<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>economia &#8211; DBM Sistemas</title>
	<atom:link href="https://dbmsistemas.com/tag/economia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://dbmsistemas.com</link>
	<description>Software de Gestão Empresarial</description>
	<lastBuildDate>Sun, 17 Jan 2021 13:25:30 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2022/12/cropped-spalla-logo-32x32.png</url>
	<title>economia &#8211; DBM Sistemas</title>
	<link>https://dbmsistemas.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Especialistas orientam o que não fazer com o seu dinheiro em 2021</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/especialistas-orientam-o-que-nao-fazer-com-o-seu-dinheiro-em-2021/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=especialistas-orientam-o-que-nao-fazer-com-o-seu-dinheiro-em-2021</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Jan 2021 17:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dbmsistemas.com/?p=12454</guid>

					<description><![CDATA[Títulos prefixados, baixa diversificação de recursos, caderneta de poupança e custos elevados estão entre os pontos de atenção na hora de investir seu dinheiro em 2021. Especialistas orientam o que não fazer com o seu dinheiro em 2021.O ano de 2021 está recheado de incertezas, principalmente econômicas. Com isso, os investidores alertam: mais importante do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Títulos prefixados, baixa diversificação de recursos, caderneta de poupança e custos elevados estão entre os pontos de atenção na hora de investir seu dinheiro em 2021.</h4>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><a href="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/04/CRÉDITO.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/04/CRÉDITO.jpg" alt="Especialistas orientam o que não fazer com o seu dinheiro em 2021" class="wp-image-7078" width="749" height="371" title="Especialistas orientam o que não fazer com o seu dinheiro em 2021 1" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/04/CRÉDITO.jpg 640w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/04/CRÉDITO-300x149.jpg 300w" sizes="(max-width: 749px) 100vw, 749px" /></a></figure>



<p><strong><em>Especialistas orientam o que não fazer com o seu dinheiro em 2021.</em></strong><br />O ano de 2021 está recheado de incertezas, principalmente econômicas. Com isso, os investidores alertam: mais importante do que tentar dar a “tacada certa” é saber o que evitar para não terminar o ano lamentando as escolhas de investimentos.</p>



<p>Apostar em papéis com retornos prefixados, ficar apegado à velha caderneta de poupança ou não ter uma diversificação da carteira estão entre os erros a serem evitados para investir melhor.</p>



<p>Por ora, há pela frente a visão de recuperação da economia em meio à pandemia do coronavírus, um ambiente com taxa básica de juros baixa – a Selic está em 2% ao ano –, mas com a inflação dando sinais claros de alta e uma preocupação crescente com as contas públicas.</p>



<p>Nesse cenário, em que um aumento dos juros já parece contratado pelo mercado financeiro, um dos principais riscos é ficar refém de taxas de retorno preestabelecidas. Confira a seguir as principais recomendações do que não fazer com seu dinheiro neste ano.</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>





<div class="wp-block-button is-style-squared"><a class="wp-block-button__link has-text-color has-very-dark-gray-color has-background has-vivid-green-cyan-background-color" href="https://dbmsistemas.com/financeiro/">Conheça a Gestão Financeira do DBM Spalla </a></div>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Títulos prefixados</strong></h3>



<p>Luis Stuhlberger, responsável pela gestão do conhecido fundo Verde, já dizia em outubro que preferia “ficar dias presos a ficar aplicado em prefixado”.</p>



<p>Ainda não há clareza sobre o comportamento da inflação, que encerrou 2020 em 4,52%, portanto acima do centro da meta de 4% definida pelo Conselho Monetária Nacional (CMN), mas ainda dentro do intervalo de tolerância.</p>



<p>Se a atividade econômica entrar em um ciclo de retomada, outros preços, para além dos alimentos, tendem a subir, pressionando os índices de inflação e o Banco Central a elevar a taxa Selic – de acordo com o relatório Focus, do Banco Central, o mercado financeiro prevê a taxa básica de juros em 3,25%, ao fim de 2021, e em 4,75%, em dezembro de 2022.</p>



<p>Ter na carteira de investimentos, nesse momento, títulos prefixados, pode ser, assim, um erro, considerando a contratação de uma taxa hoje que poderá ser maior até o vencimento do título em questão.</p>



<p>“O título público prefixado de prazo mais curto [disponível no Tesouro Direto] é o de 2023, são dois anos. Significa deixar o dinheiro preso nesse período. E se a taxa de juros subir, o investidor vai ter algum prejuízo”, explicou José Raymundo de Faria Júnior, planejador financeiro CFP.</p>



<p>Vale lembrar que a relação entre taxa e preço é inversamente proporcional. Toda vez que a taxa de retorno de um título sobe, seu preço diminui. E o contrário também é válido.</p>



