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	<title>construção civil &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<description>Software de Gestão Empresarial</description>
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	<title>construção civil &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>Nova NR 18 aumenta segurança dos trabalhadores e estimula modernização na construção civil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Feb 2020 12:12:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção & Incorporação]]></category>
		<category><![CDATA[Folha]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[NR 18]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos normativos setoriais mais importantes na área da saúde e segurança dos trabalhadores, a Norma Regulamentadora NR 18, que trata das condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção, teve seu novo texto apresentado nesta segunda-feira (10). Com a redação atualizada, as regras de proteção receberam reforço e os empregadores ganharam mais [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="299" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/08/segurana-do-trabalho-1024x299.jpg" alt="NR 18" class="wp-image-7933" title="Nova NR 18 aumenta segurança dos trabalhadores e estimula modernização na construção civil 1" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/08/segurana-do-trabalho-1024x299.jpg 1024w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/08/segurana-do-trabalho-920x268.jpg 920w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/08/segurana-do-trabalho-768x224.jpg 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/08/segurana-do-trabalho-1080x315.jpg 1080w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/08/segurana-do-trabalho-300x87.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/08/segurana-do-trabalho.jpg 1149w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><br />Um dos normativos setoriais mais importantes na área da saúde e segurança dos trabalhadores, a Norma Regulamentadora NR 18, que trata das condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção, teve seu novo texto apresentado nesta segunda-feira (10). Com a redação atualizada, as regras de proteção receberam reforço e os empregadores ganharam mais autonomia para definir as medidas de prevenção a acidentes e adoecimentos e para uso de novas tecnologias construtivas.</p>



<p>Todo processo de discussão sobre a modernização da NR passou pela Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTTP), que aprovou a redação por unanimidade entre trabalhadores, empregadores e o governo. Pelo menos 2 milhões de trabalhadores formais e 400,5 mil empreendimentos do setor devem ser diretamente beneficiados pelas mudanças, que foram apresentadas em São Paulo, em evento organizado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e pelo Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional) no no Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias da Construção Civil de São Paulo (Sintracon-SP).</p>



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<h4 class="wp-block-heading"><strong>Autonomia das empresas</strong></h4>



<p>Uma das mudanças mais significativas da NR para os empregadores é sobre a maneira de executar os planos de segurança. Antes, a norma, além de dizer o que deveria ser feito para prevenir acidentes, descrevia exatamente como seria a estratégia de prevenção. Isto deixava a tarefa engessada e prejudicava até o uso de novas tecnologias construtivas, muitas vezes mais seguras do que os equipamentos tradicionais.</p>



<p>Com o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), o normativo possibilitará uma efetiva gestão dos riscos existentes pelo responsável pela obra. A elaboração do PGR fica a cargo de um engenheiro responsável, no caso de obras com mais de sete metros de altura e 10 trabalhadores, ou de um técnico em segurança no trabalho, em empreendimentos menores. Esta obrigação será das construtoras e não de seus fornecedores contratados, mas os fornecedores terão a obrigação de produzir um inventário de riscos de atividades para que eles sejam considerados no programa.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Regra harmônica</strong></h4>



<p>Para o coordenador da bancada empresarial e representante do Conselho Nacional de Saúde na CTPP, Clovis Queiroz, o conjunto da nova norma ficou mais simples, fácil de ser interpretado e moderno, o que beneficia empregadores e trabalhadores. “Houve uma simplificação e uma harmonização com todo o trabalho que estamos fazendo, o que deixa o resultado melhor tanto para quem precisa aplicar as regras quanto para os trabalhadores. E todos os aspectos de saúde e segurança estão abordados na nova norma”, explicou.<br /><br />Antes, pela redação anterior da norma, cada empresa que trabalhasse em uma obra precisava elaborar seu próprio plano de segurança, que nem sempre harmonizava com os demais, causando insegurança. Agora, a construtora responsável pela obra deve ter um PGR único, que levará em conta os riscos de todos os trabalhadores envolvidos na obra.</p>



<p>Na visão do coordenador da bancada dos trabalhadores e representante da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Washington Santos (Maradona), o processo de revisão da NR 18 mira um público que merece atenção especial: o trabalhador da construção civil. “Conseguimos construir a nova redação da NR 18 com consenso. É uma norma que vem para facilitar e preservar a vida do trabalhador. Conseguimos avançar muito”, afirmou.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Saúde e segurança aos trabalhadores</strong></h4>



<p>Entre as alterações mais importantes para os trabalhadores, está a definição de novos critérios para uso do tubulão, método comum para perfurações profundas na construção civil. A partir da vigência da norma, as empresas terão prazo de 24 meses para abolir o uso do tubulão com ar comprimido, tarefa considerada de alto risco para os trabalhadores. E as escavações manuais ficarão limitadas a 15 metros de profundidade.</p>



