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	<title>Governança Corporativa &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>Empresas adotam 64% das normas recomendadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Dec 2018 09:24:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Governança Corporativa]]></category>
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					<description><![CDATA[Empresas de controle estatal e estrangeiro têm maior aderência As companhias brasileiras adotam, em média, 64,6% das práticas previstas no Código Brasileiro de Governança Corporativa, aponta pesquisa do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) em parceria com o escritório TozziniFreire Advogados. O estudo foi feito a partir dos dados das 95 empresas obrigadas a entregar [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading">Empresas de controle estatal e estrangeiro têm maior aderência</h4>



<p>As companhias brasileiras adotam, em média, 64,6% das práticas previstas no Código Brasileiro de Governança Corporativa, aponta pesquisa do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) em parceria com o escritório TozziniFreire Advogados.</p>



<p>O estudo foi feito a partir dos dados das 95 empresas obrigadas a entregar o Informe de Governança em 2018.</p>



<p>A pesquisa aponta que o segmento de listagem não interfere na taxa de aderência ao Informe de Governança. A diferença entre o Novo Mercado, que tem a maior taxa de aderência, e o Nível 2, que possui a menor, é de apenas 2,5 pontos percentuais – 65,2% e 62,7%, respectivamente. Na amostra deste ano, tanto a empresa de melhor desempenho (95,9% de taxa de aderência) quanto a de pior (28,3%) estão listadas no Novo Mercado.</p>



<p>“O Informe de Governança permite que o mercado avalie se as práticas adotadas pelas companhias condizem com seu estágio de desenvolvimento e se as explicações fornecidas são suficientes. Estamos diante de um instrumento que nos coloca em linha com o que já é praticado nos principais mercados internacionais, mas depende de acompanhamento, em especial de investidores, para atender seu propósito”, avalia Heloisa Bedicks, superintendente geral do IBGC.</p>



<p>Em sua opinião, mais importante do que a taxa de aderência foi o fato de todas as 95 companhias convocadas a entregar o Informe terem cumprido a tarefa, assim como outras 13 voluntárias.</p>



<p>A pesquisa ainda destaca que Companhias do Novo Mercado representam maior fatia da amostra: das 95 empresas avaliadas, 62 estão listadas no segmento.</p>



<p>As empresas de controle estatal e estrangeiro apresentam taxa de aderência superior (68,4% e 67,8%, respectivamente) do que as de controle privado (63,9%).</p>



<p>Além disso, o estudo mostra que companhias de maior porte (receita líquida acima de R$ 15 bilhões em 2017) registram taxa de aderência de 73,5%; as de menor porte (até 2,5 bilhões em 2017), somaram 54,5%.</p>



<p>Fonte: FENACON<br></p>
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