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	<title>Balanço Patrimonial &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<title>Balanço Patrimonial &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>Qual a importância do balanço patrimonial para uma empresa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Oct 2019 14:15:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Balanço Patrimonial]]></category>
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					<description><![CDATA[Qual a importância do balanço patrimonial para uma empresa?O balanço patrimonial de uma empresa é uma das ferramentas mais importantes que uma organização pode contar. Muitos empresários o comparam a uma foto corporativa interna, feita em um determinado período e que permite olhar toda a situação em que ela se encontra. Isso porque o documento [&#8230;]]]></description>
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<p><strong><em>Qual a importância do balanço patrimonial para uma empresa?</em></strong><br />O balanço patrimonial de uma empresa é uma das ferramentas mais importantes que uma organização pode contar. Muitos empresários o comparam a uma foto corporativa interna, feita em um determinado período e que permite olhar toda a situação em que ela se encontra. Isso porque o documento mostra a exata da realidade financeira do negócio naquele momento específico.</p>



<p>A comparação também faz sentido pelo fato do balanço patrimonial ter formato
resumido e ser de fácil compreensão, apesar de se tratar de um relatório
contábil. Esse perfil de maior clareza ajuda os gestores a tomar decisões mais
acertadas a partir desse status.</p>



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<div class="wp-block-button is-style-squared"><a class="wp-block-button__link has-background has-vivid-red-background-color" href="https://dbmsistemas.com/contabilidade-e-fiscal/">Conheça a Gestão Fiscal-Contábil do DBM Spalla</a></div>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual a importância do balanço patrimonial para uma empresa?</strong></h2>



<p>Embora seja obrigatório por lei, o balanço patrimonial é a demonstração
contábil mais importante da empresa. Ele não serve apenas para cumprir
exigências legais, mas demonstra com clareza para onde está indo o dinheiro,
por exemplo.</p>



<p>Com base em seus números, o documento permite aos gestores fazer uma série
de análises financeiras da situação do negócio. Esse cenário ajuda a ditar os
rumos da empresa com mais segurança e projetar melhor o cenário futuro.</p>



<p>Além disso, é uma ferramenta importante na redução de custos e na
administração de riscos. Por meio do balanço patrimonial, é possível planejar o
parcelamento das dívidas, evitar processos judiciais e administrativos e buscar
a diminuição da carga tributária.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que o resultado é capaz de demonstrar?</strong></h2>



<p>O Balanço Patrimonial aponta todos os valores monetários existentes, sendo
eles organizados basicamente no que a empresa possui disponível no momento,
direitos de curto e longo prazo e obrigações com terceiros,&nbsp;aumentando a possibilidade
de análises temporais da empresa; dessa forma, podemos analisar o quanto possui
de estoque, dívidas com fornecedores, empréstimos, obrigações com folha de
pagamento e qualquer outro item que possa ser mensurado e que tenha comprovação
correta perante toda legislação e normas brasileiras.&nbsp;A partir disso, o
gestor consegue ter duas visões claras da situação da empresa: a visão
patrimonial e a visão de recursos em investimento.</p>



<p>A visão patrimonial mostra todos os bens, os direitos e as obrigações que a
empresa possui com terceiros (fornecedores, bancos e sócios). Os bens são tudo
aquilo que possui valor monetário, como as máquinas e equipamentos, as contas
bancárias e os estoques, por exemplo. Já os direitos também compreendem
valores, mas que ainda não estão na posse da empresa ou ainda não foram
convertidos em dinheiro. É o caso, por exemplo, das contas a receber.</p>



<p>Nesta perspectiva, portanto, os bens e os direitos devem estar em equilíbrio
com suas obrigações.</p>



<p>Já a visão de recursos em investimento permite que o gestor perceba onde
estão sendo feitos os investimentos da empresa e onde é mais vantajoso
direcionar recursos. Em outras palavras, é a projeção de rentabilidade do
negócio.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando o balanço patrimonial é obrigatório?</strong></h2>



<p>O balanço patrimonial de uma empresa é obrigatório por lei. A sua previsão
está no art. 1.179 do Código Civil, que estabelece a obrigatoriedade das
escriturações contábeis empresariais. Além disso, as normas do Conselho Federal
de Contabilidade (CFC) também declara o documento como obrigatório.</p>



