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		<title>Contas digitais: O que são e como utilizar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2020 13:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Contas digitais]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2019 foram abertas 7,4 milhões de contas digitais no país; Entenda como elas funcionam; Contas digitais: Durante a pandemia, o uso de tecnologias digitais para transações financeiras ficou mais evidente, seja para facilitar as compras de quem ficou em casa, seja para quem recebeu o auxílio emergencial por aplicativos da Caixa. As tecnologias da [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading">Em 2019 foram abertas 7,4 milhões de contas digitais no país; Entenda como elas funcionam;</h4>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="870" height="450" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/08/Contas-digitais.jpg" alt="Contas digitais: O que são e como utilizar?" class="wp-image-11963" title="Contas digitais: O que são e como utilizar? 1" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/08/Contas-digitais.jpg 870w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/08/Contas-digitais-300x155.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/08/Contas-digitais-768x397.jpg 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/08/Contas-digitais-480x248.jpg 480w" sizes="(max-width: 870px) 100vw, 870px" /></figure>



<p><strong><em>Contas digitais: </em></strong>Durante a pandemia, o uso de tecnologias digitais para transações financeiras ficou mais evidente, seja para facilitar as compras de quem ficou em casa, seja para quem recebeu o auxílio emergencial por aplicativos da Caixa.</p>



<p>As tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) são utilizadas há anos por instituições financeiras, mas nos últimos tempos, esse hábito ficou mais recorrente. No Brasil, a abertura do mercado para as fintechs e outros serviços digitais abriu espaço para novos concorrentes.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que é uma conta digital?</strong></h3>



<p>A conta digital permite o acesso remoto utilizando a internet. A conta faz parte do que passou a ser conhecido como internet banking, a oferta de serviços por bancos via internet, seja por um site ou um aplicativo específico. Os principais bancos do país, como Banco do Brasil, Caixa, Itaú e Bradesco, oferecem o serviço. As fintechs que atuam no país também, como NuBank, Neon e Inter.</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que são carteiras digitais?</strong></h3>



<p>O nome carteira digital é utilizado para designar meios de pagamento e transações pela internet. Elas não precisam ser necessariamente feitas por bancos, mas podem congregar e interagir com contas bancárias e cartões de crédito. Permitem fazer compras e pagamentos diretamente em máquinas (as conhecidas maquininhas de cartão) bem como transferir dinheiro para carteiras digitais de outras pessoas. São exemplos PayPal, PicPay e ApplePay.</p>



<p>“O PayPal, por exemplo, é uma carteira eletrônica gratuita, que congrega as contas bancárias (de bancos 100% online ou tradicionais) e os cartões de crédito dos clientes, mas também pode ser usada sem que o cliente tenha conta em banco ou cartões. Para isso, basta que ele “carregue” dinheiro em sua conta virtual por meio de um boleto, que pode ser pago na rede bancária”, exemplifica o diretor de Desenvolvimento de Negócios do PayPal Brasil, Thiago Chueiri.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Diferenças para instituições tradicionais</strong></h3>



<p>As contas e carteiras digitais trazem algumas facilidades. Em primeiro lugar, dispensam o deslocamento do correntista até agências ou caixas eletrônicos. Em segundo lugar, permitem a realização de transações fora dos horários de funcionamento das unidades bancárias, embora instituições em geral mantenham limite para o processamento de operações. Por outro lado, geraram impactos sobre os trabalhadores do ramo financeiro, como o enxugamento de postos de trabalho nessas instituições.</p>



<p>Para Thiago Chueiri, essas ferramentas facilitam a vida dos correntistas. “Em um mundo no qual o tempo se tornou um ativo tão importante, ter uma conta 100% digital significa controle total de suas finanças na palma da mão, literalmente, já que ela pode ser gerenciada pelo smartphone. Outro benefício é que contas digitais são mais baratas para o cliente, porque a instituição financeira digital tem muito menos gastos com infraestrutura física, como a rede de agências, emissão e envio de cartões etc. Além disso, há a questão da segurança”, diz.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Regulamentação</strong></h3>



<p>As contas e as carteiras digitais já são permitidas no Brasil. O Banco Central (BC) regulamentou recentemente o que chamou de PIX, um sistema de pagamentos instantâneos com a promessa de facilitar as transações entre correntistas de bancos e instituições financeiras diferentes.</p>



<p>A operação se dará por meio de um aplicativo distinto do BC e da instituição financeira. Para acessar o serviço será preciso combinar telefone celular, CPF e e-mail. Não será necessário ter conta em banco. As novas regras passarão a valer a partir do início de novembro.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Contas digitais</strong></h3>



