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	<title>Contabilidade &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<description>Software de Gestão Empresarial</description>
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	<title>Contabilidade &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<item>
		<title>ICMS 2025: O Guia Completo Que Vai Revolucionar Sua Estratégia Fiscal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Victor Maia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jun 2025 19:52:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Seção Título Tipo de Heading 1 ICMS 2025: O Guia Completo Que Vai Revolucionar Sua Estratégia Fiscal H1 2 A Revolução Fiscal Chegou &#8211; E Você Não Pode Ficar Para Trás H2 3 Por Que 2025 É o Ano Que Mudou Tudo no ICMS H3 4 O Que Realmente É o ICMS em 2025 H2 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1></h1>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Seção</th>
<th>Título</th>
<th>Tipo de Heading</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>1</td>
<td>ICMS 2025: O Guia Completo Que Vai Revolucionar Sua Estratégia Fiscal</td>
<td>H1</td>
</tr>
<tr>
<td>2</td>
<td>A Revolução Fiscal Chegou &#8211; E Você Não Pode Ficar Para Trás</td>
<td>H2</td>
</tr>
<tr>
<td>3</td>
<td>Por Que 2025 É o Ano Que Mudou Tudo no ICMS</td>
<td>H3</td>
</tr>
<tr>
<td>4</td>
<td>O Que Realmente É o ICMS em 2025</td>
<td>H2</td>
</tr>
<tr>
<td>5</td>
<td>Definição Turbinada para Empreendedores</td>
<td>H3</td>
</tr>
<tr>
<td>6</td>
<td>As Principais Mudanças Que Vão Impactar Seu Bolso</td>
<td>H3</td>
</tr>
<tr>
<td>7</td>
<td>Tabela Comparativa 2023 vs 2025: Os Números Que Você Precisa Saber</td>
<td>H2</td>
</tr>
<tr>
<td>8</td>
<td>Estados Que Mais Mudaram</td>
<td>H3</td>
</tr>
<tr>
<td>9</td>
<td>Impacto Direto na Sua Margem de Lucro</td>
<td>H4</td>
</tr>
<tr>
<td>10</td>
<td>Reforma Tributária: A Transição Que Está Acontecendo AGORA</td>
<td>H2</td>
</tr>
<tr>
<td>11</td>
<td>CBS/IBS: O Que Isso Significa Para Você</td>
<td>H3</td>
</tr>
<tr>
<td>12</td>
<td>Estratégias Para Se Adaptar Antes dos Concorrentes</td>
<td>H3</td>
</tr>
<tr>
<td>13</td>
<td>Cálculos Práticos: Exemplos Reais de 2025</td>
<td>H2</td>
</tr>
<tr>
<td>14</td>
<td>Cenário Marketplace: Vendas Interestaduais</td>
<td>H3</td>
</tr>
<tr>
<td>15</td>
<td>Cenário Energia: Substituição Tributária</td>
<td>H3</td>
</tr>
<tr>
<td>16</td>
<td>Cenário Produtos Digitais: Nova Fronteira</td>
<td>H4</td>
</tr>
<tr>
<td>17</td>
<td>Como Dominar a Tabela ICMS 2025</td>
<td>H2</td>
</tr>
<tr>
<td>18</td>
<td>Passo a Passo Para Não Errar Mais</td>
<td>H3</td>
</tr>
<tr>
<td>19</td>
<td>Ferramentas Que Vão Facilitar Sua Vida</td>
<td>H3</td>
</tr>
<tr>
<td>20</td>
<td>Oportunidades Escondidas no Caos Fiscal</td>
<td>H2</td>
</tr>
<tr>
<td>21</td>
<td>Como Transformar Mudanças em Vantagem Competitiva</td>
<td>H3</td>
</tr>
<tr>
<td>22</td>
<td>Estratégias de Precificação Inteligente</td>
<td>H4</td>
</tr>
<tr>
<td>23</td>
<td>Conclusão: Sua Próxima Jogada Fiscal</td>
<td>H2</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<hr />
<h2><strong>A Revolução Fiscal Chegou &#8211; E Você Não Pode Ficar Para Trás</strong></h2>
<p>Cara, se você ainda está operando com as regras fiscais de 2023, preciso te dar uma realidade check: <strong>você está perdendo dinheiro TODOS OS DIAS!</strong></p>
<p>As mudanças no ICMS em 2025 não são apenas ajustes técnicos &#8211; são uma revolução completa na forma como fazemos negócios no Brasil. E enquanto você hesita, seus concorrentes já estão surfando nessa onda de oportunidades.</p>
<h4><strong>Por Que 2025 É o Ano Que Mudou Tudo no ICMS</strong></h4>
<p>Pense assim: 2025 é como se fosse o iPhone original sendo lançado no mundo dos telefones convencionais. Tudo mudou &#8211; alíquotas, regras interestaduais, marketplace, energia, produtos digitais. E tem mais: a Reforma Tributária começou a transição para o CBS/IBS.</p>
<p>Se você não se adaptar AGORA, vai ser como tentar competir com Nokia 3310 contra iPhone 15. Funciona? Até funciona. Mas você vai perder TODAS as oportunidades que realmente importam.</p>
<h2><strong>O Que Realmente É o ICMS em 2025</strong></h2>
<h3><strong>Definição Turbinada para Empreendedores</strong></h3>
<p>Vamos direto ao ponto: <a href="https://dbmsistemas.com/icms-2019-tabela-atualizada-com-as-aliquotas-dos-estados/">ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços)</a> é aquele imposto estadual que incide sobre praticamente tudo que você vende &#8211; produtos, transportes interestaduais e serviços de comunicação.</p>
<p>Mas em 2025? Cara, isso virou um <strong>campo minado de oportunidades</strong> para quem sabe jogar e uma <strong>armadilha mortal</strong> para quem fica na zona de conforto.</p>
<h3><strong>As Principais Mudanças Que Vão Impactar Seu Bolso</strong></h3>
<p>Aqui estão as mudanças que vão fazer a diferença entre você <strong>dominar</strong> o mercado ou <strong>sobreviver</strong> nele:</p>
<ol>
<li><strong>Alíquotas turbinadas</strong> em estados-chave como SP, RS e DF</li>
<li><strong>Regras especiais para marketplace</strong> &#8211; se você vende online, isso é CRÍTICO</li>
<li><strong>Novas regras para energia</strong> &#8211; especialmente se você tem operação industrial</li>
<li><strong>Produtos digitais</strong> entraram no radar fiscal</li>
<li><strong>Transição para CBS/IBS</strong> começou &#8211; dupla tributação temporária</li>
</ol>
<h3><strong>Tabela Comparativa 2023 vs 2025: Os Números Que Você Precisa Saber</strong></h3>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Estado</th>
<th>2023</th>
<th>2025</th>
<th>Impacto</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>São Paulo</td>
<td>18%</td>
<td><strong>19%</strong></td>
<td>+1% em energia, telecom e combustíveis</td>
</tr>
<tr>
<td>Rio Grande do Sul</td>
<td>18%</td>
<td><strong>20%</strong></td>
<td>+2% medida pós-enchentes</td>
</tr>
<tr>
<td>Distrito Federal</td>
<td>18%</td>
<td><strong>20%</strong></td>
<td>+2% aumento temporário</td>
</tr>
<tr>
<td>Demais Estados</td>
<td>17-18%</td>
<td>Variações regionais</td>
<td>Fique de olho nas portarias</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h4><strong>Estados Que Mais Mudaram</strong></h4>
<p><strong>São Paulo</strong> não brinca em serviço &#8211; aumentou 1 ponto percentual e criou regras específicas para grandes consumidores de energia. Se você tem operação industrial ou data center, isso vai doer no bolso.</p>
<p><strong>Rio Grande do Sul</strong> teve que ser mais agressivo &#8211; 2 pontos percentuais de aumento para recompor as perdas das enchentes. Solidariedade é importante, mas planejamento fiscal é FUNDAMENTAL.</p>
<p><strong>Distrito Federal</strong> seguiu a mesma linha &#8211; 2 pontos percentuais temporários (pelo menos é o que dizem). Mas você conhece governo brasileiro, né? &#8220;Temporário&#8221; às vezes vira permanente.</p>
<h5><strong>Impacto Direto na Sua Margem de Lucro</strong></h5>
<p>Vamos fazer umas contas rápidas: se você movimenta R$ 1 milhão por ano em SP, esse 1% a mais representa R$ 10 mil saindo do seu bolso. Em RS ou DF? R$ 20 mil.</p>
<p>Agora multiplica isso pela sua operação real. Assustou? Deveria mesmo!</p>
<h3><strong>Reforma Tributária: A Transição Que Está Acontecendo AGORA</strong></h3>
<h4><strong>CBS/IBS: O Que Isso Significa Para Você</strong></h4>
<p>A Reforma Tributária não é mais papo de político &#8211; é realidade em fase piloto. Significa que você vai ter que lidar com duas situações simultaneamente:</p>
<ol>
