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	<title>empresa mais humana &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<title>empresa mais humana &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>Uma empresa mais humana não é necessariamente melhor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Zuleica Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jan 2019 19:51:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
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					<description><![CDATA[Organizações deveriam ser mais humanas. Esse é um desejo ou visão persistente de muitas pessoas do mundo empresarial. Para muitos, isso
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<p>Organizações deveriam ser mais humanas. Esse é um desejo ou visão persistente de muitas pessoas do mundo empresarial.</p>
<p>Para muitos, isso significa um ambiente de trabalho mais respeitoso e acolhedor, para outros representa oportunidades para se aumentar a competitividade (&#8220;o capital humano é a única vantagem competitiva de organizações&#8221;). Ou ainda, representa a consequência da rápida automação de tarefas repetitivas &#8211; o advento de novas tecnologias forçará organizações a criarem mais oportunidades de trabalho que se utilizam de capacidades &#8216;humanas&#8217; de difícil automação, como as criativas e de relacionamento, argumentam.</p>
<p>Ser &#8220;mais humano&#8221; é associado a uma crença de que organizações serão melhores para os seus profissionais, clientes, sociedade e acionistas. Nada de mau nisso. Mas essa crença é distorcida e não ajuda a aprofundar o que de fato é ser &#8220;humano&#8221;.</p>
<p>Um ponto cego nessa discussão é que ser &#8220;mais humana&#8221; não significa necessariamente ser &#8220;melhor&#8221;: poluição, violência e desigualdades sociais são consequências, diretas ou indiretas, do que somos e de como agimos. Somos capazes de mentir, enganar e corromper tanto mais do que gostaríamos, e isso faz parte da nossa natureza.</p>
<p>Os recentes fatos com tradicionais líderes espirituais no Brasil envolvidos com escândalos sexuais mostram essa humanidade. Não somos seres coerentes. Inventamos e acreditamos em narrativas para defendermos aquilo que queremos, por mais distorcido que pareça para outros.</p>
<p>Frequentemente ignoramos o impacto das nossas ações em nosso bem-estar futuro, ou ainda rejeitamos mudanças mesmo reconhecendo que elas são necessárias. Organizações são essencialmente criações humanas e, como tais, manifestam aquilo que somos.</p>
<p>Corrupção de governos, esquemas ponzi, ocultação de dados de poluição e polarização social como tática de atração de usuários são práticas bem recentes de grandes e admiradas organizações. Os Nobels George Akerlof e Joseph Shiller argumentam que organizações (criadas e dirigidas por nós) estão constantemente explorando nossas fraquezas e ignorância para nos manipular. Se existe algo passível de ser desenvolvido para nos enganar, alguém o fará, eles concluem. Mas esse lado negro não diminui nossa capacidade de progredir. Fácil listar milhares de realizações sociais e científicas que desenvolvemos ao longo da nossa jornada: vivemos mais, temos mais acesso à alimentação, medicações, informação, transporte, bem menos guerras e mortes violentas que no passado.</p>
<p>Além disso essas realidades opostas de criação e destruição, de ajuda ou exploração, convivem bem próximas. Walt Disney, apesar da transformação que causou na indústria de entretenimento, era autocrático e demitia rudemente pessoas que discordavam dele em discussões banais. Outro exemplo: narcisismo e arrogância estão fortemente correlacionados com a personalidade de empreendedores, que assumem muitos dos riscos que nos permitem evoluir como civilização.</p>
<p>Mas, como gestores, evitamos falar abertamente sobre esses temas, ou tentamos controlá-los, represando o que depois se torna grande o suficiente para explodir de forma patológica. Recentemente, várias empresas de tecnologia precisaram ser denunciadas para tomar providências em situações fora de controle, como o assédio sexual e moral que estão impregnados em sua culturas.</p>
<p>Organizações podem sim se tornar mais alinhadas com o que de fato é &#8220;humano&#8221;. O modelo predominante de máquina supõe indivíduos como partes em uma grande engrenagem, que precisam ter padrões de comportamento específicos, mensuráveis, para a eficiência do conjunto. A maioria das discussões sobre o &#8220;humano&#8221; dentro das organizações acontece de forma a encaixá-lo nesses mecanismos supostamente eficientes: temos que selecioná-los, treiná-los e condicioná-los com incentivos para que eles desempenhem sua parte na tarefa.</p>
<p>Mas diversos estudos mostram o quanto a nossa natureza prevalece: os líderes de fato não são os que ocupam posições de liderança mas os que surgem informalmente através das relações. A maioria das promoções ocorre pelo que parecemos e por quem nos relacionamos, e não pelo que realizamos.</p>
<p>Os sucessos não vêm na maioria das vezes de planos, mas de causalidades.</p>
<p>No fim, a máquina funciona, mas com muita perda, ineficiência e desgastes ao, forçosamente, se adaptar a como de fato somos. Tentamos condicionar o que sabemos sobre os humanos dentro desses modelos limitados, enquanto devíamos aceitar nossa natureza orgânica de como vivemos e interagimos, potencializando nossas capacidades e convivendo como nossas limitações. Devemos ser otimistas em relação ao nosso futuro, mas realistas sobre o que de fato somos e as possibilidades boas ou ruins que podemos criar.</p>
<p><strong>Artigo de Claudio Garcia</strong> é vice-presidente executivo de estratégia e desenvolvimento corporativo da consultoria LHH, baseado em Nova York (Publicado no Valor Econômico).</p>
<p>Conheça o ERP da DBM Sistemas. <a href="https://dbmsistemas.com/">https://dbmsistemas.com/</a></p>
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