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	<title>Gestão de crises &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<description>Software de Gestão Empresarial</description>
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	<title>Gestão de crises &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>8 livros que todo líder precisa ler para aprender a superar crises</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Aug 2020 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas Spalla]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de crises]]></category>
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					<description><![CDATA[Confira 8 livros que apresentam dilemas e práticas adotadas por companhias de sucesso para superar crises. A boa liderança é algo que se alcança pelo aprendizado. E uma das formas mais simples de adquirir conhecimento é refletindo sobre trajetórias de outros líderes de destaque. Em tempos de crise, como a atual do coronavírus, procurar exemplos que ajudem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><em><strong>Confira 8 livros que apresentam dilemas e práticas adotadas por companhias de sucesso para superar crises.</strong></em></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="870" height="450" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/07/livros.jpg" alt="8 livros que todo líder precisa ler para aprender a superar crises" class="wp-image-11823" title="8 livros que todo líder precisa ler para aprender a superar crises 1" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/07/livros.jpg 870w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/07/livros-300x155.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/07/livros-768x397.jpg 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/07/livros-480x248.jpg 480w" sizes="(max-width: 870px) 100vw, 870px" /></figure>



<p>A boa liderança é algo que se alcança pelo aprendizado. E uma das formas mais simples de adquirir conhecimento é refletindo sobre trajetórias de outros líderes de destaque.</p>



<p>Em tempos de crise, como a atual do coronavírus, procurar exemplos que ajudem a superar os desafios torna-se ainda mais essencial.</p>



<p>Pensando nisso, compilamos oito obras que apresentam dilemas e práticas adotadas por companhias de sucesso. Confira.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O Lado difícil das situações difíceis: Como construir um negócio quando não existem respostas prontas</strong></h3>



<p>Empreendedor, o inglês Ben Horowitz ganhou popularidade como autor de um blog de negócios que usava trechos de música de rap (estilo do qual é fã) para ilustrar lições pertinentes a líderes e empreendedores.</p>



<p>Como cofundador da firma de venture capital Andreessen Horowitz, Horowitz é também um dos investidores mais renomados do Vale do Silício e faz de “O Lado Difícil das Situações Difíceis” uma espécie de manual de sobrevivência nos negócios – tendo como base a realidade do mercado em que atua, um dos mais competitivos do mundo.</p>



<p>Lançado originalmente em 2014 (a edição em português chegou um ano depois), o livro tornou-se um sucesso por apresentar situações que, segundo o próprio Horowitz, não se aprende nas faculdades de administração.</p>



<p>Empreender, para Horowitz, é uma luta diária e é preciso perseverança quando os planos são destruídos por concorrentes, por crises econômicas ou tantas outras ameaças inerentes aos negócios. De forma direta, o autor apresenta em detalhes algumas das situações mais delicadas a um gestor e mostra como lidar com cada uma delas – com detalhes, por exemplo, de como foi quando teve que demitir um grande amigo em um dos processos de reestruturação de seus empreendimentos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O Novo Código da Cultura – Transformação Organizacional na Gestão do Amanhã</strong></h3>



<p>Uma das principais obras brasileiras sobre cultura organizacional, “O Novo Código da Cultura”, de José Sabini Neto e Sandro Magaldi, apresenta com didatismo a importância de forjar uma cultura nas companhias – e como fazer isso.</p>



<p>Sabini, como cofundador da HSM, empresa de educação executiva, e Salibi Neto, como diretor comercial, conviveram e trabalharam com alguns dos principais pensadores da gestão como Peter Drucker, Jack Welch, Michael Porter e Philip Kotler e líderes mundiais como Bill Clinton, Tony Blair e Rudolph Giuliani.</p>



<p>Na obra, a dupla compartilha muito do próprio aprendizado para prestar esclarecimentos claros sobre qual o sistema mais poderoso de liderança, os erros mais comuns em processos de transformação cultural e o papel do gestor entre vários outros pontos de relevância.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>The Ride of a Lifetime: Lessons Learned from 15 Years as CEO of the Walt Disney Company</strong></h3>



<p>Uma das sugestões de leitura de Bill Gates para o período de quarentena causada pela pandemia do novo coronavírus, “The Ride of a Lifetime: Lessons Learned from 15 Years as CEO of the Walt Disney” (“A jornada de uma vida: Lições aprendidas a partir de 15 anos como CEO da Walt Disney, em tradução livre), é o relato de Roger Iger como CEO da The Walt Disney Company.</p>



<p>Ao longo de suas páginas, Iger passa uma mensagem de otimismo e coragem, enquanto aborda os desafios que teve de enfrentar quando assumiu o principal cargo executivo da companhia, em 2005. À época, a empresa passava por um momento crítico – sem saber se adotava novas tecnologias e apostava em transformações ou se resistia às mudanças. Iger escolheu a primeira opção.</p>



