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	<title>Dia das Mães &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<title>Dia das Mães &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>Impactos da pandemia atingem segunda melhor data para vendas do ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2020 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[As vendas do Dia das Mães devem sofrer um impacto de até 60% de queda por conta da Pandemia. Impactos da pandemia atingem segunda melhor data para vendas do ano.Maio chegou e em situações normais veríamos os shoppings lotados, os centros comerciais aquecidos e uma grande circulação de pessoas. Entretanto, a pandemia de Covid-19 tem [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading">As vendas do Dia das Mães devem sofrer um impacto de até 60% de queda por conta da Pandemia.</h4>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="870" height="450" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/05/Dia-das-Mães.jpg" alt="Impactos da pandemia atingem segunda melhor data para vendas do ano" class="wp-image-11244" title="Impactos da pandemia atingem segunda melhor data para vendas do ano 1" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/05/Dia-das-Mães.jpg 870w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/05/Dia-das-Mães-300x155.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/05/Dia-das-Mães-768x397.jpg 768w" sizes="(max-width: 870px) 100vw, 870px" /></figure>



<p><strong><em>Impactos da pandemia atingem segunda melhor data para vendas do ano.</em></strong><br />Maio chegou e em situações normais veríamos os shoppings lotados, os centros comerciais aquecidos e uma grande circulação de pessoas. Entretanto, a pandemia de Covid-19 tem trazido muitas novidades, nem sempre tão boas para nossa economia. É óbvio que há setores em expansão, mas o que vemos de forma geral, é uma previsão de queda bastante complicada para nosso comércio e para a economia. O momento pede calma e planejamento. Tudo muda neste cenário: o presente, a forma de comprá-lo e o preço.</p>



<p>Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), as vendas do Dia das Mães devem sofrer um impacto de até 60% de queda. Em outras palavras, a segunda data mais importante do ano para o comércio sofrerá um impacto de vendas muito complicado, faturando menos do que a metade que faturou em 2019. Expectativa um tanto complexa para um mercado que já teve redução de 31,6% na Páscoa, segundo a mesma fonte.</p>



<p>Uma pesquisa da Bain&amp;Company mostra que existem quatro tipos de setores impactados economicamente pela pandemia: aqueles em que a demanda explodiu na pandemia e vai se manter em alta; aqueles em que a demanda explodiu na pandemia mas deve voltar ao antigo normal depois que tudo isso acabar; aqueles em que a demanda teve queda mas pode ter um grande pico quando sairmos desta situação; e aqueles em que a demanda teve queda e as expectativas são de dificuldade na recuperação.</p>



<p>Olhando para a “metade cheia do copo”, temos o ensino a distância (EAD) e o entretenimento online como mercados em que a demanda aumentou e deve se manter em alta. Produtos de limpeza e alimentação tiveram altas que não devem se manter no longo prazo. Já naqueles mercados impactados negativamente pela pandemia, vemos eletrodomésticos, roupas e salões de beleza (setores que devem ter um pico subsequente), além de restaurantes, cinemas, academias e eventos (com uma recuperação lenta, segundo previsão).</p>



<p>Se as condições mudam, pessoas reagem de formas diferentes. E se há diferença de comportamento e de prioridades, existe impacto no consumo. Essa é uma lei simples de entender, mas dolorosa de sentir. Isso porque costumamos aprender nossas maiores lições em meio a grandes crises, ou seja, quando a situação já não é tão confortável. É seguindo esses pontos que podemos prever algumas mudanças de consumo adquiridas com esta pandemia, que vão impactar no Dia das Mães.</p>



<p>Pensando no distanciamento social, vemos uma tendência cada vez maior da realização de compras no ambiente online, como não podia ser diferente com o comércio praticamente todo fechado. Os famosos e-commerces ou os aplicativos de entrega estão se destacando em meio a essa enchente de novidades. Não apenas por uma questão de conforto e conveniência, que era o principal argumento de vendas destas plataformas, mas por uma questão de necessidade em tempos atuais, onde o ambiente online está entre as previsões mais otimistas quando pensamos em crescimento. A partir do momento que o usuário cria uma conta nessas plataformas e passa a conhecer o serviço, a chance de consumir novamente no futuro, mesmo após a pandemia passar, é significativa. Afinal, se a experiência for positiva, conveniente e agradável, porque não repeti-la? Em outras palavras, mesmo aquelas pessoas que olhavam para as compras online com desconfiança, por necessidade tiveram que utilizar este meio.</p>