<p>De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), em 2019 foram abertas 7,4 milhões de contas digitais, sendo 6,5 milhões por dispositivos móveis e 935 mil por internet banking. Em 2018 o número de contas abertas na modalidade foi 4,3 milhões.</p>



<p>Ainda de acordo com a entidade, transações por tecnologias digitais (tanto internet banking quanto mobile banking) representaram 74% das operações em abril deste ano. O resultado marcou aumento de 10 pontos percentuais sobre janeiro. As transações por telefones celulares foram responsáveis por 67% das operações. Ao analisar os dados do primeiro semestre de 2020, no entanto, é importante considerar o contexto da pandemia e o fechamento de agências em parte dos estados.</p>



<p>Segundo estudo de 2019 da consultoria IDC, que ouviu pessoas em países da América Latina, 61% dos brasileiros das classes A, B e C utilizam meios digitais de pagamentos, como PayPal, PagSeguro e Google Pay, canais de pagamento de contas, compras e transação pela internet.</p>



<p>A adesão foi menor em relação às chamadas fintechs. No entanto, o Brasil utiliza mais o meio, na comparação com outros países da região. Entre os entrevistados, 56% manifestaram adotar esse tipo de meio para pagamento no Brasil, contra 34% no México e 30% na Colômbia.</p>



<p>Os brasileiros são os que mais utilizam smartphones para realizar atividades financeiras (24,3%), segundo o estudo. No país, a maioria dos entrevistados afirmou realizar atividades bancárias principalmente por meio de um telefone celular conectado, seguida por saques em caixas de bancos (15,9%), transações utilizando o computador pessoal (14,4%), atendimento na agência (12,9%) e saques em caixas eletrônicos em outros locais (10%).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Cuidados</strong></h3>



<p>Com o maior uso das tecnologias digitais, também surgem riscos relacionados a essa modalidade de transação. Há possibilidades de acesso indevido, captura de senhas, operações por terceiros, fraudes e vazamento de dados, entre outros.</p>



<p>Thiago Chueiri enumera alguns cuidados: “nunca digitar o número do cartão em um site que não tenha SSL (aquele cadeado à esquerda do link, que significa que o endereço é criptografado); jamais revelar suas senhas a ninguém; evitar clicar em links recebidos por e-mail ou outros sistemas de comunicação instantânea sem antes checar se eles direcionam, mesmo, para o endereço digitado – o chamado phishing, que rouba os dados pessoais e financeiros do internauta”.</p>



<p>Para a integrante do programa financeiro do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Ione Amorim, os serviços financeiros digitalizados contribuíram para ampliar as alternativas de operações e trazem outras vantagens, como taxas menores. Por outro lado, com o crescimento do mercado e das empresas oferecendo o serviço, é preciso que os órgãos reguladores fiscalizem essas firmas e suas atividades.</p>



<p>“Tem uma série de aspectos que consumidores precisam estar atentos. Essas empresas são pequenas, são passíveis de passar por falhas. Uma questão que pega muito forte são os canais de comunicação com clientes que precisam estabelecer. Se uma pessoa quer contestar uma transação, ele precisa ter canal acessível e rápido. Além disso, é preciso ficar claro quais são as empresas e estas devem respeitar o Código de Defesa do Consumidor”, destaca Amorim.</p>