<p>O Tesouro Prefixado com vencimento em 2023 pagava uma taxa de juro anual de 5,16% nesta terça-feira (12).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Cuidado com “turn around”</strong></h3>



<p>Empresas em processo de reestruturação de seus negócios, processo conhecido como “turn around”, parecem atrativas a um primeiro momento pelo potencial de mudança, mas podem se tornar um problema para o investidor, se não forem bem avaliadas.</p>



<p>As ações dessas companhias passam, em geral, por períodos de quedas acentuadas em suas cotações e, após o início do turn around, atraem investidores que buscam ganho rápido.</p>



<p>Paulo Batistella Bueno, gestor da Santa Fé Investimentos, alerta que essas empresas devem ser uma opção apenas quando se tem confiança na administração delas – ou seja, com executivos com histórico de entrega de resultados – e, ainda assim, é aconselhável que novatos em renda variável evitem esses papéis.</p>



<p>Como exemplo, Bueno cita a empresa de educação Cogna e a de meio de pagamentos Cielo. “A primeira tem problemas em seu negócio, com um endividamento elevado. A segunda precisa se reinventar com o aumento da concorrência”, pontua.</p>



<p>Para o gestor, as questões não indicam que essas empresas não vão conseguir se reestruturar ou inovar em seus negócios, mas que o processo pode demorar.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Custos dos produtos</strong></h3>



<p>Para quem tem pouco apetite ao risco e foco no curto prazo, os fundos de renda fixa estão sempre entre as opções de mais fácil acesso, em especial os do tipo DI.</p>



<p>No entanto, essas carteiras investem basicamente em títulos públicos atrelados à Selic e tendem (há fundos que aboliram esse custo) a cobrar uma taxa de administração que incide sobre o valor investido, além de Imposto de Renda (com alíquota regressiva) sobre os rendimentos.</p>



<p>Com a Selic em 2% ao ano, a taxa de administração tem um peso ainda maior na remuneração final.</p>



<p>“As taxas que os gestores cobram precisam ser proporcionais ao risco e à atuação do gestor. Um fundo de renda fixa DI exige muito pouco do gestor. Ele praticamente não deveria cobrar taxa de administração”, assinala Bueno, da Santa Fé.</p>



<p>Para o gestor, essa taxa de administração não pode passar hoje de 0,15% ao ano. Fundos que busquem retornos mais elevados, e que por isso tenham uma gestão mais ativa, podem ter taxas de administração mais elevadas, como os multimercados e os de ações não referenciados a índices.</p>



<p>Outra opção para o investidor conservador seria investir diretamente no Tesouro Direto, optando por plataformas de investimento que não cobrem taxa de administração, dada a cobrança obrigatória de uma taxa de custódia de 0,25%, para à B3.</p>



<p>“Minha sugestão é ter um papel do tipo Tesouro IPCA com o prazo mais curto possível. Os títulos curtos são menos voláteis e servem como proteção quando a inflação preocupa”, diz Bueno.</p>



<p>As notícias de que a Bolsa está em um patamar recorde, que o Bitcoin está valendo mais de US$ 30 mil ou que investidores no exterior têm garantido um bom ganho nos últimos meses especialmente com ações de tecnologia costumam levar as pessoas a buscarem a grande tacada para garantir os melhores retornos em um curto período, destinando a maior quantidade de recursos possível para uma só aposta. Mas esse é um dos erros que o investidor precisa evitar: a concentração de investimentos.</p>



<p>“Ano passado, o ouro e os investimentos em dólar lideraram os ganhos. Tem investidor que olha esse retorno e quer concentrar todos os recursos nessas opções. É um erro. Esse comportamento pode não se repetir e o investidor ficar com toda sua carteira com retorno negativo”, enfatiza Leticia Camargo, planejadora financeira com certificação CFP.</p>



<p>Em 2020, o ouro acumulou alta de 56% na B3 e o dólar se valorizou em cerca de 29% em relação à moeda brasileira. Ambos os ativos costumam ser recomendados por alocadores de recursos para proteção das carteiras.</p>



<p>“O investidor não pode ficar em uma única classe de ativos, por melhor que ela pareça. Hoje a diversificação está muito mais simples, com opções em que o valor de aplicação inicial é baixo”, diz o planejador financeiro Faria Júnior.</p>



<p>Essa diversificação, segundo ele, deve ser feita não só em classe de ativos, mas também em moeda. Para valores baixos, o planejador sugere que o investidor procure fundos de investimentos multimercados que apliquem parte dos recursos no exterior.</p>



<p>Também não é aconselhado se ater a um único ativo dentro da mesma classe de ativos. Na parcela destinada para a renda variável, por exemplo, o erro é querer ter uma única ação.</p>



<p>Para Bueno, da Santa Fé, enquanto o investidor não tiver segurança para fazer suas escolhas, pode deixar os recursos em um fundo e observar como o gestor justifica sua seleção para entender melhor a dinâmica – e os riscos – da renda variável.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ignorar perfil de risco ou objetivo</strong></h3>



