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	<title>Demonstrações Contábeis &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<description>Software de Gestão Empresarial</description>
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	<title>Demonstrações Contábeis &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<item>
		<title>Demonstrações contábeis: Saiba quais são as obrigatórias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2019 14:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Demonstrações Contábeis]]></category>
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					<description><![CDATA[Quanto sua empresa teve de despesas no último semestre? Mais do que isso: qual foi seu faturamento nesse período? A resposta não precisa estar na ponta da língua, mas você precisa, sim, ter um relatório que compila essas informações. Saber dessa necessidade é o primeiro passo para adotar as demonstrações contábeis. Obrigatória pela Lei 6.404/76 para empresas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="822" height="513" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/07/015-contabilidade-online-e-contabilidade-digital-qual-diferenca-capa.jpg" alt="Demonstrações contábeis" class="wp-image-7852" title="Demonstrações contábeis: Saiba quais são as obrigatórias 1" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/07/015-contabilidade-online-e-contabilidade-digital-qual-diferenca-capa.jpg 822w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/07/015-contabilidade-online-e-contabilidade-digital-qual-diferenca-capa-768x479.jpg 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/07/015-contabilidade-online-e-contabilidade-digital-qual-diferenca-capa-400x250.jpg 400w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/07/015-contabilidade-online-e-contabilidade-digital-qual-diferenca-capa-300x187.jpg 300w" sizes="(max-width: 822px) 100vw, 822px" /></figure>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color">Quanto sua empresa teve de despesas no último semestre? Mais do que isso: qual foi seu faturamento nesse período? A resposta não precisa estar na ponta da língua, mas você precisa, sim, ter um relatório que compila essas informações. Saber dessa necessidade é o primeiro passo para adotar as demonstrações contábeis. Obrigatória pela <a href="https://www.jusbrasil.com.br/topicos/11492206/artigo-176-da-lei-n-6404-de-15-de-dezembro-de-1976" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">Lei 6.404/76</a> para empresas que possuem acionistas (independente do regime tributário), as demonstrações contábeis representam a performance financeira e econômica de uma empresa. Geralmente desenvolvida em relação a um período de exercício de 12 meses, boa parte das demonstrações são (ou deveriam ser) acompanhadas mensalmente. Para que não restem dúvidas, vamos às definições. </p>



<h2 class="wp-block-heading">O que são demonstrações
contábeis?</h2>



<p>Demonstrações contábeis são relatórios de desempenho que expõem a performance financeira e econômica de uma empresa. O objetivo é ter transparência das informações entre empresa, acionistas e sócios. Dessa forma (e segundo a <a href="https://www.jusbrasil.com.br/topicos/11492206/artigo-176-da-lei-n-6404-de-15-de-dezembro-de-1976" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">Lei 6.404/76</a>), <strong>as demonstrações são obrigatórias para empresas que possuem acionistas</strong>. Em outras palavras, as demonstrações contábeis mostram os resultados de faturamento, lucro bruto e líquido, despesas e investimentos feitos ao ano. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais
são as demonstrações obrigatórias pela Lei 6.404/76?</h2>



<p>P.S.: a coleta, análise e estrutura das demonstrações são um processo trabalhoso, e apenas as ferramentas <a href="https://dbmsistemas.com/contabilidade-e-fiscal/">corretas</a> e a prática o torna mais fácil. Mas vamos às demonstrações. </p>





<h3 class="wp-block-heading">1. Balanço
Patrimonial</h3>



<p>Como o próprio nome sugere, Balanço Patrimonial é o demonstrativo que apresenta o avanço do patrimônio de uma empresa. Com patrimônio entende-se todos os ativos (bens que geram lucro) e passivos (todas as obrigações financeiras). O Balanço Patrimonial é estruturado da seguinte maneira: </p>



<table class="wp-block-table"><thead><tr><td>
   <strong>(+)</strong>
   </td><td>
   <strong>ATIVO</strong>
   </td></tr></thead><tbody><tr><td>
  (+)
  </td><td>
  Circulante
  </td></tr><tr><td>
  (+)
  </td><td>
  Realizável
  a longo prazo
  </td></tr><tr><td>
  (+)
  </td><td>
  Permanente
  </td></tr></tbody></table>



