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	<title>Greve &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<title>Greve &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>Impacto da greve ainda será sentido na arrecadação nos próximos meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jul 2018 11:15:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Greve]]></category>
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					<description><![CDATA[A receita tributária da União avançou impulsionada por Refis e PIS/Cofins sobre combustíveis A receita tributária da União avançou 2,01% em junho, a R$ 110,8 bilhões, impulsionada por Refis e PIS/Cofins sobre combustíveis; sem esses fatores, o desempenho do mês mostra queda de 0,5% A arrecadação federal fechou junho com perdas em decorrência da greve [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4453" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/07/greve.jpg" alt="greve" width="1280" height="720" title="Impacto da greve ainda será sentido na arrecadação nos próximos meses 2" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/07/greve.jpg 1280w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/07/greve-920x518.jpg 920w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/07/greve-300x169.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/07/greve-768x432.jpg 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/07/greve-1024x576.jpg 1024w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/07/greve-1080x608.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></h4>
<h4 class="subtitulo">A receita tributária da União avançou impulsionada por Refis e PIS/Cofins sobre combustíveis</h4>
<p><strong>A receita tributária da União avançou 2,01% em junho, a R$ 110,8 bilhões, impulsionada por Refis e PIS/Cofins sobre combustíveis; sem esses fatores, o desempenho do mês mostra queda de 0,5%</strong></p>
<p>A arrecadação federal fechou junho com perdas em decorrência da greve dos caminhoneiros, evento que ainda provocará impactos negativos na receita de impostos neste início do segundo semestre.</p>
<p>A desaceleração do setor industrial, especialmente do segmento de máquinas e equipamentos, é o principal fator que influenciará nessa trajetória, avalia o coordenador de graduação da Fundação Instituto de Economia (FIA), Rodolfo Olivo.</p>
<p>“Sentiremos por mais dois meses os efeitos de propagação da greve sobre a arrecadação. A fabricação de mercadorias industriais, que possuem uma cadeia mais longa até chegar na ponta [no consumidor], demora mais para retomar o ritmo de produção”, diz Olivo.</p>
<p>O resultado de junho da arrecadação federal já refletiu os impactos da paralisação. Em termos reais (descontada a inflação), a receita tributária avançou 2,01%, para R$ 110,8 bilhões, na comparação com igual mês de 2017. Em maio, as receitas haviam crescido 5,68%, a R$ 714,2 bilhões na comparação anual, mostrou ontem a Receita Federal do Brasil (RFB).</p>
<p>Contudo, o órgão explicou que a alta foi impulsionada por fatores não recorrentes, como o Refis e o aumento do PIS/Cofins sobre os combustíveis. Com a exclusão desses, a arrecadação de junho registra diminuição real de 0,50%.</p>
<p>O mesmo movimento ocorreu nos números do primeiro semestre. No período de janeiro a junho, os recursos federais aumentaram 6,88% acima da inflação. Porém, sem Refis e receita dos combustíveis, esse crescimento recua para um acréscimo de 3,37%.</p>
<p>O professor de Direito Tributário da Anhembi Morumbi, Fabricio de Carvalho Serafini, também acredita que os resultados da arrecadação dos próximos meses ainda refletirão os efeitos da greve, mas com menos força do que em junho.</p>
<p>“A indústria foi a que mais sentiu, porque se ela não tem acesso a todos os insumos necessários para a fabricação, ela não produz. E mesmo quem produziu, não teve como escoar. Muitos tributos incidem sobre a saída das mercadorias”, comenta Serafini.</p>
<p>O Imposto sobre Produto Industrializados (IPI) é um tributo cobrado na hora em que a mercadoria sai da fábrica. Em junho, o IPI amargou queda de 14,28%, em termos reais, para R$ 2,565 bilhões, influenciado pela retração de 6,67% da produção industrial no mês de maio. Os fatos gerados em um mês são tributados no mês seguinte. “Em julho, agosto, os efeitos da greve irão gradativamente se diluir. Ainda haverá impacto, porque as empresas, nesse período, estão adequando ritmo de produção”, afirma o professor da Anhembi.</p>
