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	<title>Fim do eSocial &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>eSocial é extinto na nova Lei da Liberdade Econômica que foi sancionada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Sep 2019 12:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Folha]]></category>
		<category><![CDATA[Fim do eSocial]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta sexta-feira, 20/09, em cerimônia no Palácio do Planalto, a Medida Provisória (MP) da Liberdade Econômica, agora convertida em lei. A MP havia sido apresentada pelo governo para diminuir a burocracia e facilitar a abertura de empresas, principalmente de micro e pequeno porte, e já havia sido aprovada pelo Senado [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="744" height="423" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/08/MP-da-Liberdade-Econômica.png" alt="eSocial é extinto" class="wp-image-8070" title="eSocial é extinto na nova Lei da Liberdade Econômica que foi sancionada 1" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/08/MP-da-Liberdade-Econômica.png 744w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/08/MP-da-Liberdade-Econômica-300x171.png 300w" sizes="(max-width: 744px) 100vw, 744px" /></figure>



<p>O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta sexta-feira, 20/09, em cerimônia no Palácio do Planalto, a Medida Provisória (MP) da Liberdade Econômica, agora convertida em lei. A MP havia sido apresentada pelo governo para diminuir a burocracia e facilitar a abertura de empresas, principalmente de micro e pequeno porte, e já havia sido aprovada pelo Senado Federal no último dia 21 de agosto.</p>



<p>Entre as principais mudanças, a lei flexibiliza regras trabalhistas, como dispensa de registro de ponto para empresas com até 20 empregados, e elimina alvarás para atividades consideradas de baixo risco. O texto também separa o patrimônio dos sócios de empresas das dívidas de uma pessoa jurídica e proíbe que bens de empresas de um mesmo grupo sejam usados para quitar débitos de uma empresa.</p>



<p>Em relação ao texto final aprovado pelo Congresso, houve quatro vetos presidenciais. Um deles, que foi negociado com o próprio Parlamento, eliminou o dispositivo que permitia aprovação automática de licenças ambientais.</p>



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<p>O governo vetou um item da MP, alterado pelos parlamentares durante a tramitação, que flexibiliza testes de novos produtos ou serviços. Na justificativa do veto, o presidente argumentou que a redação, tal como veio do Legislativo, “permitiria o uso de cobaias humanas sem qualquer protocolo de proteção, o que viola não só a Constituição mas os tratados internacionais para testes de novos produtos”.</p>



<p>Outro dispositivo vetado permitia a criação de um regime de tributação fora do direito tributário. O veto foi solicitado pelo Ministério da Economia, segundo o Palácio do Planalto. Foi vetado ainda o dispositivo que previa a entrada em vigor da nova lei em 90 dias. Com isso, a MP da Liberdade Econômica já entra em vigor a partir da publicação no Diário Oficial da União (DOU), o que aconteceu nesta sexta-feira, em edição especial.</p>



<p>“Segundo estudos da Secretaria de Política Econômica, a nova Lei pode gerar, no prazo de dez anos, 3,7 milhões de empregos e mais de 7% de crescimento da economia. São números muito expressivos e necessários para o nosso país”, afirmou o secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, Paulo Uebel.</p>



<p>Entenda as principais mudanças na, agora, Lei da Liberdade Econômica.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Registro de ponto</strong>.</h4>



<p>– Registro dos horários de entrada e saída do trabalho passa a ser obrigatório somente para empresas com mais de 20 funcionários. Antes, a legislação previa esta obrigação para empresas com mínimo de dez empregados.</p>



<p>– Trabalho fora do estabelecimento deverá ser registrado.</p>



<p>– Permissão de registro de ponto por exceção, por meio do qual o trabalhador anota apenas os horários que não coincidam com os regulares. Prática deverá ser autorizada por meio de acordo individual ou coletivo.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Alvará e licenças</strong>.</h4>



<p>– Atividades de baixo risco, como a maioria dos pequenos comércios, não exigirão mais alvará de funcionamento.</p>



<p>– Poder Executivo definirá atividades de baixo risco na ausência de regras estaduais, distritais ou municipais.</p>



<p>– Governo vetou item que dispensava de licenças para atividades de baixo risco que abrangem questões ambientais.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Fim do e-Social</strong>.</h4>



<p>– O Sistema de Escrituração Digital de Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (e-Social), que unifica o envio de dados de trabalhadores e de empregadores, será substituído por um sistema mais simples, de informações digitais de obrigações previdenciárias e trabalhistas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Carteira de trabalho eletrônica</strong>.</h4>



<p>– Emissão de novas carteiras de Trabalho pela Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia ocorrerá “preferencialmente” em meio eletrônico, com o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) como identificação única do empregado. As carteiras continuarão a ser impressas em papel, apenas em caráter excepcional.</p>



<p> – A partir da admissão do trabalhador, os empregadores terão cinco dias úteis para fazer as anotações na Carteira de Trabalho. Após o registro dos dados, o trabalhador tem até 48 horas para ter acesso às informações inseridas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Documentos públicos digitais</strong></h4>



<p>– Documentos públicos digitalizados terão o mesmo valor jurídico e probatório do documento original.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Abuso regulatório</strong></h4>



<p>– A MP cria a figura do abuso regulatório, para impedir que o Poder Público edite regras que afetem a “exploração da atividade econômica” ou prejudiquem a concorrência. Entre as situações que configurem a prática estão:</p>



<p>Criação de reservas de mercado para favorecer um grupo econômico</p>



<p>Criação de barreiras à entrada de competidores nacionais ou estrangeiros em um mercado.</p>



<p>Exigência de especificações técnicas desnecessárias para determinada atividade.</p>



<p>Criação de demanda artificial ou forçada de produtos e serviços, inclusive “cartórios, registros ou cadastros”.</p>



<p>Barreiras à livre formação de sociedades empresariais ou de atividades não proibidas por lei federal.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Desconsideração da personalidade jurídica</strong>.</h4>



<p>– Proibição de cobrança de bens de outra empresa do mesmo grupo econômico para saldar dívidas de uma empresa.</p>



<p>– Patrimônio de sócios, associados, instituidores ou administradores de uma empresa será separado do patrimônio da empresa em caso de falência ou execução de dívidas.</p>



<p>– Somente em casos de intenção clara de fraude, sócios poderão ter patrimônio pessoal usado para indenizações.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Negócios jurídicos</strong>.</h4>



<p>– Partes de um negócio poderão definir livremente a interpretação de acordo entre eles, mesmo que diferentes das regras previstas em lei.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Súmulas tributárias</strong>.</h4>



<p>– Comitê do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais da Receita Federal (Carf) e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) terá poder para editar súmulas para vincular os atos normativos dos dois órgãos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Fundos de investimento</strong>.</h4>



<p>– MP define regras para o registro, a elaboração de regulamentos e os pedidos de insolvência de fundos de investimentos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Extinção do Fundo Soberano</strong>.</h4>



<p>– Fim do Fundo Soberano, antiga poupança formada com parte do superávit primário de 2008, que está zerado desde maio de 2018.</p>



<p>Fonte: <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Agência Brasil (abre numa nova aba)">Agência Brasil</a></p>
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