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	<title>BYOD &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<description>Software de Gestão Empresarial</description>
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		<title>BYOD: os prós e contras desta prática</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jan 2020 12:41:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Folha]]></category>
		<category><![CDATA[BYOD]]></category>
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					<description><![CDATA[BYOD: os prós e contras desta prática.Você já ouviu falar em BYOD? A sigla remete à Bring Your Own Device que, em tradução livre para o português significa traga seu próprio dispositivo. Uma possibilidade que traz até o futuro até a sua empresa, hoje. Para entender melhor o significado de BYOD, considere que falamos da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>BYOD: os prós e contras desta prática.</em></strong><br />Você já ouviu falar em BYOD? A sigla remete à <em>Bring Your Own Device</em> que, em tradução livre para o português significa <em>traga seu próprio dispositivo</em>. Uma possibilidade que traz até o futuro até a sua empresa, hoje.</p>



<p>Para entender melhor o significado de BYOD, considere que falamos da
permissão dada aos funcionários para utilizar seus próprios equipamentos no
trabalho. Notebooks, tablets e smartphones entram na lista de equipamentos ou
dispositivos móveis que se encaixam na proposta.</p>



<p>Para adotar essa prática, porém, a empresa precisa saber mais sobre o
assunto MAIS</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>





<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-vivid-red-background-color has-background no-border-radius" href="https://dbmsistemas.com/rh-folha-de-pagamento/">Conheça a Gestão de RH-Folha do DBM Spalla</a></div>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<h2 class="wp-block-heading">O BYOD e o futuro
das empresas</h2>



<p>Já faz alguns anos que o BYOD vem sendo associado ao futuro das empresas e
dos funcionários. Esse futuro, porém, não está distante e ainda que soe clichê,
já começou.</p>



<p>Tudo começou com a digitalização e, em especial, com avanço promovido pela
transformação digital que atingiu ― e segue atingindo ― o universo pessoal e o
corporativo.</p>



<p>Isso vai de encontro à constante melhoria da capacidade desses dispositivos,
sobretudo de tablets e smartphones disponíveis no mercado. Hoje, esses pequenos
computadores podem ser bons o bastante inclusive para atividades profissionais
que usam softwares mais pesados, como os de edição de vídeos.</p>



<p>A <a href="https://epocanegocios.globo.com/Tecnologia/noticia/2019/04/brasil-tem-230-milhoes-de-smartphones-em-uso.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">30ª Pesquisa Anual de Administração e
Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas</a>, realizada pela Fundação
Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP), em 2019, nos revela dados interessantes
sobre o uso da tecnologia no país.</p>



<p>O Brasil tem 230 milhões de smartphones em uso e 180 milhões de
computadores, notebooks e tablets. Com isso, é improvável que um funcionário de
sua empresa não tenha ao menos um dispositivo próprio e há diferentes motivos
para que eles sejam usados no trabalho.</p>



<p>A avaliação cuidadosa dos prós e contras do BYOD que apresentamos neste post
é altamente recomendada. Por um lado, sua empresa pode querer participar desse
“futuro que já começou”, mas você vai entender que, para fazer isso com
sucesso, é preciso se preparar para evitar problemas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Alguns dados sobre
a prática do BYOD</h3>



<p>Apenas para constatar que o futuro das empresas com o BYOD já começou e que
é interessante que sua empresa pense a respeito, vamos a alguns <a href="https://techjury.net/stats-about/byod/#gref" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dados</a> relacionados à prática:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>95% das empresas autoriza o uso de dispositivos pessoais no ambiente de trabalho <em>(Fonte: Cisco)</em>;</li><li>87% das empresas dependem, em algum nível, que seus funcionários saibam usar dispositivos móveis <em>(Fonte: Syntonic)</em>;</li><li>78,48% da empresas nos Estados Unidos já apostavam no BYOD em 2018 <em>(Fonte: Frost &amp; Sullivan)</em>;</li><li>67% das pessoas já usam seus próprios dispositivos no trabalho <em>(Fonte: CBS News);</em></li><li>59% das empresas adotam o BYOD <em>(Fonte: Tech Pro Research)</em>;</li><li>53% da organizações acreditam que o uso de dispositivos móveis favorece a produtividade <em>(Fonte: Apperian)</em>;</li><li>Apenas 17% das organizações fornece aparelhos celulares a seus funcionários <em>(Fonte:      Samsung)</em>.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">Os prós do BYOD:
por que adotar essa prática</h2>



