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	<title>Carga tributária &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<title>Carga tributária &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>Brasil lidera ranking de empresas que gastam mais tempo para calcular e pagar imposto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Mar 2021 15:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Leis & Tributos]]></category>
		<category><![CDATA[Carga tributária]]></category>
		<category><![CDATA[tempo para calcular e pagar imposto]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa do Banco Mundial aponta que as empresas brasileiras gastam 1.501 horas por ano com tributos. Brasil lidera ranking de empresas que gastam mais tempo para calcular e pagar imposto.Um relatório do Banco Mundial mostra que o Brasil é o país em que as empresas gastam o maior número de horas no mundo com gestão [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading">Pesquisa do Banco Mundial aponta que as empresas brasileiras gastam 1.501 horas por ano com tributos.</h4>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><a href="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/06/060618_2015_Conheatodos1-1.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="593" height="310" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/06/060618_2015_Conheatodos1-1.jpg" alt="Brasil lidera ranking de empresas que gastam mais tempo para calcular e pagar imposto" class="wp-image-4014" title="Brasil lidera ranking de empresas que gastam mais tempo para calcular e pagar imposto 1" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/06/060618_2015_Conheatodos1-1.jpg 593w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/06/060618_2015_Conheatodos1-1-300x157.jpg 300w" sizes="(max-width: 593px) 100vw, 593px" /></a></figure></div>



<p><strong><em>Brasil lidera ranking de empresas que gastam mais tempo para calcular e pagar imposto.</em></strong><br />Um relatório do Banco Mundial mostra que o Brasil é o país em que as empresas gastam o maior número de horas no mundo com gestão de tributos. É o lanterna do ranking de horas anuais dedicadas à burocracia dos impostos.</p>



<p>As empresas brasileiras gastam, em média, 1.501 horas por ano cuidando de obrigações relacionadas a tributos, considerando pequenas, médias e grandes. É cinco vezes a média gasta pelos países da América Latina e Caribe.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Impactos burocratização</strong></h3>



<p>Na prática, o custo tributário afeta a produtividade, competitividade e investimento estrangeiro.&nbsp;</p>



<p>“É o sistema mais complexo do mundo, surreal. Infelizmente, é mais um problema que colabora para a desindustrialização. Joga contra a produtividade, contra a economia, contra o próprio país. E, na ponta, atinge o consumidor, sempre a maior vítima”, destaca Patrick Sabatier, diretor de Relações Institucionais da L’Oréal Brasil.</p>



<p>A complexidade tributária é tamanha quando se fala em ICMS que pode tirar produtos do mercado, relata Marina Thiago, gerente de políticas públicas da Endeavor.</p>



<p>“Temos o exemplo de uma empresa de São Paulo que queria lançar uma feijoada congelada. Havia quatro alíquotas diferentes previstas, listando quase a receita pronta do prato, mas não se adequavam ao produto.”</p>



<p>Para ela, está faltando aproximação entre as empresas contribuintes e o Fisco:</p>



<p>“Há muitas zonas cinzentas nas legislações e nas atualizações de obrigações. É preciso acabar com tantas exceções e, também, que esses dois lados estejam na mesma página para incentivar a expansão dos negócios”, diz Marina.</p>



<p>O tempo gasto pelas empresas com a gestão de tributos relacionados a bens e serviços poderia cair em 68% com a aprovação de uma reforma tributária baseada nas propostas que estão no Congresso, como mostra um estudo da Endeavor.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Reforma tributária</strong></h3>



<p>Apesar da expectativa de aprovação da reforma tributária em oito meses, colocada pelos presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), como prioridade de suas gestões, a proposta segue parada no Congresso. O deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), relator do projeto, está trabalhando na versão final do documento, mas não há previsão para a leitura.</p>



<p>A Comissão Mista da Reforma Tributária, que tem como prazo final o dia 31 de março, não tem nenhuma atividade marcada para as próximas semanas. Os trabalhos da comissão já haviam sido prorrogados duas vezes e podem ser estendidos novamente.</p>



