<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>folguista &#8211; DBM Sistemas</title>
	<atom:link href="https://dbmsistemas.com/tag/folguista/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://dbmsistemas.com</link>
	<description>Software de Gestão Empresarial</description>
	<lastBuildDate>Tue, 04 Feb 2020 11:51:05 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2022/12/cropped-spalla-logo-32x32.png</url>
	<title>folguista &#8211; DBM Sistemas</title>
	<link>https://dbmsistemas.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Folguista: as principais definições da lei</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/folguista-as-principais-definicoes-da-lei/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=folguista-as-principais-definicoes-da-lei</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2020 13:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Folha]]></category>
		<category><![CDATA[folguista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dbmsistemas.com/?p=10107</guid>

					<description><![CDATA[A legislação trabalhista não trata especificamente do folguista, mas um empregador pode contar com trabalhadores seguindo esse tipo de contratação. O que você sabe sobre o assunto? Ao longo da leitura deste post, você vai entender o que é folguista e quais são as determinações da lei que se aplicam e que, por essa razão, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A legislação trabalhista não trata especificamente do folguista, mas um empregador pode contar com trabalhadores seguindo esse tipo de contratação. O que você sabe sobre o assunto?</p>



<p>Ao longo da leitura deste post, você vai entender o que é folguista e quais
são as determinações da lei que se aplicam e que, por essa razão, precisam ser
conhecidas pelo Departamento Pessoal (DP) de uma empresa.</p>



<p>Há, inclusive, termos que foram apresentados pela Reforma Trabalhista ― <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2017/lei/l13467.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lei n° 13.467</a>, de 2017 ― e que
aplicam ao trabalho de folguista. Siga em frente para saber mais!</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="680" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/11/tempo-trabalho-1024x680.jpg" alt="folguista" class="wp-image-5906" title="Folguista: as principais definições da lei 1" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/11/tempo-trabalho-1024x680.jpg 1024w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/11/tempo-trabalho-920x611.jpg 920w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/11/tempo-trabalho-300x199.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/11/tempo-trabalho-768x510.jpg 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/11/tempo-trabalho-1080x717.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-background has-vivid-red-background-color no-border-radius" href="https://dbmsistemas.com/rh-folha-de-pagamento/">Conheça a Gestão de RH-Folha do DBM Spalla</a></div>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<h2 class="wp-block-heading">O que é folguista</h2>



<p>Para que você saiba tudo sobre folguista, antes de qualquer coisa precisa
entender sobre o que estamos falando, certo? Saiba, portanto, que o folguista é
o trabalhador contratado para cobrir a folga de funcionários da empresa.</p>



<p>Esse tipo de contratação é buscada quando a empresa ou o empregador não pode
ficar sem um trabalhador executando determinada tarefa, mas precisa dar folga
aos contratados. Vamos a um exemplo!</p>



<p>A empresa fictícia ‘Portaria Segura’ é a responsável por designar porteiros
para o prédio onde se localiza o escritório do Tangerino. Sendo assim, nenhum
dos porteiros do prédio é contratado diretamente por nós, sendo funcionários
terceirizados. A portaria é 24 horas e funciona sete dias por semana.</p>



<p>Em um dos turnos, Thalles é o porteiro que está sempre exercendo sua função na portaria do prédio. Uma vez por semana, ele tem direito ao descanso semanal remunerado (DSR) obrigatório e, como todo trabalhador, pode precisar faltar ao trabalho eventualmente.</p>



<p>Nos dias das folgas de Thalles, assim como nas situações em que o
profissional precisa se ausentar ― em razão de uma consulta médica, por exemplo
―, a agência ‘Portaria Segura’ envia um folguista para substituí-lo.</p>



<p>O folguista não é alguém que faz “bico” como porteiro e nem um
“quebra-galho” que a agência procura quando uma necessidade surge. Diferente
disso, é também um profissional contratado por essa empresa.</p>



<p>Há outros casos em que essa contratação se aplica, inclusive no ambiente
corporativo. Escolhemos um exemplo simples apenas para tentar assegurar que
você não tenha dúvidas quanto ao conceito de folguista.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Diferença entre
trabalho de folguista e trabalho intermitente</h3>



<p>A princípio, pode parecer que o trabalho de folguista se encaixa na situação
de trabalho intermitente porque estamos falando de um trabalhador que é chamado
para cobrir folgas e ausências.</p>



<p>Acontece, porém, que o folguista não cumpre apenas demandas pontuais, mas
está o tempo todo à disposição do empregador. Voltemos ao exemplo da agência de
porteiros para elucidar a diferença.</p>



<p>Thalles é o porteiro fixo do prédio do Tangerino. Diversos outros porteiros
agenciados são fixos em outros prédios da cidade e também têm direito ao DSR.
Sabendo disso, a agência ‘Portaria Segura’ tem em seu quadro funcionários que
foram especialmente contratados para suprir ausências, ou seja, cobrir folgas e
faltas.</p>



<p>Por sua vez, no <a href="https://dbmsistemas.com/tudo-sobre-o-trabalho-intermitente/">trabalho intermitente</a>, o profissional é contratado para demandas pontuais. Vamos supor, por exemplo, que o prédio onde ficam os escritórios vai sediar um evento corporativo durante cinco dias.</p>