<p>Por ser uma forma de aproveitar a tecnologia, o BYOD é uma prática que tem
prós que você provavelmente já conhece. Entre elas, estão o aumento da
produtividade e a redução de custos.</p>



<p>A seguir, você vai entender melhor como essas e outras vantagens são obtidas
a partir do momento em que a empresa se estrutura para adotar o <em>Bring Your Own Device</em>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Redução de custos</h3>



<p>Ao adotar o BYOD, sua empresa vai reduzir custos, sobretudo aqueles
relacionados com a necessidade de atualização de seus equipamentos.</p>



<p>O constante avanço tecnológico faz com que, de tempos em tempos, empresas
precisem investir na compra de aparelhos mais modernos ou, ao menos, de novas
peças que tornem as máquinas mais rápidas, por exemplo.</p>



<p>Uma vez que o funcionário trabalha com o próprio dispositivo, cabe a ele a
responsabilidade de substituir seu notebook ou tablet por um modelo mais novo
ou mais potente.</p>



<p>Essa transferência da responsabilidade quanto a atualização dos equipamentos
pode ser vista como benéfica para ambas as partes. Enquanto a empresa
economiza, o funcionário pode ter melhores chances de garantir o uso de uma
tecnologia avançada.</p>



<p>A falta de investimento em equipamentos mais modernos pode estar entre as causas do <em><a href="https://dbmsistemas.com/turnover-o-que-e-e-como-calcular/">turnover</a></em> de uma empresa. Dispositivos ultrapassados afetam a produtividade e a entrega de resultados, além de limitarem o desenvolvimento profissional.</p>



<p>Essas situações podem estar relacionadas ainda com a insatisfação que
contamina o clima organizacional e prejudica a <em>employer branding</em> ― a visão que os
funcionários têm da própria empresa.</p>



<p>Com isso, em certo nível, a adoção do BYOD também pode favorecer e retenção de talentos, o que minimiza custos com, demissões por acordo trabalhista, processos seletivos e treinamentos, por exemplo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Aumento da
produtividade</h3>



<p>Como visto, funcionário que utiliza o próprio aparelho e passa a ter
responsabilidade sobre a manutenção do equipamento para trabalhar bem. Assim
sendo, o BYOD favorece a produtividade porque aumenta as chances de que o
trabalho seja feito em um dispositivo que o trabalhar considera adequado o
bastante para o cumprimento de suas tarefas.</p>



<p>Além disso, a familiaridade com o próprio dispositivo também conta e pode
ser entendida facilmente se você pensar no uso de um aparelho que muitos já
considerando indispensável: o celular.</p>



<p>Se você tem um smartphone que funciona com o sistema operacional Android e
não tem o hábito de mexer em outro tipo de aparelho, provavelmente vai ter
dificuldades para lidar com um iPhone. Da mesma forma, se você é adepto do
sistema iOS da Apple, provavelmente vai achar o Android complexo.</p>



<p>O uso tablet, que também pode ter variações entre esses sistemas, se encaixa
na mesma explicação. Pensando especialmente nos notebooks, podemos apontar que
pequenas diferenças entre teclados já causam dificuldades de adaptação que
podem ser evitadas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Aumento da
satisfação dos funcionários</h3>



<p>Contar com equipamentos de qualidade, adequados para o trabalho segundo os
parâmetros e gostos pessoais de cada funcionário tende a contribuir para o seu
bom humor e disposição.</p>



<p>O mesmo vale para a familiaridade com os aparelhos e com toda a autonomia
que a liberdade de <em>trazer
seu próprio dispositivo</em> proporciona.</p>



<p>A satisfação dos funcionários, como já apontado, favorece o clima organizacional e a <em>employer branding</em>, além de diminuir o <em>turnover</em>. Outras vantagens são o aumento da motivação para o desenvolvimento profissional e progressão na carreira e para a conquista de metas estabelecidas pelos gestores;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Mais flexibilidade</h3>



<p>Os benefícios do <em>home office</em>, gradativamente, fazem com que a prática se torne mais comum no universo corporativo. Entre esses benefícios está a flexibilidade que permite ao funcionário trabalhar de onde quiser e estabelecer seus próprios horários.</p>



<p>Uma empresa não precisa autorizar o trabalho remoto todos os dias da semana
para implementar a prática. Em todo caso, é o BYOD que a torna mais prática por
garantir a autonomia necessária para o profissional que utiliza um dispositivo
em sua rotina de trabalho longe do escritório.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os contras do BYOD:
os pontos que merecem sua atenção</h2>



