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	<title>Decreto de Simplificação de Leis Trabalhistas &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<title>Decreto de Simplificação de Leis Trabalhistas &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>Entenda Como Funciona o Decreto de Simplificação de Leis Trabalhistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Mar 2021 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Folha]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Decreto de Simplificação de Leis Trabalhistas]]></category>
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					<description><![CDATA[Há algum tempo que o governo federal planeja executar algumas mudanças nos textos da CLT, e agora foi criado o decreto de simplificação de leis trabalhistas. O novo texto prevê uma série de alterações para quem atua com a carteira de trabalho assinada, no entanto, as propostas geraram vários questionamentos e críticas. Siga a leitura [&#8230;]]]></description>
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<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/01/justicadotrabalho97184.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/01/justicadotrabalho97184.jpg" alt="Entenda Como Funciona o Decreto de Simplificação de Leis Trabalhistas" class="wp-image-6395" width="753" height="530" title="Entenda Como Funciona o Decreto de Simplificação de Leis Trabalhistas 1" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/01/justicadotrabalho97184.jpg 472w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/01/justicadotrabalho97184-300x211.jpg 300w" sizes="(max-width: 753px) 100vw, 753px" /></a></figure></div>



<p>Há algum tempo que o governo federal planeja executar algumas mudanças nos textos da CLT, e agora foi criado o decreto de simplificação de leis trabalhistas.</p>



<p>O novo texto prevê uma série de alterações para quem atua com a carteira de trabalho assinada, no entanto, as propostas geraram vários questionamentos e críticas.</p>



<p>Siga a leitura e veja em que consiste o decreto de simplificação de leis trabalhistas e qual foi o impacto da pandemia nas mudanças sugeridas.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Mudanças-no-auxílio-emergencial"><strong>Mudanças no auxílio emergencial</strong></h2>



<p>Para quem não sabe, o auxílio emergencial, também conhecido como <em>coronavoucher</em>, é um recurso idealizado em abril de 2020 para auxiliar os trabalhadores sem carteira assinada, autônomos, MEIs e desempregados durante a crise do novo coronavírus. </p>



<p>De acordo com as regras do programa, a pessoa que tiver direito deve receber cinco parcelas de R$ 600.&nbsp;</p>



<p>No caso de mulheres que sustentam suas casas sozinhas, o benefício passa a ser de cinco parcelas de R$ 1.200.&nbsp;</p>



<p>Ainda, uma mesma família pode ter até duas pessoas beneficiadas pelo auxílio, totalizando até R$ 1.800 por parcela.&nbsp;</p>



<p><strong>No entanto, o período para solicitar o auxílio pelo site ou app da Caixa acabou no dia 2 de julho, enquanto a crise sanitária segue crescendo e preocupando a população.</strong></p>



<p>Diante da crescente necessidade de amparar os cidadãos financeiramente, tendo em vista que a pandemia ainda está longe de terminar, o governo federal decidiu recriar o programa instaurado em 2020, mas com algumas mudanças.</p>



<p>O auxílio emergencial funciona decorrente da <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-13.982-de-2-de-abril-de-2020-250915958" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei nº 13.982</a>, de 2 de abril de 2020. Para seguir sendo válido, é necessário que seja aprovada uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) para recriar o auxílio e estabelecer novas regras para controle dos gastos públicos.</p>



<p>A nova emenda permite que o governo federal pague, em 2021, um novo auxílio emergencial aos mais vulneráveis, com R$ 44 bilhões por fora do teto de gastos.</p>



<p>Isso significa que, de acordo com especulações, o novo valor seria:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>quatro parcelas mensais de R$ 150 para famílias de uma pessoa só;</li><li>quatro parcelas de R$ 250 para a média das famílias;</li><li>quatro parcelas de R$ 375 para mulheres que sustentam suas famílias sozinhas.</li></ul>



<p>No entanto, o valor ainda não foi estabelecido, dependendo ainda da publicação da Medida Provisória para fixar os valores e os prazos do novo auxílio emergencial.</p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-wide"/>



<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-vivid-red-background-color has-background wp-element-button" href="https://dbmsistemas.com/rh-folha-de-pagamento/">Conheça a Gestão de RH-Folha do DBM Spalla</a></div>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-wide"/>



<h3 class="wp-block-heading" id="Constituição-e-Medida-Provisória">Constituição e Medida Provisória</h3>



<p>Para esclarecer alguns conceitos, vamos explicar em que consiste uma Medida Provisória e qual a sua função.</p>



