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	<title>custo fixo &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<description>Software de Gestão Empresarial</description>
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	<title>custo fixo &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>Como saber quando um custo é fixo ou variável?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Dec 2019 12:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[custo fixo]]></category>
		<category><![CDATA[custo fixo variável]]></category>
		<category><![CDATA[custo variável]]></category>
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					<description><![CDATA[Resolvendo definitivamente as dúvidas sobre custo fixo e variável. Simples e objetivo. Para se perguntar depois: Por que eu não pensei nisso antes?&#160; Quando fazemos o planejamento das despesas é bastante comum surgirem dúvidas na hora de definir se trata-se de um custo fixo ou variável. Este material tem o objetivo de ensinar, em 3 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Resolvendo
definitivamente as dúvidas sobre custo fixo e variável. Simples e objetivo.
Para se perguntar depois: Por que eu não pensei nisso antes?&nbsp;</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1499" height="780" src="https://i0.wp.com/dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/12/CUSTO-fixo-e-variavel.png?fit=1024%2C533&amp;ssl=1" alt="custo fixo variável" class="wp-image-9749" title="Como saber quando um custo é fixo ou variável? 1" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/12/CUSTO-fixo-e-variavel.png 1499w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/12/CUSTO-fixo-e-variavel-920x479.png 920w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/12/CUSTO-fixo-e-variavel-300x156.png 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/12/CUSTO-fixo-e-variavel-1024x533.png 1024w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/12/CUSTO-fixo-e-variavel-768x400.png 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/12/CUSTO-fixo-e-variavel-1080x562.png 1080w" sizes="(max-width: 1499px) 100vw, 1499px" /></figure>



<p>Quando fazemos o planejamento das despesas é bastante comum surgirem dúvidas
na hora de definir se trata-se de um custo fixo ou variável.</p>



<p>Este material tem o objetivo de ensinar, em 3 passos, como fazer essa
definição, de uma forma simples e rápida:</p>



<h2 class="wp-block-heading">1) Entenda qual a
diferença entre fixo e variável</h2>



<h2 class="wp-block-heading">O que é custo fixo?</h2>



<p>É aquele custo que você tem todo mês, independe se sua empresa operou/trabalhou,
ou não.</p>



<p>Exemplos:<br />
• Aluguel<br />
• Salários<br />
• Energia elétrica<br />
• Telefone</p>



<p><strong>O fixo aqui refere-se
à frequência</strong>&nbsp;em que acontecerá.</p>



<p>A conta de energia elétrica, por exemplo, uma vez ativa pela companhia
fornecedora, será cobrada mensalmente. Por isso, pode ser classificada como um
custo fixo.</p>



<p>A frequência pode variar conforme o caso: mensalmente, semanalmente,
anualmente, entre outras.</p>



<p>Não confunda com o montante cobrado.</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>





<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-background has-vivid-red-background-color no-border-radius" href="https://dbmsistemas.com/contabilidade-e-fiscal/">Conheça a Gestão Fiscal-Contábil do DBM Spalla</a></div>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<h2 class="wp-block-heading">O que é custo
variável?</h2>



<p>É aquele custo que acontece ocasionalmente, sem uma frequência certa.
Geralmente acontece devido ao fato da empresa estar ativa, mas não
necessariamente está vinculado só a esse fato.</p>



<p>Exemplos:<br />
• Horas extras<br />
• Comissões sobre vendas<br />
• Juros pagos<br />
• Multas<br />
• Consertos em equipamentos</p>



<p><strong>O variável aqui
refere-se à frequência</strong>&nbsp;em que acontecerá.</p>



<p>Existem alguns casos onde o mesmo custo pode ser fixo e variável: imposto
referente ao faturamento é um exemplo, quando a receita da empresa é gerada uma
parte por entradas com contratos (fixos) e outra por entradas de vendas
(variáveis).</p>