<li><strong>Continuar pagando ICMS</strong> nas regras atuais</li>
<li><strong>Se preparar para CBS/IBS</strong> (recolhimento unificado)</li>
</ol>
<p>É como dirigir olhando para frente E para trás ao mesmo tempo. Difícil? Sim. Impossível? Não para quem se prepara.</p>
<h4><strong>Estratégias Para Se Adaptar Antes dos Concorrentes</strong></h4>
<p>Aqui está o seu plano de ação:</p>
<p><strong>Imediato (próximos 30 dias):</strong></p>
<ul>
<li>Atualize todas as alíquotas no seu sistema</li>
<li>Revise contratos com fornecedores</li>
<li>Recalcule suas margens de lucro</li>
</ul>
<p><strong>Médio prazo (próximos 90 dias):</strong></p>
<ul>
<li>Implemente sistema de controle dual (ICMS + CBS/IBS)</li>
<li>Treine sua equipe fiscal</li>
<li>Crie reserva de caixa para dupla tributação temporária</li>
</ul>
<p><strong>Longo prazo (próximos 12 meses):</strong></p>
<ul>
<li>Desenvolva vantagem competitiva através de eficiência fiscal</li>
<li>Explore oportunidades de crédito da reforma</li>
<li>Posicione-se como referência no seu setor</li>
</ul>
<h3><strong>Cálculos Práticos: Exemplos Reais de 2025</strong></h3>
<h4><strong>Cenário Marketplace: Vendas Interestaduais</strong></h4>
<p>Imagine: você tem uma empresa no Espírito Santo vendendo eletrônicos para Minas Gerais através de marketplace.</p>
<p><strong>Antes (2023):</strong></p>
<ul>
<li>Alíquota interestadual: 12%</li>
<li>DIFAL: 6% (18% MG &#8211; 12% interestadual)</li>
<li>Total: 18%</li>
</ul>
<p><strong>Agora (2025):</strong></p>
<ul>
<li>Alíquota interestadual: 12%</li>
<li>DIFAL: 6% (18% MG &#8211; 12% interestadual)</li>
<li>Mas atenção: novas regras de marketplace podem criar obrigações adicionais</li>
</ul>
<h4><strong>Cenário Energia: Substituição Tributária</strong></h4>
<p>SP mudou as regras para grandes consumidores. Se você tem uma empresa que consome mais de 500 kWh/mês, as regras de substituição tributária mudaram.</p>
<p><strong>Impacto real:</strong> uma empresa que gastava R$ 50 mil/mês em energia pode ter um aumento de R$ 2.500 só nesse item.</p>
<h5><strong>Cenário Produtos Digitais: Nova Fronteira</strong></h5>
<p>Aqui está a revolução: produtos digitais entraram no radar do ICMS de vez. Se você vende cursos online, software, streaming, prepare-se para uma nova realidade fiscal.</p>
<h3><strong>Como Dominar a Tabela ICMS 2025</strong></h3>
<h4><strong>Passo a Passo Para Não Errar Mais</strong></h4>
<ol>
<li><strong>Identifique origem e destino</strong> &#8211; parece óbvio, mas 80% dos erros começam aqui</li>
<li><strong>Classifique corretamente o produto</strong> &#8211; a classificação determina a alíquota</li>
<li><strong>Verifique se há regimes especiais</strong> &#8211; ST, diferimento, isenções</li>
<li><strong>Calcule DIFAL quando necessário</strong> &#8211; operações B2C interestaduais</li>
<li><strong>Mantenha-se atualizado</strong> &#8211; as regras mudam mensalmente</li>
</ol>
<h4><strong>Ferramentas Que Vão Facilitar Sua Vida</strong></h4>
<p><strong>Essenciais:</strong></p>
<ul>
<li>Portal CONFAZ (atualizações oficiais)</li>
<li>SEFAZ de cada estado (portarias específicas)</li>
<li>Sistema ERP atualizado (fundamental)</li>
</ul>
<p><strong>Diferenciais:</strong></p>
<ul>
<li>Consultoria fiscal especializada</li>
<li>Software de gestão tributária</li>
<li>Planilhas automatizadas (crie as suas próprias)</li>
</ul>
<h3><strong>Oportunidades Escondidas no Caos Fiscal</strong></h3>
<h4><strong>Como Transformar Mudanças em Vantagem Competitiva</strong></h4>
<p>Aqui está o que separa empreendedores de sucesso dos demais: <strong>enquanto todo mundo reclama das mudanças, os vencedores encontram oportunidades</strong>.</p>
<p>As mudanças no ICMS criaram 3 oportunidades de ouro:</p>
<ol>
<li><strong>Reposicionamento de preços</strong> &#8211; você pode justificar ajustes baseados nas mudanças fiscais</li>
<li><strong>Eficiência operacional</strong> &#8211; quem se organizar melhor vai ter custos menores</li>
<li><strong>Diferenciação competitiva</strong> &#8211; oferecer transparência fiscal como diferencial</li>
</ol>
<h5><strong>Estratégias de Precificação Inteligente</strong></h5>
<p>Não seja reativo &#8211; seja ESTRATÉGICO:</p>
<p><strong>Estratégia 1: Precificação Dinâmica</strong> Ajuste preços conforme o destino e a alíquota aplicável. Seus concorrentes ainda usam preço único nacional? Oportunidade de ouro!</p>
<p><strong>Estratégia 2: Bundling Fiscal</strong> Combine produtos de diferentes alíquotas para otimizar a carga tributária total.</p>
<p><strong>Estratégia 3: Timing Inteligente</strong> Use as mudanças graduais da reforma para posicionar aumentos de preço de forma natural.</p>
<h3><strong>Conclusão: Sua Próxima Jogada Fiscal</strong></h3>
<p>Cara, vou ser direto com você: <strong>2025 vai separar os amadores dos profissionais</strong> no mundo dos negócios brasileiros.</p>
<p>As mudanças no ICMS não são um obstáculo &#8211; são uma <strong>oportunidade MASSIVA</strong> para quem tem coragem de se adaptar rapidamente e estrategicamente.</p>
<p>Enquanto seus concorrentes ainda estão tentando entender o que mudou, você pode estar 3 passos à frente, dominando as novas regras e transformando complexidade fiscal em vantagem competitiva.</p>
<p>A pergunta não é SE você vai se adaptar, mas QUANDO. E quem se adapta primeiro, ganha primeiro.</p>
<p><strong>Sua missão agora é clara:</strong></p>
<ol>
<li>Atualize seus sistemas HOJE</li>
<li>Revise suas estratégias de precificação</li>
<li>Prepare-se para a transição CBS/IBS</li>
<li>Transforme conhecimento fiscal em diferencial competitivo</li>
</ol>
<p>O futuro dos negócios no Brasil está sendo escrito AGORA. Você vai ser protagonista ou vai assistir de camarote?</p>
<hr />
<h2><strong>5 Perguntas Frequentes</strong></h2>
<p><strong>1. As mudanças no ICMS 2025 são definitivas ou temporárias?</strong> A maioria das mudanças veio para ficar, especialmente as relacionadas à Reforma Tributária. Algumas alíquotas podem ser ajustadas, mas o cenário de maior complexidade e controle é permanente.</p>
<p><strong>2. Como o marketplace é afetado pelas novas regras de ICMS?</strong> Marketplaces agora têm responsabilidades ampliadas na cobrança e recolhimento de ICMS, especialmente em operações interestaduais. Isso pode afetar tanto a plataforma quanto os vendedores.</p>
<p><strong>3. Produtos digitais realmente pagam ICMS agora?</strong> Sim, produtos digitais como software, cursos online e streaming entraram no radar fiscal. Cada estado pode ter regras específicas, então é fundamental acompanhar as legislações locais.</p>
<p><strong>4. A Reforma Tributária vai eliminar o ICMS?</strong> Não imediatamente. Haverá um período de transição onde ICMS e CBS/IBS coexistirão. O processo será gradual e pode levar alguns anos para ser completado.</p>
<p><strong>5. Posso usar as mudanças fiscais para justificar aumento de preços?</strong> Sim, as mudanças tributárias são justificativas legítimas para reajustes de preços. Mas seja transparente com seus clientes e use isso como oportunidade para educar sobre seu valor agregado.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como Dominar o Cálculo do Custo da Mercadoria Vendida (CMV) para Impulsionar Seu Negócio</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/custo-da-mercadoria-vendida/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=custo-da-mercadoria-vendida</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Maia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Aug 2023 13:28:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dbmsistemas.com/?p=13744</guid>