<p>A recomendação também não é específica para 2021, mas o investidor só vai fazer uma boa aplicação se tiver em mente seu objetivo, sua propensão ao risco e o horizonte de tempo.</p>



<p>“Não adianta querer diversificar antes de ter uma reserva de emergência. Ou investir em um produto de risco se o objetivo é de curto prazo”, afirma Leticia.</p>



<p>Fernando Donnay, gestor de patrimônio da G5 Partners, ressalta que é preciso entender onde está se colocando o dinheiro e se o risco desse ativo é aceitável. “É preciso saber a tolerância ao risco, o quanto um investidor está confortável para perder.”</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>ESG no portfólio</strong></h3>



<p>Bueno, da Santa Fé, considera que um erro do investidor, em especial no mercado acionário, é não considerar os riscos do chamado “ESG”, sigla em inglês para as práticas ambientais, sociais e de governança de uma empresa. Segundo ele, esses fatores estão sendo cada vez mais relevantes no exterior e é preciso considerá-los na hora de investir também no mercado brasileiro.</p>



<p>Fabio Alperowitch, fundador e gestor da Fama Investimentos, também avalia que o tema passará a ser cada vez mais relevante na gestão de recursos.</p>



<p>“Se o investidor tem uma carteira balanceada, com empresas bem geridas e seguras, mesmo em um cenário negativo, ele sabe que elas estarão protegidas pela capacidade de gestão dos administradores”, pontua.</p>



<p>Dentro desse conceito, Alperowitch considera que o investidor brasileiro ainda tem pouca dimensão de como o ESG pode afetar a rentabilidade de seu portfólio. “Isso ainda é novo para a média dos investidores brasileiros. Infelizmente, eles não estão se antecipando a isso.”</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Caderneta de poupança</strong></h3>



<p>Não é segredo para ninguém que a caderneta de poupança tem sido há tempos apontada como uma alternativa a ser evitada pelos brasileiros.</p>



<p>Com a Selic em 2%, a caderneta de poupança tem rendido 70% da taxa básica de juros mais a variação da TR, zerada desde 2018. Isso significa que, apesar da liquidez diária, a poupança está rendendo hoje 1,4% ao ano.</p>



<p>Ainda que não haja incidência de Imposto de Renda ou outros custos sobre o produto, a rentabilidade está bem abaixo da inflação e também perde para aplicações similares, como fundos DI ou Tesouro Selic.</p>



<p>“Claramente a poupança hoje está significando perder dinheiro. A remuneração está em 1,4%, bem abaixo da inflação. É uma péssima alternativa”, diz o educador financeiro Carlos Eduardo Costa.</p>



<p>Fonte: <em><a href="https://www.infomoney.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">InfoMoney</a></em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Direito Tributário e a Economia – uma visão do mercado atual</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/direito-tributario-e-a-economia-uma-visao-do-mercado-atual/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=direito-tributario-e-a-economia-uma-visao-do-mercado-atual</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Jan 2021 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dbmsistemas.com/?p=12430</guid>

					<description><![CDATA[Direito Tributário e a Economia – uma visão do mercado atual.É comum que alunos da faculdade de Direito, Economia e Ciências Contábeis, ao saírem da faculdade, não tenham ainda delimitado um âmbito específico de atuação. Ainda mais por serem profissões que permitem atuar em diversas áreas. Nesse contexto, o Direito Tributário é uma opção exatamente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2021/01/direito-tributario.jpg"><img decoding="async" width="769" height="250" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2021/01/direito-tributario.jpg" alt="Direito Tributário" class="wp-image-12433" title="Direito Tributário e a Economia – uma visão do mercado atual 2" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2021/01/direito-tributario.jpg 769w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2021/01/direito-tributario-300x98.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2021/01/direito-tributario-480x156.jpg 480w" sizes="(max-width: 769px) 100vw, 769px" /></a></figure>



<p><strong><em>Direito Tributário e a Economia – uma visão do mercado atual.</em></strong><br />É comum que alunos da faculdade de Direito, Economia e Ciências Contábeis, ao saírem da faculdade, não tenham ainda delimitado um âmbito específico de atuação. Ainda mais por serem profissões que permitem atuar em diversas áreas.</p>



<p>Nesse contexto, o Direito Tributário é uma opção exatamente por ser uma área interdisciplinar. Além disso, quem optar por esse ramo nunca terá tédio!</p>



<p>O impacto da carga tributária na economia brasileira é incontestável, por isso é necessário um profissional que esteja apto a lidar com todas as faces apresentadas pelo Direito Tributário, oportunizando não apenas a desoneração da empresa, mas também promovendo a economia tributária através de meios legais.</p>