<p>Nesse período, o fluxo de pessoas vai ser mais intenso e a necessidade de
cadastro e conferência de dados dos participantes faz com que seja preciso
contar não com um, mas com dois porteiros por turno.</p>



<p>A agência ‘Portaria Segura’ pode ter em seus registros porteiros contratados
no regime de trabalho intermitente. Frente à circunstância pontual do evento,
dois desses trabalhadores são chamados para atuar durante os cinco dias,
somente sendo convocados novamente em caso de nova demanda extra. Com isso,
temos porteiros que não ficam o tempo todo à disposição do empregador.</p>



<p>Vale saber, foi a Reforma Trabalhista ― <a href="https://www.trtsp.jus.br/geral/tribunal2/LEGIS/Leis/13467_17.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lei n° 13.467</a>, aprovada em 2017 ―
que regularizou o famoso “bico”, oficializando essa prática como trabalho
intermitente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As definições
legais para a contratação do folguista</h2>



<p>Como mencionado, a legislação trabalhista não faz menção à “folguista”, mas
o entendimento geral é de que esse tipo de contratação garante os mesmos
direitos que os trabalhadores em outros regimes têm.</p>



<p>Com isso, a título de esclarecimento, vamos passar por alguns pontos que já
são bem conhecidos pelo DP, mas que merecem destaque para evitar dúvidas e
erros.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Registro formal</h3>



<p>O folguista nada mais é do que um trabalhador substituto que tem contrato
por tempo indeterminado com a empresa. Como todo trabalhador contratado pelo
regime da CLT ― segundo as regras da Consolidação das Leis Trabalhistas ―, o
folguista precisa ter a sua Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) assinada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Jornada de trabalho</h3>



<p>Um folguista segue as mesmas regras que os demais contratados da CLT para o
limite de sua jornada de trabalho. Sendo assim, temos o limite máximo de 8
horas diárias, com o acréscimo de até 2 horas extras, e 44 horas semanais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Descanso semanal
remunerado</h3>



<p>Voltemos ao exemplo da ‘Portaria Segura’. Pedro é um dos profissionais
contratados pela agência fictícia para atuar como folguista, ou seja, para
cobrir folgas e faltas de outros profissionais.</p>



<p>Com isso, os profissionais de Recursos Humanos (RH) e do DP da ‘Portaria
Segura’ conferem dados para elaborar uma escala de trabalho para Pedro.
Eventualmente, ele substitui Thalles em suas folgas, mas nos outros dias da
semana, supre a ausência de outros porteiros.</p>



<p>Sabendo disso, fica fácil entender que um folguista não tem apenas demandas
pontuais, podendo ter trabalho todos os dias. Algo que faz com que seja
necessário ao RH e ao DP se atentarem para garantir o DSR de Pedro.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Horário de almoço</h3>



<p>O artigo 71 da CLT determina que “em qualquer trabalho contínuo, cuja
duração exceda de 6 (seis) horas, é obrigatória a concessão de um intervalo
para repouso ou alimentação, o qual será, no mínimo, de 1 (uma) hora e, salvo
acordo escrito ou contrato coletivo em contrário, não poderá exceder de 2 (duas)
horas”.</p>



<p>Com isso, se o folguista é contratado para uma jornada de 6 horas ou mais de duração, tem direito ao descanso intrajornada, mais conhecido como horário de almoço.</p>



<p>Em jornadas que têm entre 4 e 6 horas de duração, a CLT prevê que essa pausa
seja de 15 minutos; tempo suficiente para um lanche, por exemplo. Já jornadas
com menos de 4 horas não têm previsão legal de intrajornada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Intervalo
interjornada</h3>



<p>O intervalo interjornada é determinado pelo <a href="https://www.jusbrasil.com.br/topicos/10759018/artigo-66-do-decreto-lei-n-5452-de-01-de-maio-de-1943" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo 66</a> da CLT. O texto diz o
seguinte: “entre duas jornadas de trabalho haverá um período mínimo de 11 horas
consecutivas para descanso”.</p>



<p>A legislação trabalhista estabelece ainda que o tempo de duração desse
intervalo não pode ser negociado ou fracionado. Caso o empregador passe por
cima dessa determinação, fica sujeito ao pagamento de indenização ao folguista
contratado.</p>



<p>Vale esclarecer, o respeito ao período de 11 horas consecutivas do intervalo
interjornada também se aplica ao folguista que não dorme no local de trabalho.
Assim, caso o trabalhador seja chamado a cobrir folgas em dias consecutivos, os
horários de trabalho devem ser devidamente estudados pelo DP para evitar
infrações à lei.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como é feito o
pagamento do folguista</h2>



<p>Agora que você sabe o que é folguista e qual a diferença desse tipo de
contratação para o trabalho intermitente,talvez já tenha em mente como é feito
o pagamento desse trabalhador. Nosso objetivo, porém, é garantir que não haja
dúvida.</p>