<p>Chegando a este ponto da leitura, é provável que você já tenha entendido bem
o que é BYOD e quais seus prós ou pontos positivos. Agora, precisa saber que o
aquilo o que chamamos de “contras” não são, necessariamente, pontos negativos
da prática.</p>



<p>A verdade é que a adoção bem sucedida do BYOD depende de um bom planejamento
em TI e do desenvolvimento de uma política interna sólida que dite as regras da
prática.&nbsp;</p>



<p>Sabendo disso, vamos a mais alguns números relevantes que serão analisados à medida que apresentamos os contras ― ou os pontos de atenção ― da adoção do BYOD:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Apenas 39% das empresas têm uma política específica para o BYOD <em>(Fonte: Truslock)</em>;</li><li>Mais de 50% dos funcionários alega não ter recebido qualquer instrução sobre o uso de seus próprios dispositivos no trabalho <em>(Fonte: Truslock)</em>;</li><li>Em 69% das organizações, o departamento de TI é responsável pelo BYOD <em>(Fonte:      Crowd Resource)</em>.</li></ul>



<h3 class="wp-block-heading">Diminuição da
produtividade</h3>



<p>Se você bateu o olho em “diminuição da produtividade” e logo pensou que há
uma contradição em relação à vantagem do aumento da produtividade, explicamos!</p>



<p>Existem empresas que limitam o tempo de acesso que seus funcionários têm aos
smartphones de uso pessoal justamente para evitar distrações. Quem segue essa
estratégia deve estar pensando que a prática do BYOD, que pode permitir não
apenas o smartphone, mas o tablet e o notebook, pode ter efeito pior.</p>



<p>De fato, não sabemos o que cada pessoa tem em seus próprios dispositivos. Um
funcionário que tem jogos eletrônicos como um de seus <em>hobbies</em>, por exemplo,
provavelmente vai apostar em um notebook potente ― o que é bom para a empresa.
Mas será que vai se concentrar no trabalho?</p>



<p>O questionamento não tem qualquer objetivo de “demonizar” os chamados <em>gamers</em>. A distração pode
ter origem no Facebook, em um site que faça transmissão em tempo real de
partidas de futebol ou até em vídeos engraçados do YouTube.</p>



<p>Para evitar problemas, sua empresa precisa criar e apresentar regras aos
funcionários. Se você voltar aos números que compartilhamos, vai ver que
destacamos que apenas 39% das organizações se deram ao trabalho de criar uma
política de BYOD.</p>



<p>A criação de uma política instrui os funcionários sobre o que é ou não
permitido fazer com os próprios dispositivos no trabalho. Além disso, pode
estabelecer punições para o funcionário que descumprir as regras.</p>



<p>Para tanto, é preciso contar com o auxílio do RH para garantir a adequação
da política de BYOD à realidade dos funcionários. E também do setor jurídico
para evitar que as determinações infrinjam qualquer regra legal.</p>



<p>É importante ressaltar que não basta criar regras. Assim como acontece com o manual do colaborador, é interessante que sua empresa aposte em estratégias de comunicação interna para divulgar as políticas e tirar dúvidas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">BYOD, política
interna e legislação trabalhista</h4>



<p>A adoção do BYOD precisa ser feita com atenção ao que dizem as nossas leis,
inclusive a legislação trabalhista.</p>



<p>A flexibilidade que a prática apresenta permite que os funcionários
trabalhem de qualquer lugar, mesmo que não sigam o regime de <em>home office</em>. Isso porque,
de posse de seus dispositivos, eles podem ter acesso ao sistemas da empresa
sempre que considerarem interessante.</p>



<p>Com isso em mente, apenas para ilustrar a importância de contar com
orientação jurídica e também do Departamento Pessoal, vamos mencionar um ponto:
a realização de horas extras.</p>



<p>A Lei de Liberdade Econômica ― <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2019/lei/L13874.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lei n° 13.874</a>, publicada em
setembro de 2019 ― estabeleceu que não há obrigação do controle de jornada para
funcionários em regime de trabalho remoto. Apesar disso, o trabalho externo
realizado com ou sem o BYOD pode ser controlado, inclusive sobre determinação
legal.</p>



<p>O que acontece é a possibilidade da existência de um funcionário que
trabalha alocado na empresa, mas que, por algum motivo, decide dar continuidade
às tarefas em casa ― depois de seu expediente ― porque tem acesso ao sistema da
empresa em razão do BYOD.</p>