<p>Fonte: <em><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agência Brasil</a></em></p>
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		<title>Apple Card, Nubank e os novos hábitos e serviços financeiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2019 18:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[fintechs]]></category>
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					<description><![CDATA[Banking is necessary, banks are not. A frase dita por Bill Gates em 1994 já prenunciava o cenário em que os bancos perderiam o protagonismo na oferta de serviços bancários. E o exemplo maior disso foi presenciado recentemente. A Apple, uma das empresas mais valiosas do mundo e tradicionalmente conhecida por ter uma legião de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-6982 size-full" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/04/fintechs.png" alt="Apple Card Nubank serviços financeiros" width="660" height="350" title="Apple Card, Nubank e os novos hábitos e serviços financeiros 3" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/04/fintechs.png 660w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/04/fintechs-300x159.png 300w" sizes="(max-width: 660px) 100vw, 660px" /></p>
<p><strong><em>Banking is necessary, banks are not</em>.</strong> A frase dita por Bill Gates em 1994 já prenunciava o cenário em que os bancos perderiam o protagonismo na oferta de serviços bancários. E o exemplo maior disso foi presenciado recentemente. A Apple, uma das empresas mais valiosas do mundo e tradicionalmente conhecida por ter uma legião de fiéis amantes de seus produtos, anunciou a entrada em um segmento cada vez mais disputado: o mercado de pagamentos.</p>
<p>No fim de março a gigante de Cupertino colocou seus pés definitivamente na oferta de serviços e um dos seus mais emblemáticos é o Apple Card. O cartão de crédito será atrelado aos usuários do iPhone, e trará uma série de vantagens, como taxas menores das cobradas pelas instituições tradicionais, controle financeiro digital e sistema de <em>cashback</em>. Ainda é cedo para dizer se a empreitada pode ser um <em>game-changer</em> para os planos da companhia, mas é seguro afirmar que a Apple mostra com a iniciativa que as grandes também estão olhando para o universo das fintechs, também entendendo que, serviços de valor agregado, são extremamente importantes para o consumidor.</p>
<p>A frase dita há mais de 20 anos por Gates, quando o executivo da Microsoft tinha planos de ingressar no mercado de transações financeiras, faz mais sentido do que nunca. Se antes os bancos tinham poder para barrar a competição de <em>players</em> de tecnologia, hoje isso só não é mais possível como também é suicídio. Dessa forma a Apple ditou as regras, permitindo ao Goldman Sachs dar o respaldo necessário ao Apple Card. A instituição, porém, não possui mais a credibilidade que uma vez tivera. Parte disso por ter tido envolvimento direto no <em>crash</em> de 2008, na crise da dívida europeia, e em uma série de outros escândalos relacionados a fraudes do sistema financeiro.</p>
<p>Se os bancos perderam credibilidade, as empresas de tecnologia estão a todo o vapor. E o objetivo é um só: provar para o consumidor que elas podem fornecer um serviço melhor, mais customizado e mais vantajoso. E a Apple sabe o público que possui, e a marca que detém. Não é algo impensável imaginar que os usuários da Maça não correriam para ter o cartão de titânio dentro da sua carteira.</p>
<p>A questão que se coloca é saber até que ponto a Apple conseguirá levar essa experiência para fora do seu mercado nativo – os Estados Unidos. Se por um lado é esperado que num segundo momento a companhia leve o seu já tão desejado cartão de crédito para o velho continente, por outro, não há uma perspectiva de o mesmo ingressar em mercados emergentes, como é o caso do Brasil. Até porque há vários entraves para que isso de fato ocorra em terras Tupiniquins.</p>
<p><strong>Experiência Nubank<br />
</strong>Toda a inovação e comodidade que a Apple propõe levar para os seus usuários por meio do seu cartão de crédito nada mais é do que a experiência que já pode ser encontrada no Brasil com o Nubank. Tanto do ponto de vista de taxas diferenciadas, como também do programa de recompensas e do controle financeiro. Todas essas características já estão disponíveis no produto da fintech brasileira.</p>
<p>Se o Nubank foi uma das primeiras startups brasileiras a obter o título de unicórnio, não por acaso isso tem a ver com a inovação que a mesma trouxe para o público geral, que permanecia refém dos serviços oferecidos pelos bancos. Foi a mudança de hábito do consumidor, e o seu anseio por comodidade e inovação, que levou ao surgimento de um ecossistema de empresas que promoveram novas formas de entender e lidar com dinheiro e soluções de pagamentos.</p>
<p>E isso é particularmente curioso no Brasil. Além do próprio Nubank, outras fintechs mudaram de patamar ao atacar nichos que eram negligenciados pelos bancos: Creditas, GuiaBolso, Neon, PagSeguro, Stone, entre outras. Não por acaso, todas elas são ou serão unicórnios.</p>
<p>A pergunta que se coloca é: como seria para a Apple, enquanto uma empresa com alto poder financeiro, entrar no mercado brasileiro com o seu cartão de crédito e lidar com a concorrência de uma fintech? O próprio Nubank fez algo que até pouco tempo atrás era considerado impensável: fez muitos bancos se modernizarem e criarem soluções melhores de internet banking para seus usuários. Seria a Apple capaz de fazer o mesmo, a despeito da concorrência?</p>
<p>Independentemente dessa resposta, é difícil imaginar a Apple entrar no mercado brasileiro de cartões de crédito sem que o mesmo processo do realizado nos Estados Unidos (parceira com uma instituição financeira tradicional) fosse feito. Além disso, é possível imaginar outras motivações da gigante americana em ingressar no Brasil que vão além da oferta de serviços financeiros.</p>
<p>A entrada da Apple nesse segmento mostra que eles estão mirando em uma área de serviços para tentar driblar a queda de vendas de iPhone e em serviços que funcionam <em>cross-platform</em> e que são cobrados por fora da App Store. Seja como for, o reflexo disso tudo é o poder que acarreta do próprio consumidor e de seus hábitos financeiros.</p>
<p><em>*Victor Dubugras é Head de Marketing da Hash, fintech especializada em infraestrutura de pagamentos – </em><a href="http://www.hash.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.hash.com.br</a></p>
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