<p>Se os meios eletrônicos significam uma tendência, podemos analisar um pouco melhor a pesquisa da Bain&amp;Company a partir disso. Alguns setores, que antes seriam os preferidos ao presentear nossas mães, se tornam grandes desafios com o distanciamento social. É o caso de roupas e acessórios, bem como salões de beleza. O fechamento dos shoppings e dos centros comerciais, aliado à queda de circulação das pessoas trouxe grandes dificuldades para consumir serviços e experimentar ou trocar itens. Observamos assim, não apenas uma mudança na forma de comprar, mas alterações também nos presentes em si. Se antes bastava uma ida ao shopping para resolver a questão dos presentes, agora é possível pesquisar virtualmente e pensar em presentes que não precisam ser trocados. Tudo sem sair de casa.</p>



<p>Além de novos tipos de presentes e um novo jeito de comprar, esta pandemia trouxe mais um componente interessante, que impacta diretamente na queda prevista pela CNC, os preços. Entramos em uma séria crise não apenas de saúde, mas financeira e mental. Isso significa que as pessoas estão mais ansiosas e mais preocupadas com o mercado, o que tem consequências nos comportamentos financeiros. Se antes havia uma grande disposição para gastar alto ao presentear nossas mães, hoje existem mais preocupações e mais incertezas. O momento pede calma e planejamento. Tudo muda neste cenário: o presente, a forma de comprá-lo e o preço.</p>



<p>Muda também, e este é um aspecto muito interessante desta pandemia, o significado das pessoas, da data em si, do presente. Estamos mais conscientes da diferença entre valor e preço. Em tempos normais, o presente caro e robusto, demonstra carinho e é obrigatório. Nas atuais circunstâncias, o presente que demonstra afeto é aquele que pouco tem a ver com o preço, mas sim, com o valor. Um bom abraço na nossa mãe, que está distante de nós neste momento tão complicado, vale quanto? Muito? E quanto pagaríamos por isso? Mais ainda? Existem algumas coisas no mundo que não estão à venda. Que de nada tem a ver com preço ou com forma de pagamento. Talvez, este seja o mais valioso presente que podemos dar para nossas mães neste 10 de maio. Pense nisso!</p>



<p>Não é sobre gastar, nem sobre pagar. É sobre dividir, somar, dar e receber. Com tantos comportamentos sendo alterados, com as dificuldades de consumo, com as preocupações com o dinheiro no futuro, somado à saudade e a dificuldade do almoço em família, do abraço apertado e daquela conversa gostosa no sofá da sala, é provável que as conexões saiam fortalecidas e que os melhores presentes sejam a presença, uma carta, uma promessa de mais momentos de qualidade com aquelas pessoas tão importantes e que muitos não terão a oportunidade de ter neste Dia das Mães. E isso pode mudar o consumo de uma forma que não é possível prever.</p>



<p>Mais uma questão a se acompanhar de como seremos quando tudo isso passar. Porque vai passar. Mas certamente com profundas mudanças no nosso jeito de ver o mundo e de se conectar com tudo o que acontece em nossa volta, nas nossas vidas.</p>



<p>Fonte: Victor Corazza Modena é professor de Pós-Graduação na <a href="https://www.ibe.edu.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IBE Conveniada FGV</a>, nas seguintes disciplinas de Empreendedorismo, Gestão Financeira &amp; Contabilidade Geral, Negociação &amp; Conflito. É fundador da empresa No Final das Contas.</p>



<p>Fonte: <a href="https://www.contabeis.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Contábil (abre numa nova aba)">Jornal Contábil</a></p>