<p>A legislação determina, portanto, que todas as empresas devem elaborar o seu balanço patrimonial, inclusive aquelas que optam pelo Simples Nacional, com exceção somente para o pequeno empresário e o empresário rural ao qual se refere no <a rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10406.htm" target="_blank">art. 970 do Código Civil</a>, sendo o primeiro com receita bruta anual de até 36 mil ao ano. Se não o fizer poderá sofrer sanções administrativas, como não poder participar de licitações públicas, nem requerer a recuperação judicial, por exemplo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual é a estrutura de um balanço patrimonial?</strong></h2>



<p>O balanço patrimonial deve apresentar um formato simples e padronizado. A estrutura está definida na Lei das S.As (<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L6404compilada.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">Lei 6.404/76</a>), que determina que o documento é dividido em três partes: o ativo, o passivo e o patrimônio líquido.</p>



<p>Vamos analisar cada um deles.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O ativo</strong></h3>



<p>O ativo envolve todos os bens, direitos e demais recursos já aplicados pela
empresa para gerar benefícios econômicos futuros. Na prática, são os
investimentos que o negócio realiza para obter lucro.</p>



<p>Ele é dividido em dois tipos. O ativo circulante abrange os valores que
circulam dentro do exercício social seguinte. Já o ativo não circulante é
aquele que envolve os bens de permanência duradoura e que são destinados ao
funcionamento normal da empresa.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O passivo</strong></h3>



<p>O passivo diz respeito às contas destinadas ao cumprimentos das obrigações
com terceiros. Portanto, são eventos que também já aconteceram e que exigem a
liquidação por meio do ativo.</p>



<p>E assim como acontece com o ativo, o passivo também é dividido em circulante
e não circulante. O passivo circulante compreende o pagamento das contas a um
curto prazo, em geral de até um ano. Ou seja, já no exercício social seguinte.
Já o passivo não circulante envolve as contas a serem liquidadas a longo prazo,
ou, então, após 12 meses.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O patrimônio líquido</strong></h3>



<p>O patrimônio líquido compreende os recursos próprios da empresa. Ou seja:
representa a diferença entre o valor do ativo e o valor do passivo.</p>



<p>É formado, portanto, pelos chamados:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Capital social;</li><li>Reservas de capital;</li><li>Ajustes de avaliação patrimonial;</li><li>Reservas de lucros;</li><li>Ações em tesouraria;</li><li>Prejuízos acumulados.</li></ul>



<p>Quando o ativo é maior do que o passivo tem-se o patrimônio líquido. Mas
quando ocorre o contrário, em que o passivo é maior do que o ativo, o resultado
é chamado de passivo a descoberto. Nestes casos, a expressão deve substituir a
de patrimônio líquido no balanço social.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como fazer um balanço patrimonial?</strong></h2>



<p>O balanço patrimonial de uma empresa é feito a partir da reunião de todos os
lançamentos contábeis que foram realizados durante o ano, como as entradas e
saídas de recursos e as compras de mercadorias, por exemplo.</p>