<p>Fonte: <a aria-label="Jornal Contábil (abre numa nova aba)" href="https://www.contabeis.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Portal Contábeis</a> por Danielle Nader</p>



<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-background has-vivid-red-background-color no-border-radius" href="https://dbmsistemas.com/contabilidade-e-fiscal/">Conheça a Gestão Fiscal Contábil do DBM Spalla</a></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Livro, artigo de luxo? Quanto custa e quanto pode custar um livro no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2020 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Carga tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Impostos]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto de reforma do governo federal prevê cobrança de contribuição para o setor de livros. Novo tributo pode encarecer obras em 20%, dizem editores. Quem quer proteger e quem quer criticar o mercado de livros no Brasil está em lados opostos do campo de batalha, mas utiliza o mesmo argumento: o preço é elevado e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading"><strong>Projeto de reforma do governo federal prevê cobrança de contribuição para o setor de livros. Novo tributo pode encarecer obras em 20%, dizem editores.</strong></h3>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="555" height="1024" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/08/custos-livro-555x1024.jpg" alt="custos livro" class="wp-image-11955" title="Livro, artigo de luxo? Quanto custa e quanto pode custar um livro no Brasil 2" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/08/custos-livro-555x1024.jpg 555w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/08/custos-livro-920x1698.jpg 920w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/08/custos-livro-163x300.jpg 163w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/08/custos-livro-768x1417.jpg 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/08/custos-livro-832x1536.jpg 832w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/08/custos-livro-980x1809.jpg 980w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/08/custos-livro-480x886.jpg 480w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/08/custos-livro.jpg 984w" sizes="(max-width: 555px) 100vw, 555px" /><figcaption>O que compõe o preço médio de um livro no Brasil — Foto: Arte/G1</figcaption></figure>



<p>Quem quer proteger e quem quer criticar o mercado de livros no Brasil está em lados opostos do campo de batalha, mas utiliza o mesmo argumento: o preço é elevado e faz do livro um artigo quase de luxo.</p>



<p>Se a primeira etapa da reforma tributária do governo federal&nbsp;enviada para o Congresso&nbsp;for aprovada, o setor perde a isenção de recolhimento de contribuição que tem atualmente. Assim, um&nbsp;novo tributo, estimado em 12%,&nbsp;passará a incidir sobre ele.&nbsp;Editores estimam que o livro fique 20% mais caro.</p>



<p>Para explicar o que compõe o valor do livro e qual será o impacto do possível tributo no mercado editorial, o&nbsp;<strong>G1</strong>&nbsp;conversou com Alexandre Martins Fontes, dono da Livraria Martins Fontes, e Marcos da Veiga Pereira, presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel) e da editora Sextante.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Taxação de livros: perguntas e respostas</li><li>Livrarias reabrem com queda de vendas e ajuda digital</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">O que compõe o preço do livro no Brasil</h2>



<p>O valor de capa do livro, aquele que o cliente efetivamente paga, é sugerido pelas editoras com base em dois pontos: um cálculo objetivo e uma percepção subjetiva. Em 2019,&nbsp;o preço médio do livro no Brasil foi R$ 19, segundo dados da Nielsen, do Snel e da Câmara Brasileira do Livro.</p>



<p>Esse preço precisa conter o pagamento do autor, os gastos para fazer o livro, os custos e os lucros de editora, distribuidor e livrarias. Na conta da editora, a divisão média é a seguinte:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>10% de direitos autorais</strong>: valor pago aos autores pela obra;</li><li><strong>5% de custos editoriais</strong>: revisão, projeto gráfico, ilustração, capa, tradução e copidesque (nos casos de obras internacionais);</li><li><strong>10% de custos industriais</strong>: papel, impressão e embalagem;</li><li><strong>15% de despesas administrativas</strong>: salários, marketing e divulgação, logística e eventos;</li><li><strong>5% de reserva para perdas diversas</strong>: estoque, adiantamentos de direitos autorais e contas a receber;</li><li><strong>5% de lucro para a editora;</strong></li><li><strong>50% de margem para livrarias ou distribuidores.</strong></li></ul>