<p>Olivo explica que os efeitos vão se prolongando, porque nas duas semanas de paralisação, como não houve venda, o comércio e os serviços ficam com produtos no estoque, adiando, assim as suas compras da indústria. Ele ressalta que o movimento é mais demorado em setores industriais mais sofisticados, como máquinas e equipamentos.</p>
<p>O Monitor do PIB da Fundação Getulio Vargas (FGV), mostrou ontem, inclusive, o investimento em máquinas e desacelerou crescimento entre os trimestres encerrados em abril (+18,6%) e maio (11,1%), ante iguais meses de 2017.</p>
<p>O chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita Federal, Claudemir Malaquias, chegou a ressaltar ontem que algumas atividades terão perdas até o final do ano, mas não detalhou quais seriam. O <strong>DCI</strong> procurou a Receita Federal, mas o órgão respondeu que não tem essas informações no momento.</p>
<p><strong>Combustíveis</strong></p>
<p>Serafini chama a atenção para o fato de que os motivos que provocaram a greve foram, em parte, os mesmos que ajudaram a arrecadação federal a crescer até junho.</p>
<p>Somente a receita arrecadada com a tributação dos combustíveis aumentou 62,8% acima da inflação, para R$ 34 bilhões, no primeiro semestre, contra mesmo período de 2017. Para ele, esse cenário mostra o peso que o aumento de impostos provoca no País.</p>
<p>Já o professor de economia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Ulisses Ruiz de Gamboa, afirma que, passado os efeitos da greve, a trajetória de expansão da arrecadação será retomada, mas com menos força por conta da redução das projeções para o PIB.</p>
<p>Fonte: FENACON</p>
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		<title>Medidas contra a greve criarão uma avalanche de processos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio de Castro Belem]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jun 2018 13:13:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Greve]]></category>
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					<description><![CDATA[Execução da MP 832 foi derrubada no estado do Rio Grande do Norte e, para especialistas, novas ações judiciais virão, colocando em risco a manutenção da tabela de preços. A greve dos caminhoneiros terá como efeito colateral uma avalanche de processos na Justiça, pondo em risco soluções como a tabela de preços. As medidas do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong>Execução da MP 832 foi derrubada no estado do Rio Grande do Norte e, para especialistas, novas ações judiciais virão, colocando em risco a manutenção da tabela de preços.</strong></h4>
<p>A greve dos caminhoneiros terá como efeito colateral uma avalanche de processos na Justiça, pondo em risco soluções como a tabela de preços. As medidas do governo para atender às reivindicações dos manifestantes estão altamente expostas a questionamentos.</p>
<p>Segundo o sócio do Porto Lauand Advogados em Direito Regulatório e de Infraestrutura, Rodrigo Pinto Campos, as medidas provisórias editadas pela administração do presidente Michel Temer para pôr fim às paralisações possuem textos que podem ser declarados inconstitucionais. No caso da MP 832, que estabeleceu um tabelamento de fretes com os preços mínimos referentes ao quilômetro rodado por eixo carregado, Campos lembra que a tabela foi criada sem estudo da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o que fere a Lei 10.233/2001.</p>
<p>Pelo texto da lei, cabe à ANTT a promoção de estudos aplicados “às definições de tarifas, preços e fretes, em confronto com os custos e os benefícios econômicos transferidos aos usuários pelos investimentos realizados”. “O governo passou por cima da regulação da agência reguladora. Não seguiu-se o rito que a legislação impunha”, afirma o advogado.</p>
<p>Além disso, o especialista entende que mesmo que o Planalto tivesse esperado a agência realizar um estudo aprofundado sobre o tema, a imposição da tabela fere o princípio da livre iniciativa, estabelecido no artigo 170 da Constituição Federal.</p>
<p>Na opinião do sócio do contencioso do Demarest Advogados, Marcelo Inglez de Souza, o tabelamento do frete limita a concorrência e é um retrocesso para o Brasil. “A situação que se tem, com uma tabela impondo custo mínimo para os fretes, vai contra os princípios da concorrência, pois no livre mercado, pode haver redução dos preços em decorrência de um aumento na eficiência de um determinado serviço”, avalia.</p>
