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	<title>Contador &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<description>Software de Gestão Empresarial</description>
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	<title>Contador &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>Os covenants e a contabilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2020 13:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[antecipação do empréstimo]]></category>
		<category><![CDATA[Contador]]></category>
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					<description><![CDATA[Os covenants e a contabilidade.Os covenants são disciplinas financeiras impostas pelas instituições financeiras com o objetivo de estabelecer determinados limites e/ou regras, com o objetivo de mitigar os riscos quanto ao recebimento dos recursos emprestados às empresas. Ao impor certos limites, essas disciplinas fazem com que os gestores tomem cuidados e adotem estratégias adequadas para [&#8230;]]]></description>
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<p><strong><em>Os covenants e a contabilidade.</em></strong><br />Os <em>covenants</em> são disciplinas financeiras impostas pelas instituições financeiras com o objetivo de estabelecer determinados limites e/ou regras, com o objetivo de mitigar os riscos quanto ao recebimento dos recursos emprestados às empresas. Ao impor certos limites, essas disciplinas fazem com que os gestores tomem cuidados e adotem estratégias adequadas para não quebrá-las, evitando assim o vencimento imediato/antecipado do empréstimo obtido.</p>



<p>São diversos os tipos de <em>covenants</em>/disciplinas que estão inseridos nos contratos e que podem ser financeiros e/ou não financeiros. Como exemplo, podemos citar:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><em>Covenants financeiros</em></strong></h3>



<p>a) Não ultrapassar determinada relação/índice de EBITDA/Dívida.</p>



<p>b) Manter índices mínimos de liquidez.</p>



<p>c) Não ultrapassar determinado valor de dívida bruta.</p>



<p>d) Não emprestar os recursos captados para partes relacionadas.</p>



<p>e) Não distribuir ou limitar a distribuição de dividendos enquanto não forem liquidados os empréstimos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><em>Covenants não financeiros</em></strong></h3>



<p>a) Não alterar a estrutura societária sem comunicar a instituição financeira.</p>



<p>b) Entregar demonstrações contábeis auditadas por auditor independente.</p>



<p>c) Não comprovação física e/ou financeira da realização do projeto e/ou da aplicação dos recursos do financiamento em finalidade diversa da prevista em contrato.</p>



<p>d) Alteração no projeto financiado sem a devida autorização.</p>



<p>e) Inclusão de novos sócios que cerceiem o controle dos atuais acionistas.</p>



<p>Normalmente são colocadas cláusulas contratuais mencionando que em uma eventual quebra dessas disciplinas a instituição financeira <strong>PODERÁ </strong>exigir o vencimento antecipado do valor integral dos recursos emprestados. Assim, a decisão de liquidar, antecipadamente ou não, é da instituição financeira e, portanto, a dívida que seria paga no longo prazo (superior a 12 meses ou mais) poderá ser exigida imediatamente.</p>



<p>Nesse contexto, considerando a data-base de divulgação das demonstrações contábeis, o que a Administração e a Contabilidade devem providenciar à luz das práticas contábeis adotadas no Brasil?</p>



<p>Existem dois pronunciamentos contábeis que devem ser observados que são:</p>



<p>CPC 26 ( R1) – Apresentação das demonstrações contábeis</p>



<p><em>Item 72 A entidade deve classificar os seus passivos financeiros como circulantes quando a sua liquidação estiver prevista para o período de até doze meses após a data do balanço, mesmo que:&nbsp;</em></p>



<p><em>(a) o prazo original para sua liquidação tenha sido por período superior a doze meses; e&nbsp;</em></p>



<p><em><strong>(b) um acordo de refinanciamento, ou de reescalonamento de pagamento a longo prazo seja completado após a data do balanço e antes de as demonstrações contábeis serem autorizadas para sua publicação. (Grifos nossos)</strong></em></p>



<p><em><strong>Item 74. Quando a entidade quebrar um acordo contratual (covenant) de um empréstimo de longo prazo (índice de endividamento ou de cobertura de juros, por exemplo) ao término ou antes do término do período de reporte, tornando o passivo vencido e pagável à ordem do credor, o passivo deve ser classificado como circulante mesmo que o credor tenha concordado, após a data do balanço e antes da data da autorização para emissão das demonstrações contábeis, em não exigir pagamento antecipado como consequência da quebra do covenant. O passivo deve ser classificado como circulante porque, à data do balanço, a entidade não tem o direito incondicional de diferir a sua liquidação durante pelo menos doze meses após essa data. (Grifos nossos)</strong></em></p>