<p>Neste artigo falaremos um pouco sobre as principais fontes do Direito Tributário, seus princípios e a atuação desse profissional na economia das empresas.</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>





<div class="wp-block-buttons aligncenter is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-text-color has-background" href="https://dbmsistemas.com/contabilidade-e-fiscal/" style="border-radius:2px;background-color:#ba0c49;color:#fffffa">Gestão Fiscal Contábil</a></div>



<div class="wp-block-button is-style-outline is-style-outline--1"><a class="wp-block-button__link has-text-color" href="https://dbmsistemas.com/vendas-distribuicao/" style="border-radius:2px;color:#ba0c49">Gestão de Distribuição</a></div>
</div>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Fontes do Direito Tributário</strong></h2>



<p>Ao contrário do que o nome leva a crer, o Direito Tributário não está restrito aos profissionais do direito. A ele se relacionam todos os profissionais que se dedicam ao estudo da tributação, conceitos de tributos, legislação, fiscalização e arrecadação.</p>



<p>Ele está regulamentado, basicamente, pelo Código Tributário Nacional (CTN), <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei n. 5.172</a>, publicado em 1966 antes da Constituição atual. Para que o CTN e a nova Constituição pudessem “conviver”, foi dado ao CTN o <em>status</em> de Lei Complementar, mas ele continua a disciplinar as regras gerais do Direito Tributário.</p>



<p>Após a promulgação da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Constituição Federal de 1988</a> (CF), o CTN e a CF passaram a ter uma relação íntima, pois no Brasil possuímos um sistema tributário Constitucional, em que a própria Lei Máxima estabelece os princípios gerais, os limites e a competência para a instituição dos tributos — essa última é uma das principais fontes do Direito Tributário. </p>



<p>Desse modo, o que era contrário à CF/88 foi revogado, ou alterado, e o que permaneceu vigente deve ser interpretado atualmente de acordo com os princípios Constitucionais.</p>



<p>As fontes do Direito Tributário podem ser encontradas a partir do art. 96, do CTN, quando se estabelece que as leis, os tratados e as convenções internacionais, os decretos e as normas complementares dispostas sobre os tributos e as relações jurídicas decorrentes dele fazem parte da expressão “legislação tributária”.</p>



<p>Diante disso, percebe-se que algumas matérias — como instituição, extinção, majoração ou redução de tributos — só podem ser tratadas por meio de lei, ou seja, pelo Direito Tributário.&nbsp;</p>



<p>De forma complementar, estão os tratados e convenções internacionais, os atos administrativos, as decisões proferidas pelos órgãos singulares ou coletivos administrativos, além dos convênios celebrados entre União, Estados, Distrito Federal e Municípios.</p>



<p>Como exemplo, temos os <a href="https://receita.economia.gov.br/acesso-rapido/legislacao/acordos-internacionais/acordos-para-evitar-a-dupla-tributacao/acordos-para-evitar-a-dupla-tributacao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">acordos firmados</a> entre os Países a fim de evitar a dupla tributação e garantir aos contribuintes, que atuam no mercado internacional, segurança jurídica, bem como não permitir que se beneficiem da ausência de regulamentação, prevenindo assim a chamada evasão fiscal.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Princípios do Direito Tributário</strong></h2>



<p>A Constituição Federal elenca diversos princípios gerais que devem ser seguidos por todos, independente da área de atuação, como a proporcionalidade e a razoabilidade. Contudo, também disciplina alguns princípios específicos ao Direito Tributário, entre os quais podemos citar o princípio da legalidade, da isonomia, da capacidade contributiva e da vedação ao confisco.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Princípio da legalidade</h3>



<p>O princípio da legalidade decorre, como adiantado no tópico anterior, da principal fonte do direito, a lei. Está previsto no art. 150, I da CF, garantindo maior segurança nas relações jurídicas, pois estabelece que os tributos não poderão ser exigidos ou majorados se não forem devidamente instituídos por lei.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Princípio da isonomia</h3>



<p>Alguns autores apontam que o princípio da isonomia revela um dos maiores problemas jurídicos. Pela previsão Constitucional (art. 5°) todos são iguais perante a lei, contudo, como tratar igualmente seres que são em sua essência desiguais?</p>



<p>Podemos citar como um exemplo hipotético a cobrança do IPTU. A lei prevê que quem for proprietário de bem imóvel urbano estará sujeito ao pagamento do imposto. Assim, obriga e trata todos igualmente. Contudo, também atenderá ao princípio da isonomia, caso a lei trate de uma hipótese de isenção, estabelecendo que, quando for o único imóvel de pessoa com renda x, será isento do pagamento.</p>