<p>Liderando mais de 220 mil funcionários, ele preservou o legado da Disney ao mesmo tempo que conseguiu levar a empresa a um novo patamar – hoje, uma das companhias de mídia mais admiradas do mundo com braços que incluem a Pixar, Marvel, Lucasfilm e 21st Century Fox.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Factfulness: O hábito libertador de só ter opiniões baseadas em fatos</strong></h3>



<p>Outra indicação de Bill Gates e também uma das obras destacadas por Barack Obama, “Factfulness: O hábito libertador de só ter opiniões baseadas em fatos” tornou-se um best seller ao sugerir, com base na análise de uma infinidade de dados, que “talvez o mundo não esteja tão ruim como se acredita”.</p>



<p>Tomando emprestado o conceito de mindfulness, os autores propõem a ideia de factfulness: o hábito libertador de só ter opiniões baseadas em fatos. Que porcentagem da população mundial vive na pobreza? Qual é o número de crianças vacinadas no mundo? Quantas meninas terminam a escola? Os autores mostram que, quando confrontadas com essas questões, boa parte das pessoas dão respostas incorretas.</p>



<p>“Não se trata de otimismo, que é um péssimo hábito de fingir que as coisas são boas”, argumentou Ola Rosling em diferentes ocasiões. A ideia da obra é outra. É motivar as pessoas a se esforçarem um pouco para enxergar as coisas como elas realmente são – o que pode ajudar a responder melhor a diferentes crises e vislumbrar oportunidades quando tudo parece perdido.</p>



<p>Nas palavras de Obama: “Um livro esperançoso sobre o potencial humano para progresso quando trabalhamos em cima de fatos e não sobre nossos preconceitos inerentes.”</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Always Day One: How the Tech Titans Plan to Stay on Top Forever</strong></h3>



<p>O título “Always Day One: How the Tech Titans Plan to Stay on Top Forever” (“Sempre Dia 01: Como os titãs de tecnologia planejam permanecer no topo”, em uma tradução livre”), é uma alusão ao mantra de Jeff Bezos, que lidera a Amazon como se fosse sempre “Dia 01”. É uma maneira de defender que as empresas, independentemente de seu tamanho, precisam ter postura agressiva de startup, inovando o tempo todo.</p>



<p>Jornalista de tecnologia, Alex Kantrowitz conduziu mais de uma centena de entrevistas com especialistas, funcionários e também alguns dos fundadores de empresas como Facebook, Google, Apple e Microsoft e a Amazon para revelar o funcionamento interno dessas gigantes e as estratégias para que chegassem ao topo.</p>



<p>Para Kantrowitz, o domínio dessas empresas tem um impulso comum: uma forte cultura interna pela reinvenção constante. É isso também que irá determinar a sustentabilidade do crescimento.</p>



<p>Em um mundo em que as transformações acontecem em velocidade recorde, nenhuma vantagem é segura – e a única forma de sobreviver ou até conseguir algum destaque no universo desses titãs, ressalta o autor, é, por meio de um manual próprio, adotar postura semelhante.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O coach de um trilhão de dólares: O manual de liderança do Vale do Silício</strong></h3>



<p>Celebrado como maior coach do mundo, Bill Campbell trabalhou para Steve Jobs para salvar a Apple da falência, ajudou Eric Schmidt, Larry Page e Sergey Brin a construírem o Google. Ao longo de sua carreira, esteve ao lado das principais figuras de algumas das empresas que hoje tem valor de mercado superior a US$ 1 trilhão.</p>



<p>Para destrinchar como Campbell (que faleceu em 2016, sem nunca ter escrito a própria obra) apoiou esses gestores em momentos cruciais, os autores se debruçaram e uma série de entrevistas. O livro traz lições práticas inspiradas nos ensinamentos de Campbell e possíveis de serem replicados por qualquer gestor.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Equipes brilhantes</strong></h3>



<p>Eleito um dos melhores livros de negócios de 2018 pela Bloomberg e Library Journal, e best seller do The New York Times, Equipes Brilhantes mostra por que em algumas das empresas e organizações mais bem-sucedidas do mundo a integração de seus times são a chave para o sucesso.</p>



<p>Independentemente do tamanho do seu time e da área de atuação, defente Coyle, é a habilidade de desenvolver a coesão do grupo que irá alavancar a inovação e conquistas concretas.<br />Baseado em pesquisas científicas, ele identifica as três características mais importantes para promover a cooperação e dá um passo a passo de como fazer mesmo equipes heterogêneas funcionarem por um objetivo único.</p>