<p>Inglez acredita que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) deve acolher os processos de empresas que se sentirem prejudicadas pela política do Planalto, tida como intervencionista. “O estabelecimento de um preço mínimo para o frete pode fazer com que as transportadoras se acomodem”, argumenta. “Será como se todas as empresas de uma mesma indústria tivessem combinado preços. No setor privado, isso se chama cartel.”</p>
<p>Uma companhia salineira conseguiu uma decisão na 8ª Vara Federal do Rio Grande do Norte suspendendo a obrigação de obedecer à tabela fixada pelo governo ao firmar contrato de transporte rodoviário de carga. “Resta evidente a intervenção do governo federal na economia, no sentido de impor regulamentação ao setor de transportes de cargas rodoviário, em ofensa aos princípios e fundamentos estabelecidos na Magna Carta”, apontou o juiz Orlan Donato Rocha, no acórdão.</p>
<p>De acordo com Inglez de Souza, mais julgamentos como esse só não ocorreram ainda porque essas MPs estão constantemente sofrendo alterações. Na última sexta-feira (8), por exemplo, o governo federal anunciou que a segunda versão da tabela, publicada na véspera, seria suspensa após críticas de empresários de setores como o agropecuário. Com isso, na prática, voltou a valer o que estava disposto na primeira tabela.</p>
<h4><b>Consequências</b></h4>
<p>A greve dos caminhoneiros e seus desdobramentos também devem gerar judicialização. O sócio tributarista do CSA – Chamon Santana Advogados, Rafael Serrano, ressalta que os gastos do governo em subsídios para manter mais baixos os preços do diesel fizeram com que o Planalto buscasse novas formas de arrecadação. Uma dessas formas foi a Lei 13.670/2018, que trata da reoneração da folha de pagamentos.</p>
<p>“Incluiu-se um dispositivo que veda a utilização de créditos tributários antecipados mensalmente para compensar o imposto para quem opta pela declaração por lucro real”, conta. Esse mecanismo, diz o advogado, é inconstitucional, já que as empresas optaram por recolher pelo lucro real anual sem saber da alteração. “Isso fere o princípio da segurança jurídica”, conclui o especialista.</p>
<p>RICARDO BOMFIM • SÃO PAULO</p>
<p>FONTE: DCI</p>
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		<title>Greve, eleições e copa do mundo podem desacelerar receita de ICMS.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jun 2018 12:39:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leis & Tributos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Greve]]></category>
		<category><![CDATA[ICMS]]></category>
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					<description><![CDATA[Para os próximos meses, a tendência é que a arrecadação de ICMS passe por uma desaceleração. Uma amostra com 20 estados mostrou que a arrecadação estadual expandiu 5,37% acima da inflação até abril, para R$ 115 bilhões, impulsionada, especialmente, pela alta dos combustíveis. A arrecadação do Imposto sobre a Circulação de Bens e Serviços (ICMS) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 class="subtitulo">Para os próximos meses, a tendência é que a arrecadação de ICMS passe por uma desaceleração.</h4>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4007" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/06/060618_1902_Guardiadizq1.png" alt="060618 1902 Guardiadizq1" width="294" height="120" title="Greve, eleições e copa do mundo podem desacelerar receita de ICMS. 4"></p>
<div class="fotodestaque"><strong>Uma amostra com 20 estados mostrou que a arrecadação estadual expandiu 5,37% acima da inflação até abril, para R$ 115 bilhões, impulsionada, especialmente, pela alta dos combustíveis.</strong></div>
<div class="fotodestaque">A arrecadação do Imposto sobre a Circulação de Bens e Serviços (ICMS) cresceu acima da inflação até abril em 19 estados de uma amostra de 20 unidades federativas (UFs). A receita foi puxada, principalmente, pela alta dos preços dos combustíveis no período.Contudo, os reflexos da greve dos caminhoneiros, o período dos jogos da Copa do Mundo e o processo eleitoral podem provocar desaceleração no ritmo de expansão da arrecadação estadual, avaliam especialistas.</p>
<p>Entre janeiro e abril deste ano, 20 estados conseguiram recolher R$ 115,583 bilhões com a cobrança do ICMS, aumento de 5,37%, em termos reais (descontada a inflação), ante igual período de 2017. Este foi o primeiro crescimento nesta base de comparação desde 2014, ou seja, depois de três anos.</p>
