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	<title>Empreendimento Imobiliário &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<title>Empreendimento Imobiliário &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>Empreendimento Imobiliário: 10 lições para conquistar capital e clientes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2019 13:45:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção & Incorporação]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendimento Imobiliário]]></category>
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					<description><![CDATA[10 lições para conquistar capital e clientes para o seu Empreendimento Imobiliário. O mercado imobiliário em 2019 parece estar respondendo positivamente à crise que assolou o setor, com mais intensidade, nos últimos dois anos. Segundo dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário, houve um aumento de 30% nas compras do primeiro trimestre deste [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><em>10 lições para conquistar capital e clientes para o seu Empreendimento Imobiliário</em>.</p>



<figure class="wp-block-image"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="800" height="400" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2014/11/Incorporação-imobiliária.png" alt="10 lições para Empreendimento Imobiliário" class="wp-image-6181" title="Empreendimento Imobiliário: 10 lições para conquistar capital e clientes 1" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2014/11/Incorporação-imobiliária.png 800w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2014/11/Incorporação-imobiliária-300x150.png 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2014/11/Incorporação-imobiliária-768x384.png 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p>O mercado imobiliário em 2019 parece estar respondendo positivamente à crise
que assolou o setor, com mais intensidade, nos últimos dois anos. Segundo dados
da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário, houve um aumento
de 30% nas compras do primeiro trimestre deste ano em comparação a 2018 (os
resultados positivos seguiram ao longo do primeiro semestre), portanto, esse é
o momento para falarmos em conquista de capital e novos clientes. “Acreditamos
que ainda há um enorme espaço no Brasil para ampliar os níveis de governança
financeira, compliance e de gestão do risco das operações imobiliárias, que
trarão frutos importantes para o nosso mercado, como o desenvolvimento de
projetos empresariais com capital intensivo e melhores ofertas, em todos os
níveis, para as pessoas que investem energia, dinheiro e, sobretudo, grandes
objetivos de vida e anseio por realizações em cada empreendimento”, afirma
Gênesis Pazzeto Baptista sócio da OGFI Governance, empresa de governança
financeira e gestão de risco em negócios imobiliários, presente no mercado nacional
há quase uma década.</p>



<p>Pensando no cenário econômico do Brasil – ainda volátil e com poucas
certezas – a OGFI Governance elaborou uma análise exclusiva de mercado, com
insights preciosos (números e sugestões de métricas prontas para uso) para as
companhias que precisam atrair capital e novos clientes para projetos
imobiliários. Confira logo abaixo.</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>





<div class="wp-block-button is-style-squared"><a class="wp-block-button__link has-background has-vivid-red-background-color" href="https://dbmsistemas.com/incorporadora/">Conheça a Gestão de Incorporadores do DBM Spalla</a></div>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>1ª lição: rigor na
escolha do terreno (cada metro² é aliado na estratégia)</strong></h4>



<p>O sucesso desta etapa começa na seleção do terreno. E a métrica deve ser
rigorosa.<br />
Todo produto imobiliário precisa ter aderência às necessidades das pessoas da
região. O cliente precisa sentir que está ganhando dinheiro, que terá
valorização no investimento ou uma renda de aluguel vantajosa no futuro, por
exemplo. Portanto, cada metro quadrado, da lavanderia ao espaço gourmet,
passando pela arquitetura, noções de acessibilidade e bem-estar, são aliados na
concepção estratégica do projeto. Regra de ouro: coibir cópias de plantas e
fachadas de apartamentos de incorporadoras concorrentes na comunicação de um
projeto é uma questão de respeito às boas práticas e ao mesmo tempo um padrão
qualidade para a marca. É fundamental afastar qualquer banalização aos itens de
negócios. O rigor na escolha do terreno é uma desejável métrica inicial, que
deverá amparar as boas decisões até a conclusão do projeto.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>2ª lição: identificar
critérios (reais e nominais) com o estudo de viabilidade</strong></h4>