<p>Percebe-se assim que o princípio da isonomia está relacionado com o princípio da capacidade contributiva. A CF prevê no <a href="https://jus.com.br/artigos/1294/alcance-do-principio-da-capacidade-contributiva-art-145-1-cf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">art. 145, §1°</a> que os impostos serão “<em>graduados segundo a capacidade econômica do contribuinte”.</em> Isso significa que a tributação deve observar o quanto cada indivíduo pode efetivamente contribuir.</p>



<p>No entanto, como medir a capacidade de cada contribuinte? Não pode ser somente através da renda. Um bom indicador de capacidade contributiva é a propriedade e, até mesmo, o consumo. Alguns itens de consumo, como os de luxo, são capazes de revelar a capacidade contributiva do sujeito.</p>



<p>O princípio traduz uma medida de justiça, de maneira que não pode ser chamado a contribuir/satisfazer uma obrigação tributária se não dispõe de formas para isso. Se não estivesse por observar esse princípio, acabaria por violar outro, o princípio da vedação ao confisco.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Vedação ao fisco</h3>



<p>A vedação ao confisco está prevista no art. 150, IV, da CF, em que estão estabelecidas as limitações ao poder de tributar. Nele se encontra a impossibilidade de utilizar o tributo como uma penalidade, ou um ônus muito grande que o contribuinte não consiga suportar.</p>



<p>Em outras palavras, e em conclusão, os tributos são as formas através das quais o Estado arrecada o necessário para sua manutenção, entretanto, não deverão ser utilizados como um meio para inviabilizar ou extinguir a atividade exercida pelo contribuinte, ou ainda, que prejudique a própria subsistência do indivíduo.</p>



<p>Em síntese, temos:</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2021/01/principios-tributarios-andressa-sehn-da-costa.png"><img decoding="async" width="888" height="378" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2021/01/principios-tributarios-andressa-sehn-da-costa.png" alt="principios tributarios andressa sehn da costa" class="wp-image-12432" title="Direito Tributário e a Economia – uma visão do mercado atual 3" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2021/01/principios-tributarios-andressa-sehn-da-costa.png 888w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2021/01/principios-tributarios-andressa-sehn-da-costa-300x128.png 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2021/01/principios-tributarios-andressa-sehn-da-costa-768x327.png 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2021/01/principios-tributarios-andressa-sehn-da-costa-480x204.png 480w" sizes="(max-width: 888px) 100vw, 888px" /></a></figure>



<p>Muito embora, à primeira vista, os princípios pareçam abstratos e meramente teóricos, todas as disposições e exigências em matéria tributária devem atendê-los, sob pena, inclusive, de violar a Constituição Federal, podendo ser utilizado como matéria de defesa ao contribuinte, de forma que é de grande relevância o domínio e o conhecimento dos princípios.</p>



<p>Além dos princípios mencionados acima, existem outros, como a seletividade e progressividade, que estão presentes inclusive na legislação infraconstitucional, como o art. 107 e seguintes do Código Tributário Nacional.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Atuação na área</strong></h2>



<p>Depois dessas considerações sobre as fontes e os princípios do Direito Tributário, afinal, o que se pode esperar da área?</p>



<p>Conforme já mencionado anteriormente, o Tributário é uma área multidisciplinar. Portanto, os profissionais podem atuar em diversas frentes. Podemos afirmar que há, basicamente, três grandes âmbitos de atuação: a preventiva, o contencioso administrativo e o contencioso judicial.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Atuação preventiva</h3>



<p>A atuação preventiva se dá, geralmente, através da consultoria ou assessoria às empresas, independentemente de seu porte. O profissional será uma espécie de facilitador/intérprete entre o que prevê a legislação e a implantação na empresa, garantido o efetivo&nbsp;<em>compliance tributário.</em></p>



<p>Por exemplo, o cliente, sediado em Porto Alegre/RS, realizou uma operação de venda de mercadoria com um estabelecimento que possui sede em São Paulo/SP. Qual o imposto e para que local ele será recolhido? Quais serão as obrigações acessórias que deverão ser apresentadas ao fisco?</p>



<h3 class="wp-block-heading">Atuação tributária</h3>



<p>Além disso, o profissional poderá dar dicas de economia tributária, ou promover estudos voltados diretamente para redução/desoneração da tributação. No entanto, se prestar serviços para uma empresa do lucro real, por exemplo, terá muitas oportunidades de elaborar um planejamento tributário e conferir se a tributação está correta, se o aproveitamento de créditos está sendo realizado da maneira mais benéfica ou não.</p>



<p>Ou seja, o profissional que optar pela atuação no consultivo ou na assessoria estará presente e em contato direto com as operações realizadas pela empresa, de forma que é muito importante entender as rotinas, assim como os objetivos de cada negócio.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Contencioso administrativo</h3>



<p>O contencioso administrativo é a primeira forma de defesa dos contribuintes quando recebem alguma notificação ou autuação fiscal. É uma área que precisa de atenção, pois uma atuação ineficiente nessa esfera pode tornar definitiva uma decisão injusta ou ruim ao cliente, assim como prejudicar uma defesa futura em meio judicial.</p>