<p>Sendo assim, é válido ressaltar que, como um trabalhador que está sempre à
disposição do empregador, o folguista recebe seu salário e remuneração como
qualquer outro trabalhador.</p>



<p>Se, eventualmente, o folguista Pedro, da agência ‘Portaria Segura’, cobre profissionais que atuam no turno da noite, por exemplo, sua remuneração deve incluir o pagamento do adicional noturno.</p>



<p>Todos os outros fatores que influenciam a remuneração de um trabalhador
“convencional”, digamos assim, também influenciam a remuneração daquele que
exercer trabalho de folguista.</p>



<p>O caso de trabalhador intermitente é diferente porque este recebe com base
nas horas em que esteve à disposição do empregador quando atendeu a uma
convocatória pontual.</p>



<p>Ainda, o folguista tem direito ao décimo terceiro salário, férias remuneradas acrescidas do 1/3 constitucional e a outros adicionais, caso se apliquem, como o <a href="https://dbmsistemas.com/adicional-de-insalubridade-e-periculosidade-as-principais-diferencas/">adicional de insalubridade e periculosidade</a>.</p>



<p>Isso nos leva, inclusive, a falar da necessidade de ter informações sobre a
jornada de trabalho dos folguistas para garantir-lhes o pagamento correto e
evitar problemas para a empresa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Controle de ponto e
trabalho de folguista</h2>



<p>Se você está sempre acompanhando o blog do Tangerino, certamente está por
dentro das mudanças na legislação que todo profissional de RH e DP precisa
acompanhar.</p>



<p>Uma dessas mudanças, que nos interessa quando o assunto é controle de ponto
e o folguista, foi apresentada pela Lei de Liberdade Econômica ― <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2019/lei/L13874.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lei n° 13.874</a>. Desde setembro de
2019, a obrigatoriedade da adoção de um sistema de controle de ponto se
restringe à empresas com mais de 20 funcionários.</p>



<p>Se sua empresa se encaixa nessa regra, os funcionários folguistas e
não-folguistas precisam fazer marcações de seus horários de entrada, saída,
pausa e retorno do horário de almoço (ou intervalo intrajornada).</p>



<p>Agora, se sua empresa tem menos de 20 funcionários entre folguistas e não
folguistas, não é legalmente obrigada a contar com um sistema de ponto.
Entretanto, pode ser interessante fazê-lo assim mesmo. Por que?</p>



<p>O pagamento indevido, ou seja, os erros nos cálculos da remuneração dos funcionários está entre as principais reclamações que geram processos trabalhistas contra o empregador.</p>



<p>Enfrentar um processo judicial demanda tempo e recursos da empresa, além de
poder resultar no pagamento de indenização ao trabalhador lesado. Além disso,
passar por uma situação assim pode prejudicar a imagem da empresa internamente
e também para o mercado.</p>



<p>Ainda, contar com um bom sistema de controle de ponto contribui para
aumentar a confiança mútua entre funcionário e empregador. Atualmente, existem
tecnologias de marcação de ponto que são seguras a ponto de não aceitarem
qualquer alteração nos registros.</p>



<p>Com isso, funcionários e empresa sabem que as informações registradas são
verdadeiras e, com isso, ninguém precisa desconfiar de que uma hora extra não
foi considerada para o pagamento do mês. Tampouco que um atraso ou falta não
justificada deixou de ser descontada da remuneração do trabalhador.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Solução alternativa
de controle de ponto</h3>



<p>Vamos recorrer mais uma vez ao exemplo da agência fictícia ‘Portaria
Segura’. Sabendo de sua escala de trabalho, o folguista Pedro não precisa
passar na agência todos os dias antes de se dirigir ao prédio em que vai atuar
substituindo outro funcionário em folga.</p>



<p>Pedro pode ir direto de casa para o prédio e do prédio de volta para a casa,
também sem a necessidade de passar na agência ao final da cada expediente. Isso
porque, desde a publicação da Portaria 373 do Ministério do Trabalho e Emprego,
a agência ‘Portaria Segura’ adota uma solução alternativa de controle de Ponto.</p>



<p>Uma solução alternativa é um aplicativo que pode ser instalado em
computadores, assim como em <em>tablets</em>
e <em>smartphones</em>,
como o app <a href="http://tangerino.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tangerino</a>. Sendo assim, aonde vai, Pedro tem em seu
próprio celular o sistema que precisa para marcar suas entradas, saídas e
intervalos.</p>



<p>Todos os dados sobre as marcações de ponto feitas por Pedro são
automaticamente enviadas para o sistema a que o gestor do folguista, lá na sede
da agência ‘Portaria Segura’ tem acesso. O melhor é que essas informações são
atualizadas periodicamente e a empresa tem total controle da jornada de
trabalho de seus funcionários.</p>



<p>Agora, para além do exemplo da ‘Portaria Segura’, vale ressaltar que um
sistema como o aplicativo Tangerino também é útil para otimizar a marcação de
ponto de profissionais alocados na sua empresa, sejam eles folguistas ou não.</p>



<p>Conteúdo Original <a href="https://blog.tangerino.com.br" target="_blank" rel="noopener">Blog Tangerino</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
