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	<title>Contribuinte Legal &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<title>Contribuinte Legal &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>MP do Contribuinte Legal pode criar novo Refis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jan 2020 13:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Contribuinte Legal]]></category>
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					<description><![CDATA[Deputados solicitam alteração na MP do Contribuinte Legal com o objetivo de transformá-la em um novo Refis. A MP do Contribuinte Legal pode criar novos Refis. Os programas concedem mais prazos e descontos a devedores da União. A proposta original, enviada por Jair Bolsonaro, permitia renegociar dívidas com base na análise da capacidade de pagamento do devedor. [&#8230;]]]></description>
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<p>Deputados solicitam alteração na MP do Contribuinte Legal com o objetivo de transformá-la em um novo Refis.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="600" height="310" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/01/divida-empresa-pessoa.jpg" alt="MP do Contribuinte Legal novo Refis" class="wp-image-10027" title="MP do Contribuinte Legal pode criar novo Refis 1" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/01/divida-empresa-pessoa.jpg 600w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/01/divida-empresa-pessoa-300x155.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<p>A MP do Contribuinte Legal pode criar novos Refis. Os programas concedem mais prazos e descontos a devedores da União.<br /><br />A proposta original, enviada por Jair Bolsonaro, permitia renegociar dívidas com base na análise da capacidade de pagamento do devedor. O objetivo do Ministério da Economia era justamente evitar a criação periódica de programas de parcelamentos especiais.<br /><br />O ministro da economia, Paulo Guedes prevê a concessão de descontos de parcelamento para os casos em que a necessidade for comprovada. O texto exige avaliação individual da capacidade contributiva e outras condições.<br /><br />Essa medida resultaria em cerca de R$ 6 bilhões em novas receitas nos próximos três anos. O texto garantia uma fonte de recursos para usar o espaço aberto no teto de gastos com o fim dos 10% de multas do FGTS.<br /><br />A MP recebeu 220 sugestões de alteração à proposta na tentativa de transformá-la em um novo Refis.</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Novo Refis</strong></h3>



<p>A deputada Soraya Thronicke propõe inserir no texto a reabertura do Pert (Programa Especial de Regularização Tributária), criado em 2017 no governo do então presidente Michel Temer, para dar um nova chance de adesão aos contribuintes.<br /><br />Além disso, ao menos dez emendas propõem descontos para devedores rurais. Uma delas é do senador Renan Calheiros que sugere a reabertura de prazo –até 30 dezembro de 2020– de uma lei criada em 2018 para permitir que débitos no setor sejam pagos com desconto.<br /><br />Diferentes propostas contemplam ainda interesses de funcionários da Receita Federal ao tentarem inserir no texto regras para o chamado bônus de eficiência, que aumenta a remuneração dos servidores. Entre os autores, estão os deputados Gilberto Nascimento e Coronel Tadeu.<br /><br />Hoje, esse pagamento é feito com base em valores fixos para cada servidor da Receita Federal. No total, a conta é de cerca de R$ 1 bilhão por ano. Regras sobre o tema em discussão no governo podem mais do que dobrar esse valor.<br /><br />Representantes de Guedes no Congresso tentam convencer deputados e senadores a não alterar o texto.<br /><br />Refis são criticados na equipe econômica por conceder prazos e descontos considerados excessivos a todos os que se enquadram nas normas criadas. Os programas incluem até contribuintes com capacidade de pagar.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sobre o Refis</strong></h3>



<p>O Programa Especial de Regularização Tributária (PERT) foi lançado em 2017 por meio da Lei 13.496 e ficou conhecido como “Novo Refis”.<br /><br />O programa funciona como um programa de renegociação de dívidas de contribuintes com a União. Por meio do Refis é possível reduzir multa e juro, e parcela os valores devidos.<br /><br />Assim sendo, para que a renegociação seja facilitada, há modalidade e vantagens distintas. Elas são, principalmente, para empresas que pagam à vista e o valor pode ser o mais reduzido possível. Quando se trata dos parcelamentos, os prazos chegam a até 180 meses.<br /><br />As empresas possuem uma data limite para participar e refinanciar seus débitos fiscais. Esse tempo começa quando o programa é anunciado pelo governo. Logo, no momento em que a empresa optar pela participação no sistema, é necessário escolher as condições disponíveis para os parcelamentos.<br /><br />Portanto, quando a escolha é pelo parcelamento, o pagamento é feito a partir do mês escolhido e com parcelas mensais e sucessivas. O vencimento é definido como o último dia útil de cada mês parcelado.<br /><br />Além disso, o programa abrange as dívidas não tributárias em atraso. Por exemplo, multas administrativas, contribuições ou taxas devidas ao estado.</p>



<p>A equipe econômica entende ainda que boa parte dos interessados entra no programa só para conseguir os descontos e deixa de pagar as parcelas renegociadas à espera de um novo Refis. Isso engrossa lista de devedores contumazes.</p>