					<description><![CDATA[Você já se perguntou qual é o motor que impulsiona a rentabilidade do seu negócio?&#160; A resposta pode estar em um conceito fundamental, mas muitas vezes subestimado, no mundo dos negócios: o cálculo do custo da mercadoria vendida (CMV).&#160; Este elemento é crucial na gestão financeira e tem um impacto significativo em todos os aspectos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você já se perguntou qual é o motor que impulsiona a rentabilidade do seu negócio?&nbsp;</p>



<p>A resposta pode estar em um conceito fundamental, mas muitas vezes subestimado, no mundo dos negócios: o cálculo do custo da mercadoria vendida (CMV).&nbsp;</p>



<p>Este elemento é crucial na gestão financeira e tem um impacto significativo em todos os aspectos de uma empresa, desde o departamento de TI até o escritório do CEO.</p>



<p>O CMV vai além de simples números em um <a href="https://dbmsistemas.com/financeiro/" data-type="link" data-id="https://dbmsistemas.com/financeiro/">relatório financeiro</a>.&nbsp;</p>



<p>Ele é uma ferramenta estratégica essencial que fornece uma visão clara da rentabilidade de uma empresa.&nbsp;</p>



<p>Ao entender o CMV, gestores e empresários podem tomar decisões mais informadas e estratégicas, impactando diretamente no sucesso e na sustentabilidade do negócio.</p>



<p>Para gestores de TI, por exemplo, o CMV pode influenciar decisões sobre investimentos em tecnologia e infraestrutura, garantindo que os recursos sejam alocados de maneira eficiente para suportar a produção e venda de mercadorias.&nbsp;</p>



<p>Para o empresário de uma pequena empresa, compreender o CMV é fundamental para definir preços competitivos, gerenciar custos e maximizar a margem de lucro.</p>



<p>O CMV não é apenas uma medida de custo; é um indicador chave de <a href="https://dbmsistemas.com/analise-de-resultado/">eficiência operacional e eficácia de gestão.&nbsp;</a></p>



<p>Ele permite que as empresas avaliem a saúde financeira de seus produtos e serviços, identifiquem áreas de melhoria e ajustem suas estratégias para melhor competir no mercado.&nbsp;</p>



<p>Em um ambiente de negócios cada vez mais competitivo, o CMV pode ser o diferencial entre o sucesso e o fracasso.</p>



<p>À medida que avançamos neste artigo, vamos explorar como calcular o CMV de forma eficaz, entender suas nuances e aplicar esse conhecimento para tomar decisões estratégicas que impulsionam o crescimento do seu negócio.&nbsp;</p>



<p>Vamos mergulhar em métodos, estratégias e exemplos práticos que ilustram a importância do CMV na gestão financeira moderna.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entendendo o CMV: Mais do que Números, uma Estratégia de Negócios</h2>



<p>O Custo da Mercadoria Vendida (CMV) é um conceito que vai muito além de uma simples soma de despesas.&nbsp;</p>



<p>Ele representa a totalidade dos custos diretos associados à produção dos bens vendidos em um período específico.</p>



<p>Isso abrange uma variedade de despesas, desde a aquisição de matéria-prima até os custos de mão de obra, passando por gastos com energia, transporte, armazenamento e até mesmo a depreciação de equipamentos.</p>



<p>Esses elementos, quando combinados, formam uma imagem clara dos custos de produção de uma empresa.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://wa.me/5527998015845?text=Ol%C3%A1" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="384" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2023/11/Banner-Mercado-Shops-Black-Friday-Promocao-Moderno-Vermelho-Preto-E-Branco-2-1024x384.png" alt="Banner Mercado Shops Black Friday Promocao Moderno Vermelho Preto E Branco 2" class="wp-image-13808" title="Como Dominar o Cálculo do Custo da Mercadoria Vendida (CMV) para Impulsionar Seu Negócio 1" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2023/11/Banner-Mercado-Shops-Black-Friday-Promocao-Moderno-Vermelho-Preto-E-Branco-2-1024x384.png 1024w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2023/11/Banner-Mercado-Shops-Black-Friday-Promocao-Moderno-Vermelho-Preto-E-Branco-2-300x113.png 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2023/11/Banner-Mercado-Shops-Black-Friday-Promocao-Moderno-Vermelho-Preto-E-Branco-2-768x288.png 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2023/11/Banner-Mercado-Shops-Black-Friday-Promocao-Moderno-Vermelho-Preto-E-Branco-2-1536x576.png 1536w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2023/11/Banner-Mercado-Shops-Black-Friday-Promocao-Moderno-Vermelho-Preto-E-Branco-2-2048x768.png 2048w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2023/11/Banner-Mercado-Shops-Black-Friday-Promocao-Moderno-Vermelho-Preto-E-Branco-2-500x188.png 500w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2023/11/Banner-Mercado-Shops-Black-Friday-Promocao-Moderno-Vermelho-Preto-E-Branco-2-800x300.png 800w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2023/11/Banner-Mercado-Shops-Black-Friday-Promocao-Moderno-Vermelho-Preto-E-Branco-2-1280x480.png 1280w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2023/11/Banner-Mercado-Shops-Black-Friday-Promocao-Moderno-Vermelho-Preto-E-Branco-2-1920x720.png 1920w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2023/11/Banner-Mercado-Shops-Black-Friday-Promocao-Moderno-Vermelho-Preto-E-Branco-2-920x345.png 920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<h3 class="wp-block-heading">O CMV como um Mapa Detalhado dos Custos</h3>



<p>Compreender o CMV é como ter em mãos um mapa detalhado e multifacetado dos custos do seu produto.&nbsp;</p>



<p>Esse conhecimento permite que gestores e empresários naveguem com mais confiança no mercado competitivo, ajustando estratégias e tomando decisões baseadas em dados concretos.</p>



<p>É uma ferramenta que transforma números brutos em insights valiosos para o negócio.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Por Que Calcular o CMV? Uma Ferramenta para Lucratividade e Crescimento</h3>



<p>Calcular o CMV não é apenas uma prática contábil; é um passo essencial para entender a <a href="https://dbmsistemas.com/analise-de-resultado/" data-type="link" data-id="https://dbmsistemas.com/analise-de-resultado/">verdadeira lucratividade de uma empresa</a>.</p>



<p>Ao analisar o CMV, é possível otimizar os preços de venda, garantindo que eles não apenas cubram os custos, mas também gerem lucro.&nbsp;</p>



<p>Além disso, o CMV é uma ferramenta poderosa para identificar áreas onde é possível economizar, otimizar os preços de venda e guiar estratégias de marketing e vendas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O CMV na Perspectiva de Diferentes Áreas da Empresa</h3>



<p>Para os gestores de TI, por exemplo, o CMV pode revelar oportunidades onde investimentos tecnológicos podem reduzir custos operacionais e aumentar a eficiência.</p>



<p>Em um cenário onde a tecnologia desempenha um papel cada vez mais crítico, entender como ela impacta o CMV é fundamental.</p>



<p>Para empresários e empreendedores, o CMV atua como uma bússola, orientando-os em direção ao crescimento sustentável e à tomada de decisões estratégicas mais informadas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O CMV como Base para Decisões Estratégicas</h3>



<p>À medida que avançamos neste artigo, vamos explorar como o CMV pode ser calculado de maneira eficaz e como essa informação pode ser utilizada para impulsionar o sucesso do negócio.&nbsp;</p>



