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	<title>Compliance Empresarial &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>Compliance Empresarial: Uma forma de reduzir custos em 2020</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2020 12:37:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
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<p>É melhor prevenir do que remediar? As empresas estão levando cada dia mais esse conselho a risca e adotando programas de Compliance Empresarial com o intuito de evitar riscos. Para se ter uma  ideia, cerca de 97% das instituições já adotaram o Programa de Integridade, segundo a 4ª edição da Pesquisa Maturidade do <em>Compliance</em> no Brasil, realizada este ano pela KPMG. O termo que significa ‘estar em conformidade com todas as normas’,  ganhou ainda mais espaço, após a implementação da Lei Anticorrupção Brasileira, Lei 12.846/13, que estipula severas punições às pessoas jurídicas que comentam a prática de atos contra a administração pública nacional ou estrangeira.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="538" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/10/Compliance-1024x538.png" alt="Compliance Empresarial" class="wp-image-5416" title="Compliance Empresarial: Uma forma de reduzir custos em 2020 1" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/10/Compliance-1024x538.png 1024w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/10/Compliance-920x483.png 920w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/10/Compliance-300x158.png 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/10/Compliance-768x403.png 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/10/Compliance-1080x567.png 1080w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/10/Compliance.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>





<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-background has-vivid-red-background-color no-border-radius" href="https://dbmsistemas.com/contabilidade-e-fiscal/">Conheça a Gestão Fiscal-Contábil do DBM Spalla</a></div>



<p>De acordo com Rubens Leite, sócio-gestor da RGL advogados, o compliance é fundamental dentro das organizações e pode evitar grandes crises. “Essa medida possibilita enxergar e criar um programa de prevenção de riscos dentro da instituição, que vai garantir um resultado futuro baseado em redução de custos e melhora de resultados. Além disso, o  compliance tem várias facetas que envolvem diversas áreas da organização, então você tem desde compliance ligados a transparência, regulatórios, anticorrupção, trabalhista, consumidor, entre outros. A medida também cria uma série de normas, regras de condutas e processos internos para evitar problemas”, explica.</p>



<p>Ainda de acordo com ele, o primeiro passo para implementar o Compliance Empresarial é eleger as áreas dentro da empresa que têm mais riscos. “É preciso entender o segmento de mercado da empresa, para que assim, se possa eleger os setores que podem gerar algum risco, seja regulatório, trabalhista, contratual e até operacional. A  partir disso, é imprescindível criar uma série de normas internas, a fim de se evitar transtornos, tudo isso, com mecanismos de monitoramento e controle”, aconselha o advogado. </p>



<p>Abaixo, ele lista quatro motivos para implementar o Compliance&nbsp; na
empresa. Confira:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1 – Prevenção de riscos</strong>: </h3>



<p>Um dos maiores benefícios de ter o Compliance na empresa é evitar transtornos tanto na justiça, como na organização interna da corporação. De acordo com Rubens, um problema que muitas empresas enfrentam é o excesso de processos e desorganização com os direitos e deveres na área trabalhista. “Quando falamos de compliance trabalhista devemos levar em conta a implantação de uma série de normas, que vão garantir que haja uma segurança desde a contratação do novo colaborador até o processo de demissão”, conta.</p>



<p>Dessa forma a empresa cria uma proteção em caso de litígio futuro. “Esse processo começa  desde o momento da contratação, por exemplo, é necessário documentar quais são as capacidades e comportamentos exigidos naquele trabalho e sempre monitorar  se está acontecendo o cumprimento das normas da organização e do colaborador. Assim, e empresa tem uma normatização garantida, em eventual crise e risco do colaborar estar insatisfeito e entrar com uma reclamação trabalhista”, alerta Leite.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2 – Monitoramento para se implementar o compliance:</strong></h3>



<p>Dentro do compliance há sistemas de fiscalização e controle, desde a satisfação de clientes e colaboradores, como um canal de denúncias e outros sistemas de checagem para que haja uma conformidade entre todos na instituição. “Com esses pontos de checagem geramos um controle sobre o cumprimento das normas internas, havendo esse monitoramento é possível ter uma melhor estabilidade e garantir que todos os processos sejam aplicados de maneira correta e, eventualmente, extrair dados dos pontos de checagem e implementar melhorias diante de um plano de ação”, garante Rubens Leite.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3 – Segurança para a empresa e colaboradores:</strong></h3>



<p>Com a implementação do Compliance Empresarial, todos ganham<strong>. “</strong>Todas as partes são interessadas nesse processo,  porque é possível conferir segurança operacional, estabilidade jurídica, redução de custos, além de prever um problema e criar uma forma de resolvê-lo antes que se torne um risco para empresa. Esse é o grande segredo, é coração do Compliance”, diz o especialista.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4 –  Toda empresa pode implementar o programa de Compliance:</strong></h3>



<p>O primeiro passo é realizar um diagnóstico da empresa. “É importante você entender qual o nível de controle que a empresa já tem, como estão os processos internos, mapeá-los e, a partir disso, é possível ter uma base de qual a profundidade de sistema de Compliance que a instituição exige. Também é importante que se tenha um conhecimento claro da estrutura organizacional, para que tudo seja feito de forma planejada”, informa Leite.</p>



<p>Ainda de acordo com ele,  é necessário criar normas relacionadas ao código de conduta, sobre questões de  confiabilidade, concorrência, de prevenção à corrupção e relacionadas a todas as áreas da empresa. “É necessário monitorar e estar em conformidade desde questões simples como doações e patrocínio, até contratação de terceiros, e definir quais os critérios que devem ser utilizados em todos esses processos do Compliance”, aconselha Rubens Leite.</p>



<p>“Quando estamos diante de um cenário em que as empresas não querem mais surpresas, e sofrem da falta de segurança jurídica, precisamos nos preocupar com a prevenção, por isso, tantas empresas procuram implementar esse programa, para evitar imensos prejuízos, que são drasticamente evitados com um sistema de Compliance Empresarial”, finaliza o advogado. </p>



<p><em>Sobre Rubens Gonçalves
Leite: Advogado, especialista em Direito Empresarial e graduando em
Contabilidade pela FIPECAFI, entidade vinculada à FEA-USP.</em></p>



<p><em>A RGL Advogados é um escritório de advocacia focado em oferecer soluções jurídicas sólidas e multidisciplinares (full service) para o mercado corporativo nacional e internacional.</em> </p>



<p>Conteúdo Original <a href="https://www.jornalcontabil.com.br" target="_blank" rel="noopener">Jornal Contábil</a></p>
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