<p>Depois de prontos, os livros são vendidos para livrarias ou distribuidoras com 50% de desconto do valor de capa, em média.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Se um exemplar custa R$ 50 para o consumidor final, ele é vendido para as livrarias ou distribuidoras por R$ 25 em média, dizem os entrevistados.</p></blockquote>



<p>Assim, as livrarias que compram diretamente das editoras têm margem de 50% do valor de capa para pagar seus custos (funcionários, aluguel), ter lucro e trabalhar com o preço, oferecendo promoções.</p>



<p>No caso das que dependem das distribuidoras, essa margem cai para 30 a 35%, em média. “O distribuidor compra o livro da editora e revende para a livraria. Principalmente as pequenas não têm volume de compra para justificar o pedido direto porque precisam comprar um exemplar de cada editora”, diz Martins Fontes.</p>



<p>Então, onde entra a percepção subjetiva nessa conta? Com base nas porcentagens que compõem o livro, é possível estipular o valor.</p>



<p>Pereira explica que os editores se baseiam no preço que o livro custou para ser produzido, revisado e impresso e dividem pela tiragem.</p>



<p>Como esse custo unitário representa, geralmente, 15% do valor de capa, eles fazem a relação percentual e chegam ao preço que o livro precisa de fato custar nas livrarias.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“É como se fizéssemos a conta de cabeça para baixo. Se imprimimos 3 mil exemplares de um livro que custou R$ 30 mil, o custo unitário dele foi R$10. Como o custo representa 15% do preço de venda, fazemos a relação e esse livro precisa ser vendido por R$ 66”, explica o editor.</p></blockquote>



<p>“Mas sempre determinamos em função da percepção de valor que temos dele. Baseado em que tipo de livro é, chegamos à conclusão que ele tem que custar R$ 50 e não R$ 66.” Essa percepção de preço não se explica, é preciso anos de mercado.</p>



<p>A partir daí, há um esforço para diminuir o custo. A melhor maneira é pelo aumento da tiragem: quanto mais cópias, menor o valor de cada uma delas. Mas há o risco de que a tiragem seja maior do que o interesse do público.</p>



<p>Esse raciocínio ajuda a explicar por que o número de cópias impressas é um dos principais condicionadores de preço no país. A tiragem média inicial no Brasil está em torno de três mil exemplares, segundo o presidente do sindicato. Uma tiragem vantajosa começa a partir de cinco mil.</p>



<p>A quantidade está bem abaixo da registrada em outros países. “Esse número sempre varia muito, mas eu diria que a tiragem inicial média de um livro nos Estados Unidos oscila entre 10 e 15 mil exemplares”, avalia Pereira.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Livro está mais caro do que era?</h2>



<p>O valor nominal do livro (o preço que o consumidor paga) aumentou. Se em 2006, ele custava, em média, R$14,20, em 2019 essa média está em torno de R$ 19.</p>



<p>Mas a inflação entre os dois períodos cresceu mais. Entre julho de 2006 e julho de 2020, a inflação acumulada foi de 107% pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). Assim, os R$ 14,20 do livro médio em 2006 equivalem a R$ 29,48 em preços atuais.</p>



<p>Um exemplo conhecido de quem acompanha o mercado editorial, mas ainda utilizado por Martins Fontes e Pereira é “O Código da Vinci”. A obra de Dan Brown foi lançada no Brasil por R$ 34,90. Em valores corrigidos pelo IPCA, seria o equivalente a R$ 83,67 atualmente.</p>



<p>“Se pegar um livro semelhante a ele hoje, vai provavelmente estar perto de R$ 60. Essa diferença foi o quanto ficou mais acessível nos últimos 15 anos”, diz Martins Fontes. Para os editores, a ideia de que o livro é um artigo de luxo reflete desconhecimento do mercado.</p>



<p>“A venda em grandes cadeias aumentou a presença de livros nas classes C e D no início da década. A Avon vendeu nos catálogos a preços baixos (R$ 10) em todo o país e se tornou a maior revendedora do Brasil. As Lojas Americanas vendem muito também. Dizer que livro é elitizado é um pensamento de quem só frequenta livrarias do Leblon e de Pinheiros”, diz Pereira.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que o livro não paga imposto?</h2>



