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	<title>Economia Circular &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<title>Economia Circular &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>Desapego, moda sustentável e economia circular ganham mais força em tempos de pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2020 11:34:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia Circular]]></category>
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<p><strong><em>Desapego, moda sustentável e economia circular ganham mais força em tempos de pandemia.</em></strong><br /><strong><em>RIO </em></strong>&#8211; Com mais tempo dentro de casa, muita gente aproveitou a deixa para, literalmente, fazer a limpa nos armários. Um verdadeiro bota-fora. Os motivos são variados — de não caber mais nas roupas a só querer desapegar mesmo. O movimento por uma moda mais sustentável só cresce, ensinando as pessoas a darem valor ao que é essencial. Brechós físicos, virtuais e grupos de vendas pelo WhatsApp têm atraído cada vez mais gente interessada em peças usadas e novas a preços reduzidos. De todos os tipos, eles podem ser voltados para vários segmentos do mundo fashion, incluindo o de luxo.</p>



<p>Moradora de Copacabana, a jornalista Raquel Fejgiel conta que a sua relação com brechós e com a economia circular não é de hoje, mas que ganhou ainda mais impulso nesses tempos de pandemia. Ela selecionou peças e mais peças para venda. Com o valor que recebe, investe em novos objetos do desejo.</p>



<p>— Separei algumas peças das quais jamais pensei em me desfazer e coloquei para vender. Com a pandemia, para fazer uma renda extra, precisei movimentar meu “negócio” de roupas usadas. Para atrair os clientes, reduzi o valor de alguns itens que já estavam à venda. Ao mesmo tempo, ao olhar em sites e perfis de venda de produtos, percebi que havia várias pessoas vendendo roupas até com etiqueta e negociando valores de bolsas com o argumento de que precisavam fazer um dinheiro por fora — diz.</p>



<p>Na opinião de Raquel, quem está com dinheiro agora pode aproveitar ótimas oportunidades de compra.</p>



<p>— Por trabalhar com moda, sempre tive contato com muitas marcas. A vontade de ter muitas roupas, bolsas e sapatos é grande, mas, além de não ter muito espaço no guarda-roupa em casa, eu pensava muito nos altos valores gastos em peças novas, vindo direto das lojas. Foi aí que comecei a me aventurar na compra e venda de peças usadas. Sempre gostei de garimpar em brechós pelo mundo e comecei a montar um guarda-roupa que tem 60% das peças de segunda mão — conta Raquel, que costuma postar alguns desapegos nos stories de sua conta no Instagram (@quelpf).</p>



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<p>Dona do brechó virtual Deixe-me Ir (Instagram @deixe.me. ir e site www.deixemeir.com), Monica Bernardes vende roupas e acessórios novos e seminovos de grifes como Louis Vuitton, Hermès, Dior e Diane von Furstenberg, além de marcas nacionais como Cris Barros, Andrea Marques e Lenny Niemeyer. Ela confessa que no começo da pandemia sentiu um baque nas vendas e no volume de peças que são entregues por suas fornecedoras. Mas depois veio a surpresa.</p>



<p>— Junho foi o melhor de todos os meses desde que comecei a trabalhar com o Deixe-me Ir, há dois anos. Foi impressionante. Recebi um volume de peças bem grande. Pintou até secador de cabelos —conta Monica, que separou um dos quartos de seu apartamento, em São Conrado, para guardar o acervo.</p>



<p>Sobre preços, ela diz que também sentiu diferença:</p>



<p>— Tive que reduzir valores, porque as lojas estão oferecendo muitas promoções. Senti essa pressão. Outra percepção foi a de que, apesar de as pessoas não estarem saindo, elas não querem perder a oportunidade de realizar boas compras. A pandemia acelerou um movimento que já vinha acontecendo.</p>



<p>Monica acrescenta que a higiene é uma preocupação dela e também das clientes.</p>



<p>— Sempre fui muito rigorosa com isso, e agora sou mais do que nunca. Tudo o que recebo é lavado e muito bem higienizado —assegura.</p>



<p>Nas araras, mix entre peças usadas e outras com etiquetas</p>



<p>No Meu Brechó Itinerante (@meu_brecho_itinerante), na Rua Humaitá 71, Chris Solon atende uma cliente de cada vez, conforme avisa uma placa colocada por ela logo na entrada. Na última quinta-feira, a figurinista Juliana Ibarra esteve por lá para conferir as novidades.</p>