<p>Vamos abordar estratégias práticas para otimizar o CMV, exemplos do impacto do CMV em diferentes setores e como essa compreensão pode ser a chave para desbloquear o potencial de crescimento e lucratividade da sua empresa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Métodos de Cálculo do CMV: Encontrando o Melhor Caminho para Seu Negócio</h2>



<p>Existem diferentes métodos para calcular o Custo da Mercadoria Vendida (CMV), cada um refletindo uma abordagem única e adaptada às necessidades específicas de cada negócio. Essa diversidade de métodos permite que as empresas escolham a estratégia mais alinhada com suas operações e objetivos financeiros.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O Método Direto: Foco nos Custos Diretos</h3>



<p>O Método Direto é frequentemente escolhido por sua simplicidade e precisão direta. Ele soma todos os custos diretamente associados à produção, como matéria-prima, mão de obra direta e despesas operacionais de fabricação. Este método é particularmente eficaz para empresas com processos de produção diretos e custos facilmente rastreáveis, oferecendo uma visão clara e imediata dos custos de produção.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O Método Indireto: Uma Visão Abrangente</h3>



<p>Por outro lado, o Método Indireto vai além, incorporando custos indiretos, como despesas administrativas, salários de funcionários não diretamente envolvidos na produção e custos de marketing. Este método é ideal para empresas que buscam uma compreensão mais holística de seus custos, integrando todos os aspectos que contribuem indiretamente para a produção e venda de mercadorias.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Métodos FIFO e LIFO: Estratégias para Flutuações de Custo</h3>



<p>Além disso, os métodos FIFO (Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair) e LIFO (Último a Entrar, Primeiro a Sair) oferecem soluções para empresas que enfrentam flutuações significativas nos custos de produção.&nbsp;</p>



<p>O FIFO assume que os primeiros produtos fabricados são os primeiros a serem vendidos, o que é particularmente útil em ambientes de preços crescentes.&nbsp;</p>



<p>Já o LIFO, por sua vez, assume que os últimos produtos fabricados são os primeiros vendidos, sendo eficaz em cenários de preços decrescentes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Escolhendo o Método Ideal para Seu Negócio</h3>



<p>A escolha do método mais adequado para calcular o CMV depende de vários fatores, incluindo a natureza dos custos de produção, a estrutura de inventário e as flutuações do mercado.</p>



<p>Cada método tem suas vantagens e desvantagens, e a decisão deve ser baseada em uma análise cuidadosa das necessidades e objetivos específicos da empresa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Exemplos Práticos</h3>



<p>A teoria é ótima, mas nada como exemplos práticos para realmente entender como calcular o CMV, certo? Vamos explorar alguns cenários reais, usando diferentes métodos de cálculo, para ver como essa ferramenta poderosa pode ser aplicada no seu negócio.</p>



<p><strong>Método Direto:</strong></p>



<p>Custos de Matéria-Prima: R$10.000</p>



<p>Custos de Mão de Obra: R$5.000</p>



<p>CMV (Custos Diretos): R$10.000 + R$5.000 = R$15.000</p>



<p>Conclusão: Simples e direto, esse método oferece uma visão rápida do CMV, focando apenas nos custos diretos.</p>



<p><strong>Método Indireto:</strong></p>



<p>Custos Diretos: R$15.000 (como acima)</p>



<p>Custos Indiretos (Administração, Marketing): R$3.000</p>



<p>CMV (Custos Diretos + Indiretos): R$15.000 + R$3.000 = R$18.000</p>



<p>Conclusão: Mais completo, esse método considera todos os aspectos do negócio, oferecendo uma imagem mais precisa do CMV.</p>



<p><strong>Método FIFO (Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair):</strong></p>



<p>Custos dos Primeiros Produtos Produzidos: R$12.000</p>



<p>Custos dos Produtos Restantes: R$6.000</p>



<p>CMV (FIFO): R$12.000 + R$6.000 = R$18.000</p>



<p>Conclusão: Útil quando os custos flutuam, o FIFO considera a ordem de produção, refletindo mudanças no mercado.</p>



<p><strong>Método LIFO (Último a Entrar, Primeiro a Sair):</strong></p>



<p>Custos dos Últimos Produtos Produzidos: R$6.000</p>



<p>Custos dos Produtos Restantes: R$12.000</p>



<p>CMV (LIFO): R$6.000 + R$12.000 = R$18.000</p>



<p>Conclusão: O oposto do FIFO, o LIFO pode ser vantajoso em certas situações fiscais ou de mercado.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Preparando para o Próximo Passo: Uma Análise Detalhada</h3>



<p>Agora que compreendemos os diferentes métodos de cálculo do CMV, vamos mergulhar mais fundo. No próximo segmento, exploraremos como cada método pode ser aplicado na prática, com exemplos reais e análises detalhadas.&nbsp;</p>



<p>Descubra como essas estratégias podem ser utilizadas para otimizar a gestão financeira do seu negócio e impulsionar a rentabilidade.</p>



<p>Fique conosco para desvendar os segredos por trás de cada método e como eles podem transformar a saúde financeira da sua empresa!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Aplicando o CMV na Prática: Exemplos e Estratégias</h2>



<p>Vamos explorar exemplos práticos usando diferentes métodos de cálculo para entender como o CMV pode ser aplicado no seu negócio.</p>



<p>Cada método oferece insights únicos e pode ser a chave para entender a rentabilidade, otimizar preços e guiar decisões estratégicas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Integrando o CMV com Sistemas de ERP para Máxima Eficiência</h3>



<p>Para empresas que utilizam sistemas de <a href="https://dbmsistemas.com/vendas-distribuicao/">ERP (Enterprise Resource Planning)</a>, integrar o cálculo do CMV pode ser um divisor de águas.&nbsp;</p>



<p>Um sistema de ERP eficiente permite automatizar e simplificar o processo de cálculo do CMV, proporcionando dados em tempo real e insights precisos. Isso não só economiza tempo e recursos, mas também fornece uma base sólida para decisões estratégicas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O Papel do CMV na Tomada de Decisões Estratégicas</h3>



<p>O CMV não é apenas um número no final do mês; é uma ferramenta vital para a tomada de decisões estratégicas.</p>



<p>Ele influencia desde a precificação até a gestão de estoque, passando pela análise de rentabilidade de produtos individuais.</p>



<p>Compreender o CMV permite que as empresas ajustem suas estratégias para maximizar os lucros e minimizar os custos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Otimizando o CMV para Melhorar a Margem de Lucro</h3>



<p>Uma das principais vantagens de entender e otimizar o CMV é a melhoria da margem de lucro.</p>



<p><strong>Reduzir os custos associados à produção</strong> e venda de mercadorias pode ter um impacto significativo na linha de fundo.</p>



<p>Estratégias como negociação com fornecedores, melhoria de processos de produção e gestão eficiente de estoque são essenciais para otimizar o CMV.</p>



<h3 class="wp-block-heading">CMV e Sua Influência no Fluxo de Caixa</h3>



<p>O CMV também tem um papel crucial no gerenciamento do fluxo de caixa.</p>



<p>Uma compreensão precisa do CMV ajuda as empresas a planejar melhor suas necessidades de caixa, evitando surpresas desagradáveis e garantindo que haja fundos suficientes para operações contínuas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão: Transformando o CMV em uma Ferramenta Estratégica</h2>



<p>O cálculo do CMV é uma ferramenta estratégica que desempenha um papel crucial em várias áreas do seu negócio.&nbsp;</p>



<p>É a base para a tomada de decisões informadas, a chave para a rentabilidade e um guia para o sucesso sustentável.</p>



<p>Entender e aplicar o CMV é fundamental para qualquer negócio que deseja crescer e prosperar no mercado competitivo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Perguntas Frequentes (FAQ) sobre o Cálculo do CMV</h2>



<h3 class="wp-block-heading">O que é o CMV e por que é importante?</h3>



<p>O CMV, ou Custo da Mercadoria Vendida, é a soma total dos custos diretos e indiretos associados à produção dos bens vendidos. É vital para entender a rentabilidade, otimizar preços e tomar decisões estratégicas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quais são os métodos para calcular o CMV?</h3>



<p>Existem vários métodos, incluindo o Método Direto, Método Indireto, Método FIFO (Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair) e Método LIFO (Último a Entrar, Primeiro a Sair). Cada um tem suas particularidades e aplicações.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como posso escolher o melhor método para o meu negócio?</h3>