<p>Para chegar a resposta da pergunta “Por que certos grupos se tornam mais fortes do que a soma de suas partes, enquanto outros se tornam mais fracos?”, Coyle trabalhou de forma pouco ortodoxa – além do conhecimento em empresas tradicionais, foi buscar em times de basquete, estúdios de cinema e até uma quadrilha especializada em roubo de joias algumas das pistas para escrever seu manual.</p>



<p>O resultado é uma leitura rica e, por vezes, divertida de como forjar uma equipe que sabe resolver problemas com facilidade e superar constantemente as metas pré-definidas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>As cartas de Bezos: 14 princípios para crescer como a Amazon comum</strong></h3>



<p>À frente de uma das empresas de maior sucesso da história, Jeff Bezos, o fundador da Amazon, mostra muito de sua estratégia e visão de mundo nas cartas elaboradas para seus acionistas.</p>



<p>Em “As cartas de Bezos: 14 princípios para crescer como a Amazon comum”, os autores analisam esses comunicados elaborados por Bezos para seus acionistas ao longo de 20 anos para sacar dali algumas das lições que compartilham com o público.</p>



<p>Para alguns, a leitura do livro propicia a sensação de ter Bezos como mentor particular.</p>



<p>Fonte: <a href="https://www.infomoney.com.br/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">InfoMoney</a></p>
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		<title>Gestão de crises: estratégias para sua empresa superar o coronavírus.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2020 12:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de crises]]></category>
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					<description><![CDATA[Gestão de crises: estratégias para sua empresa superar o coronavírus.Não existem respostas certas ou estratégias simples diante de cenários incertos, sobretudo quando esses cenários são resultantes de contextos mundiais. Exemplo real e mais urgente é o nosso atual panorama de crise (ainda no início) decorrente do crescimento exponencial do coronavírus no mundo. O isolamento social, [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="697" height="467" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/11/Empresa-problemas.jpg" alt="Gestão de crises" class="wp-image-5960" title="Gestão de crises: estratégias para sua empresa superar o coronavírus. 2" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/11/Empresa-problemas.jpg 697w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/11/Empresa-problemas-300x201.jpg 300w" sizes="(max-width: 697px) 100vw, 697px" /></figure>



<p><strong><em>Gestão de crises: estratégias para sua empresa superar o coronavírus.</em></strong><br />Não existem respostas certas ou estratégias simples diante de cenários incertos, sobretudo quando esses cenários são resultantes de contextos mundiais. Exemplo real e mais urgente é o nosso atual panorama de crise (ainda no início) decorrente do crescimento exponencial do coronavírus no mundo.</p>



<p>O isolamento social, voluntário ou involuntário, o cancelamento de eventos culturais e esportivos e o trabalho de casa parecem ser, até o momento, as melhores formas de combater a propagação da doença. Essas ações já são realidades ao redor do mundo e, agora no Brasil, nos mostram que precisaremos a lidar e aprender com elas.</p>



<p>Afinal ações como essas geram mudanças em aspectos sociais, mas também e, sobretudo, em aspectos profissionais. Medidas de aprendizagens e de mudanças serão necessárias para garantirmos, claro, nossas saúdes biológicas acima de tudo, mas também a saúde e a manutenção dos empregos e de nossas empresas.</p>



<p>Precisamos ponderar que diante desse novo cenário e da alteração drástica no comportamento das pessoas, precisaremos pensar quais ações podemos tomar para reduzir riscos das nossas operações e ampliar as chances de sobrevivência dos nossos negócios.</p>



<p>Por isso preparamos especialmente esse texto para que você conheça potenciais planos e estratégias de curto e médio prazo que ajudarão na sobrevivência da sua empresa num cenário de extrema incerteza.</p>



<h2 class="wp-block-heading">1.Contexto</h2>



<p>Diante de um cenário crítico, incerto e, por vezes catastrófico, algumas certezas emergem na nossa comunidade e, talvez, a principal certeza que temos é: essa maré vai passar.</p>



<p>A reflexão levantada nesse material é “Como estará a sua empresa passada a fase crítica de contaminação pelo coronavírus?”, fase esta que pode levar meses até retomar sua estabilidade.</p>



<p>A cada oportunidade que temos de nos conectar com os noticiários, notamos a ocorrência de reduções drásticas nos deslocamentos pela cidade e a grande tendência é que, nos próximos dias, esses deslocamentos aproximem-se de zero. E então o grande questionamento que fica é: sem pessoas circulando pela cidade, como ficarão os negócios que dependem completamente desse fluxo para se manterem estáveis e ativos?</p>



<p>Para entender quais seriam as respostas possíveis para essa questão temos que partir do entendimento de que o cenário catastrófico que vem se desenhando tem como principal base o efeito dominó que inevitavelmente geram consequências, como as pessoas ficarem em isolamento e pararem de circular pelas ruas e isso gera três problemas centrais:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Os hábitos e prioridades de consumo são drasticamente alterados;</li><li>O dinheiro circula com velocidade muito menor na economia;</li><li>As empresas menos preparadas para situações críticas se veem obrigadas a demitir funcionários e fechar as portas.</li></ul>