<p>Sendo assim, é importante que a empresa tenha em mente suas alternativas de
acompanhamento de jornada e na criação de regras que evitem qualquer infração
ao limite de horas de trabalho estabelecido pela legislação.</p>



<p>Uma observação que também é válida para garantir que fique claro aos
trabalhadores quando o trabalho por BYOD fora da empresa pode ou não lhe render
horas extras. O objetivo é evitar o aumento de custos, processos trabalhistas e
o descontentamento dos funcionários.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Redução da
segurança da empresa</h3>



<p>Garantir que os funcionários de sua empresa não estejam entre os 50% que não
receberam qualquer instrução sobre o BYOD é importante também por questões de
segurança.</p>



<p>Steve Quane é vice-presidente de segurança de Trend Micro, empresa
especialista em proteção contra códigos maliciosos que assombram o mundo
digital. <a href="https://epocanegocios.globo.com/Tecnologia/noticia/2019/10/empresas-se-preocupam-com-ciberseguranca-mas-nao-sabem-se-proteger-e-o-5g-so-vai-dificultar.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Segundo</a> ele, as empresas se
preocupam com segurança, mas não sabem bem como se proteger.</p>



<p>Quane afirma que um dos problemas tem relação com a falta de gente
qualificada para cuidar da cibersegurança da empresa. Quando uma empresa não
adota BYOD, já precisa se preocupar em manter sistemas e equipamentos
atualizados, além de adotar outras medidas para evitar invasões por hackers que
atuam para roubar informações sigilosas.</p>



<p>Ao adotar o BYOD, é prudente que a empresa determine que seu setor de TI é
responsável pela atualização e manutenção dos equipamentos dos funcionários.
Ignorar essa recomendação pode gerar ainda mais economia, já que os próprios
trabalhadores é que vão ter que se responsabilizar por isso. Entretanto, é
preciso pensar bem.</p>



<p>Como dito, não sabemos como cada pessoa usa seus dispositivos: o que elas
baixam ou instalam e que tipo de links acessam. Instruções quanto às boas
práticas de segurança na internet devem ser sempre compartilhadas, mas a
atenção a questões como essas é ainda mais necessária com o BYOD.</p>



<p>A política da empresa pode estabelecer como o funcionário usa seu
equipamento no trabalho, mas pode não ter controle sobre seu uso pessoal. Por
isso, estabelecer que o TI faça verificações de segurança nos dispositivos pode
evitar falhas e fragilidades que coloquem a empresa em risco.</p>



<p>Com isso em mente, é importante que os funcionários sejam conscientizados
sobre a necessidade de recorrer ao TI para evitar problemas. Algo que nos leva
à ideia de que o BYOD também é responsabilidade que quem faz a gestão de
pessoas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como dar início à
adoção do BYOD</h2>



<p>Está claro que não basta querer adotar o BYOD para colocá-lo em prática. Sua
empresa precisa se planejar para que isso aconteça, considerando diferentes
etapas.</p>



<p>Uma dessas etapas inclui conversar com os funcionários para saber o que eles
acham da ideia. Dessa forma, a empresa pode avaliar a viabilidade do BYOD
tomando por base, entre outras questões, as preocupações e entraves
eventualmente apresentados pelos trabalhadores.</p>



<p>A opinião dos funcionários vai ajudar na criação da política de BYOD da
empresa. Essa etapa deve ser feita em parceria com os setores de gestão de
pessoas e com o acompanhamento de um profissional do setor jurídico.</p>



<p>Antes de definir a sua política, porém, a empresa deve ponderar sobre sua
disponibilidade para garantir a segurança dos dispositivos de seus
funcionários, bem como de sua rede.</p>



<p>Ainda que o BYOD já não seja uma mera tendência e seja entendido como o
futuro das empresas e funcionários, não convém adotar a prática antes de estar
devidamente preparado.</p>



<p>A avaliação cuidadosa vai garantir que sua empresa tome a melhor decisão
para o momento, ainda que essa decisão seja investir em segurança digital para,
depois, adotar o BYOD.</p>



<p>Caso a empresa esteja pronta para o <em>Bring
Your Own Device</em>, é importante lembrar-se de apostar em uma
comunicação clara e eficaz que instrua os funcionários sobre as regras. Somente
dessa forma os benefícios serão devidamente colhidos por ambas as partes.</p>



<p>Conteúdo Original <a href="https://blog.tangerino.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">Blog Tangerino</a></p>
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