<p>A escolha do método depende das características do seu negócio, como a natureza dos custos e a estrutura de produção. Consultar um profissional de finanças ou contabilidade pode ajudar na escolha do método mais adequado.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A contabilidade como ferramenta de gestão estratégica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 May 2021 15:28:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Estratégica]]></category>
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					<description><![CDATA[Gerir empresas de forma estratégica sempre foi uma grande necessidade no mundo corporativo. Isso porque a gestão estratégica permite otimizar os resultados e melhorar a performance tanto dos colaboradores quanto do controle de estoque, além de aumentar os lucros. E quando falamos da Contabilidade como ferramenta de gestão estratégica? Com a evolução da área contábil [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/01/tecnologia-contabilidade.jpg"><img decoding="async" width="1024" height="682" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/01/tecnologia-contabilidade-1024x682.jpg" alt="A contabilidade como ferramenta de gestão estratégica" class="wp-image-6283" title="A contabilidade como ferramenta de gestão estratégica 2" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/01/tecnologia-contabilidade.jpg 1024w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/01/tecnologia-contabilidade-920x613.jpg 920w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/01/tecnologia-contabilidade-300x200.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/01/tecnologia-contabilidade-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<p>Gerir empresas de forma estratégica sempre foi uma grande necessidade no mundo corporativo. Isso porque a gestão estratégica permite otimizar os resultados e melhorar a performance tanto dos colaboradores quanto do controle de estoque, além de aumentar os lucros. E quando falamos da Contabilidade como ferramenta de gestão estratégica?</p>



<p>Com a evolução da área contábil e a necessidade de inovação nos sistemas de gestão das empresas, a contabilidade surge como uma importante ferramenta de gestão estratégica, podendo auxiliar através de seus demonstrativos contábeis.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Contabilidade e gestão estratégica: ferramentas e metodologias</strong></h2>



<p>No mundo corporativo, existem algumas importantes ferramentas de gestão. Abaixo listamos as mais usuais, analisando o uso da contabilidade como uma dessas ferramentas:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Análise de SWOT:</strong></li></ul>



<p>A análise ou&nbsp;matriz SWOT&nbsp;propõe uma avaliação global das forças, fraquezas, oportunidades e ameaças da empresa.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>As 5 Forças de Porter:</strong></li></ul>



<p>&nbsp;Ameaça de produtos substitutos; ameaça de entrada de novos concorrentes; poder de negociação dos clientes; poder de negociação dos fornecedores e rivalidade entre os concorrentes.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Matriz BCG:</strong></li></ul>



<p>A Matriz BCG orienta o empresário a fazer uma análise periódica para otimizar sua proposta de produtos ou serviços existentes, analisando aqueles que geram mais caixa e exigem menos esforço para o seu custeio.</p>



<p>Tendo em vista as informações expostas acima, neste artigo propomos um novo olhar sobre a contabilidade, compreendendo-a como uma ferramenta eficiente de gestão estratégica que age em conjunto com as demais ferramentas já utilizadas na rotina empresarial, como as exemplificadas acima.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Benefícios da contabilidade aplicada à gestão estratégica</strong></h2>



<p>Em virtude de seus&nbsp;<strong><a href="http://www.cpc.org.br/CPC/Documentos-Emitidos/Pronunciamentos/Pronunciamento?Id=80" target="_blank" rel="noreferrer noopener">relatórios financeiros</a>,</strong>&nbsp;a contabilidade utilizada como gestão estratégica é o meio pelo qual é possível avaliar a situação econômica e financeira de uma empresa de forma real, conforme os fatos ocorridos e registrados.</p>



<p>Em outras palavras, é como se olhássemos um retrato da empresa através do&nbsp;balanço patrimonial, visto que todos os fatos contábeis e financeiros são registrados pela contabilidade.</p>



<p>Então, por que não usar todos os relatórios e análises disponíveis na contabilidade para implementar uma gestão estratégica? Para exemplificar essa questão, observe quais métricas e informações podemos ter através da análise de um balanço patrimonial:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Conhecer a posição patrimonial da empresa, através de seus bens, direitos e obrigações;</li><li>Avaliar custos operacionais e financeiros do negócio;</li><li>Investigar quais são as principais fontes de recursos, por exemplo: venda de produtos ou venda de serviços, ou, ainda, venda de seguros ou de pós-venda (manutenções);</li><li>Avaliar o desempenho financeiro ou operacional por meio da evolução histórica do patrimônio;</li><li>Fazer o&nbsp;<a href="https://conube.com.br/blog/tipos-de-planejamento-tributario/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">planejamento fiscal</a>&nbsp;e tributário para a redução da carga tributária da empresa;</li><li>Determinar qual o valor da empresa no mercado através de ferramentas contábeis como&nbsp;<em><a href="https://www.blbbrasil.com.br/blog/valuation-ferramenta-de-gestao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">valuation</a></em>&nbsp;e&nbsp;<em><a href="https://www.capitalresearch.com.br/blog/investimentos/goodwill/#:~:text=Goodwill%20%C3%A9%20um%20conceito%20importante%20na%20contabilidade%20e%20nos%20neg%C3%B3cios.&amp;text=O%20goodwill%20%C3%A9%20considerado%20o,a%20credibilidade%20de%20uma%20marca." target="_blank" rel="noreferrer noopener">goodwill;</a></em></li><li>Analisar fluxos de caixas e de pagamento de dividendos aos sócios, fornecedores e colaboradores.</li></ul>



<p>Portanto, pode-se observar que são inúmeras as possibilidades e&nbsp;ferramentas contábeis&nbsp;para auxiliar na gestão estratégica empresarial a partir da contabilidade.</p>



<p>Além disso, há uma evolução constante na apresentação das demonstrações contábeis e fiscais por meio de obrigações legais exigidas pela&nbsp;<a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Receita Federal do Brasil</a>, como a&nbsp;<strong>Escrituração Contábil digital</strong>&nbsp;e a&nbsp;<strong>Escrituração Contábil fiscal</strong>.</p>



<p>Utilizando as informações contidas nessas declarações, é possível mensurar as informações fiscais e movimentações de mercadorias (produtos de revenda ou matéria prima), as análises dos custos dos produtos e, inclusive, a receita bruta de venda de produtos ou serviços.</p>



<p>Com isso, vemos que a informação contábil ganha cada vez mais espaço, fazendo parte da gestão estratégica das empresas. Porém, é preciso ter em mente que, para que essas informações possam ser usadas de forma segura (retratando de fato a realidade da empresa), é preciso ter uma escrituração contábil e fiscal em dia e em conformidade com a legislação.&nbsp;</p>



<p>Estando em conformidade com a lei, as informações contábeis apresentam indicadores seguros da situação das empresas, seja essa situação financeira ou econômica. O que torna possível analisar o desempenho e, consequentemente, melhorá-lo.</p>



<p>Como resultado dessas informações, temos as análises contábeis que fornecem a comparabilidade de desempenho da empresa de um ano para o outro, bem como com outras empresas do mesmo setor/seguimento.</p>



<p>Dessa forma, com os medidores de desempenho, e conseguindo avaliar os pontos fortes e aqueles que precisam ser trabalhados, essas análises possibilitam identificar quais medidas devem ser tomadas para alavancar o desempenho.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Demonstrações Contábeis</strong></h2>



<p>Até agora analisamos o uso das informações contábeis e a importância da sua utilização na gestão estratégica. Mas como conseguir essas métricas tão importantes?</p>



<p>A resposta é simples: através das demonstrações contábeis, que são os relatórios financeiros, fiscais e contábeis em que mensuramos todos os índices e informações da empresa.</p>



<p>Uma vez que esses registros fornecem um extenso banco de dados, é importante conhecer cada uma dessas demonstrações e suas informações, para então serem utilizadas na gestão estratégica das empresas. Veja:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>BP – Balanço Patrimonial:</strong></li></ul>



<p>É uma demonstração contábil que mostra, de forma qualitativa e quantitativa, a posição patrimonial e financeira da empresa em um determinado período.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>DRE – Demonstração do Resultado do Exercício:</strong></li></ul>



<p>É uma demonstração contábil que mostra se as operações de uma empresa estão gerando lucros (receitas) ou prejuízos (despesas) em um determinado período.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>DLPA – Demonstração dos Lucros e Prejuízos Acumulados:</strong></li></ul>