<table class="wp-block-table"><thead><tr><td>
   <strong>(-)</strong>
   </td><td>
   <strong>PASSIVO</strong>
   </td></tr></thead><tbody><tr><td>
  (-)
  </td><td>
  Circulante
  </td></tr><tr><td>
  (-)
  </td><td>
  Exigível
  a longo prazo
  </td></tr></tbody></table>



<table class="wp-block-table"><thead><tr><td>
   <strong>(=)</strong>
   </td><td>
   <strong>PATRIMÔNIO LÍQUIDO</strong>
   </td></tr></thead><tbody><tr><td>
  (=)
  </td><td>
  Capital
  social
  </td></tr><tr><td>
  (=)
  </td><td>
  Lucros
  acumulados
  </td></tr></tbody></table>



<h4 class="wp-block-heading">Como criar um
Balanço Patrimonial?</h4>



<p>O Balanço Patrimonial é feito com base nos registros contábeis pré-existentes. Dessa forma, o balanço serve como um “compilado dessas informações”. Para tornar o processo mais fácil, utilize do Modelo de Balanço Patrimonial. </p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Demonstração do
Resultado do Exercício (DRE)</h3>



<p>Ao lado do Balanço Patrimonial e da Demonstração de Fluxo de Caixa (DFC), o DRE é uma das demonstrações financeiras mais importantes. De forma simples, o DRE é o relatório responsável por mostrar (anualmente ou mensalmente) se a empresa está tendo lucro ou prejuízo. Também conhecido como Demonstrativo do Resultado do Exercício, o DRE é composto por receitas, despesas e deduções tributárias. A partir dessa demonstração a empresa pode tirar relatórios como: </p>



<ul class="wp-block-list"><li>Receita líquida;</li><li>Margem bruta;</li><li>Margem de contribuição;</li><li>EBITDA;</li><li>Resultado operacional;</li><li>e Resultado Líquido.</li></ul>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" width="600" height="677" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/08/estrutura-DRE.png" alt="Demonstrações contábeis" class="wp-image-7901" title="Demonstrações contábeis: Saiba quais são as obrigatórias 2" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/08/estrutura-DRE.png 600w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/08/estrutura-DRE-266x300.png 266w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure></div>



<p>O
DRE possui uma estrutura simples e, assim como o Balanço Patrimonial, é
necessário ter registros contábeis anuais ou mensais anteriores. A estrutura é
a seguinte: </p>



<h4 class="wp-block-heading">Como criar um DRE?</h4>



<p>Com a estrutura anterior já é possível ter uma ideia de como é feito, certo? Mas, de qualquer forma, recomendo utilizar um Modelo de Demonstração de Resultado do Exercício para poupar seu tempo com planilhas e estruturação. No modelo é só ir preenchendo os campos com os respectivos dados. Ao fim, você terá seu DRE pronto. </p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Demonstração dos
Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA)</h3>



<p>A
DLPA é geralmente a última demonstração feita, geralmente ao fim do ano. Isso
porque é um acumulado do exercício de um determinado período. O objetivo da
DLPA é, além de mostrar os lucros e prejuízos, tornar mais transparente a
quantidade de impostos com base no lucro pagos pela empresa. </p>



<h4 class="wp-block-heading">Como criar um DLPA?</h4>



<p>Existe
um motivo de ser uma das últimas demonstrações feitas: os dados podem ser
retirados de outro relatórios, com o balanço e o DRE. Os pontos que o DLPA
deverá considerar no relatório são: </p>



<ul class="wp-block-list"><li>(+) Ajustes do exercício anterior;</li><li>(+) Reversões de reservas do lucro;</li><li>(+) Lucro líquido</li><li>(-) Prejuízo líquido;</li><li>(-) Transferência para reservas de lucros;</li><li>(-) Dividendos;</li><li>(-) Parcela do lucro ao capital;</li><li>(-) Dividendos antecipados <strong>(=) SALDO</strong></li></ul>



<h3 class="wp-block-heading">4. Demonstração de
Fluxo de Caixa (DFC)</h3>



<p>Essa provavelmente é a demonstração mais comum de toda empresa, e deve ser regra básica para o controle financeiro. O DFC é todo o controle de entrada e saída monetária da sua empresa. Ao contrário do DRE, esse é um demonstrativo por regime de caixa,  não de competência. O objetivo é claro, não é? Relatar toda quantia que entrou, saiu e para onde foram. Também fornece a visão de saldo mínimo no caixa, extremamente importante para a saúde financeira e projetos futuros. </p>