<p>Os dados são da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), organizados pelo portal Compara Brasil, e não incluem a arrecadação do Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima e Tocantins, estados que ainda não informaram o desempenho tributário do segundo bimestre de 2018.</p>
<p>O professor do curso de Direito da FMU e especialista em ICMS, Jean Simei, avalia que a expansão da receita estadual nos primeiros quatro meses do ano foi impulsionada mais pelo aumento dos preços dos combustíveis – em decorrência da disparada dos preços dos barris de petróleo no mercado internacional – do que pela retomada da atividade econômica.</p>
<p>“O consumo do combustível ficou mais caro e isso acabou provocando um crescimento no volume de arrecadação do ICMS. Os combustíveis e a energia elétrica representam 23% do total da receita do imposto”, reforça Simei. Ele pondera que a recuperação da atividade também ajudou na alta da arrecadação, mas que não seria correto atribuir o aumento somente à dinâmica da economia, tendo em vista que o comportamento dos indicadores no início do ano foi fraco. O Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre, por exemplo, cresceu 0,4%, ante uma expectativa de 1% no início de 2018.</p>
<h4><strong>Perspectivas</strong></h4>
<p>Para os próximos meses, a tendência é que a arrecadação de ICMS nos estados passe por uma desaceleração, por causa das consequências da greve dos caminhoneiros durante 11 dias de maio e ao período do processo eleitoral – que tende a retrair mais o consumo e a produção, devido às incertezas sobre quem irá assumir à Presidência no próximo ano – avalia o presidente do Sindicato dos Agentes Fiscais de Rendas do Estado de São Paulo (Sinafresp), Alfredo Maranca.</p>
<p>Ele acrescenta que a Copa do Mundo entre 14 de junho e 15 de julho também deve prejudicar a arrecadação de ICMS, já que muitos estabelecimentos param durante os jogos.</p>
<p>“Somente a receita de ICMS perdida nos dias de greve não se recupera mais. É como se você subtraísse alguns dias de arrecadação do mês. A gente continua tendo contas a pagar, mas com alguns dias a menos de dinheiro. Isso é muito ruim para a economia pública”, destaca Alfredo Maraca. “Além disso, a Copa do Mundo costuma ser um momento de parada”, reafirma o especialista.</p>
<p>Simei, da FMU, ressalta que a turbulência política também deve continuar impactando o ritmo de recuperação da economia, podendo levar a receita de ICMS à uma estabilidade ou leve crescimento no fechamento de 2018, na comparação com o resultado tributário registrado no ano passado.</p>
<p>O professor da FMU comenta ainda que o subsídio do governo federal dado ao diesel – atendendo às reivindicações dos caminhoneiros – acabou onerando a gasolina, movimento que deve provocar um aumento da arrecadação de ICMS combustíveis. No entanto, a incerteza política, ao enfraquecer a atividade, arrefecerá essa alta no consolidado da arrecadação do tributária.</p>
<p>Na amostra com 20 estados, somente o Rio Grande do Sul (RS) apresentou recuo na arrecadação de ICMS até abril, ante iguais meses de 2017. A retração na receita foi de 1%, em termos reais, para um valor de R$ 10,661 bilhões. Já no estado de São Paulo, as operações de circulações de bens e serviços geraram R$ 44,156 bilhões à Fazenda estadual, o que representou um aumento de 4,78%.</p>
<p>O presidente do Sinafresp afirma que São Paulo deve verificar aumento real na arrecadação de ICMS este ano e que o governo estadual tem trabalhado mais intensamente na fiscalização, focando esforços na formalização de empresas.</p>
<h4><strong>Principais entes</strong></h4>
<p>A receita de ICMS também se recuperou no Rio de Janeiro – estado que, desde 2016, vem passando por uma forte crise financeira e fiscal – com intervenção federal na área de segurança pública. Até abril, o Rio arrecadou R$ 11,892 bilhões, aumento real de 6,37% contra igual período de 2017. Já na Bahia, a receita do ICMS apresentou expansão de 5,45%, para R$ 7,247 bilhões.</p>
<p>O estado de Santa Catarina, por sua vez, teve aumento de 5,32%, para R$ 6,909 bilhões, enquanto o crescimento da arrecadação Pernambuco avançou 10% acima da inflação, para R$ 5 bilhões. Já a cobrança de ICMS em Goiás gerou um total de R$ 4,966 bilhões ao caixa do estado até abril, o que significou uma alta de 3,81%, ante igual período de 2017.</p>
