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	<title>Evolução do Emprego &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<title>Evolução do Emprego &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>Evolução do Emprego: Como a Pandemia Transformou o Universo do Trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Mar 2021 13:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Folha]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Evolução do Emprego]]></category>
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					<description><![CDATA[Evolução do Emprego: Como a Pandemia Transformou o Universo do Trabalho.Todas as crises, sejam elas econômicas, políticas ou sociais, apresentam aspectos negativos e positivos. São os momentos de necessidade que permitem o surgimento de novas soluções e ideias inovadoras para, justamente, vencer os obstáculos. A crise sanitária ocasionada pela pandemia do novo coronavírus não seria [&#8230;]]]></description>
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<p><strong><em>Evolução do Emprego: Como a Pandemia Transformou o Universo do Trabalho.</em></strong><br />Todas as crises, sejam elas econômicas, políticas ou sociais, apresentam aspectos negativos e positivos. São os momentos de necessidade que permitem o surgimento de novas soluções e ideias inovadoras para, justamente, vencer os obstáculos.</p>



<p>A crise sanitária ocasionada pela pandemia do novo coronavírus não seria diferente, já que ela trouxe novas ferramentas e soluções para garantir a sobrevivência da população. E é sobre isso que conversamos no terceiro episódio do <strong>Tangerino Talks</strong>.</p>



<p>Vimos empresas que precisaram demitir, outras que puderam contratar e tantas outras que fecharam as portas em razão dos problemas econômicos que o Brasil e o mundo enfrentam. Porém, vimos também grandes transformações ocorrendo no universo do trabalho.</p>



<p>Para as pessoas que perderam seus empregos e tiveram sua renda comprometida, o Governo Federal lançou o auxílio emergencial, e vamos falar um pouco sobre ele e sobre a evolução do emprego motivada pela pandemia. Vamos lá?</p>



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<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-vivid-red-background-color has-background wp-element-button" href="https://dbmsistemas.com/rh-folha-de-pagamento/">Conheça a Gestão de RH-Folha do DBM Spalla</a></div>



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<h2 class="wp-block-heading" id="Qual-a-diferença-entre-Auxílio-Emergencial-e-Benefício-Emergencial?"><strong>Qual a diferença entre Auxílio Emergencial e Benefício Emergencial?</strong></h2>



<p>Para controlar os dados econômicos gerados pela pandemia da covid-19, o Governo Federal promoveu alguns programas visando contribuir com a renda dos milhares de brasileiros que sentiram na pele os impactos da crise.</p>



<p>Duas saídas colocadas em prática foram o Benefício Emergencial e o Auxílio Emergencial. Veja abaixo como funciona cada programa.</p>



<p>De acordo com a própria Caixa Econômica Federal, o BEm, como é conhecido o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda, <strong>é um proveito destinado aos trabalhadores que sofreram com os impactos do isolamento social em razão da pandemia</strong>.</p>



<p>Esses prejuízos englobam a redução da jornada de trabalho e dos salários e também a suspensão temporária do contrato de trabalho.&nbsp;</p>



<p>Esse benefício, descrito na <a href="https://dbmsistemas.com/entenda-as-ultimas-medidas-para-recontratar-suspender-contrato-e-cortar-salarios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Medida Provisória 936</a>, passou a valer em maio de 2020, e a redução de salário e jornada de trabalho só pode valer por, no máximo, 90 dias.</p>



<p>Contudo, a MP 936 teve seu prazo vencido e, por isso, foi convertida na Lei 14020, instituindo o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda.</p>



<p>O Benefício Emergencial engloba trabalhadores CLT, em jornada parcial ou intermitente, além de empregados domésticos e aprendizes. </p>



<p>A solicitação do benefício não é automática, é necessário que as empresas que firmaram os acordos de suspensão ou redução informem o Ministério da Economia e o sindicato em até 10 dias.</p>