<p>Isso acontece porque com menos pessoas empregadas e menos dinheiro circulando no mercado, o caixa das empresas mais bem preparadas sofre fortes abalos e a consequentemente quebras estruturais e ondas de demissões se tornam generalizada. Pois sabemos que com a redução das vendas existe a redução da produção e com a redução da produção as indústrias são forçadas a reduzir suas operações e demitir mais pessoas.</p>



<p>De acordo com dados do Sebrae, as Micro e Pequenas Empresas têm 27% de participação na formação do Produto Interno Bruto nacional e respondem por 52% dos empregos com carteira assinada. E entendendo que as MPEs são representadas como grupo empresarial mais frágil diante de um cenário de crise, então podemos projetar a dimensão do problema caso ações emergenciais não sejam tomadas. Ações emergenciais que precisarão ser tomadas para conter as crises.</p>



<h2 class="wp-block-heading">2.Plano de ação</h2>



<p>Se você atualmente lidera uma Micro ou Pequena Empresa, sua prioridade máxima no momento deve ser manter a sua família e os seus funcionários em segurança. Em segundo plano, emerge a questão: “o que poderá acontecer com a minha empresa nos próximos dias”?</p>



<p>Sabemos que empresa e empresário tendem a formar uma figura só sobretudo em Micros e Pequenas Empresas. Então para apoiar a mitigação de riscos dentro do cenário catastrófico que se aproxima, desenvolvemos uma série de ações capazes de ajudar empresas na busca pela sobrevivência dos seus negócios no curto e médio prazo.</p>



<p>As ações sugeridas nesse texto serão divididas em duas vertentes:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Olhar para dentro da empresa: Trabalhar custos, processos, pessoas, relacionamento e cultura;</li><li>Olhar para fora da empresa: Buscar o fortalecimento das atuais fontes de receita, bem como, explorar novas fontes e novos canais de comunicação.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">2.a) Olhar para dentro da empresa.</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Ação #1 – Disseminação de conhecimento e boas práticas de higiene e saúde.</h3>



<p>Seja o líder e criador da clareza e da segurança para seus colaboradores. Não minimize notícias, não compartilhe dados não validados (as já conhecidas e prejudiciais fake news) e ajude-os a compreender a gravidade real da nova dinâmica mundial.</p>



<p>Em momentos de crise é difícil encontrar clareza, principalmente quando as informações disponíveis estão em constante mudança. A confusão de entendimento é normal nessa fase de compreensão e de crescimento exponencial do problema.</p>



<p>A proposta dessa ação é que você, empresário, se coloque na liderança da situação e seja o ponto de confiança entre sua empresa e seus colaboradores.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ação #2 – Análise crítica do potencial de sobrevivência da empresa no curto prazo.</h3>



<p>A pergunta-chave que abraça a&nbsp;<em>Ação #2</em>&nbsp;é: “Quanto tempo sou capaz de sobreviver com a estrutura física e financeira montada atualmente?”</p>



<p>Esta ação é crítica e propõe que você avalie o tempo de vida disponível para sua empresa caso seu faturamento diminua muito, ou chegue bruscamente ao zero, nas próximas semanas.</p>



<p>Para avaliar o potencial de sobrevivência da sua empresa, você precisará ter clareza de dois dados:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><em>Qual o custo mensal do seu negócio? (O custo mensal é composto pela soma dos custos fixos e variáveis).</em></li></ul>



<p>Para alcançar um valor próximo da realidade sugiro que seja levada em consideração a média de custos dos últimos 3 meses.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><em>Qual a minha atual disponibilidade de caixa?</em></li></ul>



<p>Se sua empresa é lucrativa, certamente ela acumulou dinheiro em caixa nos últimos meses, então esse é o momento de aplica-lo na sobrevivência do seu negócio.</p>



<p>Munido desses dados, basta dividir a disponibilidade de caixa pelo custo mensal e você terá uma expectativa do potencial de sobrevivência da sua empresa no curto prazo.</p>



<p>Por exemplo, se o custo mensal da sua empresa é de R$ 20.000,00 e a disponibilidade de caixa de R$ 50.000,00, basta dividir os R$ 50.000,00 por R$ 20.000,00 e você descobrirá que o potencial de sobrevivência da sua empresa é 2,5, ou seja, 2 meses e meio.</p>



<p>Isso quer dizer que existe dinheiro disponível para bancar as operações do seu negócio nos próximos dois meses e meio, se sua empresa, no pior cenário, não fizer nenhuma venda.</p>