<p>Fonte: FENACON</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Prejudicadas pela greve, empresas pedem mais prazo para pagar impostos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jun 2018 12:35:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leis & Tributos]]></category>
		<category><![CDATA[Greve]]></category>
		<category><![CDATA[PIS/COFINS]]></category>
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					<description><![CDATA[A ideia é estender, pelo menos para pequenas empresas, o prazo para pagamento do IPI, PIS e Cofins e contribuição previdenciária patronal Em encontro com o presidente Michel Temer, na tarde desta segunda-feira (11/6), o presidente da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), Eduardo Eugênio Vieira, pedirá a postergação por 15 dias do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="subtitulo"><strong>A ideia é estender, pelo menos para pequenas empresas, o prazo para pagamento do IPI, PIS e Cofins e contribuição previdenciária patronal</strong></p>
<p>Em encontro com o presidente Michel Temer, na tarde desta segunda-feira (11/6), o presidente da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), Eduardo Eugênio Vieira, pedirá a postergação por 15 dias do recolhimento de tributos federais relativos a maio, devido aos impactos decorrentes da paralisação dos caminhoneiros. A ideia é estender, pelo menos para pequenas empresas, o prazo para pagamento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), do Programa de Integração Social (PIS), da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e da contribuição previdenciária patronal.</p>
<p>Outra demanda da Firjan, que também será apresentada nesta segunda-feira, é que a reoneração da folha de pagamentos só comece a valer em 2019. Sancionada em 1º de junho para ajudar o governo a arcar com parte do subsídio ao óleo diesel negociado com os caminhoneiros, a medida retoma a cobrança das contribuições previdenciárias sobre a folha de pagamento para 39 setores da economia que pagavam com base em um percentual do faturamento. A Firjan estima que a reoneração pode afetar até 500 mil empregos pelo consequente aumento dos gastos com pessoal.</p>
<p>Vieira também defenderá, na reunião, a volta da alíquota de 2% do Reintegra – programa que “devolve” aos empresários uma parte do valor exportado em produtos manufaturados via créditos do PIS e Cofins. A devolução, que era de 2% em 2018 e subiria para 3% em 2019, foi cortada para 0,1% em maio, também para que o governo conseguisse arcar com as reivindicações dos caminhoneiros pelo fim da greve.</p>
<p>Fonte: FENACON</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Governo anuncia medidas referentes à diminuição do preço do diesel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio de Castro Belem]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jun 2018 11:32:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Greve]]></category>
		<category><![CDATA[óleo diesel]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo Federal anunciou nesta quinta-feira, 31/5, as medidas referentes ao programa de subvenção do preço do óleo diesel. Detalhou também as medidas tributárias e orçamentárias compensatórias. O secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, disse que a redução do PIS/Cofins e CIDE incidentes no óleo diesel custarão aos cofres da União R$ 4,01 bilhões em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo Federal anunciou nesta quinta-feira, 31/5, as medidas referentes ao programa de subvenção do preço do óleo diesel. Detalhou também as medidas tributárias e orçamentárias compensatórias. O secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, disse que a redução do PIS/Cofins e CIDE incidentes no óleo diesel custarão aos cofres da União R$ 4,01 bilhões em 2018. Para compensar essas perdas ele anunciou que o Governo cortará incentivos tributários setoriais que, somados, alcançam o mesmo valor.</p>
<p>São eles: revogação do Regime Especial da Indústria Química – REIQ (R$ 0,17 bilhão), redução do percentual de restituição do Reintegra (R$ 2,27 bilhões), redução da alíquota do IPI sobre concentrados – ZFM, com equiparação da alíquota dos preparados para a elaboração de bebidas à do produto de saída (R$ 0,74 bilhão) e, por fim, a reoneração da folha de pagamentos para setores empresariais, conforme estabelecido na Lei 13.670 (R$ 0,83 bilhão).</p>