<h3 class="wp-block-heading">CPC 24 – Eventos subsequentes</h3>



<p><em>Item 10. A entidade não deve ajustar os valores reconhecidos em suas demonstrações contábeis por eventos subsequentes que são indicadores de condições <strong>que surgiram após o período contábil a que se referem as demonstrações. (Grifos nossos)</strong></em></p>



<p>Como se pode verificar nas normas citadas, as dívidas de empréstimos e/ou financiamentos nos quais existe a possibilidade de exigência da liquidação da dívida de forma antecipada&nbsp; e a critério da instituição, ainda que tenha o <em>waiver</em> (perdão do vencimento antecipado) posterior à data-base do relatório, mas antes da data de emissão deve ser reclassificada para o passivo circulante.&nbsp;</p>



<p>Para evitar o estresse e o calor das discussões na preparação das demonstrações contábeis, seguem algumas considerações/sugestões:&nbsp;</p>



<p><strong>a.</strong> É responsabilidade primária do contador e da administração, atentar-se para as práticas contábeis adotadas no Brasil quanto ao atingimento das disciplinas financeiras e não financeiras, assim como adequada classificação das dívidas no passivo circulante ou não circulante no balanço. Não precisa esperar o pronunciamento do auditor.</p>



<p><strong>b. </strong>Ao assinar o contrato, os executivos responsáveis pela contratação dos empréstimos precisam envolver o contador nas discussões para avaliar os impactos à luz das práticas contábeis. Depois não adianta questionar a regra contábil.</p>



<p><strong>c. </strong>É preciso deixar claro no contrato a composição e a metodologia dos <em>covenants</em> a ser considerados. Exemplo: relação EBITDA/Dívida. Nesse caso, qual será a fórmula do EBITDA a ser adotado? O tradicional ou o ajustado? Qual dívida a ser considerada? Aliás, sobre o impacto das práticas contábeis no EBITDA, vide artigo de 8 de novembro de 2019.</p>



<p><strong>d. </strong>É preciso observar o comportamento dos <em>covenants</em> ao longo do ano e antecipar as discussões com as instituições financeiras para obtenção do <em>waiver</em> até a data do reporte.</p>



<p><strong>e. </strong>Para as empresas que possuem outros agentes de Governança Corporativa, como conselhos, <em>compliance</em> etc., estes precisam observar e acompanhar o cumprimento das cláusulas e das regras contábeis.</p>



<p>Tendo em vista o cenário econômico atual com provável queda nos resultados e aumento no endividamento, é muito importante que as empresas acompanhem essas disciplinas financeiras, quando aplicável, evitando assim discussões desnecessárias em relação às regras contábeis e, consequentemente, correta apresentação das demonstrações contábeis.</p>



<p><strong>Marcelo José de Aquino – Sócio da <a href="https://home.kpmg/br/pt/home.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">KPMG no Brasil</a></strong></p>



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			</item>
		<item>
		<title>Contador consultor: Como se tornar um?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Sep 2019 11:30:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[consultor]]></category>
		<category><![CDATA[Contador]]></category>
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					<description><![CDATA[Qual é o papel do contador em uma empresa? Se você perguntar a qualquer profissional de contabilidade, muitos responderão que cabe a eles organizar a documentação, as finanças e os pagamentos de tributos de uma companhia. Essas atividades são padrão e de fato elas devem ser cumpridas. Mas já passamos da época em que a profissão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Qual é o papel do contador em uma empresa? Se você perguntar a qualquer profissional de contabilidade, muitos responderão que cabe a eles organizar a documentação, as finanças e os pagamentos de tributos de uma companhia.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" width="820" height="312" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/05/Design-sem-nome-4.png" alt="Contador consultor" class="wp-image-7325" title="Contador consultor: Como se tornar um? 2" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/05/Design-sem-nome-4.png 820w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/05/Design-sem-nome-4-300x114.png 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/05/Design-sem-nome-4-768x292.png 768w" sizes="(max-width: 820px) 100vw, 820px" /></figure>



<p>Essas atividades são padrão e de fato elas devem ser cumpridas. Mas já
passamos da época em que a profissão se resumia a isso. Hoje, buscar como ser
um contador consultor pode significar atender a uma das necessidades mais
requisitadas pelos empresários.</p>



<p>Obviamente, para que você possa chegar a uma condição como essa não se trata
de uma guinada que ocorrerá da noite para o dia. É preciso acumular uma certa
experiência e pensar além do desenvolvimento das funções que atualmente são
vistas como essenciais.</p>



<p>Você precisa fazer mais e melhor e os seus conselhos devem resultar em mais
oportunidades de negócio ou lucratividade para a empresa para a qual você
presta serviço.</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>





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<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<h2 class="wp-block-heading">1. Conheça o
impacto do seu trabalho</h2>