<p>Além disso, o processo administrativo se dá conforme o regulamento administrativo de cada ente (seja Federal, Estadual ou Municipal), o que exigirá do profissional um bom conhecimento sobre os prazos, qual o recurso correto e qual a melhor estratégia para cada caso.</p>



<p>A parte administrativa ainda é pouco explorada pela maioria dos profissionais, o que pode ser um grande diferencial para quem pretende ingressar no mercado, tendo em vista que é uma forma de garantir a ampla defesa e o contraditório aos clientes. Nesse sentido, houve um aumento expressivo de cursos e qualificações, que estão disponíveis ao interessado em atuar nessa área.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Contencioso judicial</h3>



<p>Por fim, mas não menos importante, o contencioso judicial. Diferente das outras duas possibilidades – consultoria e contencioso administrativo –, para atuação no contencioso judicial é necessário ser bacharel em direito, com inscrição na OAB, ou seja, a atuação no contencioso judicial é reservada aos advogados que têm poderes para representar o cliente em juízo.</p>



<p>O processo judicial pode se iniciar após e em decorrência de um processo administrativo, no qual o contribuinte não tenha obtido sucesso, mas não é necessariamente dependente dele.</p>



<p>O tributarista trabalha também com as chamadas teses jurídicas. As teses decorrem do estudo pelo profissional adequado à empresa, que verificando divergências entre leis e regulamentos, ou lei e princípios Constitucionais, leva a questão para análise pelo poder judiciário.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tese exemplo: ICMS</h3>



<p>Grande exemplo disso é a tese da <a href="https://dbmsistemas.com/icms-excluido-da-base-de-calculo-do-pis-cofins/">exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS e da COFINS</a><a href="https://arquivei.com.br/blog/possibilidade-de-exclusao-do-icms-da-base-de-calculo-do-irpj-e-csll/" target="_blank" rel="noopener">.</a> Essa discussão se perpetuou por anos e, ao que parece, chegou ao seu fim, sendo o contribuinte vencedor.</p>



<p>O caso, de maneira simples, discute se o ICMS, um imposto Estadual, repassado ao Estado, pode ser considerado como receita ou faturamento da empresa, capaz de ser incluído na base de cálculo das contribuições.</p>



<p>Para análise do caso, além de verificar o que estabelece o preceito Constitucional, também foram analisados princípios e conceitos contábeis em relação ao que poderia ou não ser considerado como receita ou faturamento para fins de tributação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>São diversas possibilidades&nbsp;</strong></h2>



<p>Verifica-se, dessa forma, que o profissional do ramo tributário tem diversas possibilidades de atuação, sendo seu principal objetivo observar o disposto na legislação, procurando oportunidades de economia tributária ou, até mesmo, formas de desonerar a empresa.</p>



<p>Se você tiver dúvidas, ou deseja fazer suas considerações, comente abaixo ou escreva diretamente para a autora: <a href="mailto:andressasehn@vamosescrever.com.br">andressasehn@vamosescrever.com.br</a> .</p>



<p>Conteúdo Original <a href="https://arquivei.com.br/blog/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Blog Arquivei</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Brasil é o único país do G20 a elevar suas exportações no primeiro quadrimestre</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/o-brasil-e-o-unico-pais-do-g20-a-elevar-suas-exportacoes-no-primeiro-quadrimestre/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-brasil-e-o-unico-pais-do-g20-a-elevar-suas-exportacoes-no-primeiro-quadrimestre</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2020 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[G20]]></category>
		<category><![CDATA[mercado internacional]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[único país a elevar suas exportações]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dbmsistemas.com/?p=11374</guid>

					<description><![CDATA[O Brasil é o único país do G20 a elevar suas exportações no primeiro quadrimestre;Em um cenário de crise bastante adverso, tem-se uma boa notícia no setor brasileiro do comércio exterior. Do grupo do G20, que é um bloco econômico composto por países ricos como a Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="682" height="382" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/05/052118_1535_Justialiber1.jpg" alt="O Brasil é o único país do G20 a elevar suas exportações no primeiro quadrimestre" class="wp-image-3769" title="O Brasil é o único país do G20 a elevar suas exportações no primeiro quadrimestre 4" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/05/052118_1535_Justialiber1.jpg 682w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/05/052118_1535_Justialiber1-300x168.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 682px) 100vw, 682px" /></figure>



<p><strong><em>O Brasil é o único país do G20 a elevar suas exportações no primeiro quadrimestre;</em></strong><br />Em um cenário de crise bastante adverso, tem-se uma boa notícia no setor brasileiro do comércio exterior. Do grupo do G20, que é um bloco econômico composto por países ricos como a Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido e Rússia, e países emergentes como a África do Sul, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, China, Coreia do Sul, Índia, Indonésia, México e Turquia.</p>



