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	<title>direitos trabalhistas &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<title>direitos trabalhistas &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>Redução e suspensão de trabalho impactam férias e 13° salário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2020 12:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Folha]]></category>
		<category><![CDATA[13° salário]]></category>
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					<description><![CDATA[13º salário, férias e FGTS serão recalculados durante período em que trabalhador teve redução de jornada ou suspensão de contrato. Redução e suspensão de trabalho impactam férias e 13° salário.A MP 936 editada pelo Governo Federal como forma de enfrentamento à COVID-19 e de minimizar os impactos nas relações de trabalho autoriza as empresas a [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading">13º salário, férias e FGTS serão recalculados durante período em que trabalhador teve redução de jornada ou suspensão de contrato.</h4>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="870" height="450" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/05/Modelo-de-contrato.jpg" alt="Redução e suspensão de trabalho impactam férias e 13° salário" class="wp-image-11255" title="Redução e suspensão de trabalho impactam férias e 13° salário 1" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/05/Modelo-de-contrato.jpg 870w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/05/Modelo-de-contrato-300x155.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/05/Modelo-de-contrato-768x397.jpg 768w" sizes="(max-width: 870px) 100vw, 870px" /></figure>



<p><strong><em>Redução e suspensão de trabalho impactam férias e 13° salário.</em></strong><br />A MP 936 editada pelo Governo Federal como forma de enfrentamento à COVID-19 e de minimizar os impactos nas relações de trabalho autoriza as empresas a efetuar a redução da jornada de trabalho de seus empregados com a correspondente redução do salário, e ainda suspender o contrato de trabalho.</p>



<p>Contudo, de acordo com Mourival Boaventura Ribeiro, sócio da Boaventura Ribeiro Advogados e advogado especializado em direito trabalhista, ocorrendo a suspensão do contrato de trabalho e sendo esta por período superior a 15 dias, o empregado deixará de receber o correspondente pagamento de férias e 13º salário por ocasião do período. Além disso, o empregador fica desobrigado a recolher do FGTS.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Suspensão de contrato</strong></h3>



<p>Segundo o especialista, a legislação trabalhista diferencia a interrupção da suspensão do contrato de trabalho.</p>



<p>Na interrupção, o empregado continua recebendo salários e prevalece a contagem do tempo de serviço para fins previdenciários. São exemplos comuns o afastamento do empregado em virtude de casamento, nascimento de filho, afastamento por doença, dentre outros.</p>



<p>Já na suspensão do contrato não existe qualquer obrigação da empresa ao pagamento de salários e, por conseguinte o período de afastamento não será considerado para contagem de tempo de serviço.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Direitos Trabalhistas</strong></h3>



<p>Assim, embora a MP 936 tenha como objetivo assegurar o Emprego e Renda nessa época de Pandemia, diversos direitos dos trabalhadores podem ter ficado de lado.</p>



<p>“Não ocorre a contagem da fração relativa ao 13º salário ao final do exercício ou, das férias por ocasião do período aquisitivo, tampouco, haverá recolhimento relativo ao FGTS ou ao INSS”, explica o advogado.</p>



<p>Ou seja, o empregado ainda sentirá os efeitos da crise mais uma vez no fim do ano com a redução proporcional do 13° salário e redução no período de férias futuras.</p>



<p>“Isso reforça a necessidade de organização e planejamento”, conclui Mourival.</p>



<p>Fonte: <a href="https://www.contabeis.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Contábil (abre numa nova aba)">Jornal Contábil</a></p>