<p>A primeira regra para o estudo de viabilidade ou (fluxo de caixa projetado)
é que ele não pode ser estático, afinal, o projeto não receberá todas as
receitas e não terá todos os gastos em um único mês. É preciso levar em conta
gradativamente o fluxo de receitas, custos e despesas do empreendimento. Um
exemplo excepcional: como lidar com a inflação projetada para os próximos 4
anos? Será necessário planejar o fluxo de caixa em vários cenários de premissas
de preço e tabela de vendas a partir de dois pilares definidores deste mercado:
o critério real (sem considerar o efeito da inflação) e o critério nominal
(considerando o efeito da inflação). Em quantos meses e a partir de qual
montante haverá a necessidade de um sócio para injetar capital? Quando haverá
retorno? E os dividendos? Um estudo de viabilidade detalhado trará à tona essas
respostas.</p>



<p><strong>Análise bônus:</strong>&nbsp;para
a incorporadora que vai comprar um terreno em dinheiro, a projeção do fluxo de
caixa projeto precisa apontar para um mínimo de 20% na margem de lucro nominal
– considerando 25% de taxa interna de retorno real ao ano – e 15% de margem de
lucro em valor presente (já descontado pela taxa livre de risco), a escolha
correta é desistir do projeto e não comprar o terreno. E a explicação? Muito
risco para pouco retorno, é uma questão simples e clara.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>3ª lição: construir
não apenas projetos, mas relacionamentos saudáveis</strong></h4>



<p>Muitas incorporadoras não se relacionam com os clientes durante a fase de
construção do imóvel, um erro crucial na era das redes sociais e das
possibilidades (legítimas e bem-vindas) de questionamento de reputação de
marcas a partir denúncias, críticas mais contundentes e diferentes tipos de
postagens e mobilização coletiva no ambiente digital por parte dos compradores.
Em linhas gerais, errar no cultivo do bom relacionamento é quase como iniciar
uma campanha (às vezes de prejuízos incalculáveis) contra o próprio projeto. Um
exemplo excepcional: enviar boletos para os clientes com valores que mudam todo
mês é um erro brutal. Isso cria uma relação fria e repleta de desconfiança.
Este é apena um dos exemplos mais corriqueiros. Portanto, é preciso elevar o
padrão de relacionamento do mercado imobiliário – pois na margem comparativa a
outros segmentos, infelizmente – é um dos mais estigmatizados.</p>



<p><strong>4ª lição: um novo
olhar para história contábil</strong></p>



<p>A contabilidade relata a história financeira e qualquer empresa. Este é um
conceito importantíssimo. E por isso, companhias com ativos ou passivos que já
não existem mais, escrituração atrasada, e que estão sem suporte para o saldo
das contas patrimoniais, infelizmente, não atraem e não vão atrair
investidores, muito menos credores. Para resolver estas questões é preciso
acionar um contador especializado no mercado imobiliário, que irá produzir um
balancete fiscal e um balancete societário para organizar o empreendimento. Na
sequência, será fundamental contratar um auditor para emitir uma opinião sobre
o patrimônio líquido e sobre sua contabilidade recém analisada. Em resumo, este
esforço deverá garantir a regularidade fiscal das certidões em todos os
âmbitos, atualizando as alterações e modificações das normas e regras contábeis
do setor, que em outras palavras, representam a segurança do negócio.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><br />
<strong>5ª lição: jamais
misturar recursos financeiros de projetos diferentes</strong></h4>



<p>Cada projeto imobiliário exige a abertura de uma Sociedade de Propósito
Específico. Isso é um padrão desejado para o mercado. Jamais se deve usar
recursos financeiros de um projeto imobiliário em outro projeto imobiliário. Um
exemplo excepcional: a devolução do AFAC (Adiantamento para futuro aumento de
capital) isso é caracterizado como mútuo na contabilidade. Outro exemplo
importante: o saque de dividendos do projeto imobiliário antes do término da
obra, isto é, antes de quitar o financiamento imobiliário. A única exceção é se
houver relatórios financeiros que demonstrem que o saque de dividendos de
acordo com as regras da Lei da Incorporação e com a concordância do banco que
financia a obra. A elaboração de contratos de prestação de serviços entre a
holding e as sociedades de propósito específico é uma demanda pontual e
intransferível a cada novo projeto imobiliário. Emitir nota fiscal para os serviços
prestados também um conceito estrutural.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>6ª lição: respeitar
as leis do setor (os benefícios são imediatos e perenes)</strong></h4>