<p>Também fica obrigatória a climatização em máquinas autopropelidas (que possuem movimento próprio) com mais de 4,5 mil quilos e em equipamentos de guindar. Os contêineres marítimos originalmente utilizados em transporte de cargas não poderão mais ser usados em áreas de vivência dos trabalhadores, como refeitórios, vestiários ou escritórios de obras. Há ainda novas regras, mais seguras, para execução de escavações e para trabalho a quente (soldagem e esmerilhamento, por exemplo).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Modernização das NRs</strong></h4>



<p>Desde fevereiro de 2019, quando o trabalho foi iniciado, já foram totalmente revisadas, além da NR 18, a <a href="http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-n-915-de-30-de-julho-de-2019-207941374" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">NR 1</a>,que trata das disposições gerais sobre saúde e segurança; <a href="http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-n-1.068-de-23-de-setembro-de-2019-217774385" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">NR 3</a>, sobre embargo e interdição; <a href="http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-n-916-de-30-de-julho-de-2019-208028740" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">NR 12</a>, de segurança do trabalho em máquinas e equipamentos; <a href="http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-n-1.360-de-9-de-dezembro-de-2019-232398878" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">NR 20</a>, sobre inflamáveis e combustíveis; <a href="http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-n-1.066-de-23-de-setembro-de-2019-217773245" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">NR 24</a>, que trata das condições de higiene e conforto nos locais de trabalho; e <a href="http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-n-1.067-de-23-de-setembro-de-2019-217774300" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">NR 28</a>, de fiscalização e penalidades.</p>



<p>A NR 2, sobre inspeção prévia, foi revogada. Houve ainda revisão do anexo sobre calor da <a href="http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-n-1.359-de-9-de-dezembro-de-2019-232663857" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">NR 15</a> e do item sobre periculosidade do combustível para consumo próprio da <a href="http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-n-1.357-de-9-de-dezembro-de-2019-232397827" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">NR 16</a>.<br /><br />Estimativas da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia apontam para uma redução de custos de quase R$ 5 bilhões na indústria da construção em 10 anos com a entrada em vigor da nova redação.</p>



<p>O cálculo se baseia em informações da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), considerando a desburocratização apresentada pelo novo texto, a possibilidade da adoção de melhores práticas de gestão e as melhorias das regras de saúde e segurança.</p>



<p>Fonte <a href="http://www.praticasdepessoal.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Blog Práticas de Pessoal (abre numa nova aba)">Blog Práticas de Pessoal</a></p>
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		<title>TJ-SP impede prefeituras de cobrar valor fixo de ISS de construtoras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Zuleica Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Aug 2019 12:14:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Construção & Incorporação]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[ISS]]></category>
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					<description><![CDATA[O setor de construção civil tem conseguido diminuir os valores de Imposto sobre Serviços (ISS) de empreendimentos imobiliários em diversosmunicípios do Estado de São Paulo, entre eles a capital, Campinas, Ribeirão Preto e Sorocaba. O Tribunal de Justiça paulista (TJ-SP) tem amplajurisprudência contrária à cobrança de valor fixo por metro quadrado &#8211; por meio da [&#8230;]]]></description>
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<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" width="529" height="480" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2014/05/imobiliario.jpg" alt="valor fixo de ISS de construtoras" class="wp-image-213" title="TJ-SP impede prefeituras de cobrar valor fixo de ISS de construtoras 2" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2014/05/imobiliario.jpg 529w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2014/05/imobiliario-300x272.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2014/05/imobiliario-500x454.jpg 500w" sizes="(max-width: 529px) 100vw, 529px" /></figure></div>



<p>O setor de construção civil tem conseguido diminuir os valores de Imposto sobre Serviços (ISS) de empreendimentos imobiliários em diversos<br />municípios do Estado de São Paulo, entre eles a capital, Campinas, Ribeirão Preto e Sorocaba. O Tribunal de Justiça paulista (TJ-SP) tem ampla<br />jurisprudência contrária à cobrança de valor fixo por metro quadrado &#8211; por meio da chamada pauta fiscal mínima. </p>



<p> A cobrança é feita no fim da obra às construtoras, que são responsáveis por reter os valores de ISS. Os municípios estabelecem um valor mínimo para os serviços executados em um metro quadrado e sobre ele incide o imposto. Em São Paulo, o valor é de R$ 905,55 para um apartamento residencial médio, segundo a Portaria nº 209, editada neste ano pela Secretaria Municipal da Fazenda.Caso esse construtor aprove, execute e averbe uma construção de mil metros quadrados, automaticamente a municipalidade presumirá terem sido tomados R$ 905,55 mil em serviços. Sobre esse total, incidiria uma alíquota de 5%, totalizando R$ 45 mil de ISS, ainda que o construtor comprove, por meio de notas fiscais e/ou outros documentos ter gasto apenas R$ 500 mil em serviços, prevalecerá para a prefeitura o valor arbitrado em pauta. </p>