<p>O setor de livros – tanto o produto em si, quanto o papel utilizado para sua impressão – tem imunidade do pagamento de impostos garantida pela Constituição Federal.</p>



<p>Já as contribuições,&nbsp;tributos com destinação específica, não são abordadas na Constituição. O setor editorial recebeu isenção da cobrança do Pis/Pasep e do Cofins (contribuições sociais) em 2004, pela Lei 10.865. No caso da contribuição, o livro não é imune, mas a alíquota é zero.</p>



<p>Se o benefício para o livro for extinto, o preço pode aumentar em 20%. “É uma estimativa ainda porque precisamos entender se vai haver aumento de insumos e dos serviços contratados”, diz Pereira.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como está o mercado editorial brasileiro</h2>



<p>Após amargar quedas nos primeiros meses da pandemia,&nbsp;com faturamento 48% menor em abril, o mercado editorial teve um bom resultado em julho em relação ao mesmo período de 2019.</p>



<p>De acordo com dados de um estudo feito pela Nielsen, apresentados pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), ao longo de julho, houve um aumento de 0,64% em volume e 4,44% em valor, em comparação ao mesmo mês de 2019.</p>



<p>Mas é preciso olhar com atenção para esses dados: o setor seguia em queda desde 2018,&nbsp;quando as redes de livrarias Cultura e Saraiva entraram com pedido de recuperação judicial&nbsp;e fecharam lojas pelo país.</p>



<p>Fonte: <a href="https://g1.globo.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Portal G1</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Medidas de Planejamento podem reduzir carga tributária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Nov 2019 12:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Carga tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao longo do tempo, podemos observar que algumas atitudes podem ser tomadas no sentido de reduzir a carga tributária que, em nosso país, é muito elevada. Uma delas diz respeito a aquisições de mercadorias com desconto condicional. Se assim for, para a empresa adquirente irá representar uma receita financeira. Sendo ela tributada pelo Lucro Real, essa receita [&#8230;]]]></description>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-large"><img decoding="async" width="260" height="173" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/05/051418_1118_Cargatribut1.jpg" alt="reduzir carga tributária" class="wp-image-3722" title="Medidas de Planejamento podem reduzir carga tributária 3"></figure></div>



<p>Ao longo do tempo, podemos observar que algumas atitudes podem ser tomadas no sentido de reduzir a carga tributária que, em nosso país, é muito elevada.</p>



<p>Uma delas diz respeito a aquisições de mercadorias com desconto condicional. Se assim for, para a empresa adquirente irá representar uma receita financeira. Sendo ela tributada pelo Lucro Real, essa receita financeira será tributada a 0,65% de PIS e 4,0% de COFINS.</p>



<p>No entanto, se ela já adquirisse pelo valor líquido, ou seja, já com desconto, não teria essa receita financeira e, portanto, não tributária PIS e COFINS.</p>



<p>Em contrapartida a isso, a empresa vendedora concedendo desconto incondicional, já no momento da emissão do documento fiscal, fará com que tribute PIS, COFINS, IRPJ e CSLL  pelo líquido.</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>





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<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<p>Já nas vendas de bens do ativo não circulante classificados como investimentos, imobilizado ou intangível, para recebimento do preço, no todo ou em parte, após o término do ano-calendário seguinte ao da contratação, o contribuinte poderá, para fins de determinar o lucro real, reconhecer o lucro na proporção da parcela do preço recebida em cada período de apuração.</p>



<p>Cabe observar que é um direito e não uma obrigação de adotar esse critério. Portanto, ela irá avaliar do interesse ou não de postergar a tributação do ganho.</p>



<p>A Pessoa Jurídica tributada pelas regras do Lucro Real poderá compensar “Prejuízos Fiscais” e “Base de Cálculo Negativa da CSLL” apurados do ano-calendário 1991 em diante, limitados a 30% do resultado positivo apurado de base de cálculo do IRPJ e da CSLL. Essa limitação não se aplica ao resultado da Atividade Rural.</p>



