudanças introduzida pela Indústria 4.0, qualquer fabricante de sistemas de TI antigo precisará de atualização”.</p>
<p>Além disso, se os sistemas que gerenciam cada fase da fabricação estiverem separados, a gestão precisará integrar os sistemas ERP, MES e PLM para que os fabricantes possam obter insights importantes para maximizar sua produtividade. Cada sistema contém dados essenciais para maximizar a eficiência e a qualidade da fabricação. O ERP tem como função gerenciar os negócios de fabricação de produtos, o sistema de execução de manufatura (MES) controla o próprio processo de produção e o gerenciamento do ciclo de vida do produto (PLM) e rastreia o projeto dos produtos que estão sendo produzidos. Quando os dados são integrados, novas eficiências podem ser introduzidas no chão de fábrica e no back office.</p>
<h4><strong>Juntando as peças</strong></h4>
<p>O MES pode compartilhar a quantidade exata de produtos que foram produzidos, excluindo o total de itens defeituosos ou rejeitados e devolvidos ao sistema ERP, a fim de fornecer dados de inventário em tempo real durante o processamento de pedidos. O sistema ERP pode, então, fornecer informações sobre pedidos futuros para que o chão-de-fábrica possa ser mais rápido para atender à demanda.</p>
<p>Para melhorar a qualidade do produto e acelerar o tempo de produção, as informações de projeto do produto podem ser alimentadas diretamente do sistema PLM para o MES, incluindo uma lista completa de materiais (BOM &#8211; Bill Of Material), que pode substituir processos manuais exaustivos na linha de produção. A estreita sincronização entre os sistemas PLM e MES também permite um alto nível de personalização com base nas especificações do cliente ou para acomodar as capacidades de produção de uma planta local ou em um país específico.</p>
<p>A integração não precisa ser limitada ao chão de fábrica ou ao back office. Ao compartilhar informações com fornecedores, pode haver previsão de demanda mais precisa e melhor controle de estoque para melhor gerenciamento de materiais. Além disso, uma logística mais eficiente pode reduzir custos e acelerar a entrega de produtos, o que não é apenas bom para o resultado final, mas também para a satisfação do cliente. O resultado final é uma lacuna menor entre o projeto do produto e a entrega, o que beneficia a todos.</p>
<h4><strong>Construindo a espinha dorsal de informações</strong></h4>
<p>Inicialmente, ao integrar apenas um sistema a outro, é tentador adotar uma integração de sistema ponto-a-ponto para manter os custos baixos e aproveitar os recursos internos que estão familiarizados com os dois sistemas. Mas, à medida que os pontos de integração se multiplicam, os custos de desenvolvimento aumentam exponencialmente e a arquitetura final é mais difícil de manter e gerenciar. Uma plataforma de integração profissional também pode atuar como middleware, fornecendo uma camada de apresentação comum para dados de sistemas diferentes, enquanto dá a vantagem adicional de que as empresas não precisam substituir sistemas legados. A integração pode eliminar esta necessidade.</p>
<p>Quando os sistemas ERP, MES e PLM estão integrados, eles conseguem acelerar a produção e melhorar a qualidade, tornando-se um alicerce para inovação que melhora continuamente a execução da produção. Uma melhor integração de dados também pode facilitar novos modelos de cooperação e interação com fornecedores, parceiros de negócios e clientes, para fornecer aos fabricantes uma vantagem competitiva distinta.</p>
<p>Conheça o <a href="https://dbmsistemas.com/industria-producao/">ERP Spalla para industria</a>, totalmente integrado com todas as áreas de sua empresa.</p>
<p><strong>Stephan Romeder</strong> — <em>Vice Presidente Global Business Development da <a href="https://www.magicsoftware.com/pt-br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Magic Software Enterprises</a>.</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