<p> Os Fiscos municipais têm se baseado em leis locais para aplicar a cobrança. O Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo (Sinduscon-SP) afirma que essa forma de apuração não condiz com a realidade do setor porque o imposto a ser recolhido deve levar em consideração o serviço empregado. E cada obra é diferente da outra, uma emprega mais tecnologia, outra mais mão de obra, não dá para tabelar. </p>



<p>(Fonte: <a href="https://www.valor.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Valor Econômico</a>) </p>



<div class="wp-block-button is-style-squared"><a class="wp-block-button__link has-background has-vivid-red-background-color" href="https://www.youtube.com/watch?v=kIkEiXawBGU&amp;feature=youtu.be" target="_blank" rel="noopener"> Venha conhecer o ERP Spalla para gestão de Construtoras e Incorporadoras </a></div>
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		<title>Governo deve acabar com direcionamento de recurso da poupança para SFH</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Zuleica Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jul 2018 21:12:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção & Incorporação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo estuda uma série de mudanças nas regras para o financiamento imobiliário, para dar maior flexibilidade ao setor. Uma das propostas acaba com a obrigatoriedade de os bancos direcionarem 80% dos recursos para o Sistema Financeiro da Habitação (SFH). Em vez disso, a ideia é que esse percentual seja direcionado para imóveis residenciais. Hoje, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2015/12/incorporacao-capa.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-932" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2015/12/incorporacao-capa-300x123.jpg" alt="incorporacao capa" width="300" height="123" title="Governo deve acabar com direcionamento de recurso da poupança para SFH 5" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2015/12/incorporacao-capa-300x123.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2015/12/incorporacao-capa-920x378.jpg 920w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2015/12/incorporacao-capa-1024x420.jpg 1024w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2015/12/incorporacao-capa-1080x443.jpg 1080w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2015/12/incorporacao-capa.jpg 1418w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>O governo estuda uma série de mudanças nas regras para o financiamento imobiliário, para dar maior flexibilidade ao setor. Uma das propostas acaba com a obrigatoriedade de os bancos direcionarem 80% dos recursos para o Sistema Financeiro da Habitação (SFH). Em vez disso, a ideia é que esse percentual seja direcionado para imóveis residenciais. Hoje, os bancos têm de utilizar 65% da captação da poupança no crédito imobiliário. Esse percentual não deve mudar, mas o direcionamento dele, sim. A divisão atual prevê que pelo menos 80% desses recursos sejam destinados ao SFH, e o restante, à carteira hipotecária e ao Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI). Na proposta em discussão, os bancos passarão a direcionar no mínimo 80% do funding da poupança para imóveis residenciais e o restante para outros segmentos imobiliários. Outra alteração, segundo fonte que acompanha as conversas com o governo, é o fim da obrigatoriedade do uso da TR para<br />
indexar os contratos do SFH. O governo pode também acabar com o teto de 12% ao ano existente para a taxa de crédito cobrada nas operações do SFH. Nas operações com recursos do FGTS, hoje concentradas pela Caixa e pelo Banco do Brasil (em menor escala), a TR continuará sendo obrigatória, assim como o teto de 12% ao ano. Outra mudança que pode ser aprovada hoje é a ampliação do teto do valor da unidade que pode ser financiada com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para R$ 1,5 milhão. O valor máximo financiado pelo FGTS é, atualmente, de R$ 950 mil em São Paulo, no Rio de Janeiro e no Distrito Federal e de R$ 800 mil nas demais cidades, assim como ocorre no SFH. (Fonte Valor Econômico)</p>
<p><a href="http://dbmsistemas.com"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-4394" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/07/BOTÃO-Conheça-o-ERP-Spalla-3-300x46.png" alt="BOTÃO Conheça o ERP Spalla 3" width="235" height="36" title="Governo deve acabar com direcionamento de recurso da poupança para SFH 6" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/07/BOTÃO-Conheça-o-ERP-Spalla-3-300x46.png 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/07/BOTÃO-Conheça-o-ERP-Spalla-3-920x141.png 920w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/07/BOTÃO-Conheça-o-ERP-Spalla-3-768x117.png 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/07/BOTÃO-Conheça-o-ERP-Spalla-3.png 955w" sizes="auto, (max-width: 235px) 100vw, 235px" /></a></p>
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