<p>Na prática, muitas empresas utilizam apenas “Prejuízo Fiscal” e “Base de Cálculo Negativa da CSLL” apurados nos últimos cinco anos, por acharem que após cinco anos estariam prescritos. Portanto, deixam de utilizar os valores relativos a anos anteriores.</p>



<p>Com a utilização da Equivalência Patrimonial, nos investimentos avaliados pelo patrimônio líquido, o acréscimo no valor do investimento em decorrência da equivalência patrimonial aumenta o valor do “Investimento” sem gerar tributação. Nesse caso, se a empresa alienar (vender) o “Investimento” (participação societária), ela terá um custo maior no momento da apuração do “ganho de capital”. Isso irá gerar um ganho de capital tributável menor.</p>



<p>Portanto, no aspecto tributário poderá ser conveniente ter “Investimentos” avaliados pelo patrimônio líquido, ou seja, sujeitos à equivalência patrimonial.</p>



<p>Os bens e direitos do ativo da pessoa jurídica que forem entregues ao titular, ou a sócio ou acionista, a título de devolução de sua participação no capital social, poderão ser avaliados pelo valor contábil ou de mercado.</p>



<p>Caso avalie entregar pelo valor de mercado, pelo fato do ganho de capital a ser gerado ser absorvido por despesas da empresa, o bem irá passar ao sócio pelo valor de mercado. Ou seja, caso no futuro ele resolva vendê-lo, seu custo será maior na apuração do ganho de capital.</p>



<p>Essas são algumas de muitas medidas de planejamento tributário, visando redução de carga tributária, bem como melhoria no fluxo de caixa das empresas.</p>



<p>Fonte: <em><a href="https://www.contabeis.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">Portal Contábeis</a> </em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Carga Tributária Impacta nos Descontos da Black Friday</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Nov 2019 11:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Black Friday]]></category>
		<category><![CDATA[Carga tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[Carga Tributária Impacta nos Descontos da Black Friday.Especialista explica que é preciso ficar atento aos descontos da Black Friday, já que a carga tributária não é alterada. Um dos dias mais aguardados pelos consumidores é a Black Friday. A data teve origem nos EUA e acontece tradicionalmente depois do feriado de Ação de Graças, com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="876" height="585" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/10/blackfriday.jpg" alt="Carga Tributária Impacta Black Friday" class="wp-image-9040" title="Carga Tributária Impacta nos Descontos da Black Friday 4" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/10/blackfriday.jpg 876w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/10/blackfriday-768x513.jpg 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/10/blackfriday-300x200.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 876px) 100vw, 876px" /></figure>



<p><strong><em>Carga Tributária Impacta nos Descontos da Black Friday.</em></strong><br />Especialista explica que é preciso ficar atento aos descontos da Black Friday, já que a carga tributária não é alterada.</p>



<p>Um dos dias mais aguardados pelos consumidores é a Black Friday. A data teve origem nos EUA e acontece tradicionalmente depois do feriado de Ação de Graças, com filas a perder de vista.</p>



<p>Mesmo sendo a décima edição do evento no Brasil, os descontos ainda não são proporcionais aos praticados nos EUA. Um exemplo disso, é a própria carga tributária, que continua a mesma.</p>



<p>Nos EUA, a maioria dos impostos sobre bens de consumo variam de Estado para Estado. Em Delaware, por exemplo, Estado que não cobra impostos sobre vendas, o turismo interno movimenta a Black Friday mais do que na popular Califórnia.</p>



<p>No Brasil, a alíquota não diminui e a carga tributária continua sendo a mesma. De acordo com o economista Jair Casquel Junior, o que acontece é que sendo um preço menor a pessoa paga em termos absolutos menos imposto.</p>



<p>“Mas uma conta é simples 10% de R$ 100 equivale a mesma coisa que 10% de R$ 50. A diferença é que com 10% de R$ 100 pagamos R$ 10 e com 10% de R$ 50 pagamos R$ 5”, exemplifica o economista.</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>