<p>As Medidas Provisórias (MP) são normas com força de lei editadas pelo presidente da república em<strong> situações de relevância e urgência</strong>.&nbsp;</p>



<p>Apesar de produzir efeitos jurídicos imediatos, a MP precisa ser aprovada pelas Casas do Congresso Nacional (Câmara e Senado) para se converter definitivamente em lei.</p>



<p>O prazo inicial de vigência de uma MP é de 60 dias e é prorrogado automaticamente pelo mesmo período caso não tenha sua votação concluída nas duas Casas do Congresso Nacional.</p>



<p>Se ela não for aprovada em até 45 dias — contados a partir da sua publicação —, entra em regime de urgência, sobrestando todas as demais deliberações legislativas da Casa em que estiver tramitando.</p>



<p>Essa MP sobre a qual estamos falando, relativa ao auxílio emergencial, tem vigência imediata, e <strong>o Congresso pode aprová-la em até 120 dias</strong>.</p>



<p>A partir daí, o benefício, que foi interrompido em dezembro de 2020, pode ser retomado em abril após todos os trâmites necessários.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="Quais-os-impactos-do-lockdown">Quais os impactos do lockdown</h3>



<p>Com o aumento do número de pessoas contaminadas pela covid-19, os estados brasileiros e prefeituras estão decretando o fechamento dos serviços não essenciais novamente como medida para conter a proliferação da doença.</p>



<p>Mais uma vez, comerciantes, pequenos e médios empresários e trabalhadores autônomos se veem em uma situação difícil, com incertezas econômicas e bastante instabilidade.</p>



<p>Desde o início do estado de calamidade, muito dinheiro vou investido em minimizar os impactos financeiros da crise diante da população.</p>



<p>Agora, com o retorno do auxílio emergencial, a grande dúvida é: <strong>quem deve arcar com esse gasto, o governo federal ou estadual?</strong></p>



<p>A responsabilidade de garantir o bem-estar da população diante de uma situação tão impactante como essa sempre foi de âmbito federal.</p>



<p>No entanto, o presidente da república manifestou a necessidade de repassar esse dever às pastas estaduais, devido à falta de recursos do governo federal.</p>



<p>Isso gera uma certa incompatibilidade porque, caso o estado decrete lockdown, é o governo federal quem deve arcar com os valores referentes ao auxílio, mesmo que ele não seja favorável ao fechamento.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Auxílio emergencial estadual</h4>



<p>A pandemia no Brasil começou em março, no mês em que a Organização Mundial da Saúde (OMS) definiu o surto de covid-19 como pandemia.&nbsp;</p>



<p>Desde então, muitas medidas foram tomadas para diminuir os impactos do fechamento das cidades pela população, sua grande maioria em níveis federais.</p>



<p>No entanto, devido à falta de recursos financeiros do país, muitos estados e regiões se organizaram para amenizar os impactos da doença.&nbsp;</p>



<p>Dentre as ações, houve a criação do auxílio emergencial estadual, firmado pelos 23 estados e Distrito Federal.</p>



<p>Essa medida foi tomada em junho de 2020, mas com o aumento crescente dos casos em 2021, os estados se veem frente ao problema mais uma vez.</p>



<p>Estados como Rio de Janeiro e São Paulo já têm planos para reviver o auxílio, como é o caso dos fluminenses, que terão um auxílio emergencial estadual de até R$ 300.</p>



<p>No caso de SP, o valor oferecido pelas parcelas foi de R$ 450 mensais durante os meses de março, abril, maio, junho e julho.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O aumento dos impostos com os impactos da pandemia</h3>



<p>Tomando como exemplo o aumento de impostos sobre carros usados decretado pelo estado de São Paulo, fica a dúvida em relação à real necessidade de aumentar tributos durante a crise do coronavírus.</p>



<p>Embora os esforços para conter a crise estejam esvaziando os cofres públicos, são os próprios cidadãos que sentirão os impactos desse momento no futuro, seja com o aumento de impostos ou mesmo a alta dos preços.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="O-que-é-o-decreto-de-simplificação-de-leis-trabalhistas"><strong>O que é o decreto de simplificação de leis trabalhistas</strong></h2>



<p>Desde o início da gestão do presidente Jair Bolsonaro, muito tem se discutido sobre a possibilidade de modificar algumas leis contidas na CLT. </p>



<p>Agora, um novo projeto vem sendo elaborado — e, consequentemente, muito discutido — sobre quais seriam essas mudanças e seus impactos na vida do trabalhador de carteira assinada.</p>