<p>Nesta situação, o imposto que será calculado referente as entradas de
contrato pode ser classificado como um custo fixo. Já o imposto calculado
referente as entradas das vendas, como um custo variável.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Investimentos</h2>



<p>Existem também os custos que você pode decidir se deseja ou não realizar e
que podem ser entendidos como investimentos.</p>



<p>Exemplos:<br />
• Consórcio para renovação frota<br />
• Empréstimo para aquisição equipamento<br />
• Matéria-prima<br />
• Compras parceladas de equipamentos<br />
• Reservas para despesas futuras</p>



<p>Esses casos você pode decidir se deseja ou não realizar.</p>



<p>Inclusive, mesmo que não seja a melhor opção, geralmente é possível cessar o
uso de recursos para os meses seguintes: se desfazendo do objeto comprado,
vendendo um equipamento financiado, abortando temporariamente a ideia da
reserva que estava sendo feita, entre outros. Diferente de um custo de imposto,
por exemplo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">2) Tenha em mente a
seguinte estrutura</h2>



<p>Tenha em mente a seguinte estrutura:<br />
(+) Receita<br />
(-) Custo variável<br />
(=) Receita líquida<br />
(-) Custo fixo<br />
(=) Lucro bruto<br />
(-) Investimentos<br />
(=) Lucro líquido</p>



<p><strong>Receita&nbsp;</strong>=
Total faturado no período<br />
<strong>Custo variável</strong>&nbsp;=
Total dos custos variáveis do período<br />
<strong>Receita líquida</strong>&nbsp;=
Sobra da Receita – custo variável<br />
<strong>Custo fixo</strong>&nbsp;=
Total dos custos fixos do período<br />
<strong>Lucro bruto</strong>&nbsp;=
Receita líquida – custos fixos<br />
<strong>Investimentos</strong>&nbsp;=
Total dos investimentos do período<br />
<strong>Lucro líquido</strong>&nbsp;=
O que realmente sobrou no período</p>



<p>Observe que esta estrutura permite visualizar quanto foi gasto realmente com
cada um dos custos e identificar o lucro oficial, além de considerar o que foi
investimento.</p>



<p>Para facilitar a compreensão, a seguir, a mesma estrutura agora com valores
de exemplo:</p>



<p>Ao olhar para os números dessa forma, é possível perceber:<br />
• quanto é o lucro do período (lucro bruto) e quanto usamos desse valor para
investimentos;<br />
• quanto realmente temos de despesa em cada grupo (fixo, variável e
investimentos);<br />
• como se comportam os custos ao longo dos meses;<br />
• indevidas variações nos custos ao longo dos meses;<br />
• a clareza em que se visualiza a saúde financeira do negócio.<br />
Muitas vezes nos preocupamos com os resultados encontrados, mas estamos
analisando as informações categorizadas de uma forma diferente do que deveriam.</p>



<h2 class="wp-block-heading">3) Pense em seu
controle e escolha como deseja ver suas despesas nele</h2>



<p>Uma vez reconhecido os diferentes tipos de custos e investimentos e tendo em
mente como funciona a estrutura básica de um controle financeiro fica possível
olhar para as despesas e definir onde se encaixam.</p>



<p>Note que cada negócio tem a sua opinião sobre cada despesa. O objetivo de
categorizá-las é chegar no mais claro controle financeiro possível, dentro da
realidade da sua empresa.</p>



<p>Para definir onde se enquadra determinada despesa siga o seguinte
raciocínio:</p>



<p>a) Com qual frequência ela acontece? (fixo ou variável)<br />
b) É uma despesa que me foi imposta ou eu decidi tê-la? (é um custo ou
investimento)<br />
c) Quando eu visualizar meu controle do mês ela fará mais sentido onde? (fixo,
variável ou investimento)</p>



<p>Desejamos que você consiga realmente determinar se seus custos são fixos ou variáveis com mais tranquilidade e facilidade a partir de agora!</p>



<p>Fonte: <a href="https://www.jornalcontabil.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">Jornal Contábil</a>.</p>
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