<p>Devido a essa complexidade técnica que a sua elaboração exige, as empresas costumam terceirizar esse serviço. Afinal, só um contador qualificado e exclusivamente focado nos números da empresa consegue apresentar um estudo preciso e sem possibilidades e falhas ou erros contábeis.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Demonstrações Contábeis: O Balanço Patrimonial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Nov 2018 20:20:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Balanço Patrimonial]]></category>
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					<description><![CDATA[Conceito O Balanço Patrimonial é a demonstração contábil que evidencia a posição patrimonial e financeira da Entidade, em determinada data, de forma qualitativa (classifica os “nomes” dos bens, direitos e obrigações, no que se chamam de “contas contábeis”) e quantitativa (demonstra valores). O art. 176, § 1º, da Lei 6.404/76, dispõe que as demonstrações de cada exercício devem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4874 aligncenter" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/folha-de-pagamento.png" alt="folha de pagamento" width="792" height="300" title="Demonstrações Contábeis: O Balanço Patrimonial 4" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/folha-de-pagamento.png 792w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/folha-de-pagamento-300x114.png 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/08/folha-de-pagamento-768x291.png 768w" sizes="(max-width: 792px) 100vw, 792px" /></h3>
<h3>Conceito</h3>
<p>O Balanço Patrimonial é a demonstração contábil que evidencia a posição patrimonial e financeira da Entidade, em determinada data, de forma qualitativa (classifica os “nomes” dos bens, direitos e obrigações, no que se chamam de “contas contábeis”) e quantitativa (demonstra valores).</p>
<p>O art. 176, § 1º, da Lei 6.404/76, dispõe que as demonstrações de cada exercício devem ser publicadas comparando com os valores do exercício anterior.</p>
<h3>Composição do Balanço Patrimonial</h3>
<p>O <b>Balanço Patrimonial</b> é composto por:</p>
<ul>
<li><b>Ativo:</b> bens, direitos e demais aplicações de recursos controlados pela entidade, capazes de gerar benefícios econômicos futuros, originados de eventos ocorridos.</li>
<li><b>Passivo: </b>origens de recursos (obrigações para com terceiros, resultantes de eventos ocorridos que exigirão ativos para a sua liquidação).</li>
<li><b>Patrimônio Líquido: </b>recursos próprios da Entidade (diferença positiva entre Ativo e Passivo).</li>
</ul>
<p>Em outras palavras, <b>ATIVOS</b> são <b>BENS E DIREITOS</b> da entidade; <b>PASSIVOS</b> são <b>OBRIGAÇÕES</b> que geraram bens e direitos; e <b>PATRIMÔNIO LÍQUIDO</b> é a diferença entre ativo e passivo, sendo constituído do investimento inicial dos sócios na entidade + resultados (lucros/prejuízos).</p>
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</div>
<p><b>Abaixo, segue, como exemplo, o último Balanço Patrimonial da Petrobrás publicado, em junho/2018:</b></p>
<p><b>Balanço Patrimonial – Petrobrás (Junho/2018)</b></p>
<p class="td-modal-image"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8151" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/11/Captura-de-Tela-2018-11-08-às-08.30.11.png" alt="Captura de Tela 2018 11 08 às 08.30.11" width="751" height="436" title="Demonstrações Contábeis: O Balanço Patrimonial 5" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/11/Captura-de-Tela-2018-11-08-às-08.30.11.png 751w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/11/Captura-de-Tela-2018-11-08-às-08.30.11-300x174.png 300w" sizes="(max-width: 751px) 100vw, 751px" /></p>
<h3>Agrupamento das Contas no Balanço Patrimonial</h3>
<p>A entidade possui diversos bens, direitos e obrigações, que devem ser devidamente contabilizados, tais como caixa, banco, aplicações financeiras, estoques, duplicatas a receber a longo prazo, investimentos em outras empresas a longo prazo, veículos, edifícios, marcas e patentes, pagamento de fornecedores e empréstimos.</p>
<p>Os bens, direitos e obrigações acima mencionados são agrupados para uma apresentação mais organizada no Balanço Patrimonial.</p>
<p>Desta forma, para o Ativo (bens e direitos da entidade), são criadas contas com nomenclaturas como: “Disponibilidades” (com as subcontas caixa e equivalentes de caixa, tais como cheques; aplicações financeiras de liquidez imediata); “Estoques”; “Realizável a Longo Prazo” (onde são classificadas as duplicatas a receber a longo prazo); “Investimento” (como investimentos a longo prazo em outras empresas); “Imobilizado” (com as subcontas veículos, edifícios, terrenos, máquinas e equipamentos, instalações, móveis e utensílios etc.); e “Intangível” (marcas e patentes).</p>