<p>Ou seja, <strong>a solicitação do Benefício Emergencial não é feita pelo trabalhador, mas sim pela empresa empregadora</strong>.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Como funciona o pagamento do BEm?</h4>



<p>O valor do benefício, por sua vez, corresponde a parte do seguro-desemprego a que o colaborador teria direito caso fosse demitido.</p>



<p>De acordo com o percentual de redução, o valor pode variar entre R$ 261,25 e R$ 1.813,03. No caso de suspensão do contrato, o pagamento deve corresponder a 100% do seguro-desemprego.</p>



<p>No caso do trabalhador intermitente, o Benefício Emergencial é concedido automaticamente e com valor fixado em R$ 600,00.</p>



<p>No entanto, é sempre recomendado observar a tabela com as porcentagens de redução e os valores correspondentes:</p>



<figure class="wp-block-table is-style-stripes"><table><thead><tr><th>Percentual de redução</th><th>Percentual de salário</th><th class="has-text-align-left" data-align="left">Percentual do BEm</th></tr></thead><tbody><tr><td>25% da jornada e salário reduzidos</td><td>75% do salário</td><td class="has-text-align-left" data-align="left">25% da parcela do Benefício Emergencial</td></tr><tr><td>50% da jornada e salário reduzidos</td><td>50% do salário</td><td class="has-text-align-left" data-align="left">50% da parcela do Benefício Emergencial</td></tr><tr><td>70% da jornada e salário reduzidos</td><td>30% do salário</td><td class="has-text-align-left" data-align="left">70% da parcela do Benefício Emergencial</td></tr></tbody></table></figure>



<h3 class="wp-block-heading">O que é Auxílio Emergencial?</h3>



<p>O Auxílio Emergencial é um benefício do governo que visa ajudar os trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados a enfrentarem os efeitos da pandemia.&nbsp;</p>



<p>Ele começou a ser pago no mês de abril de 2020 e é direcionado às pessoas que têm Cadastro Único ou para quem <a href="https://www.caixa.gov.br/auxilio/Paginas/default2.aspx#/inicio" target="_blank" rel="noreferrer noopener">se inscreveu no site</a> ou no aplicativo.</p>



<p>Inicialmente, a proposta do programa era pagar três parcelas de R$ 600,00 ou até R$ 1.200,00 para mulheres chefes de família.&nbsp;</p>



<p>No entanto, o número de parcelas e o valor foram alterados conforme a pandemia avançou. Atualmente, discute-se a necessidade de continuar com o auxílio, porém remodelá-lo em função dos problemas econômicos enfrentados pelo país.</p>



<h3 class="wp-block-heading">E como funciona o auxílio-desemprego?</h3>



<p>O auxílio-desemprego, mais conhecido como seguro-desemprego, é um benefício oferecido pelo Governo Federal com o objetivo de oferecer uma assistência financeira por determinado período aos trabalhadores demitidos sem justa causa. </p>



<p>Para solicitar o seguro-desemprego pela primeira vez, o trabalhador precisa ter recebido salários como pessoa jurídica ou física a pelo menos 12 meses nos últimos 18 meses imediatamente anteriores à data de dispensa.</p>



<p>Na segunda fez que entrar com o pedido, ele precisa ter trabalhado pelo menos 9 meses nos últimos 12 meses imediatamente anteriores à data de dispensa ou por cada um dos 6 meses imediatamente anteriores à data de dispensa.</p>



<p>Além disso, os trabalhadores que não foram contemplados com benefício previdenciário de prestação continuada, com exceção do auxílio-acidente, suplementar ou abono por permanência no serviço, também podem optar pelo recebimento do seguro-desemprego.</p>



<p>Para fazer a solicitação do seguro, é necessário acessar o site do Governo Federal ou o aplicativo da <a href="https://dbmsistemas.com/nada-de-papel-carteira-de-trabalho-digital-passa-a-valer-ja-neste-mes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Carteira de Trabalho Digital</a>, tendo em mãos o número do CPF e o documento de requerimento do seguro-desemprego.</p>