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		<title>Mudanças nos direitos trabalhistas em 2019</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jan 2019 19:04:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Folha]]></category>
		<category><![CDATA[direitos trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a mudança do cenário político e econômico, muitas pessoas que estão saindo da graduação e se inserindo no mercado têm receio quanto ao que vai acontecer em relação aos direitos trabalhistas em 2019. A indefinição que ronda o destino do Ministério do Trabalho vem sendo alvo de constantes debates entre a sociedade civil. Pensando em esclarecer [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-6192 aligncenter" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/12/seguro-desemprego.png" alt="seguro desemprego" width="469" height="295" title="Mudanças nos direitos trabalhistas em 2019 3" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/12/seguro-desemprego.png 469w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/12/seguro-desemprego-300x189.png 300w" sizes="(max-width: 469px) 100vw, 469px" /></p>
<p>Com a mudança do cenário político e econômico, muitas pessoas que estão saindo da graduação e se inserindo no mercado têm receio quanto <strong>ao que vai acontecer em relação aos direitos trabalhistas em 2019.</strong> A indefinição que ronda o destino do Ministério do Trabalho vem sendo alvo de constantes debates entre a sociedade civil.</p>
<p>Pensando em esclarecer melhor o cenário nacional dos direitos trabalhistas para o ano que vem, fizemos este artigo especialmente para você. Iniciaremos abordando o que muda nos direitos trabalhistas em 2019. Posteriormente, falaremos sobre a possível extinção do Ministério do Trabalho e como isso afetará a vida dos trabalhadores.</p>
<p>Por fim, daremos algumas dicas para você, graduado e novo no mercado de trabalho, criar resiliência neste período. Continue a leitura!</p>
<h2>As mudanças nos direitos trabalhistas em 2019</h2>
<p>Com a chegada de uma nova visão sobre a economia ao Governo, liderada pelo Chicago Boy Paulo Guedes, muitas pessoas são levadas a acreditar que automaticamente teremos uma gestão na qual os direitos trabalhistas serão suprimidos, o que não é verdade.</p>
<p>O primeiro ponto a ser levantado sobre essa questão é que <strong>não é fácil fazer alterações nas leis trabalhistas</strong>. Isso porque as mudanças dependem de um amplo apoio nas duas casas do Congresso (Senado e Câmara).</p>
<p>É preciso um longo processo para que saiam da comissão especial que avalia as leis e cheguem até a assinatura do presidente, como votação em dois turnos nas casas e a necessidade de conseguir pelo menos 2/3 dos votos.</p>
<p>Além disso, há direitos, como 13º e salário mínimo, que não podem ser extintos, pois <strong>configuram cláusulas pétreas na constituição</strong>. Ou seja: não há como retirá-los de modo algum, ainda que a maioria do congresso assim deseje.</p>
<h2>Que destino terá o Ministério do Trabalho no próximo governo</h2>
<p>O Ministério do Trabalho foi criado na década de 1930, durante a Ditadura Vargas. O objetivo era centralizar as decisões que vinham sendo tomadas na política trabalhista do país, com o estabelecimento de direitos como férias e 13º salário, entre outros. Após o fim do período, os governos seguintes mantiveram o Ministério funcionando.</p>
<p>Entretanto, <strong>a existência do órgão vem sendo muito discutida na formação do Governo Federal</strong> que se inicia em 1º de janeiro de 2019. Inicialmente, foi falado que o Ministério seria extinto e faria parte de outro, mas já foi dito também que poderia virar uma secretaria. Após duras críticas, o Governo recuou e decidiu mantê-lo.</p>
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<p>Entretanto, no dia 3 de dezembro de 2018, o Ministro da Casa Civil Onyx Lorenzoni <a href="https://veja.abril.com.br/politica/onyx-lorenzoni-confirma-fim-do-ministerio-do-trabalho/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">afirmou novamente que o Ministério será extinto</a>. Resta saber se a decisão é final ou ainda teremos outras reviravoltas. Mas, com o fim do Ministério, acabam os direitos trabalhistas? Responderemos a essa questão no próximo tópico.</p>
<h2>Como o possível fim do Ministério do Trabalho impactará a vida dos trabalhadores</h2>