<p>Diante das informações atuais de que a crise deve durar até o final de julho de 2020, seria necessário que seu potencial de sobrevivência seja maior ou igual a 4,5 (data atual: 18/mar/20).</p>



<p>Todavia, sabemos que em contextos de Micro e Pequenas Empresas, a previsibilidade de caixa mencionada acima é extremamente rara. Para esses empresários dificilmente será possível &nbsp;atingir a taxa de sobrevivência mencionada e, portanto, precisará pensar em outras saídas.</p>



<p>Justamente pensando e escrevendo para eles, é que separamos as dicas e e sugestões &nbsp;das próximas ações!</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ação #3 – Redução drástica de custos</h3>



<p>Quando falamos em reduções drástica de&nbsp;<a href="https://arquivei.com.br/blog/baixar-xml-reducao-de-custos-bf/" target="_blank" rel="noopener">custos</a>&nbsp;não estamos falando (necessariamente) em trabalhar de luzes apagadas, ou dar menos descargas por dia. Estamos falando em priorizar os principais custos das empresas e agir nos pontos certos, sobre os quais repousam nossos maiores resultados.</p>



<p>É agir de acordo com o que preconiza o princípio de Paretto: buscar maiores resultados com ações direcionadas.</p>



<p>Para desenvolver a estratégia de redução drástica de custos, você precisará fazer o seguinte:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Liste todos os custos fixos e variáveis da sua empresa;</li><li>Calcule a média de cada um deles nos últimos 3 meses;</li></ul>



<p>Baseado nas médias, identifique dois pontos:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>1º Quais são os dez maiores custos, dentre todos os listados;</li><li>2º Dentre os 10 maiores escolhidos, quais são os três principais.</li></ul>



<p>Munido desse conhecimento, direcione seus esforços para reduzir o máximo possível dos três custos principais (dentro os 10 maiores). E, se não for possível reduzir, tente renegociar ou postergar.</p>



<p>Quando terminar a negociação dos três principais, você estará apto a buscar a redução dos outros sete itens listados como custos prioritários.</p>



<p>Finalizada essa ação, se houver disponibilidade, retorne para a Ação #2 e refaça a análise crítica do potencial de sobrevivência da sua empresa. Pode ser que nesse movimento, com esforço direcionado, você ganhe 1 ou 2 meses de sobrevivência (que serão cruciais para o atual cenário).</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ação #4 – Redução de custos desnecessários</h3>



<p>Uma vez que desenvolvemos a Ação #3 e temos todos os custos da empresa mapeados, basta mapear tudo o que é necessário e está diretamente alinhado ao&nbsp;<em>core business da sua empresa.&nbsp;</em>Ou seja entender tudo que relacionado com o que sua empresa faz de melhor e entender o que não está diretamente ligado e que, portanto, é acessório.</p>



<p>Eliminar os gastos acessórios pode não ser uma medida que salvará sua empresa no curto prazo, mas certamente, trará mais clareza e maturidade para as ações de longo prazo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ação #5 – Redução do pró-labore.</h3>



<p>As ações #4 e #5 são fundamentais para a saúde e sobrevivência da empresa no curto e médio prazo, por isso elas podem (e devem) ser perfeitamente aplicadas às finanças pessoais dos empresários.</p>



<p>Agindo com foco na redução drástica de custos e na redução dos custos desnecessários torna-se possível, portanto, sacrificar parte do pró-labore em prol da saúde de curto prazo da empresa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ação #6 – Renegociar dívidas e buscar oportunidades de crédito.</h3>



<p>No momento que escrevo esse texto (19 de março de 2020), vejo uma grande possibilidade da abertura de linhas especiais de crédito que ajudem o empresário a superar a primeira maré do coronavírus. Essas linhas de crédito com condições especiais podem ser extremamente favoráveis para apoiar a empresa na renegociação de dívidas.</p>



<p>O que quero dizer é que: Podemos trocar uma dívida mais cara por uma dívida mais barata (mas isso só se aplica a empresas que encontraram notas maiores do que 4,5 na Ação #3). Se sua empresa não tem capital para sobreviver, ao menos os próximos 4 meses e meio, essa alternativa não é para você.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ação #7 – Fortalecer parcerias, buscar novos fornecedores e renegociar contratos, preços e condições de pagamento com os atuais.</h3>



<p>Uma boa alternativa para lidarmos com o atual cenário de crise é aproveitar uma virtual disponibilidade de tempo das pessoas para retomar e reestruturar potenciais parcerias.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><em>Sabe aquele empresário que você sempre quis entrar em contato, mas nunca conseguiu?</em></li><li><em>Sabe aquela pessoa que você mandou uma mensagem e ela nunca te respondeu?</em></li><li><em>Você se lembra de algum negócio que tentou fechar e, no entanto, sua expectativa foi frustrada?</em></li></ul>