<p>Esse documento será fornecido para o empregado pela empresa no momento da demissão.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Ainda-estamos-vivendo-em-estado-de-calamidade-pública?"><strong>Ainda estamos vivendo em estado de calamidade pública?</strong></h2>



<p>O Decreto Legislativo nº 6 de 2020, aprovado pelo Congresso Nacional em 20 de março do mesmo ano, reconheceu o estado de calamidade pública em razão da pandemia de coronavírus.</p>



<p>O período de duração desse decreto foi estipulado para 31 de dezembro de 2020. Porém, com o avanço da crise sanitária, foi lançado o Projeto de Decreto Legislativo 566/20.</p>



<p>Esse novo texto tem por objetivo <strong>prorrogar o estado de calamidade pública por mais seis meses</strong> e, com isso, permitir que o Executivo gaste além do previsto e desobedeça às metas fiscais para custear ações de combate à pandemia.</p>



<p>De acordo com dados do <a href="http://www9.senado.gov.br/QvAJAXZfc/opendoc.htm?document=senado%2Fsigabrasilpainelcidadao.qvw&amp;host=QVS%40www9&amp;anonymous=true&amp;Sheet=shOrcamentoVisaoGeral" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Siga Brasil</a>, o decreto de calamidade pública permitiu destinar, até dezembro de 2020, R$ 513,19 bilhões para gastos como: o Auxílio Emergencial (R$ 230,7 bi), o Benefício Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda (R$ 33,48 bi) e o auxílio financeiro aos estados e municípios (R$ 63,15 bi) entre outras despesas.</p>



<p>Várias mudanças precisaram ser feitas na legislação durante a pandemia, ocasionando uma série de dúvidas nos empregadores e empregados.&nbsp;</p>



<p>Para solucionar algumas delas, confira o bate-papo que realizamos: https://www.youtube.com/embed/XQFm5euLb-w?feature=oembed Frente às incertezas do cenário brasileiro, do aumento de infectados pelo coronavírus e o reflexo da pandemia na economia e nas unidades de saúde dos estados e municípios, nove governadores decidiram prorrogar o estado de calamidade pública em seus estados.&nbsp;</p>



<p>Decidiram pela prorrogação estados como Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco, Piauí, Roraima, Paraná, Rondônia, Tocantins e o Distrito Federal.</p>



<p>Em sua maioria, os decretos foram estendidos até o meio do ano e devem servir para que os gestores apliquem medidas que aumentem gastos sem que tenham limitações nas regras fiscais e possam realocar recursos de outras áreas na saúde.</p>



<p>Com isso, os governadores acabam pressionando o Governo Federal para prorrogar o decreto de calamidade por meio de uma Medida Provisória.&nbsp;</p>



<p>O que vemos, até então, são decisões partindo dos estados e municípios sobre a prorrogação desse período.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Como-se-deu-a-evolução-do-emprego-em-razão-da-pandemia?"><strong>Como se deu a evolução do emprego em razão da pandemia?</strong></h2>



<p>A crise sanitária que ainda enfrentamos acelerou a adoção do trabalho remoto em várias áreas do mercado, tendência essa que já era sentida por alguns segmentos.</p>



<p>De um jeito ou de outro, <strong>a pandemia tem ajudado a preparar os profissionais atuais para uma realidade em que será cada vez mais comum atuar no meio virtual</strong>, sem precisar ocupar os espaços físicos das empresas.&nbsp;</p>



<p>Os gestores precisaram reorganizar os processos dos setores em pouquíssimo tempo, mudando drasticamente a forma como os colaboradores comandavam suas rotinas e atividades.&nbsp;</p>