<p>Rachid defendeu as medidas, dizendo que em vez de aumento de alíquota ou mudança de base de cálculo o Governo optou por redução dos incentivos. &#8220;Nós precisamos buscar uma melhoria no sistema tributário e adotar padrão internacional, isto é, reduzir uma série de incentivos setoriais que geravam efetivamente distorção do sistema&#8221;, explicou.</p>
<p><strong>Programa de subvenção</strong><br />
O chefe de Assessoria Especial do ministro da Fazenda, Marcos José Mendes, apresentou o modelo de subvenção econômica à comercialização de óleo diesel, que foi aprovada pela Medida Provisória nº 838, com valor total disponibilizado pelo Tesouro de R$ 9,5 bilhões. Mendes explicou que desde o dia 24 de maio a Petrobras reduziu voluntariamente o seu preço de R$ 2,3351 para R$ 2,1016. Essa redução de R$ 0,2335 vai vigorar por 15 dias (até 7/6). Para chegar aos R$ 0,30 de redução proposto pelo Governo, faltam R$ 0,07. O Tesouro Nacional pagará essa subvenção, até o dia 7/6 para todas as empresas que praticarem o preço de até R$ 2,1016.</p>
<p>A partir de 8 de junho, até 31 de dezembro, o Tesouro vai arcar com os R$ 0,30 integralmente.  O produtor ou importador que quiser participar precisa se habilitar junto à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e se comprometer a autorizar que a Receita Federal repasse à ANP os dados fiscais necessários para o cálculo da subvenção.</p>
<p>Mas para aderir ao programa é preciso praticar preço igual ou inferior ao preço de comercialização (PC) indicado pelo Governo. Assim o produtor ou importador vende para a distribuidora por preço menor ou igual ao PC e recebe até R$ 0,30 de subvenção. O Governo estabeleceu que o preço de comercialização (PC) do Diesel ficará fixado por 60 dias em R$ 2,0316, para os que aderirem ao plano de subvenção. Depois de 60 dias, serão definidos mensalmente, até 31 de dezembro de 2018, novos preços de comercialização (PC).  A subvenção será paga a cada 30 dias pelo valor líquido de uma conta de débitos e créditos (conta gráfica) que se acumulará ao longo do mês.</p>
<p><strong>Corte de Despesas</strong><br />
Outra medida compensatória para compensar o programa de subsídios ao diesel foi o corte de despesas do Governo. O secretário-executivo do Ministério do Planejamento, Gleisson Rubin, informou que a despesa total com os incentivos do diesel totaliza R$ 9,58 bilhões. Desse total, R$ 9,5 bilhões serão gastos com a Subvenção econômica para o óleo diesel, conforme autorizado pela Medida Provisória nº 838. Outros R$ 80 milhões serão gastos com ações de desobstrução de vias públicas federais, de acordo com o Decreto nº 9.382.</p>
<p>Rubin afirmou que R$ 6.197 bilhões virão de reservas de contingência financeiras. E outros R$ 3,382 bilhões serão compensados com cancelamento de reservas para capitalização de empresas públicas (R$2,168 bilhões) e também de despesas discricionárias (R$ 1,214 bilhão).</p>
<p>FONTE: Receita Federal</p>
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		<title>Governo publica as três medidas provisórias prometidas para beneficiar caminhoneiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio de Castro Belem]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2018 16:42:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhoneiros]]></category>
		<category><![CDATA[Greve]]></category>
		<category><![CDATA[medidas provisórias]]></category>
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					<description><![CDATA[As MPs foram anunciadas pelo presidente Michel Temer após reunião com os representantes dos caminhoneiros ontem a noite. Depois de oito dias de protestos dos caminhoneiros o Governo Federal publicou no último dia (27), uma edição extra do Diário Oficial da União que sanciona três medidas provisórias anunciadas pelo presidente Michel Temer após 12 horas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>As MPs foram anunciadas pelo presidente Michel Temer após reunião com os representantes dos caminhoneiros ontem a noite.</h3>
<p>Depois de oito dias de protestos dos caminhoneiros o Governo Federal publicou no último dia (27), uma edição extra do Diário Oficial da União que sanciona três medidas provisórias anunciadas pelo presidente Michel Temer após 12 horas de reunião entre a equipe econômica e os representantes dos caminhoneiros.</p>
<p>Segundo o Palácio do Planalto, o prejuízo para os cofres públicos será de R$ 10 bilhões, já que o Tesouro Nacional vai ressarcir os danos que as medidas vão causar a Petrobrás.</p>