<p>Embora o texto tenha sido disponibilizado para consulta pública pelo Ministério da Economia, a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) considera algumas mudanças inconstitucionais.</p>



<p>Além disso, há pontos que geram bastante polêmica, como a ampliação do número de atividades que têm autorização permanente para serem realizadas aos domingos e feriados.</p>



<p>Além de criar o Programa Permanente de Consolidação, Simplificação e Desburocratização de Normas trabalhistas e o Prêmio Nacional Trabalhista, o alvo dessas mudanças são:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>saúde e segurança do trabalho;</li><li>terceirização;</li><li>controle de jornada;</li><li>verbas trabalhistas;</li><li>mediação de conflitos coletivos;</li><li>vale-transporte;</li><li>trabalho temporário;</li><li>trabalho rural;</li><li>trabalhador expatriado;</li><li>RAIS;</li><li>Programa de Alimentação do Trabalhador;</li><li>descanso semanal remunerado (DSR);</li><li>Programa Empresa Cidadã, entre outros.</li></ul>



<h3 class="wp-block-heading">O que muda com o decreto de simplificação?</h3>



<p>Podemos dizer que, inicialmente, foram sugeridas alterações nas modalidades de contrato, flexibilização da carga horária e mudanças nas contribuições do FGTS.</p>



<p>No entanto, ao contrário do que muitos pensam, essas mudanças já estão em funcionamento devido a MP 936.</p>



<p>O texto da medida permite que os empregadores alterem o contrato de trabalho de seus funcionários devido à situação causada pelo novo coronavírus.</p>



<p>Porém, quando o estado de calamidade terminar e a pandemia cessar, algumas regras continuarão valendo, principalmente porque a MP foi convertida em Lei.</p>



<h3 class="wp-block-heading">É permitido trabalhar aos domingos com a simplificação da lei?</h3>



<p>Um dos pontos que mais gerou debates e críticas foi a possibilidade de o colaborador ser convocado para trabalhar nos finais de semana e feriados.</p>



<p>De acordo com a equipe econômica responsável pelo texto, <strong>essa proposta não tem caráter obrigatório, e sim uma sugestão para aumentar o fluxo de trabalho e a rotatividade durante esse período</strong>.</p>



<p>Com essa medida, o governo visa garantir uma mão de obra disponível e em larga escala no país, principalmente pensando na crise sanitária causada pela covid-19.</p>



<p>Segundo o Ministério da Economia, não é intenção do governo alterar as regras para o trabalho aos domingos, apenas<strong> desburocratizar a negociação para que os setores possam adotar essa modalidade</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Programa-Participa-+-Brasil"><strong>Programa Participa + Brasil</strong></h2>



<p>O governo federal lançou programa chamado <a href="https://www.gov.br/participamaisbrasil/pagina-inicial" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Participa + Brasil</a>, com o qual <strong>visa promover o diálogo e a participação da população nas questões relativas à sociedade civil</strong>.</p>



<p>Vendo a necessidade de fomentar a participação das pessoas e entender as demandas mais urgentes dos vários segmentos da sociedade, a Secretaria Especial de Articulação Social da Secretaria de Governo (SeGov) da Presidência da República desenvolveu o portal.</p>



<p>O Participa + Brasil é, então, <strong>um canal institucional direto com a sociedade</strong>, para ouvir e buscar atender os cidadãos brasileiros, bem como os prefeitos e governadores.</p>



<p>Além de oferecer agilidade para consultar e apurar diversas informações, como audiências públicas e pesquisas, a plataforma tem como principal objetivo a transparência.</p>



<p>A ferramenta oferece quatro módulos de navegação:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>consultas públicas</li><li>agendas de audiências públicas</li><li>colegiados;</li><li>opine aqui.</li></ul>



<p>Dessa forma, a plataforma digital tem o propósito de promover e qualificar o processo de participação social, a partir da promoção de boas práticas de transparência e inclusão.</p>



<p>Com a participação popular, seja de cidadãos ou de pequenas e grandes empresas, o diálogo se torna mais rico e os problemas podem ser solucionados visando o bem-estar de todos.</p>



<p>Conseguiu entender como funciona o decreto de simplificação de leis trabalhistas e o impacto da pandemia nessa mudança? Caso tenha alguma dúvida, basta compartilhá-la aqui nos comentários.</p>



<p>Conteúdo Original <a href="https://blog.tangerino.com.br" target="_blank" rel="noopener">Blog Tangerino</a></p>
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