<p>É uma demonstração contábil que evidencia as alterações nos saldos das contas de lucros ou prejuízos acumulados no Patrimônio Líquido.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>DFC – Demonstração do Fluxo de Caixa:</strong></li></ul>



<p>É a demonstração contábil que evidencia a movimentação de dinheiro ou disponibilidade, mostrando as entradas e saídas que ocorreram dentro de um determinado período.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>DVA – Demonstração do Valor Adicionado:&nbsp;</strong></li></ul>



<p>Por ser obrigada somente às companhias de capital aberto, essa demonstração contábil não é muito utilizada. Porém, através dela é possível mensurar o valor da riqueza gerada pela companhia e a sua distribuição entre os elementos que contribuíram para a geração dessa riqueza.</p>



<p>Dessa forma, conforme o exposto, a contabilidade como ferramenta de gestão estratégica permite analisar o cenário atual da empresa por meio dos relatórios citados acima.&nbsp;</p>



<p>Por sua vez, eles se tornam elementos indispensáveis para a análise dos indicadores, que permitem observar a situação atual da empresa e seus aspectos patrimoniais, econômicos, financeiros e operacionais.</p>



<p>Conteúdo Original <a href="https://arquivei.com.br/blog/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Blog Arquivei</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS/COFINS a partir de 2017</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/exclusao-do-icms-da-base-de-calculo-do-pis-cofins-a-partir-de-2017/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=exclusao-do-icms-da-base-de-calculo-do-pis-cofins-a-partir-de-2017</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 May 2021 15:40:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Leis & Tributos]]></category>
		<category><![CDATA[ICMS]]></category>
		<category><![CDATA[PIS/COFINS]]></category>
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					<description><![CDATA[STF também decide que o tributo destacado na nota é o que deve ser excluído. O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quinta-feira (13/05/2021), que a exclusão do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) da base de cálculo do PIS/COFINS é válida a partir de 15/03/2017, data em que foi fixada a tese de repercussão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><a href="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/11/exclusão-do-icms-da-base-de-cálculo-do-pis-e-da-cofins.jpg"><img decoding="async" width="700" height="466" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/11/exclusão-do-icms-da-base-de-cálculo-do-pis-e-da-cofins.jpg" alt="Exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS/COFINS a partir de 2017" class="wp-image-5990" title="Exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS/COFINS a partir de 2017 3" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/11/exclusão-do-icms-da-base-de-cálculo-do-pis-e-da-cofins.jpg 700w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/11/exclusão-do-icms-da-base-de-cálculo-do-pis-e-da-cofins-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></a></figure></div>



<p>STF também decide que o tributo destacado na nota é o que deve ser excluído.</p>



<p>O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quinta-feira (13/05/2021), que a exclusão do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) da base de cálculo do PIS/COFINS é válida a partir de 15/03/2017, data em que foi fixada a tese de repercussão geral (Tema 69), no julgamento do Recurso Extraordinário (RE) 574706. Os ministros também esclareceram que o ICMS que não se inclui na base de cálculo do PIS/COFINS é o que é destacado na nota fiscal.</p>



<p><strong>Embargos</strong></p>



<p>A modulação dos efeitos foi definida no julgamento, concluído na sessão de hoje, de embargos de declaração opostos pela União, que pretendia que os efeitos retroativos da decisão fossem considerados válidos somente após o julgamento dos embargos. A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) também alegava haver contradições em relação a precedentes da Corte sobre a inclusão de tributos na base de cálculo de outros recursos e apontava o impacto econômico da decisão, diante do enfrentamento da pandemia de Covid-19, superior a R$ 250 bilhões.</p>



<p><strong>Modulação</strong></p>



<p>Na sessão de ontem (12), a relatora do caso, ministra Cármen Lúcia, acolheu parcialmente o pedido da União, ao destacar que os efeitos vinculantes da sistemática de repercussão geral requerem balizamento de critérios para preservar a segurança jurídica. Dessa forma, votou pela aplicação da tese a partir da data da sua formulação, ressalvados os casos ajuizados até o julgamento do mérito do RE.</p>



<p>Sobre a alegação de que haveria descumprimento de precedentes, a ministra Cármen Lúcia observou que não se tratava da mesma matéria e, portanto, não haveria de se adotar a mesma solução. “Naqueles julgados, se cuidou da possibilidade constitucional de inclusão do valor pago como ICMS na base de cálculo do próprio ICMS”, lembrou a relatora.</p>



<p>Esse entendimento foi seguido pelos ministros Nunes Marques, Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Luiz Fux. Já os ministros Edson Fachin, Rosa Weber e Marco Aurélio divergiram da relatora quanto à modulação. Para ser aprovada no Plenário, a proposta de modulação precisa de quórum qualificado de 2/3, ou seja, oito votos, que foram alcançados.</p>



<p><strong>ICMS&nbsp;destacado</strong></p>



<p>Outro ponto levantado no decorrer da sessão foi a natureza do&nbsp;ICMS&nbsp;a ser retirado da&nbsp;base de cálculo. Para a relatora, trata-se do imposto destacado na nota, entendimento seguido pelos ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Luiz Fux. No entendimento dos ministros Nunes Marques, Luís Roberto Barroso e Gilmar Mendes, o&nbsp;ICMS&nbsp;em discussão deveria ser o tributo efetivamente recolhido.</p>



<p>Fonte: STF – 13.05.2021 (adaptado)</p>



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<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-text-color has-background" href="https://dbmsistemas.com/contabilidade-e-fiscal/" style="border-radius:2px;background-color:#ba0c49;color:#fffffa">Gestão Fiscal Contábil</a></div>



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</div>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como fazer lançamentos contábeis de forma eficiente</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/como-fazer-lancamentos-contabeis-de-forma-eficiente/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-fazer-lancamentos-contabeis-de-forma-eficiente</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 May 2021 12:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[lançamentos contábeis]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dbmsistemas.com/?p=13063</guid>

					<description><![CDATA[Você já sentiu que está navegando em um mar de números e transações financeiras? Bem, você não está sozinho. A contabilidade é o coração pulsante de qualquer negócio, e os lançamentos contábeis são o sangue que mantém esse coração batendo. Mas não se preocupe, estamos aqui para ajudá-lo a dominar os lançamentos contábeis de forma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você já sentiu que está navegando em um mar de números e transações financeiras? Bem, você não está sozinho. A contabilidade é o coração pulsante de qualquer negócio, e os lançamentos contábeis são o sangue que mantém esse coração batendo. Mas não se preocupe, estamos aqui para ajudá-lo a dominar os lançamentos contábeis de forma eficiente e sem complicações.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Lançamentos Contábeis: O Que São e Por Que São Importantes?</h2>



<p>Os lançamentos contábeis são mais do que apenas números em um livro. Eles são a história financeira da sua empresa, escrita em linguagem contábil. Cada transação, cada movimento de dinheiro é registrado como um lançamento contábil. Eles são a base para todos os relatórios financeiros que você cria e são essenciais para entender a saúde financeira da sua empresa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como Dominar os Lançamentos Contábeis?</h2>



<p>Aqui estão algumas dicas para você dominar os lançamentos contábeis:</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Gestão Estratégica</h3>



<p>A gestão estratégica é a chave para lançamentos contábeis eficientes. Isso significa planejar, organizar e controlar suas atividades financeiras com precisão.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Digitalização</h3>



<p>A digitalização é o futuro dos lançamentos contábeis. Ela facilita o acesso e a organização das informações, além de reduzir a possibilidade de erros.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Respeito aos Princípios Contábeis</h3>



<p>Os princípios contábeis são as regras do jogo. Segui-los garante que seus lançamentos contábeis estejam em conformidade com as normas e regulamentos contábeis.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Uso de Tecnologia</h3>



<p>A tecnologia é sua aliada na realização de lançamentos contábeis eficientes. Ferramentas e softwares podem automatizar e simplificar o processo de lançamentos contábeis.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Lançamentos Contábeis: Um Diagrama para Visualizar o Processo</h2>