<p>Vimos nascer a necessidade de modelos de trabalho mais flexíveis e até mesmo híbridos. E isso só é possível em razão da tecnologia, que nos fornece as ferramentas necessárias para executar as tarefas e colaborar com os colegas mesmo a distância.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que o isolamento provou para as empresas?</h3>



<p>Até mesmo os mais céticos precisam admitir que <strong>o modelo de trabalho remoto funciona</strong>. As pessoas conseguem, sim, atuar em suas casas e manter a mesma produtividade apresentada nas empresas.</p>



<p>E, no fim, tanto empregadores quanto empregados saem ganhando. Para os funcionários, há um aumento gigantesco em termos de flexibilidade e ganho de tempo.</p>



<p>Para as organizações, há profissionais mais focados, produtivos e diminuição de gastos operacionais.&nbsp;</p>



<p>O setor de emprego formal tem mostrado uma crescente recuperação nas admissões em vista dos números vistos em abril de 2020, principalmente nos setores ligados à tecnologia.</p>



<p>Mesmo áreas economicamente mais afetadas, como o ramo alimentício e o comércio, puderam empregar soluções de inteligência artificial e big data para revolucionar a forma como atuam no mercado.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Qual o papel da IA na evolução do emprego?</h3>



<p>A AI, sigla para inteligência artificial, há muito tempo deixou de ser uma promessa fictícia de filmes sci-fi.&nbsp;</p>



<p>Evidentemente, estamos longe de criarmos robôs policiais ciborgue ultrassofisticados, como em “Robocop”, filme de 1984.&nbsp;</p>



<p>No entanto, a tecnologia tem se mostrado eficaz para antecipar e executar tarefas com base em dados coletados pelas ferramentas.</p>



<p>A inteligência artificial permite a criação de assistentes virtuais que podem ser usados para aumentar a produtividade dos profissionais ao mesmo tempo em que melhora o seu bem-estar físico e mental.</p>



<p>Soluções desse tipo ajudam os gestores a tomarem decisões mais acertadas, com base em dados sólidos e verídicos, eliminando a necessidade de grandes equipes de gerenciamento e diminuindo a incidência de erros.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Evolução-do-emprego-no-pós-pandemia"><strong>Evolução do emprego no pós-pandemia</strong></h2>



<p>Já falamos bastante sobre como a chegada da covid-19 impulsionou uma verdadeira evolução do emprego e da forma como as pessoas executam suas funções.</p>



<p>Por conta disso, os especialistas da área têm analisado quais serão as profissões mais atuantes e as habilidades exigidas dos profissionais no pós-pandemia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Serviços de aplicativos</h3>



<p>Com o aumento do desemprego gerado pela pandemia, muitas pessoas foram obrigadas a migrar para novas modalidades de trabalho, transformando-se em motoristas de aplicativos e entregadores em serviços de delivery.</p>



<p>Vamos imaginar que uma pandemia semelhante ocorre há alguns anos, trazendo os mesmos prejuízos econômicos para a população. Sem a possibilidade de trabalhos informais como vemos hoje, a crise seria muito maior.</p>



<p><strong>Ter os serviços de aplicativos como uma fonte alternativa de renda trouxe um resguardo para as pessoas</strong>, principalmente quando as oportunidades CLT se mostram cada vez mais escassas.</p>



<p>No entanto, essas soluções não têm regulamentação da Justiça do Trabalho. Consequentemente, os profissionais não possuem aparato legal para recorrer em caso de problemas trabalhistas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Mão de obra terceirizada</h3>



<p>Embora a terceirização da mão de obra seja bem anterior à Reforma Trabalhista, muitas pessoas têm dúvidas sobre o que configura um trabalho terceirizado e qual a diferença para o emprego convencional.</p>



<p>Quando há vínculo empregatício, o profissional precisa atender a determinados requisitos, como habitualidade, presença etc.&nbsp;</p>



<p>O trabalhador terceirizado pode ser contratado para uma eventualidade, por exemplo, ou para situações corriqueiras, sem que seja necessário estabelecer um vínculo empregatício com essa pessoa.</p>



