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	<title>Café &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>Exportar café de alta qualidade é desafio do Brasil, diz ABIC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Oct 2018 11:22:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Exportar café de alta qualidade é desafio do Brasil.Maior produtor mundial de café, o Brasil colheu neste ano safra recorde de mais de 60 milhões de sacas do grão nas lavouras de todo o país. Desse total, 60% foram exportados, com destaque para os mercados norte-americano, alemão, italiano e japonês, que compram quase metade do montante. [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="754" height="503" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/04/Café.jpg" alt="Exportar café de alta qualidade é desafio do Brasil" class="wp-image-11135" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil/Agência Brasil" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/04/Café.jpg 754w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/04/Café-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption>Ministério das Relações Exteriores comemora o Dia Internacional do Café com a entrega do prêmio &#8220;Melhores cafés do Brasil&#8221;.</figcaption></figure>



<p><strong><em>Exportar café de alta qualidade é desafio do Brasil.</em></strong><br />Maior produtor mundial de café, o Brasil colheu neste ano safra recorde de mais de 60 milhões de sacas do grão nas lavouras de todo o país. Desse total, 60% foram exportados, com destaque para os mercados norte-americano, alemão, italiano e japonês, que compram quase metade do montante.</p>



<p>Os 40% restantes são absorvidos pelo mercado interno, o que coloca o Brasil como segundo maior consumidor de café do planeta, com cerca de 23 milhões de sacas do produto ao ano, atrás apenas dos Estados Unidos.</p>



<p>O café é provavelmente a cultura que mais emprega gente no campo, diz a Abic –&nbsp;<strong>Marcelo Camargo/Agência Brasil</strong></p>



<p>Apesar da posição destacada no setor, o país exporta pouco o produto industrializado, que tem maior valor agregado. “O Brasil é o maior exportador de café em grão cru, que agrega pouco valor, porque praticamente não há muita industrialização do produto, que é vendido conforme sai da&nbsp;lavoura. O trabalho de industrialização acaba sendo feito no país que comprou a matéria-prima”, diz o diretor executivo da Associação Brasileira&nbsp;da Indústria de Café (Abic), Nathan Hersckowic.</p>



<p>O empresário foi um dos participantes da comemoração do Dia Mundial do Café, celebrado nesta segunda-feira (1º), em recepção promovida pelo Ministério das Relações Exteriores, no Palácio do Itamaraty. O evento contou com a participação de embaixadores dos principais países compradores, além de autoridades do governo federal e representantes da cafeicultura brasileira. Atividades semelhantes foram promovidas por embaixadas brasileiras em diversos países. A data foi instituída há quatro anos pela Organização Internacional do Café (OIC) e busca desenvolver o mercado do produto em todo o mundo.</p>



<p>Para Hersckowicz, um dos principais desafios da cafeicultura no Brasil é fomentar a exportação do produto industrializado. Apenas o café solúvel, que representa cerca de 10% das exportações, tem algum valor agregado além do grão cru. “O café torrado moído tem uma exportação pequena, ainda é o nosso ponto fraco e tem exigido da indústria um cuidado especial no sentido de tentar entrar [no mercado internacional] e crescer”, afirma.</p>



<p>Hersckowicz ressalta que é preciso investir no desenvolvimento de um produto de alta qualidade, o chamado café&nbsp;<em>gourmet</em>, que tem três vezes mais valor agregado que o café tradicional. Isso inclui a fabricação de cápsulas de café&nbsp;<em>gourmet</em>, já que a maior parte do consumo doméstico é de produtos importados ou fabricados no país por empresas estrangeiras. “O mercado internacional rejeita os cafés de qualidade menor. É como no mercado de vinho, em que os produtos de alta qualidade têm mais espaço e preços melhores.”</p>



<p>Desde 2006, a Abic premia as melhores marcas de café do país com base na avaliação do Programa de Qualidade do Café (PQC), que incentiva e estimula a melhoria da qualidade do produto nacional. São quatro categorias:&nbsp;<em>gourmet</em>, superior, tradicional e extra forte. “A gente notou que começou a ter uma disputa entre os próprios torrefadores de quem faria o melhor café. A cada ano, o nível da nota [no PQC] tem aumentado”, diz o presidente da Abic, Ricardo Silveira.</p>



<p>Além de ser uma paixão nacional, o café é um dos principais produtos do agronegócio brasileiro e envolve uma grande força de trabalho. “Apesar da modernidade, o café ainda é a cultura que provavelmente mais emprega gente no campo. Trigo, soja e milho são grandemente mecanizadas, mas o café tem uma colheita que depende muito da mão do produtor. Estima-se que essa cultura empregue 6 milhões de trabalhadores no país”, destaca Nathan Hersckowicz.</p>



<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Agência Brasil.</a></p>



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