<p>Para o Passivo, são criadas contas como “Fornecedores” e “Empréstimos”.</p>
<p>Cada conta pode ter diversas subcontas.</p>
<p>Como se pode perceber, a ordem de apresentação destas contas ocorre das mais líquidas (que se convertem mais rápido em dinheiro em espécie), para as menos líquidas.</p>
<p><b>Exemplo:</b> um veículo é menos líquido, pois, para se transformar em numerário, é necessário que seja realizada a venda. Assim, pela venda do veículo, consegue-se o valor em espécie. Desta forma, pelo fato de o veículo ser menos líquido que as aplicações financeiras (em que é só realizar o resgate das aplicações), o veículo é classificado abaixo das aplicações financeiras, na conta de “Imobilizado”, na subconta “Veículos”.</p>
<p>Já no Patrimônio Líquido, encontram-se as contas “Capital Social” ou “Capital Integralizado”, que demonstra o valor investido pelos sócios, conforme será explanado; “Capital Subscrito”, que é o valor investido pelos sócios quando da constituição da sociedade, com suas quotas/cotas estabelecidas em contrato social/estatuto; e “Capital a Integralizar”, que é o valor que falta ser integralizado pelos sócios.</p>
<p>Ou seja:</p>
<p>Capital Social/Integralizado = Capital Subscrito (-) Capital a Integralizar</p>
<p><b>Exemplo:</b></p>
<p>Dois sócios (sócio 1 e sócio 2) constituíram uma sociedade cujo contrato social informa que o capital social será constituído por 100.o00 quotas/cotas de R$ 1,00 cada, e que cada sócio é proprietário de 50.000 quotas/cotas (50.000 quotas x R$ 1,00 = R$ 50.000). Desta forma, cada sócio deve integralizar R$ 50.000, totalizando um Patrimônio Líquido de R$ 100.000.</p>
<p>O sócio 1 integralizou os R$ 50.000 em dinheiro (caixa).</p>
<p>O sócio 2 integralizou apenas R$ 30.000 em veículos. Resta integralizar R$ 20.000.</p>
<p>Ou seja, utilizando a fórmula (Capital a Integralizar = Capital Subscrito – Capital a Integralizar), contabiliza-se da seguinte forma:</p>
<p><b>Capital Social ou Capital Integralizado = R$ 80.000</b> (R$ 50.000 integralizados pelo sócio 1 e R$ 30.000 integralizados pelo sócio 2)</p>
<p>correspondente a:</p>
<p><b>Capital Subscrito = R$ 100.000</b> (os dois sócios subscreveram R$ 100.000, ou seja, comprometeram-se a integralizar R$ 100.000, sendo R$ 50.000 cada um)</p>
<p><b>Capital a Integralizar = R$ 20.000</b> ( valor que falta ao sócio 2 integralizar)</p>
<p>Assim, Capital Social = Capital Subscrito – Capital a Integralizar</p>
<p>Capital Social = 100.ooo – 20.000</p>
<p>Capital Social = 80.000</p>
<p>Desta forma, no Patrimônio Líquido consta o Capital Social de R$ 80.000. Quando o sócio 2 integralizar os R$ 20.000 restantes, constará que o Capital Social (em consequência, o Patrimônio Líquido), perfaz o montante de R$ 100.000, ou seja, com 100% das quotas integralizadas.</p>
<p>No decorrer das atividades da sociedade, haverão lucros ou prejuízos, que deverão ser contabilizados aumentando ou diminuindo o Patrimônio Líquido, conforme demonstração abaixo:</p>
<p>Em 31/12/x1, a sociedade registrou um lucro de R$ 20.000:</p>
<p>Patrimônio Líquido = R$ 120.000</p>
<ul>
<li>Capital Social = R$ 100.000</li>
<li>Lucros/Prejuízos Acumulados = R$ 20.000</li>
</ul>
<p>Em 31/12/x2, a sociedade registrou um prejuízo de R$ 15.000</p>
<p>Patrimônio Líquido = R$ 105.000</p>
<p>Capital Social = R$ 100.000</p>
<p>Lucros/Prejuízos Acumulados = R$ 5.000 (R$ 20.000 – R$ 5.000)</p>
<h3>Para concluir…</h3>
<p>Frise-se que as análises ora apresentadas foram realizadas de forma extremamente simplificadas, visto que há diversas questões não consideradas, para não desvirtuar o foco didático do artigo. Não foi explanada, por exemplo, a obrigatoriedade da distribuição de lucros (destinação para reserva de lucros/distribuição de dividendos), dentro muitos outros aspectos, que exigem estudo aprofundado.</p>
<p>Conteúdo por  – <a class="ProfileInfo-title-text" href="https://karenyonamine.jusbrasil.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-profile-tooltip="6778019" data-reactid="68">Karen Yonamine</a> Contadora – Especialista em Perícia Contábil e Auditoria – UEL (2017) – Bacharel em Ciências Contábeis – UEL (2013 – 2016) – Graduanda em Direito – UEL (2018 -…) – Graduanda em História – UNOPAR (2017 – …) – Graduanda em Ciências Econômicas – UNOPAR (2017 – …)</p>
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