<h4 class="wp-block-heading">Como criar um DFC?</h4>



<p>O controle de caixa (que fornece a demonstração) é bem simples. Você deve, em linhas simples, registrar toda entrada e saída que acontecer em seu caixa. Considerando desde o ínicio o seu saldo mínimo em caixa. Para te ajudar logo no início a evitar erros, confira os problemas de caixa mais comuns e como evitá-los. E, também, baixe nosso Modelo de Demonstração de Fluxo de Caixa e comece o controle com estruturas pré-desenvolvidas. </p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Demonstração de
Valor Adicionado (DVA)</h3>



<p>A Demonstração de Valor Adicionado (DVA) é o relatório que apresenta os valores monetários conquistados pela empresa e como foram distribuídos durante o exercício. Essa demonstração substitui a antiga DOAR (Demonstração de Origens e Aplicações de Recursos), descontinuada em 2007. O objetivo é simples: evidenciar para os acionistas e sócios como a riqueza da empresa aumentou (ou diminuiu) com o passar do tempo. </p>



<h4 class="wp-block-heading">Como criar um DVA?</h4>



<p>As informações em um DVA, como todas as outras demonstrações, devem ser retiradas nas escrituras contábeis e em outras demonstrações. Confira a seguir um ótimo <a href="http://www.portaldecontabilidade.com.br/tematicas/demonstracaodovalor.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">modelo de um DVA desenvolvido pela Portal Contabilidade</a>. </p>



<table class="wp-block-table"><thead><tr><td>
   <strong>Valores em R$</strong>
   </td><td>
   <strong>20×1</strong>
   </td><td>
   <strong>20×2</strong>
   </td></tr></thead><tbody><tr><td>
  DESCRIÇÃO
  </td><td></td><td></td></tr><tr><td>
  1.
  RECEITAS
  </td><td></td><td></td></tr><tr><td>
  1.1.
  Vendas de mercadoria, produtos e serviços
  </td><td></td><td></td></tr><tr><td>
  1.2.
  Provisão p/devedores duvidosos – Reversão/(Constituição)
  </td><td></td><td></td></tr><tr><td>
  1.3.
  Não operacionais
  </td><td></td><td></td></tr><tr><td>
  2.
  INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS (com ICMS e IPI)
  </td><td></td><td></td></tr><tr><td>
  2.1.
  Matérias-Primas consumidas
  </td><td></td><td></td></tr><tr><td>
  2.2.
  Custos das mercadorias e serviços vendidos
  </td><td></td><td></td></tr><tr><td>
  2.3.
  Materiais, energia, serviços de terceiros e outros
  </td><td></td><td></td></tr><tr><td>
  2.4.
  Perda/Recuperação de valores ativos
  </td><td></td><td></td></tr><tr><td>
  3.
  VALOR ADICIONADO BRUTO (1 + 2)
  </td><td></td><td></td></tr><tr><td>
  4.
  RETENÇÕES
  </td><td></td><td></td></tr><tr><td>
  4.1.
  Depreciação, amortização e exaustão
  </td><td></td><td></td></tr><tr><td>
  5.
  VALOR ADICIONADO LÍQUIDO PRODUZIDO (3 + 4)
  </td><td></td><td></td></tr><tr><td>
  6.
  VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA
  </td><td></td><td></td></tr><tr><td>
  6.1.
  Resultado de equivalência patrimonial
  </td><td></td><td></td></tr><tr><td>
  6.2.
  Receitas financeiras
  </td><td></td><td></td></tr><tr><td>
  7.
  VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR (5 + 6)
  </td><td></td><td></td></tr><tr><td>
  8.
  DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO
  </td><td></td><td></td></tr><tr><td>
  8.1.
  Pessoal e encargos
  </td><td></td><td></td></tr><tr><td>
  8.2.
  Impostos, taxas e contribuições
  </td><td></td><td></td></tr><tr><td>
  8.3.
  Juros e aluguéis
  </td><td></td><td></td></tr><tr><td>
  8.4.
  Juros sem capital próprio e dividendos
  </td><td></td><td></td></tr><tr><td>
  8.5.
  Lucros retidos / prejuízo do exercício
  </td><td></td><td></td></tr></tbody></table>



<p>Fonte: <a href="http://www.portaldecontabilidade.com.br/tematicas/demonstracaodovalor.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">Portal de Contabilidade</a> </p>