<p>O ditado popular diz que “se conselho fosse bom não era de graça”. De fato,
essa regra se aplica aos consultores. O que eles precisam oferecer para as
empresas são mais do que conselhos, são soluções, afinal você não está fazendo
isso sem custos, não é mesmo? Para que você possa ser assertivo em suas
sugestões, é preciso conhecer melhor o impacto delas.</p>



<p>Há muitas teorias no mundo contábil que no papel funcionam muito bem, mas na
prática nem sempre o resultado é o esperado. Assim, aprenda primeiro a observar
o todo de uma organização e qual é o real impacto de cada decisão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">2. Mostre com
números: use as métricas a seu favor</h2>



<p>Se há uma coisa na qual você deve ser bom é no manejo com os números. Porém, não use a sua habilidade apenas para dar bons resultados para os seus clientes, mostre também aos seus prospectos do que você é capaz de sugerir como decisão. Uma boa maneira de fazer isso é criando métricas simples que indiquem o quanto o seu trabalho pode impactar uma empresa.</p>



<p>Por exemplo, se a sua consultoria fez com que uma empresa aumentasse o
faturamento em 20%, use isso como um ponto a seu favor, mas mostre ao cliente
com números como isso aconteceu. Evite discursos vazios. Quando um cliente vê
que investindo um determinado valor no seu trabalho ele pode aumentar a sua
lucratividade no futuro, o que passa a ser discutido não é mais o “quanto
custa”, mas sim o “quando começar”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">3. Seja proativo:
relacionamento é tudo</h2>



<p>Uma boa parcela da definição que leva alguém a contratar um serviço de
consultoria é a empatia e confiança que o empresário e os gestores têm com o
consultor. E para conseguir isso não há outro jeito do que se não estreitar os
relacionamentos. Pense sempre da seguinte forma: “se eu fosse cliente, como eu
gostaria de ser atendido por esse consultor”?</p>



<p>Seja solícito, antecipe-se a eventuais problemas e esteja atento para propor
novas soluções e novos serviços sempre que for cabível. O empresário quer ver o
consultor como um parceiro e não como apenas mais um vendedor tentando vender
um serviço.</p>



<h2 class="wp-block-heading">4. Antes de tudo,
um gestor</h2>



<p>Muitos profissionais de contabilidade focam apenas na execução das tarefas. De fato, esse é um aspecto importante da profissão, mas ele não é o único a ser observado, especialmente se você almeja ter um papel de consultoria no dia a dia dos seus clientes. Será preciso desenvolver habilidades de gestão.</p>



<p>Por habilidades de gestão entenda a capacidade de fazer <a href="https://dbmsistemas.com/planejamento-financeiro-empresarial-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="planejamentos financeiros (abre numa nova aba)">planejamentos financeiros</a>, de aconselhar o cliente na tomada de decisão sobre investimentos e por elaborar estratégias de negócio que possam aumentar a lucratividade das empresas.</p>



<p>Note que não são todos os clientes que estarão dispostos a aceitar as suas
sugestões – e eles não têm obrigação de fazer isso. Porém, isso significa que
você precisará desenvolver também habilidades de liderança e persuasão em
negociação. Essas técnicas o ajudarão a ter maior poder de convencimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">5. Tenha um perfil
de público-alvo</h2>



<p>Ser consultor não é uma tarefa para qualquer contador. Esse é um tipo de
trabalho que requer conhecimentos específicos, experiência e muita dedicação
para compreender os problemas e as necessidades dos seus clientes. É preciso
desenvolver empatia com cenários muito distintos entre si.</p>



<p>Buscar a especialização em certos nichos de mercado pode ser um bom caminho,
pois isso dará a você uma maior autoridade em determinados temas. Por exemplo,
contadores consultores que atuam no setor de tecnologia terão mais facilidade
em obter bons resultados nesse nicho do que se tiverem que estudar quatro ou
cinco áreas diferentes.</p>



<p>A especialização não significa excluir outras áreas do seu radar, mas sim se
aprofundar em algumas delas. Seus conselhos em um determinado segmento podem se
tornar tão valiosos a ponto de seu escritório poder cobrar valores mais altos
por isso. É a sua experiência que fará a diferença.</p>



<h2 class="wp-block-heading">6. Seja claro ao
delegar tarefas</h2>



<p>Existem diversas maneiras de um contador atuar junto às empresas. Elas vão desde a formação de equipes para atendimento até o trabalho individual de profissionais de contabilidade autônomos. Independentemente do seu caso, o fato é que nem sempre será possível estar presente em todas as etapas do processo.</p>