<p>Entre as propostas que foram negociadas com os caminhoneiros, está a criação Política de Preços Mínimos de Transporte Rodoviário de Cargas, o frete. Mesmo o Senado tento um projeto parecido, Temer aceitou a reivindicação dos motoristas e editou a Medida Provisória que terá validade imediata.</p>
<p>Outro ponto decisivo na negociação foi a redução do preço do diesel em R$ 0,46 por litro nas refinarias, e o comprometimento que esse valor chegará as bombas de combustíveis.</p>
<p>&#8220;Para chegar a esses R$ 0,46, o governo está assumindo sacrifícios no orçamento e honrará essa diferença de custo sem nenhum prejuízo para a Petrobras&#8221; disse Michel Temer durante a coletiva ontem à noite.</p>
<p>O Planalto se comprometeu a congelar o preço do combustível em até 60 dias. Depois desse prazo os preços serão reajustados, como manda a nova política de preços da Petrobras. A diferença é que desta vez os reajustes serão feitos a cada 30 dias e não todos os dias como é feito atualmente.</p>
<p>O prazo dado pelo presidente Michel Temer, é menor do que era exigido pela categoria, que pleiteava 90 dias do congelamento dos preços.</p>
<p>O governo também garantiu que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), vai contratar transportes rodoviários de cargas sem processos licitatórios. Além disso será reservado 30% do frete para caminhoneiros autônomos.</p>
<p>A última medida provisória que foi publicada pelo Governo Federal, determina a isenção do valor do pedágio para caminhões que estiverem sem carga e com o eixo suspenso. A medida valerá para rodovias federais, estaduais e municipais.</p>
<p>Fonte: PORTAL CONTÁBEIS</p>
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		<title>Estado do Rio de Janeiro reduz ICMS do óleo diesel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio de Castro Belem]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 May 2018 17:55:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhoneiros]]></category>
		<category><![CDATA[Greve]]></category>
		<category><![CDATA[ICMS]]></category>
		<category><![CDATA[óleo diesel]]></category>
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					<description><![CDATA[RIO- Após reunião com caminhoneiros, o governador do Estado do Rio, Luiz Fernando Pezão (MDB), anunciou na noite desta quinta-feira, 24, a redução da alíquota de ICMS do óleo diesel no Estado do Rio DE 16% para 12%, mesma alíquota praticada no Estado de São Paulo. Com essa medida, mesmo antes do anúncio do acordo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>RIO- Após reunião com caminhoneiros, o governador do Estado do Rio, Luiz Fernando Pezão (MDB), anunciou na noite desta quinta-feira, 24, a redução da alíquota de ICMS do óleo diesel no Estado do Rio DE 16% para 12%, mesma alíquota praticada no Estado de São Paulo. Com essa medida, mesmo antes do anúncio do acordo nacional pelo governo federal, os caminhoneiros fluminenses já haviam se comprometido a suspender a greve no Estado nesta sexta-feira e sábado, 26.</p>
<p>&#8220;Estou atendendo um apelo antigo dessa categoria de trabalhadores e dentro das possibilidades das nossas finanças. Estávamos perdendo muito embarque de combustíveis para São Paulo, com a alíquota diferenciada. A redução será feita por decreto que será publicado no Diário Oficial de segunda-feira, 28&#8221;, afirmou Pezão.</p>
<p>O acordo foi firmado durante reunião com representantes das transportadoras de combustível e do Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas do Estado do Rio (Sindcargas), realizada no Palácio Guanabara, sede do governo do Estado, em Laranjeiras (zona sul).</p>
<p>O presidente da Assembleia Legislativa do Rio, deputado estadual André Ceciliano (PT), também participou do encontro. &#8220;Foi uma grande conquista para o Estado do Rio. Fizemos a intermediação para que o governo reduzisse o ICMS sobre o diesel. Com isso, vamos ter uma normalização dos serviços de transportes fluminenses&#8221;, afirmou o deputado.</p>
<p>Fonte: Estadão</p>