<p>Para ajudá-lo a entender melhor, criamos um diagrama que ilustra o processo de lançamentos contábeis. Você pode visualizar este diagrama em uma nova aba <a href="https://render.diagrams.vercel.app/view/s/eyJjb2RlIjoiZ3JhcGggTFJcbkFbSW7DrWNpb10gLS0-IEJ7R2VzdMOjbyBFc3RyYXTDrXRpY2F9XG5CIC0tPiBDW0RpZ2l0YWxpemHDp8Ojb11cbkIgLS0-IERbUmVzcGVpdG8gYW9zIFByaW5jw61waW9zIENvbnRhYsOpdmlzfVxuQiAtLT4gRVtVc28gZGUgVGVjbm9sb2dpYV1cbkMgLS0-IEZbRmltXVxuRCAtLT4gRlxuRSAtLT4gRlxuIiwibWVybWFpZCI6eyJ0aGVtZSI6ImRlZmF1bHQifSwidXBkYXRlRWRpdG9yIjpmYWxzZX0" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p>Dominar os lançamentos contábeis é crucial para a gestão financeira de qualquer negócio. Seguindo as dicas acima, você pode garantir que seus lançamentos contábeis sejam precisos, organizados e em conformidade com as normas contábeis. E lembre-se, a tecnologia pode ser uma grande aliada neste processo.</p>



<p>Agora, imagine se você pudesse ter todas essas dicas e muito mais em um único lugar? É exatamente isso que o módulo fiscal do Spalla oferece. Ele é projetado para atender às necessidades de diferentes áreas e indústrias do mercado, tornando a contabilidade uma tarefa simples e eficiente.</p>



<p>Então, o que você está esperando? Entre em contato conosco via WhatsApp agora mesmo e descubra todas as possibilidades que o módulo fiscal do Spalla pode oferecer para você e sua empresa. Vamos juntos transformar a contabilidade em uma tarefa simples e eficiente!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Perguntas Frequentes</h2>



<h3 class="wp-block-heading">1. O que são lançamentos contábeis?</h3>



<p>Lançamentos contábeis são registros de todas as transações financeiras de uma empresa. Eles são a base para todos os relatórios financeiros e são essenciais para entender a saúde financeira da empresa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Por que os lançamentos contábeis são importantes?</h3>



<p>Os lançamentos contábeis são importantes porque fornecem uma visão clara e precisa da situação financeira de uma empresa. Eles ajudam a identificar tendências, planejar o futuro e tomar decisões informadas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Como posso melhorar a eficiência dos meus lançamentos contábeis?</h3>



<p>A eficiência dos lançamentos contábeis pode ser melhorada através da gestão estratégica, digitalização, respeito aos princípios contábeis e uso de tecnologia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Como a tecnologia pode ajudar nos lançamentos contábeis?</h3>



<p>A tecnologia pode automatizar e simplificar o processo de lançamentos contábeis. Ela pode reduzir erros, melhorar a precisão e economizar tempo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. O que é o módulo fiscal do Spalla?</h3>



<p>O módulo fiscal do Spalla é uma ferramenta que ajuda a simplificar e automatizar o processo de lançamentos contábeis. Ele é projetado para atender às necessidades de diferentes áreas e indústrias do mercado.</p>



<h3 class="wp-block-heading">6. Como posso entrar em contato para saber mais sobre o módulo fiscal do Spalla?</h3>



<p>Você pode entrar em contato conosco via WhatsApp para saber mais sobre todas as possibilidades que o módulo fiscal do Spalla pode oferecer para você e sua empresa.</p>



<p>Esperamos que estas perguntas frequentes tenham ajudado a esclarecer algumas das suas dúvidas sobre lançamentos contábeis. Se você tiver mais perguntas, não hesite em entrar em contato conosco. Estamos aqui para ajudá-lo a dominar os lançamentos contábeis e a transformar a contabilidade em uma tarefa simples e eficiente!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que é e como calcular o índice de lucratividade</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/indice-de-lucratividade-o-que-e-como-calcular/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=indice-de-lucratividade-o-que-e-como-calcular</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 May 2021 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[índice de lucratividade]]></category>
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					<description><![CDATA[Todo empreendedor deseja ter um projeto de sucesso e lucrativo. Mas como saber qual empreendimento vai gerar os maiores ganhos para sua empresa? Uma das maneiras é calcular o índice de lucratividade (IL) de algo para ajudar uma empresa a decidir com quais projetos seguir. Nesse artigo vamos discutir e entender o que é o índice de lucratividade, por que ele é importante e como calculá-lo. 
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Todo empreendedor deseja ter um projeto de sucesso e lucrativo. Mas como saber qual empreendimento vai gerar os maiores ganhos para sua empresa? Uma das maneiras é calcular o&nbsp;<strong>índice de lucratividade (IL)</strong>&nbsp;de algo para ajudar uma empresa a decidir com quais projetos seguir. Nesse artigo vamos discutir e entender o que é o índice de lucratividade, por que ele é importante e como calculá-lo.&nbsp;</p>





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<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é índice de lucratividade?</strong></h2>



<p>O índice de lucratividade é uma métrica usada para medir a lucratividade de algo. O IL ajuda as empresas a entender o custo-benefício dos projetos. Isto porque o índice projeta a relação entre o valor presente de uma empresa do fluxo de caixa futuro de um determinado produto e o investimento inicial.&nbsp;</p>



<p>Em suma, o IL identifica se a empresa está conseguindo lucro com a atividade que exerce. O cálculo da lucratividade é baseado no valor do lucro líquido e da receita total/faturamento gerada por determinado produto/empreendimento, e indica o ganho obtido sobre as vendas realizadas.&nbsp;</p>



<p>Mas é possível gerar uma confusão em relação ao índice de lucratividade com o de&nbsp;<strong>rentabilidade</strong>. Entretanto, os dois são diferentes.&nbsp;</p>



<p>O índice de rentabilidade tem a função de verificar a capacidade da empresa de gerar renda – ou seja: ser capaz de remunerar o capital investido. A rentabilidade leva em conta o lucro líquido e o valor investido no produto, sinalizando o retorno sobre o investimento que foi feito na empresa em longo prazo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Importância do índice de lucratividade&nbsp;</strong></h3>



<p>As empresas devem explorar continuamente as oportunidades que permitiriam que seus negócios cresçam em um ambiente competitivo. Dentro do plano de ação estratégico empresarial, é importante desenvolver projetos ou ideias para ajudar a aumentar a lucratividade do negócio No entanto, quando há uma quantia limitada de investimento, os empresários podem ter que escolher um ou dois projetos para executar – naturalmente serão as ideias que renderiam mais lucro.<br /></p>



<p>E este é o momento em que o índice de lucratividade se torna fundamental. O IL ajuda os proprietários de negócios e investidores a classificar os projetos com base em sua atratividade e potencial de geração de lucro. Quando há uma infinidade de projetos possíveis, o cálculo do índice permite que as empresas determinem em qual projeto é melhor investir.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como calcular índice de lucratividade</strong></h2>



<p>A equação do índice de lucratividade é, como todas as proporções, um problema de divisão. Temos duas opções, uma fórmula mais simples e outra mais detalhada.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Cálculo simples</strong></h3>



<p>Você pode calcular o IL através da razão entre faturamento total e lucro líquido. Veja a seguir:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>IL = (lucro líquido/faturamento) x 100</strong></li></ul>



<p>Antes de começar a calcular, porém, é importante você saber o que é cada parâmetro. O lucro líquido é o valor do ganho já subtraído das taxas e impostos da sua empresa, e o faturamento é o valor total recebido por uma quantidade de produtos vendidos. Multiplica-se por 100 para ter a porcentagem, e o resultado será sob forma percentual, indicando qual é o ganho da empresa que poderá ser mensal, anual, entre outros.</p>



<p>Veja um exemplo:&nbsp;</p>



<p>Considere que sua empresa tem faturamento de R$ 150 mil e lucro líquido de R$ 15 mil.</p>



<p><strong>IL = (R$ 15.000,00 / R$ 150.000,00) x 100</strong></p>



<p><strong>Lucratividade = 0,1 x 100</strong></p>



<p><strong>Índice de lucratividade = 10%</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Cálculo detalhado</h3>



<p>Neste caso, há uma fórmula mais detalhada para medir o ganho que uma empresa consegue gerar a partir de suas atividades. Grandes empresas e profissionais da área de finanças utilizam a fórmula a seguir:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>IL = valor presente de fluxos de caixa futuros / investimento inicial</li></ul>