<p>Fonte: <a href="https://www.contabeis.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Contábil (abre numa nova aba)">Jornal Contábil</a></p>
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		<title>Micro e Pequenas Empresas: MP do Contribuinte Legal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jan 2020 16:51:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Contribuinte Legal]]></category>
		<category><![CDATA[Simples Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A categoria que mais gera emprego e renda no País, as Micro e Pequenas Empresas (MPEs), terá a oportunidade de ser protagonista no debate sobre a Medida Provisória do Contribuinte Legal (MP 899/19), que estabelecerá regras para a negociação de dívidas com a União. A Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) [&#8230;]]]></description>
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<p>A categoria que mais gera emprego e renda no País, as Micro e Pequenas Empresas (MPEs), terá a oportunidade de ser protagonista no debate sobre a Medida Provisória do Contribuinte Legal (MP 899/19), que estabelecerá regras para a negociação de dívidas com a União. A Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) vai receber uma audiência pública da Comissão Mista, formada por deputados e senadores, que analisa a MP no Congresso Nacional. O encontro ocorrerá em fevereiro, em data ainda a ser definida.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="241" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/09/simples-nacional-1024x241.jpg" alt="Contribuinte Legal" class="wp-image-5034" title="Micro e Pequenas Empresas: MP do Contribuinte Legal 2" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/09/simples-nacional-1024x241.jpg 1024w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/09/simples-nacional-920x216.jpg 920w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/09/simples-nacional-300x71.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/09/simples-nacional-768x180.jpg 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/09/simples-nacional-1080x254.jpg 1080w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/09/simples-nacional.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



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<p>A chance dos empreendedores se manifestarem é resultado do trabalho do
deputado federal e vice-presidente da Facesp, Marco Bertaiolli, escolhido como
relator do projeto.</p>



<p>“Este é um momento muito importante, uma vez que a MP será transformada em
uma lei que definirá as regras de como as negociações de dívidas tributárias
com o Governo Federal passarão a ser realizadas. Desta forma, os chamados Refis
deixarão de existir”, explicou Bertaiolli. A medida provisória 899/19 prevê a
redução de juros, multa e oferece a possibilidade de parcelamento dos valores.</p>



<p>O deputado federal, que também é presidente da Frente Parlamentar em Defesa
das Associações Comerciais do Brasil, lembrou que, assim que o texto chegou ao
Congresso Nacional, “a Facesp, os vice-presidentes da Federação e,
principalmente, o presidente Alfredo&nbsp;Cotait, não mediram esforços para que
as micro e pequenas empresas pudessem participar ativamente das discussões”.</p>



<p>“Foi esta mobilização que resultou na oportunidade e na grande
responsabilidade de relatar um projeto desta magnitude”, afirmou Bertaiolli.
“Nada mais justo que levar uma discussão com tamanha seriedade a uma entidade
que tem como missão a defesa dos interesses das micro e pequenas empresas”,
afirmou o parlamentar.</p>



<p><strong>INCLUSÃO DO SIMPLES</strong></p>



<p>Antes mesmo de ser escolhido como relator, Bertaiolli já trabalhava para reparar o que considera um erro da MP. O texto original, encaminhado pelo presidente Jair Bolsonaro, exclui o regime tributário do Simples Nacional. Na prática, isto significa que a grande maioria das MPEs ficaria de fora.</p>



<p>Assim que a MP foi enviada ao Congresso, Bertaiolli apresentou uma emenda
que solicitava a inclusão do Simples. “Como defensor deste segmento tão
importante para a economia do nosso País, passamos a atuar para reverter esta
situação e incluir as empresas de pequeno porte na concessão de benefícios
fiscais”, argumentou. E, logo após ser escolhido como relator, o
vice-presidente da Facesp já se reuniu com o procurador-geral da Fazenda, Levi
Mello, para tratar sobre esta inclusão.</p>



<p>O presidente da Facesp, Alfredo&nbsp;Cotait&nbsp;Neto, afirma que, caso o
projeto passe a compreender os pequenos e médios empresários, “haverá um
importante fomento de novos negócios”.</p>



<p>Representante de 420 Associações Comerciais de todo o Estado de São Paulo, que defendem os interesses de mais de 200 mil empreendedores, sendo a maioria absoluta formada por MPEs, a Facesp apoia, de forma incondicional, a inclusão dos empresários optantes do Simples que, em 2019, foram responsáveis pela por oito em cada dez postos de trabalho criados País.</p>



<p>A Comissão Mista foi instituída em dezembro. O grupo é presidido pelo
senador Luiz Osvaldo Pastore.&nbsp;Além da audiência pública na Facesp, outras
reuniões, com diversos segmentos, serão realizadas. O prazo de conclusão dos
trabalhos será no final de março.</p>