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		<title>Analistas tributários da Receita entram em greve</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio de Castro Belem]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 May 2018 12:36:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Greve]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Após uma série de paralisações, analistas tributários da Receita Federal começaram, nesta segunda-feira, 21/05, uma greve de duas semanas. Desde o início de março, os trabalhadores fazem paralisações semanais em defesa do cumprimento dos termos do acordo salarial da categoria, assinado em março de 2016, e do cumprimento da Lei 13.464/2017, que reestruturou a remuneração [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Após uma série de paralisações, analistas tributários da Receita Federal começaram, nesta segunda-feira, 21/05, uma greve de duas semanas.</h3>
<p>Desde o início de março, os trabalhadores fazem paralisações semanais em defesa do cumprimento dos termos do acordo salarial da categoria, assinado em março de 2016, e do cumprimento da Lei 13.464/2017, que reestruturou a remuneração dos servidores da carreira tributária e aduaneira da Receita Federal do Brasil.</p>
<p>De acordo com o Sindireceita, a greve também é pela regulamentação do chamado bônus de eficiência, que conferirá uma gratificação a setores, conforme o desempenho.</p>
<p>A categoria também é contramedidas que, segundo o Sindireceita, podem enfraquecer o funcionamento da Receita, como a falta de definição em relação às progressões e promoções dos analistas; a mudança no regime de plantão; e a morosidade do pagamento de adicionais noturno, de insalubridade e periculosidade.</p>
<p>Parte inferior do formulário</p>
<p>Inicialmente, os trabalhadores cruzaram os braços um dia por semana e, posteriormente, passaram para a paralisação de três dias, chegando agora à greve de duas semanas completas.</p>
<p>&#8220;O governo não tem nos recebido. A lei que deveria cumprir nosso acordo salarial foi sancionada no ano passado e até agora o governo não emitiu o decreto&#8221;, afirma Odair Ambrósio, diretor do Sindireceita.</p>
<p>&#8220;O bônus para o funcionário é um estímulo, uma vez que, para recebê-lo, terão que ser atingidas metas de arrecadação, de eficiência de despacho aduaneiro, entre outras. Para a administração, é um instrumento de gestão, para cobrar mais dos servidores&#8221;, explica Odair.</p>
<p><strong>O que será afetado<br />
</strong></p>
<p>A greve, segundo o sindicato dos Analistas Tributários da Receita Federal, afeta serviços como atendimento aos contribuintes; emissão de certidões negativas e de regularidade; restituição e compensação; inscrições e alterações cadastrais; regularização de débitos e pendências; parcelamento de débitos; revisão de declarações; análise de processos de cobrança; atendimento a demandas e resposta a ofícios de outros órgãos, entre outras atividades.</p>
<p>Na próxima semana, haverá nova assembleia para definir se a greve será estendida. Procurada, a Receita diz que não se manifesta sobre greve.</p>
<p>O acirramento da greve nacional dos Analistas-Tributários foi aprovado por ampla maioria dos servidores do cargo em Assembleia Geral Nacional Unificada (AGNU), realizada de 15 a 17 de maio. Por ampla maioria, a categoria votou a favor da realização de cinco dias de paralisação por duas semanas, do dia 21 a 25 de maio e do dia 28 a 1º de junho. Além de aprovarem a ampliação da greve, os Analistas-Tributários também deliberaram pela manutenção do Regime Permanente de AGNU.</p>
<p><strong>Sobre a votação<br />
</strong></p>
<p>Os Analistas-Tributários da Receita Federal do Brasil (RFB) aprovaram na Assembleia Geral Nacional Unificada (AGNU), realizada de 15 a 17 de maio, o acirramento da greve nacional. Por ampla maioria, a categoria votou a favor da realização de cinco dias de paralisação por duas semanas, do dia 21 a 25 de maio e do dia 28 a 1º de junho. Além de aprovarem a ampliação da greve, os Analistas-Tributários também deliberaram pela manutenção do Regime Permanente de AGNU.</p>
<p>A Diretoria Executiva Nacional (DEN) do Sindireceita conclama todos os Analistas-Tributários a paralisarem suas atividades nas próximas duas semanas em todo o país. É fundamental a participação de toda a categoria nos atos, movimentos e Assembleias Locais que serão convocadas pelas Delegacias Sindicais nas próximas duas semanas.</p>
<p><img decoding="async" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/05/052518_1236_Analistastr1.png" alt="052518 1236 Analistastr1" title="Analistas tributários da Receita entram em greve 7"><img decoding="async" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/05/052518_1236_Analistastr2.png" alt="052518 1236 Analistastr2" title="Analistas tributários da Receita entram em greve 8"></p>
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