<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-text-color has-very-dark-gray-color has-background has-vivid-green-cyan-background-color no-border-radius" href="https://dbmsistemas.com/vendas-distribuicao/">Conheça a Gestão de Vendas-Distribuição do DBM Spalla</a></div>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Alta Tributação dos mais vendidos na Black Friday</strong></h3>



<p>Os produtos que costumam ser mais procurados por consumidores na Black Friday são também os que possuem as maiores fatias de impostos embutidas em seu valor, segundo levantamento do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação). Os impostos podem chegar a 72% no preço final, de acordo com a entidade.</p>



<p>De acordo com o instituto, os itens mais buscados nesta data são os eletrônicos e eletrodomésticos, produtos em que a carga tributária é mais pesada.</p>



<p>No preço do videogame, por exemplo, 72,18% são impostos. Em um smartphone importado, 68,76% vai para o governo. Em uma máquina fotográfica, 48,21%.</p>



<p>Para Jair Casquel Junior, a maneira como a tributação é cobrada no Brasil deveria mudar. Entre as alterações mais urgentes estariam a distribuição do Imposto de Renda, a tributação sobre a produção e circulação de mercadorias e a emissão de nota fiscal de serviços.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Descontos da Black Friday</strong></h3>



<p>De acordo com o economista Jair Casquel Junior, uma boa dica para a pessoa perceber se está compensando fazer a compra na Black Friday é fazer a pesquisa de preço nas lojas eletrônicas e a partir desse valor encontrado na Internet verificar a precificação que está sendo adotada pelas lojas físicas.</p>



<p>“O ideal é acompanhar os preços do produtos que se pretende comprar até três meses antes da Black Friday pela web para observar se no site de vendas existe realmente o desconto e se o preço está efetivamente menor”, afirma Casquel Junior.</p>