<p>— As pessoas engordaram e emagreceram muito também. A pandemia mexeu muito com todo mundo. O movimento de compra está voltando aos poucos. Por outro lado, não tenho mais espaço para guardar as peças que chegam. Decidi receber novas peças em consignação só a partir do ano que vem — conta Chris.</p>



<p>Para Sandra Tolentino, consultora de moda e estilo, com formação em Design de Moda e Styling pelo IED Rio, o isolamento nos mostrou o quanto precisamos de pouco. Na opinião dela, a ideia de adquirir um produto usado ganhou status de cool e original, mas já há algum tempo. O período de pandemia só potencializou uma tendência que vem se firmando nos últimos tempos.</p>



<p>— Aquilo que não serve mais para você pode fazer a diferença em outro armário. O autoconhecimento é um grande aliado nesse processo. As compras baseadas em propósito e que sejam duráveis nunca fizeram tanto sentido. O termo slow reaparece como uma luz no fim do túnel, e o planeta nos cobra diariamente uma forma de conter esse ciclo que polui, superlota os aterros e lixões. Em muitos casos não há reciclagem. Por isso, a moda é uma das indústrias mais poluentes do mundo — diz a consultora.</p>



<p>Sandra conta que sempre fica atenta a oportunidades em brechós. Ela tem peças de grifes nacionais e internacionais adquiridas de segunda mão, como uma bolsa Pucci comprada em junho por um valor muito abaixo do que o pago nas lojas da marca.</p>



<p>— Meu trabalho como consultora de imagem vem ao encontro desta filosofia, orientar as clientes a terem um armário condizente com sua imagem pessoal. O excesso não traz a assertividade de que tanto precisamos em nosso dia a dia. Oriento sempre minhas clientes, depois de uma das etapas da consultoria, a separar algumas peças para doações e outras para brechós — diz.</p>



<p>O brechó Anexo Vintage (@brechoanexovintage) reabrirá as portas no dia 1º de setembro, no 1º piso do Shopping da Gávea. As bolsas de grife são o carro-chefe do negócio comandado por Lila Studart e pela ex-modelo Carla Pádua.</p>



<p>— Recebemos um volume de peças 20% maior do que o que chegava normalmente. As pessoas fizeram verdadeiras limpas nos seus armários. Tudo o que recebemos têm ficado em quarentena. Além disso, teremos que fazer um rodízio na loja, porque não temos espaço para expor tudo — diz Lila.</p>



<p>A larga experiência no varejo e uma ampla rede de clientes levaram Francis Murucci a seguir seu próprio caminho e abrir uma loja na Galeria Fiamma, em Ipanema, bairro onde trabalhou durante anos como gerente da extinta Mara Mac. A proposta da Art Francis é atender a diversos perfis de mulheres, fazendo um mix entre peças novas e seminovas.</p>



<p>— Mesmo em tempos difíceis, acredito numa loja com vários segmentos de produtos, incluindo peças seminovas, muitas ainda com etiquetas, de marcas como A.Brand, Animale, Cris Barros e Mara Mac. Outra aposta será apresentar uma nova marca de produtos, a Simples, criada pelos estilistas Luciano Canale e Isabela Dreux — diz.</p>



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		<title>Veja os impactos da economia circular para as empresas de contabilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2019 12:45:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Circular]]></category>
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					<description><![CDATA[Cresce o número de empresas com iniciativas da economia circular, veja os impactos para as empresas de contabilidade. Uma pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria na última terça-feira, 24, mostrou que apesar de 70% das indústrias não saberem o que é a economia circular, 76,4% delas adotam alguma iniciativa que se enquadra nesse conceito. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-background has-very-light-gray-background-color">Cresce o número de empresas com iniciativas da economia circular, veja os impactos para as empresas de contabilidade.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" width="800" height="517" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/09/economia-circular.png" alt="economia circular contabilidade" class="wp-image-8560" title="Veja os impactos da economia circular para as empresas de contabilidade 2" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/09/economia-circular.png 800w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/09/economia-circular-768x496.png 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/09/economia-circular-300x194.png 300w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p>Uma pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria na última terça-feira, 24, mostrou que apesar de 70% das indústrias não saberem o que é a economia circular, 76,4% delas adotam alguma iniciativa que se enquadra nesse conceito.</p>