<p>Pois, agora, e um ótimo momento pra retomar todos esses contatos! Em geral, as pessoas estarão em suas casas buscando alternativas de lidar com a crise e praticamente o dia todo conectadas aos meios de comunicação e redes sociais. Que tal retomar uma conversa e buscar construir uma nova parceria?</p>



<p>Sabemos que é difícil, aplicar e obter êxito em certas ações, mas não podemos dispensar parcerias e oportunidades que constroem ganham para todos envolvidos. Então precisamos, justamente, olhar e ponderar em ações rápidas para esse tipo de oportunidade na qual todas as partes envolvidas podem obter vantagens.</p>



<p>Além disso, existe um elevado potencial em trabalhar o relacionamento com seus atuais fornecedores e buscar, ao menos, uma flexibilização na forma de pagamento que possa ser oferecida ao seu cliente.</p>



<p>Todos estamos, juntos, atravessando esse momento de crise e, portanto, juntos, certamente, seremos mais fortes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ação #8 – Reavaliar o fechamento de novos contratos.</h3>



<p>A economia precisa continuar girando para que possamos superar com méritos esse momento de crise. No entanto, é fundamental reavaliar criteriosamente cada um dos novos contratos e verificar se esse é o momento exato para um novo pacto.</p>



<p>Mitigar riscos é priorizar ações. Precisamos manter a economia girando, mas, no entanto, precisamos avançar com cautela, pois o pior cenário seria a necessidade de desligar colaboradores e encerrar as atividades da empresa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ação #9 – Adotar novos procedimentos de controle da manifestação.</h3>



<p>Algumas empresas não conseguirão atender às orientações de isolamento social e alguns heróis precisarão estar à frente do campo de batalha. O país entraria em colapso sem os profissionais da saúde, policiais, farmacêuticos, motoboys, porteiros, atendentes dos supermercados e tantos outros.</p>



<p>No entanto, é fundamental que adotemos medidas críticas de prevenção e controle da manifestação do vírus nos nossos ambientes de trabalho.</p>



<p>A sugestão da&nbsp;<em>Ação #9</em>&nbsp;é fazer a análise crítica de cada um dos processos da sua empresa e agregar a eles o máximo de segurança possível no sentido de evitar a proliferação do vírus. Agir com cautela, proteção e atenção elevada vai certamente nos ajudar a passar por essa fase o mais rápido possível.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ação #10 – Adotar novo procedimento de atendimento ao cliente.</h3>



<p>Que tal demonstrar ao seu cliente toda a preocupação que você está tendo em relação à preservação da saúde dele e dos seus colaboradores?</p>



<p>Um novo procedimento de atendimento pode ser essencial para que, nesse momento, o cliente não deixe de frequentar seu estabelecimento.</p>



<p>Quando aplicável, permita apenas um cliente por vez no seu estabelecimento, evite contato, organize filas com distância de 1,5 metro entre pessoas, higienize a loja, higienize os mostruários e incentive a prática de retirar pedidos para viagem.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ação #11 – Realocar pessoas como forma de absorver as novas demandas.</h3>



<p>É provável que alguns dos seus colaboradores fiquem ociosos nos próximos dias e é provável que novas demandas surjam a partir do momento que sua empresa começa a se adequar e compreender melhor o cenário de crise.</p>



<p>Você é o maestro desse time e o time sabe da importância da sobrevivência do seu negócio. Sua empresa é a ferramenta de realização dos seus sonhos e também dos seus colaboradores. Como mencionei anteriormente, o momento é de união. Procure construir um time coeso que jogue no ataque, com foco em garantir que daqui um tempo, por exemplo daqui 5 meses, todos esses sonhos voltem a ser realidade.</p>



<p>Peça apoio dos seus colaboradores para a execução de novas tarefas e que estejam sempre alinhados em condutas e metas que irão garantir a sobrevivência da empresa no curto prazo. Transparência e união em prol de um futuro estável para todos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ação #12 – Valorizar e incentivar o trabalho remoto.</h3>



<p>Muitas empresas já identificaram e estão incentivando o trabalho remoto como forma de reduzir o contato social entre as pessoas. Senão todos, é fundamental que a empresa incentive essa prática sempre que possível. Se tem algo que sabemos nesse momento é que o isolamento social é ferramenta fundamental de contingência.</p>



<p>Trabalho remoto não é férias e não é trabalho de pijama. Existem técnicas e boas práticas que fazem com que o trabalho em casa seja tão produtivo quanto (ou mais produtivo que) o trabalho no escritório.</p>



<p>Busque o máximo de proximidade possível mesmo em condições de isolamento. Reuniões diárias no começo e final da jornada de trabalho podem ser um ótimo aliado daquele que preza pela produtividade do time remoto.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ação #13 – Atualização e manutenção do local de trabalho.</h3>