<p>Para quem é leigo no assunto, o possível e encaminhado fim do Ministério do Trabalho pode assustar, mas ficar alarmado não ajuda. É verdade que se trata de um simbolismo em relação à defesa do direito dos trabalhadores, mas especialistas na área econômica afirmam que tem custado muito caro em comparação aos benefícios que proporciona.</p>
<p>Vale ressaltar que <strong>o término do Ministério do Trabalho não leva ao fim dos direitos trabalhistas </strong>da forma como conhecemos, devido a vários fatores — como a própria Constituição Brasileira, que impede tal possibilidade. Mas o que os especialistas falam sobre o assunto?</p>
<h2>Opinião de especialistas sobre o assunto</h2>
<p>Não há um consenso sobre as consequências da flexibilização das leis trabalhistas (como a <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13467.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">reforma trabalhista de 2017</a>) e do fim do Ministério do Trabalho: elas são positivas ou não para o governo, a economia e a sociedade como um todo? Há uma divisão entre aqueles que são contra e outros que se posicionam a favor. Abordaremos um pouco sobre os dois lados do debate.</p>
<p>Para o primeiro lado, formado por quem se manifesta contra, a solução de reduzir direitos e extinguir o Ministério do Trabalho é ruim, pois deixa o trabalhador — a parte mais frágil da relação, segundo eles — desprotegida. Com isso, as negociações entre patrão e empregado <strong>tendem sempre a prejudicar o trabalhador.</strong></p>
<p>Os mesmos especialistas observam o término do Ministério do Trabalho como um fim simbólico da luta do Governo Federal pela garantia dos direitos dos trabalhadores. Eles afirmam, assim, que a fiscalização afrouxará e muitos empregados passarão a trabalhar em condições insalubres, correndo riscos e tendo parte dos seus direitos negada, com hora extra e demissões injustas, por exemplo.</p>
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<div><span class="ctaText">Leia Também:</span>  <span class="postTitle">Confira 8 casos que rendem complemento adicional segundo a lei trabalhista</span></div>
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<p>Por outro lado, há aqueles que defendem a flexibilização das leis trabalhistas, no que chamam tecnicamente de modernização.<strong> Alega-se que a maioria das nossas leis foi feita no início do século XX e, portanto, está defasada perante os novos tempos</strong>. Entre os ajustes feitos na reforma trabalhista com esse argumento, consta a regulamentação do trabalho remoto.</p>
<p>Além disso, os resultados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) de 2018 até o momento são bastante promissores. A oferta das vagas de emprego tem crescido (inclusive as de carteira assinada), <strong>o que representa o melhor cenário em quatro anos</strong>, <a href="https://twitter.com/P_droMenezes/status/1058135066910646272" target="_blank" rel="noopener noreferrer">afirma o colunista do Infomoney Pedro Menezes</a>.</p>
<p>Boa parte desses mesmos especialistas, não necessariamente o Pedro Menezes, defende a extinção do Ministério do Trabalho. Eles alegam que o órgão tem fins políticos e é custoso demais, sendo que suas atividades podem ser delegadas para outra pasta. Outra opção é que o Ministério ganhe status de secretaria, <strong>sem perder sua utilidade ou função</strong>.</p>
<h2>Como criar resiliência no mercado de trabalho para os novos tempos</h2>
<p>Independentemente do cenário levantado pelos especialistas, é dever do profissional, em especial daquele que se inseriu no mercado de trabalho recentemente, se preparar para todas as conjunturas possíveis. Uma forma de aumentar as possibilidades de atuação é investindo em cursos ou pós-graduações.</p>
<p>A especialização tem várias vantagens, como a criação e a ampliação do networking, além da possibilidade de levar o profissional para uma especialidade de que gosta. A pessoa também pode se tornar especialista em determinado assunto que abrange sua área, aumentando seu poder de barganha e o salário médio recebido.</p>
<p>Sendo assim, após conhecer o possível panorama para os direitos trabalhistas em 2019, <strong>recomendamos que você se prepare para ambos os cenários listados</strong>. Sempre há mercado para aqueles que são especializados no que fazem e conseguem realizar um trabalho multidisciplinar, lidando com várias áreas do conhecimento.</p>
<p>Conteúdo <a href="https://unipe.edu.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Unipe</a></p>
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