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		<title>Dia das Mães: quanto pagamos de tributos para presenteá-las?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 May 2019 11:56:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Dia das Mães é a segunda melhor data do Varejo, perdendo apenas para o Natal. E o ano de 2018 foi bom para o setor. Segundo dados da Serasa Experian, as vendas do comércio nessa data cresceram 5,7% no ano passado. Esse é o segundo ano de crescimento após dois anos seguidos de queda [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-7165 size-full" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/05/Dia-das-Mães-696x265.jpg" alt="Dia das Mães quanto pagamos de tributos" width="696" height="265" title="Dia das Mães: quanto pagamos de tributos para presenteá-las? 3" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/05/Dia-das-Mães-696x265.jpg 696w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/05/Dia-das-Mães-696x265-300x114.jpg 300w" sizes="(max-width: 696px) 100vw, 696px" /></p>
<p>O Dia das Mães é a segunda melhor data do Varejo, perdendo apenas para o Natal. E o ano de 2018 foi bom para o setor. Segundo dados da Serasa Experian, as vendas do comércio nessa data cresceram 5,7% no ano passado. Esse é o segundo ano de crescimento após dois anos seguidos de queda nas vendas e representa o melhor desempenho em 5 anos. Mas a despeito da satisfação de varejistas, que celebraram uma melhora nos resultados, e das mamães, que foram presenteadas, essa é uma data reconhecida por ser bastante generosa com a arrecadação de tributos no Brasil.</p>
<div id="jorna-1394270569" class="jorna-conteudo">
<div class="jorna-adlabel">O nosso país possuiu uma das maiores cargas tributárias do mundo, mas você sabe quanto pagamos de tributos para presentear nossas mães? De acordo com um estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), que calculou o percentual de tributos federais, estatuais e municipais sobre os itens mais procurados na data, a carga pode chegar a 78,43%. Na lista de itens mais procurados, o perfume importado tem a maior carga tributária (78%), depois vem os itens de maquiagem (69%), relógio (53%) e joias (50%).</div>
</div>
<p>Você costuma presentar sua mãe com flores? Essa opção não escapa do peso dos tributos: 17,71% sobre o buquê. O levantamento do IBPT também identificou que levar a mãe a um restaurante também implica gastar em impostos: 32,31%. Não tem para onde correr!</p>
<div id="jorna-550097135" class="jorna-conteudo_2">
<div class="jorna-adlabel">Esses itens têm a tributação alta por serem considerados bens de consumo supérfluos. Adotamos um sistema de tributação concentrada no consumo, que eleva o preço dos produtos e dos presentes. Esta realidade acaba diminuindo o poder aquisitivo dos consumidores e, por sua vez, a quantidade de produtos adquiridos. Então, o que fazer?</div>
</div>
<div class="Mcfr5g2X"></div>
<h5><strong>Tributar a renda</strong></h5>
<div id="P_JORNAL_CONTABIL_INTEXT03541998491825751" class="ppIntext ppInsertAdTitle" data-premium="" data-adunit="JORNAL_CONTABIL_INTEXT" data-sizes-mobile="[[336,280],[300,250],[320,100]] " data-sizes-desktop="[[336,280],[300,250],[320,100]]" data-type="intext" data-fetch="true" data-google-query-id="CMes7YCtieICFVJ_wQod7fEFzw"></div>
<p>Uma alternativa seria o Brasil caminhar para tributar mais a renda e diminuir a incidência sobre os bens de consumo e serviços. Essa proposta ganha corpo à medida que cresce a discussão sobre as reformas do sistema tributário brasileiro, mas é natural que diante da complexidade, seria um caminho a longo prazo. No médio prazo, estamos na direção da simplificação do sistema e unificação dos tributos.</p>
<p>Unificar os tributos é extremamente necessário para a retomada da economia. Afinal, o regime cumulativo de cobrança de impostos no Brasil é altamente nocivo para as empresas e contribuintes brasileiros. Por isso, é consenso que a proposta de Imposto sobre Valor Agregado (IVA) ganha musculatura no debate nacional, porque traria a simplificação das normas e facilitaria o processo de pagamento de tributos. Porém, a guerra fiscal entre União e Estados é uma barreira para implementação do imposto único, já que cada Unidade da Federação tem autonomia para definir suas alíquotas e usa seu poder de barganha para alterá-la e o ICMS é o principal vilão nesse cenário. Assim, a alternativa é o IVA Federal, que transformaria tributos federais como PIS, Cofins e IPI em um só imposto.</p>
<h5><strong>O IVA no mundo</strong></h5>
<p>O IVA tem o objetivo de evitar um efeito chamado cascata, que é a cobrança acumulada de impostos em diferentes etapas da produção dos produtos. Esse sistema está em uso nos Estados Unidos, nos países da América do Sul como Argentina e Uruguai, mas é no bloco europeu que ele teve grande êxito. Hoje, Dinamarca, Inglaterra, Portugal, França, Alemanha, entre outros, são países que adotaram o IVA para deixar o sistema de pagamento de tributos mais simples e eficiente. E se as previsões da Comissão Europeia para 2019 se concretizarem, o IVA representará 38% de todas as receitas fiscais do bloco.</p>
<p>As realidades entre Brasil e Europa são distintas. Mas talvez a experiência europeia de tributação no destino, que parece ser mais eficaz e vantajosa, deveria ser o caminho a seguir. Ainda que exista um movimento em busca de aperfeiçoamento do sistema, os membros do bloco europeu já nos provaram que a evolução do imposto único é a resposta para a nossa complexidade.</p>
<p>Por Leonel Siqueira, Gerente Tributário da <a href="http://synchro.com.br/index.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Synchro</a></p>
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