<p>Ao que me consta, os ambientes de escritório estarão isolados ao menos pelos próximos 15 dias (sendo muito otimista). Que tal aproveitar essa disponibilidade para uma limpeza, manutenção e upgrade? Tomando essas iniciativas, contribuímos para que outros negócios locais permaneçam estáveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ação #14 – Capacitação dos colaboradores.</h3>



<p>Atualmente temos dezenas de milhares de cursos online oferecidos pelas melhores e mais reconhecidas instituições de ensino do mundo, muitas vezes gratuitos, e sempre ao alcance de nossas mãos.</p>



<p>A última ação é endereçada à capacitação continuada dos sócios e colaboradores como forma de aproveitar o momento de crise e se preparar para, em breve, voltar para o campo de batalha com força total.</p>



<p>Você como empresário pode mapear cursos que sejam do interesse da companhia e propor aos seus colaboradores que estes sejam realizados durante (ou depois) da jornada de trabalho. Além disso, você também pode incentivar seu colaborador a fazer cursos “mais genéricos” que eles sempre tiveram interesse em fazer mas nunca tiveram tempo disponível.</p>



<p>Cursos de gestão, administração, marketing digital, produção de conteúdo, design gráfico, programação, inglês, japonês ou até ukulele podem trazer transformações para a realidade emergente do seu negócio.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2.b) Olhar para fora da empresa.</h3>



<p>Uma vez solidificadas as bases para o crescimento, somos capazes de olhar novamente para o mercado e buscar minimizar os impactos sofridos pela queda de faturamento da companhia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ação #15 – Investimento em marketing.</h3>



<p>Uma vez que grande parte das pessoas está isolada do convívio social e passa a maior parte do seu dia sem sair de casa, quase que como consequência, o acesso e permanência nas redes sociais cresce exponencialmente.</p>



<p>A sugestão incorporada à&nbsp;<em>Ação #15</em>&nbsp;é aproveitar a disponibilidade das pessoas e aumentar (com moderação) seus investimentos em marketing e, principalmente, no impulsionamento de anúncios em mídias sociais.</p>



<p>Aproveite para ser conhecido e reconhecido, entregue valor para o seu cliente, gere relacionamento e, se possível, incentive o consumo oferecendo flexibilidade no pagamento e descontos.</p>



<p>Um adendo importante: Como forma de otimizar recursos, invista na divulgação de produtos que representam uma maior margem de lucro para a sua empresa e que são desejados pelos consumidores e acompanhe consistentemente se os investimentos realizados em ações de marketing estão efetivamente se convertendo em vendas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ação #16 – Antecipação de vendas.</h3>



<p>Uma forma interessante de manter seu cliente por perto (mesmo à distância) é uma tentativa de antecipação das vendas.</p>



<p>Cinemas e teatros não irão funcionar por algum tempo e, ao mesmo tempo, as pessoas estão completamente cientes da importância de apoiar a sobrevivência desses negócios.</p>



<p>Que tal então antecipar as suas vendas?</p>



<p>A sugestão incorporada à&nbsp;<em>Ação #16</em>&nbsp;é que você ofereça um vale-compra ou um vale-presente para o cliente e, assim, viabilize uma forma de geração de caixa nesse momento com entrega do produto assim que a crise passar.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ação #17 – Descontos e flexibilização do pagamento.</h3>



<p>Na&nbsp;<em>Ação #7</em>&nbsp;falamos sobre a oportunidade de fortalecimento das parcerias, seja através da redução de preço, seja através da flexibilização do pagamento. Como forma de incentivar que o cliente continue comprando seu produto ou serviço, a sugestão da&nbsp;<em>Ação #17</em>&nbsp;é que você transfira para o cliente toda vantagem que conquistar na reconstrução das suas parcerias.</p>



<p>A proposta desse item é apresentar para o cliente uma grande vantagem que o incentive a comprar nesse momento ao invés de esperar a crise passar para poder voltar a consumir.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ação #18 – Explorar novos canais de comunicação.</h3>



<p>Seu produto pode ser vendido online? Existe uma forma de oferecer aos seus clientes o serviço através das plataformas digitais? A proposta da&nbsp;<em>Ação #18</em>&nbsp;é incentivar a criação e exploração de novos canais de comunicação.</p>



<p>Chegou o momento de ativar o atendimento por WhatsApp ou através do Instagram, Facebook, LinkedIn, marketplaces ou qualquer outro meio de comunicação que você utilizar.</p>



<p>Se o cliente não pode ir até a sua loja, sua loja pode ir até o cliente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ação #19 – Parcerias B2B e B2C.</h3>