<p>O maior país da América Latina foi o único do grupo das vinte maiores economias do mundo, a expandir seu volume exportado no primeiro quadrimestre de 2020. </p>



<p>Os asiáticos não deixaram de importar produtos brasileiros mesmo sendo afetados pelo grave quadro de saúde mundial, e este é um dos principais motivos para que o Brasil apresentasse o bom resultado.&nbsp;</p>



<p>A Ásia representa 47,2% do total de todas as exportações brasileiras, o aumento nos quatro primeiros meses foi de 10,9% em comparação com o mesmo período de 2019. O professor Gilberto Campião da ABRACOMEX, diz que os bons números estão relacionados a exportação de bens primários alimentícios, onde o Brasil é o grande produtor, e esse ano conseguimos lograr um aumento da nossa produção agrícola, com grande superávit e alguns produtos têm demanda garantida, como alimentos e vestuário.</p>



<p>Para o futuro, as perspectivas de crescimento são ainda melhores, já que o agronegócio continua sendo o maior colaborador pelos números. O grão da soja, suco de laranja, as carnes de boi, frango e suína, café, açúcar, milho e outros são produtos de demanda pouco elástica, ou seja, são produtos que mesmo depois da pandemia continuarão sendo muito procurados em todos os continentes. </p>



<p>Outros setores como o minério de ferro e petróleo exportaram juntos 13,3 milhões de toneladas em maio de 2020, de acordo com a Secex.&nbsp;</p>



<p>Gilberto Campião também diz que as perspectivas pós pandemia são de que o Brasil continuará sendo um dos principais exportadores, em função da nossa riqueza mineral e extensão agrícola, associada a tecnologia de produção.</p>



<p>Estamos entre as maiores economias do mundo e as nossas exportações ainda não refletiram essa realidade, além disso o  Brasil é um país jovem, cheio de energia e seguramente estará em breve, entre as 04 maiores economias mundiais. </p>



<p>Fonte: <a href="https://www.jornalcontabil.com.br" target="_blank" rel="noopener">Jornal Contábil</a></p>



<div class="wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-text-color has-very-dark-gray-color has-background has-vivid-green-cyan-background-color" href="https://dbmsistemas.com/importacao-comercio-exterior/">Conheça e Gestão de Comércio Exterior do ERP DBM Spalla</a></div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Caixa e Banco do Brasil promovem ações para micro e pequenas empresas</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/caixa-e-banco-do-brasil-promovem-acoes-para-micro-e-pequenas-empresas/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=caixa-e-banco-do-brasil-promovem-acoes-para-micro-e-pequenas-empresas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Oct 2019 15:30:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dbmsistemas.com/?p=8919</guid>

					<description><![CDATA[A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil promovem ações para as micro e pequenas empresas, a partir deste mês de outubro até o final do ano. Em comemoração ao Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa, celebrado amanhã (5), será realizada pelo Banco do Brasil, pelo segundo ano consecutivo, a MPE Week. O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-background has-very-light-gray-background-color">A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil promovem ações para as micro e pequenas empresas, a partir deste mês de outubro até o final do ano.</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="512" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/04/Os-tipos-de-sociedades-empresariais-do-Brasil-1024x512.jpg" alt="Caixa e Banco do Brasil promovem ações" class="wp-image-7006" title="Caixa e Banco do Brasil promovem ações para micro e pequenas empresas 5" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/04/Os-tipos-de-sociedades-empresariais-do-Brasil-1024x512.jpg 1024w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/04/Os-tipos-de-sociedades-empresariais-do-Brasil-920x460.jpg 920w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/04/Os-tipos-de-sociedades-empresariais-do-Brasil-300x150.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/04/Os-tipos-de-sociedades-empresariais-do-Brasil-768x384.jpg 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/04/Os-tipos-de-sociedades-empresariais-do-Brasil-1080x540.jpg 1080w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/04/Os-tipos-de-sociedades-empresariais-do-Brasil.jpg 1500w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Em comemoração ao Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa, celebrado amanhã (5), será realizada pelo Banco do Brasil, pelo segundo ano consecutivo, a MPE Week. O projeto consolida a parceria com o público micro e pequena empresa (MPE), que representa 54% dos empregos com carteira assinada e 27% do PIB brasileiro, de acordo com dados do Sebrae. São 18,6 milhões de MPE no Brasil, sendo que 12,7% são clientes BB.</p>



<p>O movimento acontece em duas fases. Na primeira, que vai até amanhã, as micro e pequenas empresas são convidadas a cadastrarem suas ofertas no site&nbsp;<a href="https://mpeweek.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mpeweek.com.br</a>&nbsp;para oferecer seus benefícios aos consumidores. Toda MPE pode participar, cliente do BB ou não, gratuitamente.</p>