<p>A economia circular reúne ações para alongar a vida útil de produtos e materiais, e com isso fazer um uso mais eficiente de recursos naturais. A ideia é que os produtos possam ser recuperados depois de passar por um ciclo de restauração.</p>



<p>O modelo econômico é adotado por muitas empresas que buscam obter o máximo de reaproveitamento dos produtos, materiais e outros componentes, que muitas vezes são considerados apenas resíduos.&nbsp; O objetivo é a redução, reutilização, reciclagem e recuperação de materiais e energia.</p>



<p>Apesar de ser relativamente novo no Brasil, o modelo já está mais amadurecido na Europa, e pode servir de motivação também para uma migração da produção em si para um serviço que utilize produtos já desenvolvidos.</p>



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<h3 class="wp-block-heading">Empresas contábeis</h3>



<p>Em um mundo de negócios caracterizado pelas inovações tecnológicas, pela forte competitividade, os profissionais contábeis em meio a tantas mudanças e inovações, precisam se atualizar de forma rápida.</p>



<p>O modelo de Economia Circular pode ser aplicado em todas empresas. Além de ajudar o meio ambiente, pode ser a solução para empresas contábeis que buscam reduzir os custos de forma inteligente.</p>



<p>Além disso, há um crescimento, por parte dos consumidores, de uma postura diferenciada das empresas que passaram a adotar processos mais comprometidos com o planeta e seus recursos naturais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Vantagens da Economia Circular</h3>



<p>A Economia Circular contribui para os resultados das empresas, até mesmo para a própria empresa de contabilidade. Confira algumas das vantagens para quem adota o modelo:</p>



<p><strong>Eliminação dos desperdícios – </strong>O modelo faz um aproveitamento inteligente dos recursos que já se encontram em uso no processo produtivo, evitando novos gastos ou investimentos em produtos. Uma produção reciclável não desperdiça suas matérias-primas.</p>



<p><strong>Menor poluição  – </strong>Tanto na produção quanto no descarte a empresa contribui com uma menor poluição, o que também resulta em uma melhoria de qualidade de vida para todos os envolvidos na empresa;</p>



<p><strong>Redução de custos –  </strong>A extração de matérias-primas será menor. Além disso, um sistema industrial intencionalmente reparador ou regenerativo, traz benefícios operacionais e estratégicos e um enorme potencial de inovação, geração de empregos e crescimento econômico.</p>



<p><strong>Bem estar e engajamento dos colaboradores –  </strong>Uma das dicas para gerenciar equipes é a construção de elementos de orgulho em trabalhar em um local preocupado com o futuro e que faz a sua parte;</p>



<p><strong>Fortalecimento da imagem da empresa frente ao mercado – </strong>Além de contar com colaboradores satisfeitos e engajados, a empresa também conquistar autoridade com clientes e fornecedores, que se sentem recompensados por fazer negócios com uma empresa engajada em projetos de responsabilidade ambiental.</p>



<p>Vale lembrar que para garantir que a empresa consiga alcançar o objetivo de implantar o conceito de economia circular, ela deve investir na sensibilização e envolvimento social de todos os seus colaboradores.</p>



<p>Fonte: <a href="https://www.contabeis.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="PORTAL CONTÁBEIS (abre numa nova aba)">PORTAL CONTÁBEIS</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Economia Circular ganha espaço entre empresas que buscam sustentabilidade</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/economia-circular/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=economia-circular</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Sep 2019 18:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Circular]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando falamos sobre “responsabilidade social corporativa” (CSR na sigla em inglês), muita gente fica sem saber direito o que a expressão quer dizer. Ações de responsabilidade social do tipo corporativo são aquelas atividades em que mostram que a empresa está preocupada com o impacto que ela causa no ambiente em que ela está inserida e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" width="800" height="517" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/09/economia-circular.png" alt="Economia Circular" class="wp-image-8560" title="Economia Circular ganha espaço entre empresas que buscam sustentabilidade 3" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/09/economia-circular.png 800w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/09/economia-circular-768x496.png 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/09/economia-circular-300x194.png 300w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p>Quando falamos sobre “responsabilidade social corporativa” (CSR na sigla em
inglês), muita gente fica sem saber direito o que a expressão quer dizer. Ações
de responsabilidade social do tipo corporativo são aquelas atividades em que
mostram que a empresa está preocupada com o impacto que ela causa no ambiente
em que ela está inserida e as ações que ela toma para diminuir os danos que ela
invariavelmente pode causar. Na hora de formular um plano para lidar com esse
tipo de questão, é comum ficar em dúvida do que levar em consideração. Veja
abaixo algumas dicas que podem ser úteis:</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>1. Alinhe os esforços
de CSR com a identidade da marca</strong></h4>