<p>Se atualmente você vende seus produtos ou serviços para clientes pessoa física (B2C), cabe pensar e considerar se existe uma forma criativa de oferecer esses mesmos produtos ou serviços para clientes pessoa jurídica (B2B)?</p>



<p>Por outro prisma: se atualmente você vendo seus produtos ou serviços para pessoas jurídicas (B2B), existe uma forma de oferece-los também para pessoas físicas (B2C)?</p>



<p>Importante pensar e considerar se existe a oportunidade de agregar algum serviço ao produto que você vende atualmente; ou se existe a oportunidade de agregar algum produto ao serviço que você oferece atualmente.</p>



<p>Criatividade é a chave das Ações #19 e #20.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ação #20 – Explorar novos públicos e novos mercados.</h3>



<p>Por mais que tenhamos passado por momentos de crise com fortes oscilações econômicas, o cenário que enfrentamos atualmente não tem precedentes. Ao longo dos últimos anos, muitas empresas se acomodaram no tocante ao olhar para a criação de novos produtos e para a exploração de novos mercados.</p>



<p>Definitivamente chegou o momento de se perguntar:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Qual público-alvo enxerga ou pode enxergar valor no produto ou serviço que entrego atualmente? O desafio proposto aqui é que você encontre novos grupos de pessoas, com características e comportamentos semelhantes, que tenham interesse em utilizar seu produto ou serviço para resolver um problema e conquistar sucesso.</li><li>Uma vez que conheço bem meu público-alvo, quais outros produtos ou serviços sou capaz de entregar para agregar valor às suas jornadas e ajudá-los no alcance de um objetivo?</li></ul>



<p>A última ação proposta nesse texto é, portanto, que você micro ou pequeno empresário revise a história da sua empresa. Momentos de mudanças pedem ações diferentes. Debruce-se sobre todo o conhecimento que você conquistou e dedique algumas horas buscando a resposta para a seguinte pergunta:&nbsp;<em>Como posso entregar (mais ou outro) valor para o meu cliente?</em></p>



<p>Esteja atento a oportunidade de novos públicos e mercados. Comece, por exemplo, oferecendo cupons para clientes que não conhecem sua marca, oferecendo condições exclusivas para aqueles são seus parceiros de longa data, e mesmo criando elos e consumindo produtos e serviços do comércio local.</p>



<p>E por fim, esteja sempre atento: o comportamento dos clientes está em intensa transformação e o cliente de hoje jamais voltará a ser o mesmo da semana passada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">3. Problemas críticos geram mudanças críticas:</h2>



<p>Segundo estudo publicado pela&nbsp;<a href="https://hbr.org/2020/03/how-chinese-companies-have-responded-to-coronavirus?ab=hero-subleft-3" target="_blank" rel="noopener">Harvard Business Review</a>, o cenário econômico da China vem mostrando sinais de recuperação. Nota-se por lá a retomada do movimento das pessoas, mercadorias, da produção e, principalmente, o aumento da confiança.</p>



<p>Um dos fatos relevantes mapeado pelo estudo é um sinal de alteração brutal no comportamento de consumo das pessoas, mesmo as que já estavam ligeiramente afastadas do cenário de contaminação.</p>



<p>O que esse estudo nos mostra, em linhas gerais, é que mesmo passada a crise gerada pela epidemia de coronavírus, o comportamento do consumidor deve sofrer severas alterações que irão impactar diretamente na forma como “vivemos”, “trabalhamos”, “compramos”, “nos divertimos” e como “fazemos negócios”.</p>



<p>Esse fato pode ser visto como risco para aqueles que estão acomodados nas suas empresas e, ao mesmo tempo, pode ser visto como oportunidade para aqueles que querem tomar a vanguarda do crescimento econômico que certamente ocorrerá no cenário pós-crise. Uma vez que haverá mudanças dentro do cenário da crise e, também, no cenária pós-crise e então devemos compreender essas mudanças e conseguir fazer bons usos delas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">4. Sempre há um&nbsp;<em>plano b</em></h2>



<p>Se você atualmente é líder de uma empresa, chegou a hora de se perguntar:&nbsp;<em>Qual é meu o Plano B?</em></p>



<p>O mundo está virando de cabeça para baixo e o que conhecemos hoje já não é mais o que conhecíamos na semana passada. A forma de trabalho mudou, os relacionamentos mudaram, a forma de cumprimentar uma pessoa querida mudou, nosso comportamento em casa e nas ruas mudou. Tudo isso fará (já faz na verdade) com que os hábitos e prioridades de consumo das pessoas também mudem.</p>



<p>São intensas as transformações do nosso tempo, que carregam consigo angústias, ansiedades, medos, mas também oportunidades. Vamos, então, nos agarrar à última sabendo que uma coisa é certa: vai passar!</p>



<p>E quando passar, seremos melhores, mais unidos e mais fortes do que somos atualmente.</p>



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