<h3 class="wp-block-heading">6. Notas
explicativas</h3>



<p>O&nbsp;<a href="https://www.jusbrasil.com.br/topicos/11492206/artigo-176-da-lei-n-6404-de-15-de-dezembro-de-1976" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Art. 176 da Lei 6.404/76</a>&nbsp;diz que “as demonstrações
serão complementadas por notas explicativas e outros quadros analíticos ou
demonstrações contábeis necessários para esclarecimento da situação patrimonial
e dos resultados do exercício”. Portanto, as notas se tornam obrigatórias. Nas
notas você só deverá explicar, quando necessário, questões sobre as
demonstrações contábeis anteriores. O objetivo é tornar a leitura das
demonstrações o mais simples e entendível possível, eliminando qualquer tipo de
dúvida. </p>



<h4 class="wp-block-heading">Como criar uma nota
explicativa?</h4>



<p>Os critérios para criação das notas <a href="https://www.jusbrasil.com.br/topicos/11492206/artigo-176-da-lei-n-6404-de-15-de-dezembro-de-1976" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">são descritas na lei</a>, mas o mínimo que se espera de uma nota explicativa é: </p>



<ul class="wp-block-list"><li>Esclarecimento sobre transições e patrimônio;</li><li>Práticas contábeis não explícitas nas demonstrações;</li><li>Esclarecimento sobre resultados e desempenho.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">Demonstrações
contábeis obrigatórias por empresa</h2>



<p>A
obrigatoriedade das demonstrações contábeis pode variar, tudo depende de qual
classificação tributária sua empresa se enquadra. Confira na tabela abaixo a
lista de demonstrações e sua respectiva obrigatoriedade por empresa. </p>



<table class="wp-block-table"><thead><tr><td>
   <strong>Demonstração Contábil</strong>
   </td><td>
   <strong>ME e EPP ITG 1000</strong>
   </td><td>
   <strong>PME’s NBC TG 1000</strong>
   </td><td>
   <strong>Regra Geral</strong>
   </td><td>
   <strong>S.A. de Capital Aberto</strong>
   </td></tr></thead><tbody><tr><td>
  Balanço
  Patrimonial
  </td><td>
  Obrigatório
  </td><td>
  Obrigatório
  </td><td>
  Obrigatório
  </td><td>
  Obrigatório
  </td></tr><tr><td>
  Demonstração
  do Resultado do Exercício
  </td><td>
  Obrigatório
  </td><td>
  Obrigatório
  </td><td>
  Obrigatório
  </td><td>
  Obrigatório
  </td></tr><tr><td>
  Demonstração
  dos Resultados Abrangentes
  </td><td>
  Facultativo
  </td><td>
  Pode
  ser substituída pela DLPA
  </td><td>
  Obrigatório
  </td><td>
  Obrigatório
  </td></tr><tr><td>
  Demonstração
  dos Lucros ou Prejuízos Acumulados
  </td><td>
  Facultativo
  </td><td>
  Facultativa,
  mas obrigatória se for substituição da DRA ou DMPL
  </td><td>
  Facultativo
  </td><td>
  Facultativo
  </td></tr><tr><td>
  Demonstração
  das Mutações do Patrimônio Líquido
  </td><td>
  Facultativo
  </td><td>
  Pode
  ser substituída pela DLPA
  </td><td>
  Obrigatório
  </td><td>
  Obrigatório
  </td></tr><tr><td>
  Demonstração
  de Fluxo de Caixa
  </td><td>
  Facultativo
  </td><td>
  Obrigatório
  </td><td>
  Obrigatório
  </td><td>
  Obrigatório
  </td></tr><tr><td>
  Notas
  Explicativas
  </td><td>
  Obrigatório
  </td><td>
  Obrigatório
  </td><td>
  Obrigatório
  </td><td>
  Obrigatório
  </td></tr><tr><td>
  Demonstração
  do Valor Adicionado
  </td><td>
  Facultativo
  </td><td>
  Facultativo
  </td><td>
  Facultativo
  </td><td>
  Facultativo
  </td></tr></tbody></table>



<p>Fonte: <a href="https://www.crcpr.org.br/new/content/publicacao/mailing/html/2013_07_15_informativoFiscalizacao.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">CRCPR</a> </p>



<h2 class="wp-block-heading">Porque
utilizar as demonstrações para controle gerencial</h2>