<p>Portanto, o contador consultor precisa desenvolver a habilidade de delegar
tarefas, seja para os demais membros da sua equipe ou mesmo para funcionários e
gestores das empresas atendidas. Isso porque, mesmo com os seus conselhos,
algum trabalho de execução deverá ser feito – e o trabalho bem feito
proporcionará melhores resultados.</p>



<p>Em outros termos, o sucesso da sua estratégia depende da boa execução – algo
que nem sempre estará sob a sua responsabilidade. Por essa razão, ser claro na
delegação de tarefas e saber dialogar com seus clientes se torna um elemento
fundamental para o sucesso de cada jornada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">7. Aprenda a
antecipar problemas</h2>



<p>Você é capaz de identificar uma empresa que está caminhando para a
insolvência financeira? Uma vez tendo identificado esse problema em potencial,
você acredita que possa elaborar um plano que impeça que isso aconteça? Se você
respondeu “sim” a essas duas questões, então você está no caminho certo para a
prestação de consultoria.</p>



<p>O contador consultor precisa ter em mente que o trabalho executivo
tradicional da contabilidade é apenas o início do processo. Realizar o balanço
contábil de uma empresa não o torna um consultor; o trabalho de análise e
interpretação dos dados que você faz a partir do momento que o balanço está
pronto é que faz a diferença.</p>



<p>Os números, é claro, são “apenas” a base de tudo. Porém, cabe ao contador
interpretá-los para o cliente. É comum que as empresas atendidas não tenham o
mesmo conhecimento em finanças do que o seu. Por isso, é ao contador consultor
que cabe o papel de explicar o que está acontecendo e apontar quais são os
melhores caminhos para seguir.</p>



<h2 class="wp-block-heading">8. A forma de
abordagem é essencial</h2>



<p>Quando se trata de prospectar clientes em termos de contabilidade
consultiva, é comum que você encontre pelo caminho muitas empresas com
problemas financeiros, mas que não admitirão isso para você. Acredite, para
muitos gestores não é uma tarefa fácil concordar que as coisas não estão indo
bem – ou que poderiam estar melhores.</p>



<p>Por esse motivo, esse é um trabalho que pode ser bastante delicado,
requerendo tato por parte dos profissionais envolvidos. Uma vez que seu cliente
dê abertura para tal, mostre com números e indicativos precisos, que a situação
poderia ser diferente se determinadas medidas fossem tomadas.</p>



<p>Lembre-se: em muitos casos seus conselhos colocarão em xeque as decisões
tomadas pelo proprietário ou pelo gestor e muitos não se sentem confortáveis
com esse tipo de confrontação. A abordagem deve ser proativa e com fins de
auxílio, mas nunca acusativa ou com um tom crítico. Você está iniciando uma
parceria e não penalizando alguém pelos seus erros.</p>



<h2 class="wp-block-heading">9. Domine as
ferramentas e se especialize</h2>



<p>Um contador que esteja disposto a se tornar um consultor precisa estar na
vanguarda do conhecimento. Para isso, apenas acompanhar as mudanças
legislativas no dia a dia não é suficiente. Você precisa conhecer as
ferramentas disponíveis no mercado e saber como tirar proveito de cada uma
delas em diferentes circunstâncias.</p>



<p>Sabe aquelas pessoas que quando veem uma novidade já torcem o nariz porque isso vai mexer naquilo que elas estão acostumadas? Não seja essa pessoa. Busque sempre conhecer as novidades e tente se tornar um especialista nas principais ferramentas. Quem começa a corrida primeiro ganha uma boa vantagem contra os competidores.</p>



<h2 class="wp-block-heading">10. Defina prioridades</h2>



<p>Nenhuma empresa é perfeita e, por melhor que seja o seu trabalho, nenhuma
empresa chegará à perfeição. Sempre haverá espaço para melhorias e para novas
sugestões. Por essa razão, é preciso ter cuidado na hora de identificar os
problemas: busque resolver primeiro aqueles que são mais urgentes ou que terão
maior impacto positivo no negócio.</p>



<p>O trabalho de consultoria é um ato contínuo e que muitas vezes envolve a
tomada de decisões que vão além da sua competência. É preciso deixar claro para
o cliente quais problemas estão sendo abordados e qual será o impacto potencial
dos seus conselhos.

Além disso, muitas das soluções têm prazos para
surtirem efeitos. Não é da noite para o dia que se recupera uma empresa que vem
mal já há algum tempo. Tenha paciência e, acima de tudo, seja didático com os
seus clientes para mostrar a eles o que está sendo feito, quais melhorias
ocorreram e em que posição é possível chegar. Seja realista, não venda ilusões
com números inalcançáveis.



</p>
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