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	<title>cronograma &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>Reforma tributária: cronograma sofre atrasos em 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Mar 2021 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Leis & Tributos]]></category>
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					<description><![CDATA[A expectativa dos presidentes da Câmara e do Senado era a de que o relatório da reforma fosse apresentado até o fim de fevereiro. O cronograma de votação da Reforma Tributária foi apresentado pela nova cúpula do Congresso logo após as eleições. A expectativa dos presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) e do Senado, Rodrigo [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading">A expectativa dos presidentes da Câmara e do Senado era a de que o relatório da reforma fosse apresentado até o fim de fevereiro.</h4>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/reforma-tributária.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="740" height="400" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/reforma-tributária.jpg" alt="Reforma tributária: cronograma sofre atrasos em 2021" class="wp-image-4708" title="Reforma tributária: cronograma sofre atrasos em 2021 1" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/reforma-tributária.jpg 740w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/reforma-tributária-300x162.jpg 300w" sizes="(max-width: 740px) 100vw, 740px" /></a></figure>



<p>O cronograma de votação da Reforma Tributária foi apresentado pela nova cúpula do Congresso logo após as eleições.</p>



<p>A expectativa dos presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), era a de que o relatório da reforma fosse apresentado até o fim de fevereiro.</p>



<p>No entanto, ainda não há previsão para esta etapa inicial. O relator, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), ainda está em negociação com partidos.</p>



<p>Depois disso, uma versão preliminar deve ser apresentada à cúpula do Congresso e ao governo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>IBS</strong></h3>



<p>O projeto defendido por líderes da Câmara estabelece a junção de IPI,&nbsp;ICMS,&nbsp;ISS,&nbsp;Cofins&nbsp;e&nbsp;PIS,&nbsp;e com uma transição mais lenta que o desejado pelo governo.</p>



<p>Esse modelo reúne tributos federais, estaduais&nbsp;(ICMS)&nbsp;e municipais (ISS). O imposto, resultado da fusão, seria chamado IBS (imposto sobre bens e serviços).</p>



<p>Também está em discussão um tratamento diferenciado no IBS para os setores de saúde, educação e transportes.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>CBS</strong></h3>



<p>Até hoje, Guedes enviou apenas a primeira fase da proposta de reforma tributária defendida por ele – a que funde&nbsp;PIS&nbsp;e&nbsp;Cofins&nbsp;na chamada&nbsp;CBS&nbsp;(Contribuição sobre Bens e Serviços).</p>



<p>A proposta do ministro estabelece que a fusão ocorra seis meses após a aprovação da lei.</p>



<p>A avaliação é que o governo já colocou na mesa as sugestões de Guedes, que, mesmo sem formalizar as ideias em projetos ao Congresso, tem repetido o formato de sua reforma tributária há meses. Esse modelo também já foi discutido em reuniões entre a equipe econômica e a do relator.</p>



<p>Além da&nbsp;CBS,&nbsp;o governo tem conversado com técnicos do Congresso que tratam da reforma tributária para traçar uma estratégia para as outras fases do projeto de Guedes.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Impactos da reforma</strong></h3>



<p>O Ministério da Economia defende que a PEC traga mudanças alinhadas com o governo: por exemplo, que o IPI seja reformulado de modo a ter uma alíquota única para todos os setores. Hoje, a cobrança varia de acordo com o tipo de atividade da empresa.</p>



<p>Em relação ao IR&nbsp;(Imposto de Renda)&nbsp;, o plano da equipe econômica ainda é cortar deduções, como as médicas, pois, segundo o governo, esse mecanismo reforça a desigualdade social no país.</p>



<p>Na cobrança de IR sobre a&nbsp;distribuição de lucros&nbsp;e dividendos, a equipe de Guedes defende uma alíquota de 20%. Isso viabilizaria um corte de aproximadamente cinco pontos percentuais no IR cobrado de empresas, que pode chegar a 25%.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Cronograma reforma tributária</strong></h3>



<p>No início de fevereiro, Lira e Pacheco definiram um cronograma para a reforma tributária. Ficou estabelecido que a apresentação do relatório da comissão mista ocorreria até o final do mês passado. Ambos dizem acreditar que a reforma seja aprovada em definitivo no Congresso entre agosto e outubro.</p>



<p>Apesar de o cronograma apresentado pela nova cúpula do Congresso dar celeridade à reforma tributária, integrantes do Ministério da Economia ainda estão receosos em relação à proposta a ser votada. Isso porque as mudanças dependem das negociações, inclusive políticas, e dos acordos no relatório de Ribeiro.</p>



<p>A intenção é retomar uma relação mais próxima com o relator para que o plano de Guedes também possa ser incluído no relatório.</p>



<p>Para harmonizar conceitos no texto, Ribeiro fez uma série de reuniões com integrantes do governo em dezembro. As novas gestões do Congresso e as mudanças nas lideranças partidárias, no entanto, diminuíram o ritmo das conversas em torno do relatório final.</p>



<p>Nesta semana, Ribeiro deve se reunir com Lira e Pacheco para elaborar um novo calendário. O encontro também servirá para que ambos se familiarizem com o texto.</p>



<p>Fonte: <a aria-label="Jornal Contábil (abre numa nova aba)" href="https://www.contabeis.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Portal Contábeis</a></p>
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