<p>Estamos em um momento econômico e político de mudanças e reformas em
importantes diretrizes da sociedade e do mercado, o Brasil, enfim, parece ter
descoberto o real significado do compliance (o conjunto de boas práticas de
qualquer atividade ou negócio) e por isso não há mais espaço, por exemplo, para
desrespeitos à CLT, aos acordos sindicais e as leis de segurança do trabalho,
para ficar em alguns tópicos de suma importância. Regra de ouro: todas as
decisões empresariais precisam beneficiar o fisco. Riscos tributários devem ser
esquecidos por completo. Vale sempre reforçar: não existe lucro derivado de
evasão fiscal. Isso é um clichê tolo e inconsequente. Seguir a Lei da
Incorporação e do Patrimônio de Afetação é condição primária neste setor. Será
muito importante organizar uma comissão de representantes do Patrimônio de
Afetação e comandar reuniões trimestrais com tais representantes, dando a eles
total conhecimento do cronograma de obra e do fluxo de caixa projetado do
empreendimento.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>8ª lição: investir
nas funções vitais do negócio (combater a dispersão)</strong></h4>



<p>Quais as funções principais de uma incorporadora? Comprar terrenos,
desenvolver projetos imobiliários, aprovar projetos imobiliários, cuidar do
marketing, das vendas e conseguir capital para o seu projeto imobiliário.
Certo? Certíssimo. Então, sobrecarregar a empresa em projetos com outras
finalidades, mais cedo ou mais tarde, vai gerar custos extras, ineficiência,
morosidade em processos e perda de oportunidades, em amplo sentido do termo.
Combater a dispersão é uma medida de amadurecimento na gestão.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>9ª lição: explorar
novas trilhas para construir marcas de valor</strong></h4>



<p>Os negócios dependem de confiança, tradição e credibilidade, mas para
atingir o pleno funcionamento desta tríade essencial à prosperidade das
companhias, uma das primeiras preocupações deve ser a construção (verdadeira,
mensurável e concreta) do chamado valor de marca, um ativo que apesar de
“intangível” (ainda que seja facilmente demonstrado com ferramentas de
pesquisa) é incrivelmente forte, e tão relevante que é capaz de conduzir uma
empresa para diferentes níveis de reconhecimento e admiração. O mercado
imobiliário, no imaginário comum, raramente é um protagonista em cases de valor
de marca. Portanto, investir em boas práticas de mercado, comunicação
eficiente, enriquecida com detalhes reais do empreendimento, ações de
relacionamento em longo prazo e consistente com os clientes, entre outros
tópicos, são as trilhas para a construção de marcas de valor no mercado
imobiliário. O desafio está no horizonte. As redes sociais são aliadas neste
processo. Mas, é necessário descobrir outros facilitadores.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>10ª lição: conhecer
profundamente as diversas fontes do capital</strong></h4>



<p>O empreendimento imobiliário pode receber capital de diversas fontes, por exemplo, em forma de investimento, empréstimo, entre tantos outros. Porém, a etapa anterior – e neste caso literalmente decisiva – para que isso ocorre é a chamada análise específica de modalidade. E o que isto implica para a gestão do empreendimento? Em resumo: é preciso apresentar as vantagens e desvantagens para o cliente final, pois isso demonstrará transparência para o maior ativo do projeto, ou seja, o comprador das unidades imobiliárias deve ser envolvido na administração das potenciais fontes de capital. Uma última regra de ouro: criar uma rede de profissionais e assessores que com know-how, portanto, que sejam certificados por todos os bancos de crédito que financiam o mercado imobiliário e que atendam aos gestores de recursos que participam desse ecossistema.</p>



<p><em><a href="https://ogfigovernance.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="OGFI Governance (abre numa nova aba)">OGFI Governance</a>: Empresa de governança financeira para o mercado imobiliário. Atua com eficiência digital nas áreas de captação de recursos, especialmente em equity ou dívida e execução do backoffice com tecnologia, planejamento, monitoramento e diagnóstico financeiro de ativos.</em></p>
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