<p>Para começo de conversa, não alinhar os esforços de CSR com o tipo da marca
é um dos grandes problemas que empresas enfrentam ao colocar em ação suas
iniciativas de social responsability. É muito importante centrar seus esforços
de CSR em causas que tenham fit com a identidade da sua marca, para que a
bandeira que será levantada tenha relação com as mensagens que a companhia
carrega. Este esforço é especialmente importante para que suas ações não se
percam com o tempo e que os resultados sejam satisfatórios.</p>



<p>Se a sua empresa é alimentícia, por exemplo, faz sentido engajar em
atividades de preservação de água, diminuição de uso de plástico ou outras
questões que estão relacionadas a experiência de comer. Assim, a causa não está
longe do setor da sua empresa e faz sentido mesmo para os consumidores.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>2. Seja genuíno</strong></h4>



<p>Não adianta só fazer um plano muito bacana de CSR, é preciso que você
realmente ponha a mão na massa para fazê-lo sair do papel. Para isso, é
necessário que você se comunique de maneira autêntica e que até mesmo os seus
executivos sêniores estejam comprometidos em fazer com que a campanha da vez
esteja sendo aplicada corretamente. Essa sinceridade pode ser sentida por parte
do público, que acreditará nas suas ações e pode também contribuir para que sua
campanha seja um sucesso e não só algo da boca para fora.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>3. Comprometa-se com
metas claras, mensuráveis e atingíveis</strong></h4>



<p>A menos que você tenha um objetivo claro, não existe a possibilidade de
fazer uma campanha bem-sucedida. É aquilo: não dá para se comprometer com
ideias abstratas, então a única saída é cravar um número, uma meta, algo que
possa ser alcançado e quantificado. Trace um plano: o que você está fazendo
para efetivamente ter um projeto bem-sucedido? Qual foi o passo a passo
definido? Como ele te ajuda a atingir o objetivo macro da campanha? É preciso
ser pragmático e persistente para que, com um plano estruturado, os objetivos
sejam atingidos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>4. Procure
iniciativas “ganha-ganha”</strong></h4>



<p>Também é muito importante que a empresa foque em iniciativas “ganha-ganha”,
isto é, atividades em que os resultados sejam bons para todos os stakeholders
envolvidos no processo. Encontre uma causa ou tipo de atividade que seja
positiva para todos os atores da empresa, ou seja, os clientes, fornecedores,
executivos e funcionários e que faça sentido para eles. Ter em mãos uma ação
que cause comoção ou que seja relacionada com o dia a dia dos stakeholders
ajuda todos a se engajarem e continuarem dando seguimento à causa após o
impacto inicial de adesão da campanha.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>5. Crie um ciclo
virtuoso de engajamento com stakeholders</strong></h4>



<p>Por fim, é muito importante que suas ações sejam parte de um ciclo que se
auto alimente. Começando com “ações”, é essencial que você tome iniciativas e
as divulgue para todos os stakeholders envolvidos no processo. Isso já se
relaciona com a segunda parte do círculo, a “comunicação”. É importante que
todos estejam cientes de tudo o que está acontecendo com a campanha e possam
compartilhá-la com o maior número de pessoas. Com isso, a terceira parte pode
ter início, o “engajamento”. De posse de informação de como a campanha
funciona, todos podem se engajar e contribuir para que ela cresça. Por último,
todos que estiveram envolvidos de alguma forma oferecem “feedback” de como foi
a experiência deles, ajudando a campanha a se afinar ainda mais e reiniciar um
novo ciclo.</p>



<p>Ao levar todas essas dicas em consideração, é possível se nortear e começar
a dar os primeiros passos nos planejamentos de social responsability e agregar
valor para as ações da sua companhia.</p>



<p><em>Por Jesus Rodriguez, Gerente de Corporate Social Responsibility da <a href="https://www.subway.com/pt-BR" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Subway América Latina (abre numa nova aba)">Subway América Latina</a></em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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