<p>A segunda fase da campanha acontece a partir de amanhã (5) até o dia 26 de outubro. Nessa fase, o BB divulgará as ofertas que as empresas cadastraram, convidando o público em geral a aproveitar as vantagens da temporada de oportunidades, no mesmo site onde as ofertas foram cadastradas. Por meio de geolocalização, a página possibilita encontrar as ofertas mais próximas.</p>



<p>Na primeira edição da MPE Week, em 2018, cerca de 20 mil empresas se cadastraram em todo país, o que gerou mais de 23 mil ofertas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Caixa</h2>



<p>Já a Caixa, oferece, até o final do ano, pacote com condições especiais em produtos e serviços para micro e pequenas empresas, visando facilitar o pagamento do 13º salário dos funcionários e demais despesas do período de final de ano.</p>



<p>Entre as opções de crédito, estão o GiroCAIXA Recurso PIS, com taxa de juros de 0,83% ao mês mais Taxa Referencial (TR) e isenção do pagamento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e a operação BNDES Crédito Pequenas Empresas, com possibilidade de carência de três meses e garantia flexibilizada.</p>



<p>A Caixa também oferece 10% de desconto no Seguro Multirisco, isenção da tarifa para a folha de pagamento e 50% de desconto na Cesta de Serviços Clássica.</p>



<p>Fonte: <em><a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Agência Brasil</a></em></p>



<div class="wp-block-button is-style-squared"><a class="wp-block-button__link has-text-color has-very-dark-gray-color has-background has-vivid-green-cyan-background-color" href="https://dbmsistemas.com/financeiro/">Conheça a Gestão Financeira do DBM Spalla </a></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dois em cada três diretores financeiros acreditam que economia crescerá em 2019</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/dois-em-cada-tres-diretores-financeiros-acreditam-que-economia-crescera-em-2019/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=dois-em-cada-tres-diretores-financeiros-acreditam-que-economia-crescera-em-2019</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 May 2019 10:37:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dbmsistemas.com/?p=7123</guid>

					<description><![CDATA[Pesquisa revela que executivos acreditam em recuperação econômica do Brasil ainda este ano. Os dados são da Global Business Outlook CFO, pesquisa trimestral realizada há 23 anos pela Duke University. Trata-se do levantamento mais longo com esse público no mundo. Foram entrevistados 487 executivos brasileiros. Dentre os CFOs do País, 70% disseram estar mais otimistas sobre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-6891 size-full" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/Palestra.png" alt="economia crescerá em 2019" width="694" height="265" title="Dois em cada três diretores financeiros acreditam que economia crescerá em 2019 7" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/Palestra.png 694w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/03/Palestra-300x115.png 300w" sizes="auto, (max-width: 694px) 100vw, 694px" /></p>
<p>Pesquisa revela que executivos acreditam em recuperação econômica do Brasil ainda este ano. Os dados são da <em>Global Business Outlook CFO</em>, pesquisa trimestral realizada há 23 anos pela Duke University. Trata-se do levantamento mais longo com esse público no mundo. Foram entrevistados 487 executivos brasileiros.</p>
<p>Dentre os CFOs do País, 70% disseram estar mais otimistas sobre a economia, além de esperarem melhora nas suas próprias empresas ainda este ano. O índice de otimismo para a economia caiu três pontos neste trimestre, atingindo 66 em uma escala de 100. A confiança dos executivos, analisando seus respectivos negócios, alcançou 70 pontos.</p>
<p>O índice tem sido um prenunciador de contratações e crescimento geral do PIB ao redor do mundo. “Dado esse otimismo crescente, esperamos que a recuperação econômica do Brasil tenha mais força em 2019”, diz John Graham, professor de finanças da Fuqua School of Business e diretor da pesquisa.</p>
<p>“Também perguntamos aos CFOs brasileiros quais indicadores econômicos são os melhores antecedentes do desempenho de suas próprias empresas”, explica o especialista. Sessenta e um por cento disseram considerar o crescimento do PIB como um dos três indicadores mais importantes da estimativa de desempenho de sua própria empresa. A inflação (46%), os gastos do consumidor (42%) e as taxas de juros (42%) foram os outros indicadores de maior classificação do futuro.</p>
<p>Em 2019, os CFOs brasileiros esperam aumentar seus gastos de capital em 5% e que a receita cresça 10% em relação a 2018. Preveem que as contratações aumentem 2% e os salários, 5%.</p>
<p>O levantamento foi realizado em conjunto com a Fundação Getúlio Vargas (<a href="https://portal.fgv.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">FGV</a>) e a Universidade Andina Simon Bolivar, no Equador. O otimismo geral da América Latina é de 65 pontos neste trimestre (55 no México, 65 no Chile e 66 no Peru). Na região, em 2020, os gastos de capital devem crescer 5% e o emprego 2%, em média.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