<p>Você conheceu até aqui a função das demonstrações contábeis como apresentações obrigatórias dos resultados financeiros de uma empresa. O que você provavelmente ainda não sabe é como as demonstrações podem ser um forte braço gerencial da sua empresa. Ao contrário de fazer todo fim do ano apenas para cumprir exigências legais, as demonstrações, ao se tornarem parte do controle gerencial, fornecem uma visão mensal do desempenho e rendimento do seu negócio. A Demonstração de Resultados do Exercício, por exemplo, expõe o desempenho mensal em relação a faturamento e despesas. É, também, o relatório essencial para executar um planejamento orçamentário. Isso porque, como abordado, o DRE é um regime de competência. Ele considera todos os valores que irão entrar e sair para os próximos meses (se for projetado). Dessa forma, você poderá planejar seus investimentos, despesas e esforços em vendas para cada período. </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Índices de Análise de Demonstrações Contábeis – Parte 1 – índices de Liquidez</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/indices-de-analise-de-demonstracoes-contabeis-parte-1-indices-de-liquidez/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=indices-de-analise-de-demonstracoes-contabeis-parte-1-indices-de-liquidez</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Jun 2019 15:13:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Demonstrações Contábeis]]></category>
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					<description><![CDATA[Em tempos de margens de lucro apertadas e crise econômica, a análise detida das demonstrações contábeis pode apresentar informação útil para a tomada de decisões antecipadas, com impactos positivos sobre o negócio. A análise das demonstrações contábeis fornece aos usuários um diagnóstico geral da entidade. Engloba entre outros a qualidade de seu endividamento, sua rentabilidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-4692 size-full" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/Contabilidade.png" alt="Índices de Análise de Demonstrações Contábeis" width="748" height="400" title="Índices de Análise de Demonstrações Contábeis – Parte 1 – índices de Liquidez 4" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/Contabilidade.png 748w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/Contabilidade-300x160.png 300w" sizes="(max-width: 748px) 100vw, 748px" /></p>
<p>Em tempos de margens de lucro apertadas e crise econômica, a análise detida das demonstrações contábeis pode apresentar informação útil para a tomada de decisões antecipadas, com impactos positivos sobre o negócio.</p>
<p>A análise das demonstrações contábeis fornece aos usuários um diagnóstico geral da entidade. Engloba entre outros a qualidade de seu endividamento, sua rentabilidade e composição de seu capital.</p>
<p>Desta forma pode-se ter segurança em se investir recursos ou, no caso dos administradores, traçar estratégias para melhorar os resultados da entidade, em alguns casos revertendo-se tendências negativas.<br />
Nesta série de artigos que se inicia, procuro abordar de forma simples e sintetizada os principais índices utilizados hoje.<br />
Naturalmente não tenho a pretensão de esgotar o tema, apenas aguçar o interesse do leitor sobre o assunto, a fim de que possa aprofundar seus estudos<br />
Hoje abordarei os índices de liquidez e sua funcionalidade prática.</p>
<h3><strong>Índices de Liquidez</strong></h3>
<p>Esses índices têm por finalidade apresentar a situação da entidade quanto a sua solidez financeira em relação às suas obrigações de curto e longo prazo.<br />
Por meio desses índices, por exemplo, pode-se analisar o grau de comprometimento financeiro da entidade no curto prazo e se isso pode ameaçar a continuidade de suas atividades.</p>
<h4><strong>Liquidez Geral</strong></h4>
<p>Esse índice oferece uma posição de liquidez financeira comparando o ativo circulante e realizável a longo prazo, com endividamento total de curto e longo prazo.</p>
<p><strong>Fórmula –</strong> (Ativo Circulante + Ativo Realizável a Longo Prazo) / (Passivo Circulante + Passivo Exigível a Longo Prazo).</p>
<p>Quanto maior esse índice, melhor a situação da entidade frente a seu endividamento.<br />
Exemplo:<br />
Um índice de 1,3 revela que toda a dívida de curto e longo prazo pode ser saudada com o ativo circulante e realizável a longo prazo. Neste caso com sobras.<br />
Por outro lado, um índice de 0,50 demonstra que a entidade apenas consegue liquidar 50% de seu passivo com esses recursos.</p>