<p>Contudo, o ponto-chave para entender essa diferenciação pode ser a questão da subordinação.&nbsp;</p>



<p>No modelo de emprego convencional, o empregador é quem decide a jornada de trabalho, a remuneração, a escala, as tarefas a serem realizadas etc.&nbsp;</p>



<p><strong>No caso da terceirização, não há essa subordinação direta ao empregador</strong>, já que o profissional está prestando um serviço.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Profissões que estão se reinventando</h3>



<p>Com o avanço tecnológico, é natural que algumas profissões desapareçam ou sejam substituídas por ferramentas digitais.</p>



<p>Vemos isso muito claramente na forma como interagimos com os mais diversos tipos de aplicativos que oferecem serviços como compras, delivery, consultas, vendas etc.</p>



<p>Na indústria, muitos profissionais responsáveis por separar materiais e abastecer as máquinas estão sendo substituídos por robôs programados para fazer isso com a mesma habilidade técnica.</p>



<p>Vendedores do comércio varejista também terão uma crescente diminuição, principalmente pela difusão em massa do e-commerce.</p>



<p>Atendentes de telemarketing precisarão reinventar a forma como atuam diante do emprego cada vez maior de chatbots.&nbsp;</p>



<p>Hoje, a telemedicina tem ganhado espaço e mostrando que é possível aliar os recursos digitais à forma tradicional de diagnosticar e atender os pacientes.</p>



<p>Os especialistas em governança, segurança de dados cibernéticos, cloud computing, data science, desenvolvedores, entre outros, estão conquistando muito espaço e vêm ampliando o emprego do big data em diversos ramos da sociedade.</p>



<p>Ou seja, todas as funções relacionadas a automação, inteligência artificial e até meio ambiente – com uma gama ampla que vai desde especialistas em energias renováveis até profissionais que trabalham com resíduos e impacto ambiental – devem ser bastante requisitadas pelo mercado.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Profissões que sumiram com a evolução do emprego</h3>



<p>Em contrapartida, há algumas profissões que já estão caindo no esquecimento pela população mais antiga — com a evolução do emprego, talvez os mais jovens nem saibam do que se tratam muitas delas.</p>



<p>O datilógrafo, profissional que redigia textos em máquina de escrever, perdeu espaço quando os computadores passaram a ser comercializados massivamente.&nbsp;</p>



<p>Nos cinemas, o lanterninha, profissional que, usando uma lanterna, direcionava o público às poltronas depois que o filme começava, foi substituído pela lanterna dos smartphones.</p>



<p>Telefonistas e despertadores — sim, bater nas janelas para acordar as pessoas já foi uma profissão — também sumiram com o avanço tecnológico.</p>



<p>Isso sem contar os alfaiates, relojoeiros e ascensoristas, que não foram propriamente substituídos, mas que estão perdendo cada vez mais espaço nos tempos atuais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p>Tudo isso acontece porque a evolução do emprego veio com diversas tecnologias que proporcionaram a criação de sistemas especializados em executar essas tarefas.</p>



<p>Daqui a alguns anos não teremos tantos atendentes, porque os totens de autoatendimento estarão espalhados pelas cidades.</p>



<p>Profissões consagradas, como de contador e advogado, podem desaparecer, porque hoje vemos softwares completos e ultramodernos que conseguem executar as mesmas tarefas com semelhante maestria.</p>



<p>A grande questão levantada ao longo da nossa discussão diz respeito às diferentes formas que os profissionais têm de se reinventar para superar as crises e manter seus empregos.</p>



<p>E essa é uma preocupação pertinente também para empregadores e gestores de RH, já que a evolução do emprego traz mudanças significativas para as empresas.</p>



<p>Conteúdo Original <a href="https://blog.tangerino.com.br" target="_blank" rel="noopener">Blog Tangerino</a></p>



<p></p>
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