<p>Fonte: <em><a href="https://www.contabeis.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Portal Contábeis</a></em></p>
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		<title>Carga tributária bate recorde de 35,07% do PIB, mesmo com a economia fraca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2019 13:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Carga tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[O peso dos impostos para empresas e pessoas físicas em 2018 atingiu o pico de série história iniciada em 1947 e deu o maior salto em 17 anos BRASÍLIA – Mesmo com a economia brasileira “andando de lado”, a carga tributária bate recorde, atingindo o pico histórico de 35,07% do Produto Interno Bruto (PIB) em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 class="n--noticia__subtitle">O peso dos impostos para empresas e pessoas físicas em 2018 atingiu o pico de série história iniciada em 1947 e deu o maior salto em 17 anos</h4>
<p>BRASÍLIA – Mesmo com a economia brasileira “andando de lado”, a carga tributária bate recorde, atingindo o pico histórico de 35,07% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018 – o equivalente a R$ 2,39 trilhões. Em média, cada habitante recolheu o equivalente a R$ 11.494 em impostos. Cada brasileiro precisou trabalhar cerca de 128 dias apenas para quitar os seus compromissos com o pagamento de tributos.</p>
<div id="attachment_7868" style="width: 943px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-7868" class="wp-image-7868 size-full" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/07/Impostômetro.png" alt="Carga tributária bate recorde" width="933" height="583" title="Carga tributária bate recorde de 35,07% do PIB, mesmo com a economia fraca 5" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/07/Impostômetro.png 933w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/07/Impostômetro-920x575.png 920w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/07/Impostômetro-768x480.png 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/07/Impostômetro-400x250.png 400w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/07/Impostômetro-300x187.png 300w" sizes="auto, (max-width: 933px) 100vw, 933px" /><p id="caption-attachment-7868" class="wp-caption-text">Sistema brasileiro de tributação é simultaneamente complexo, injusto e ineficiente. Foto: ACSP/Divulgação</p></div>
<p>Os cálculos foram feitos pelos economistas José Roberto Afonso e Kleber de Castro, em estudo que antecipa a consolidação dos números da carga tributária do ano passado e busca respostas para entender as razões que levaram a um movimento tão grande de alta justamente num período de crescimento muito baixo da economia.</p>
<ul>
<li class="limite-continuar-lendo"><a href="https://dbmsistemas.com/carga-tributaria-justa-servicos-basicos-de-qualidade-e-fim-da-corrupcao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Carga tributária justa, serviços básicos de qualidade e fim da corrupção</a></li>
</ul>
<p>A expansão do peso dos impostos para empresas e pessoas físicas em 2018 atingiu 1,33 ponto porcentual e bateu o recorde anterior, registrado em 2008, de 34,76% do PIB. O avanço é ainda mais impactante pelo fato de representar o maior salto dos últimos 17 anos. A série histórica é de 1947. Os dados foram extraídos de fontes oficiais, registrados nos balanços públicos.</p>
<p>Os dois especialistas se surpreenderam com a magnitude do resultado. Eles fizeram diversas rechecagens e consultas a outros economistas e técnicos do governo diante do tamanho do aumento de um ano para o outro. O resultado encontrado faz suscitar dúvidas sobre a tese aventada nos últimos anos de que teria havido uma quebra estrutural na trajetória crescente de alta da carga tributária.</p>
<p>Após a crise internacional de 2008, o comportamento estrutural da carga foi alterado com relação ao padrão histórico. A tendência expansionista passou a não se verificar. A trajetória nessa fase mais recente foi errática, com períodos de baixa seguidos de outros de expansão, mas em nenhum momento demonstrando o movimento expansivo dos anos anteriores.</p>
<p>De 2008 até 2015, a carga encolheu aproximadamente 1,92% do PIB. Esse quadro, porém, se inverteu a partir de 2016. De 2016 a 2018, houve um avanço dos impostos de 2,23% do PIB – sendo a maior parte no último ano. Segundo José Roberto Afonso, professor do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), os resultados de 2016 e 2017 foram sustentados por fatores atípicos, como os recursos do programa de recursos no exterior e as receitas de royalties do petróleo, que foram puxadas pela trajetória expansiva do preço do petróleo no mercado internacional.</p>
<p>Em 2018, porém, além dos fatores extraordinários, como os royalties do petróleo, observou-se que tributos tradicionais, como Imposto de Renda, PIS/Cofins e ICMS tiveram desempenho atípico para uma fase de baixo crescimento. Se não há motivos ligados à atividade econômica para explicar esse comportamento, o mais razoável, apontam os economistas, é assumir que houve uma combinação de recuperação localizada (em alguns setores), com maior esforço de recolhimento pelos governos (aumento de alíquotas, como a dos combustíveis, e fiscalização).</p>
<h4><strong>Generalizado</strong></h4>
<p>O padrão de crescimento de carga foi disseminado nas três esferas de governo (União, Estados e municípios). Cerca de 65,7% de toda a carga tributária de 2018 é cobrada pela União, que arrecadou quase R$ 1,57 trilhão – cerca de 23% do PIB do ano passado. O restante foi cobrado pelos Estados, que contribuíram com aproximadamente 27,2% do total (R$ 650 bilhões), e municípios, com 7,2% (R$ 172 bilhões).</p>
<p>Para Castro, que é doutor pela Uerj e sócio da Finance Análise e Consultoria, é difícil ainda saber se o salto foi um ponto fora da curva ou se haverá um deslocamento da carga para a sua tendência histórica de crescimento. Ele destaca que o objetivo do estudo foi apresentar uma fotografia recente da carga tributária que possa servir de subsídio para o desenho de um novo sistema. “Qualquer mudança deveria ter em mente que não seria possível reduzir carga, dada a grande participação de despesas obrigatórias em nosso Orçamento”, diz Afonso, um dos pais da Lei de Responsabilidade Fiscal.</p>
<p>Segundo ele, as mudanças devem priorizar reformar os tributos indiretos com vistas a mitigar as distorções provocadas na economia pelo sistema atual, cumulatividade, guerra fiscal, oneração de exportações e dos investimentos. “A natureza da nova economia depõe contra a carga tributária alta, como é o caso brasileiro. Não é uma questão de lei, de alíquota, mas sim de base de cálculo, cada vez menor ou mais fugitiva”, prevê o economista.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.estadao.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ESTADÃO</a></p>
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