<p><a href="https://dbmsistemas.com/o-que-e-contabilidade-digital-e-como-ela-esta-transformando-o-mercado-contabil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O QUE É CONTABILIDADE DIGITAL E COMO ELA ESTÁ TRANSFORMANDO O MERCADO CONTÁBIL?</a></p>
<h4><strong>Liquidez Corrente (LC)</strong></h4>
<p>O índice de LC apresenta em forma geral uma posição de liquidez financeira confrontando os recursos de curto prazo registrados no ativo circulante , com endividamento de curto prazo registrado no passivo circulante.</p>
<p><strong>Fórmula –</strong> Ativo Circulante / Passivo Circulante.</p>
<p>Quanto maior esse índice, melhor a situação da entidade frente a seu endividamento de curto prazo.<br />
Exemplo:<br />
Um índice de 1,2 revela que a dívida de curto prazo pode ser saudada com o ativo circulante. Neste caso com sobras.<br />
Por outro lado, um índice de 0,50 demonstra que a entidade apresenta uma vulnerabilidade financeira de curto prazo, pois apenas consegue liquidar 50% de seu passivo circulante.<br />
A luz vermelha se acende…</p>
<h4><strong>Liquidez Seca (LS)</strong></h4>
<p>O índice de LS apresenta de uma forma mais precisa a posição de liquidez financeira de curto prazo, pois exclui do índice anterior a conta de estoques. Apesar do estoque ser uma conta do ativo circulante, seu uso como variável para análise não tem as mesmas características de liquidez, por exemplo, dos recursos mantidos em caixa ou equivalentes de caixa. Além disso os estoques estão sujeitos a variáveis que tanto podem afetar seu valor (obsolescência, perdas…) quanto o tempo de retorno em recursos financeiros (ciclo operacional).<br />
Alguns, além de retirar o estoque, também desconsideram os valores de impostos a recuperar.</p>
<p><strong>Fórmula –</strong> (Ativo Circulante – Estoques) / Passivo Circulante.</p>
<p>Quanto maior esse índice, melhor a situação da entidade frente a seu endividamento de curto prazo utilizando-se recursos de maior liquidez.<br />
Exemplo:<br />
Um índice de 1,0 revela que a dívida de curto prazo pode ser saudada com o ativo circulante de maior liquidez, sem sobras.<br />
Por outro lado, um índice de 0,50 demonstra que a entidade apresenta uma vulnerabilidade financeira de curto prazo, pois apenas consegue liquidar com esses recursos 50% de seu passivo circulante.</p>
<h4><strong>Liquidez Imediata</strong></h4>
<p>Definindo em poucos termos, esse índice demonstra o quanto a entidade possui de dinheiro em caixa, bancos e em aplicações financeiras de conversão imediata, e sua relação com as dívidas de curto prazo.<br />
Desta forma, a depender do índice, pode ficar evidenciada a necessidade da obtenção de recursos por parte da entidade. Ou talvez a necessidade de renegociação das obrigações.</p>
<p><strong>Fórmula –</strong> Disponibilidades / Passivo Circulante<br />
Quanto maior esse índice, melhor a situação da entidade frente a seu endividamento de curto prazo utilizando-se recursos de caixa e equivalentes de caixa.<br />
Exemplo:<br />
Um índice de 1,1 revela que a dívida de curto prazo pode ser saudada com os numerários mantidos pela empresa em caixa e equivalentes de caixa.<br />
Por outro lado, um índice de 0,50 demonstra que a entidade apresenta uma vulnerabilidade financeira de curto prazo, pois apenas consegue liquidar 50% de seu passivo circulante.<br />
Solvência<br />
Esse indicador apresenta uma visão geral de solvência da entidade. Por meio dele pode-se verificar se todo seu ativo é suficiente para liquidar toda sua dívida de curto e longo prazo.</p>
<p><strong>Fórmula –</strong> Ativo Circulante + Ativo Não Circulante / Passivo Circulante + Passivo Não Circulante<br />
Exemplo:<br />
Um índice de 1,5 revela que a dívida total pode ser saudada com todo o ativo da empresa.<br />
Por outro lado, um índice de 0,50 demonstra que a entidade apresenta vulnerabilidade, colocando em risco a continuidade de suas operações e sua capacidade de honrar com seus compromissos assumidos com terceiros.</p>
<h4><strong>Capital de Giro Líquido (CGL)</strong></h4>
<p>Demonstra quanto a empresa tem de sobras financeiras de curto prazo, de forma a poder utilizá-la em outras atividades importantes para seu progresso.</p>
<p><strong>Fórmula – CGL = Ativo Circulante – Passivo Circulante</strong></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.contabeis.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">PORTAL CONTÁBEIS</a></p>
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