<p><em>Sobre a <a href="https://www.facesp.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Facesp (abre numa nova aba)">Facesp</a>: A Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), com 56 anos de existência, promove a união das “forças vivas” do Estado de São Paulo, estimulando os empreendedores paulistas a participar da vida política, econômica e social do Estado e do País.</em></p>



<p>Conteúdo Original <a href="https://www.jornalcontabil.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">Jornal Contábil</a></p>
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		<title>Bolsonaro assina MP para solucionar conflitos entre União e devedores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2019 12:30:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Contribuinte Legal]]></category>
		<category><![CDATA[Receita]]></category>
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					<description><![CDATA[Bolsonaro assina MP para solucionar conflitos entre União e devedores.O presidente Jair Bolsonaro assinou dia 16/10/2019 a Medida Provisória (MP) do Contribuinte Legal, que visa à regularização e resolução de conflitos fiscais entre a administração federal e os contribuintes devedores da União. “É mais uma medida que visa a atender os anseios de muitos, não [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" width="822" height="513" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/07/015-contabilidade-online-e-contabilidade-digital-qual-diferenca-capa.jpg" alt="Bolsonaro assina MP para solucionar conflitos" class="wp-image-7852" title="Bolsonaro assina MP para solucionar conflitos entre União e devedores 3" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/07/015-contabilidade-online-e-contabilidade-digital-qual-diferenca-capa.jpg 822w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/07/015-contabilidade-online-e-contabilidade-digital-qual-diferenca-capa-768x479.jpg 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/07/015-contabilidade-online-e-contabilidade-digital-qual-diferenca-capa-400x250.jpg 400w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/07/015-contabilidade-online-e-contabilidade-digital-qual-diferenca-capa-300x187.jpg 300w" sizes="(max-width: 822px) 100vw, 822px" /></figure>



<p><strong>Bolsonaro assina MP para solucionar conflitos entre União e devedores.</strong><br />O presidente Jair Bolsonaro assinou dia 16/10/2019 a Medida Provisória (MP) do Contribuinte Legal, que visa à regularização e resolução de conflitos fiscais entre a administração federal e os contribuintes devedores da União. “É mais uma medida que visa a atender os anseios de muitos, não só quem tem alguma dívida, bem como quem queira empreender”, disse o presidente, durante cerimônia no Palácio do Planalto.</p>



<p>Segundo Bolsonaro, além de “dar uma segunda chance a quem não deu certo no passado e tem uma dívida grande”, a MP está “ajudando muito magistrados pelo Brasil que têm sobre sua mesa uma quantidade enorme de processos que tratam de natureza tributária”. Para o presidente, o governo está deixando de ser “socialista na economia”, ficando mais enxuto, e deixando o ambiente de negócios mais leve e mais empreendedor.</p>



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<p>“Há uma interferência enorme por parte do Estado em cima de quem produz, e nós não podemos olhar para o contribuinte, [para] quem produz, e termos uma ideia de que ali tem apenas uma fonte de renda para nós”, disse, apelidando a medida de MP da Segunda Chance.</p>



<p>De acordo com o Ministério da Economia, a MP prioriza as soluções negociadas e busca a redução de litígios e, com isso, pode auxiliar na regularização de 1,9 milhão de devedores, com débitos que somam R$ 1,4 trilhão, e encerrar centenas de milhares de processos que envolvem mais de R$ 640 bilhões.</p>



<p>Novo mecanismo<br />O procurador-geral da Fazenda Nacional, José Levi, explicou que a MP regulamenta a transação tributária, prevista no Artigo 171 do Código Tributário Nacional (Lei nº 5.172, de 1966). O mecanismo, segundo Levi, é uma alternativa fiscalmente justa à prática de parcelamentos especiais (Refis), “comprovadamente ineficientes, porque beneficiam contribuintes perfeitamente viáveis, em plenas condições de cumprimento das obrigações tributárias”.</p>



<p>“Por outro lado, esses mesmos parcelamentos, esses Refis, não atendem a contento contribuintes em situação econômico-financeira verdadeiramente degradada”, disse.</p>



<p>Segundo Levi, o Refis é simplesmente um parcelamento, já a transação tributária terá uma segmentação qualitativa dos devedores, com critérios diferenciados. Neste contexto, observando os princípios da isonomia e transparência, a MP prevê que a concessão de benefícios fiscais apenas se dará nos casos de comprovada necessidade e mediante avaliação individual da capacidade contributiva do devedor.</p>



<p>Para o secretário Especial de Fazenda, Waldery Rodrigues, que a medida deve impactar positivamente o orçamento de 2019, mas o impacto será mais forte em 2020. O Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) para 2020, encaminhado ao Congresso Nacional em 30 de agosto, diz que R$ 89 milhões precisam ser recompostos e, segundo o secretário, a MP do Contribuinte Legal já é um dos mecanismos adotado pelo governo para essa recomposição.</p>



<p><strong>Fonte: <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Agência Brasil (abre numa nova aba)">Agência Brasil</a></strong></p>
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