<p>O investimento inicial é basicamente o dinheiro que você investiu em algo. Já o valor presente de&nbsp;<strong>fluxo de caixa</strong>&nbsp;futuros é a diferença entre o valor presente da saída e da entrada de caixa durante um período específico. É uma métrica útil para monitorar quando se trata de orçamento de capital ou planejamento de projeto.&nbsp;</p>



<p>Você pode obter o valor presente de fluxos de caixa futuros usando esta fórmula:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Valor presente líquido = Fluxos de caixa / (1 + r) xt</strong></li></ul>



<p>Fluxo de caixa = diferença entre entrada e saída de caixa</p>



<p>R = taxa de juros</p>



<p>T = período de tempo&nbsp;</p>



<p>A adição de todos esses valores presentes dará a você a parte final da equação para calcular o índice de lucratividade.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Entenda os resultados do índice de lucratividade</strong></h3>



<p>O índice de lucratividade gira em torno de 1, o que indica equilíbrio e é visto como um resultado indiferente. Se o resultado for inferior a 1,0, o projeto não está positivo para lucros. Se o resultado for maior que 1,0, você investe no projeto. De acordo com o<a href="https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/ufs/ap/artigos/saiba-como-funciona-o-indicador-de-lucratividade,23abcc19e6223610VgnVCM1000004c00210aRCRD#:~:text=Para%20calcular%20a%20lucratividade%2C%20basta,vendidos)%20e%20multiplicar%20por%20100.&amp;text=Sua%20empresa%20tem%20o%20faturamento,de%20R%24%2012%20mil%20reais." target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;SEBRAE</a>, o índice médio para empresas de pequeno e médio porte é uma lucratividade de 5% a 10%.</p>



<p>O índice de lucratividade de um projeto permite que você determine se um projeto específico contribuirá para os resultados financeiros de sua empresa. Por exemplo, se o projeto obtiver um índice de lucratividade inferior a 1, os investidores e gerentes recusarão o projeto, pois ele não contribuirá para o seu sucesso. Em vez disso, eles deveriam ser para projetos com uma taxa de rentabilidade maior que 1, pois geraria um maior retorno do investimento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Conclusão&nbsp;</h3>



<p>O índice de lucratividade é uma das muitas ferramentas que podem ser usadas para determinar todo o potencial de uma oportunidade de negócio. Deve ser usado com cuidado, entretanto, porque muitas das informações usadas para calcular os resultados são baseadas em estimativas. Use esta ferramenta com outras ferramentas de investimento, enquanto gerencia o viés interno quando ele ocorre, para alcançar os melhores resultados possíveis.&nbsp;</p>



<p>Se você se deparar com projetos diferentes e não saber qual contribuiria melhor para o crescimento da sua empresa, calcular o índice de lucratividade vai te ajudar. A princípio considere todos os dados de fluxo de caixa de um projeto e crie vários cálculos usando estimativas diferentes. Pois isso o ajudará a tomar a decisão mais informada sobre quais projetos resultarão no maior retorno de investimento para sua empresa.</p>



<p>Conteúdo Original <a href="https://arquivei.com.br/blog/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Blog Arquivei</a></p>
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		<title>CFOP – SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA E AS MUDANÇAS PARA 2022</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/cfop-2022/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cfop-2022</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 May 2021 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Leis & Tributos]]></category>
		<category><![CDATA[CFOP]]></category>
		<category><![CDATA[ICMS]]></category>
		<category><![CDATA[ICMS-ST]]></category>
		<category><![CDATA[Substituição Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[O CFOP ainda é um tema de grande repercussão para contribuintes e contadores. De forma resumida, ele possui uma vasta tabela de códigos possíveis para identificar a operação de cada mercadoria e serviço contido nos documentos fiscais. No entanto, a partir de 2022 estão consideradas mudanças para o CFOP.
Por isso, a correta utilização desses códigos é uma tarefa importante para as empresas. Para entender melhor esse tema, a seguir apresentaremos sua definição e as próximas mudanças na tabela de CFOP.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/06/imagem-duvida.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="310" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/06/imagem-duvida-1024x310.jpg" alt="CFOP – SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA E AS MUDANÇAS PARA 2022" class="wp-image-7472" title="CFOP – SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA E AS MUDANÇAS PARA 2022 4" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/06/imagem-duvida-1024x310.jpg 1024w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/06/imagem-duvida-920x278.jpg 920w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/06/imagem-duvida-300x91.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/06/imagem-duvida-768x232.jpg 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/06/imagem-duvida-1080x327.jpg 1080w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/06/imagem-duvida.jpg 1927w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<p>O CFOP ainda é um tema de grande repercussão para contribuintes e contadores. De forma resumida, ele possui uma vasta tabela de códigos possíveis para identificar a operação de cada mercadoria e serviço contido nos documentos fiscais. No entanto, a partir de 2022 estão consideradas mudanças para o CFOP.</p>



<p>Por isso, a correta utilização desses códigos é uma tarefa importante para as empresas. Para entender melhor esse tema, a seguir apresentaremos sua definição e as próximas mudanças na tabela de CFOP.</p>





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<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é CFOP?</strong></h2>



<p>O Código Fiscal de Operações e Prestações, ou simplesmente CFOP, é o código determinado e instituído pelo governo para indicação nas notas fiscais. Cada CFOP identifica a operação e a natureza da circulação de cada mercadoria ou serviço mencionado no documento fiscal que o acompanha.</p>



<p>A relação completa dos códigos consta no Anexo II – CÓDIGO FISCAL DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES – CFOP, do Convênio s/nº, de 15 de dezembro de 1970.</p>



<p>Diferente do que se pode pensar numa primeira impressão, o CFOP não é utilizado apenas nas notas fiscais que envolvem mercadorias. Isso porque sua tabela também apresenta uma diversidade de códigos para serviços como telecomunicações, energia elétrica e serviço de transporte.</p>



<h2 class="wp-block-heading">&nbsp;<strong>Como é formado o CFOP?</strong></h2>



<p>Instituído pelo <a href="https://www.confaz.fazenda.gov.br/legislacao/ajustes/sinief/cvsn_70" target="_blank" rel="noreferrer noopener">convênio S/N de 15 de dezembro de 1970</a>, que inicialmente contava com apenas três dígitos para as devidas identificações, hoje o CFOP conta com quatro dígitos. Além disso, esse convênio faz parte do conjunto de normas instituídas pelo Sinief – Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico-Ficais.</p>



<p>Em relação aos quatro dígitos citados, os códigos CFOP possuem uma lógica e um significado para cada um.</p>



<p>Nesse sentido, o primeiro algarismo se refere ao trajeto da circulação da mercadoria ou serviço. E define também se a operação é de entrada ou saída, tanto para a emissão do documento fiscal quanto para a sua escrituração nos livros de registro.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Se for uma entrada, seguirá o seguinte padrão:</h3>



<p>1.000: entrada ou aquisição de serviços do mesmo Estado;</p>



<p>2.000: entrada ou aquisição de serviços de outro Estado;</p>



<p>3.000: entrada ou aquisição de serviços do Exterior, isto é, para quem faz importação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Por sua vez, se a operação for uma saída, o padrão será o seguinte:</h3>



<p>5.000: saída ou prestação de serviços no mesmo Estado;</p>



<p>6.000: saída ou prestação de serviços em outro Estado;</p>



<p>7.000: saída ou prestação de serviços para o Exterior; isto é, para quem faz exportação.</p>



<p>&nbsp;Nesse primeiro código, vemos então que não há CFOPs iniciados com os números&nbsp;<em>4, 8 e 9</em>, de maneira que não existe nenhum CFOP iniciado com eles.</p>



<p>Referente à escrituração fiscal, devemos lembrar também que, ao escriturar as entradas de determinado contribuinte, deve-se sempre substituir o CFOP na nota fiscal para a operação de entrada.</p>



<p>Por exemplo: na compra de determinada mercadoria, consta destacado na nota fiscal um CFOP com início 5.000. Portanto, ao efetuar a escrituração fiscal relativa à compra dessa mercadoria, deverá ser utilizado o CFOP com início 1.000.</p>



<p>Em sequência, os dois algarismos seguintes determinam a finalidade da circulação da mercadoria, em que, por meio da tabela em vigor, é preciso identificar também no CFOP se a mercadoria está sujeita à substituição tributária ou não.</p>



<p>Para entender melhor essa questão, vamos exemplificar com CFOPs utilizados na venda de mercadorias industrializadas:</p>



<p>5.101 – Venda de produção do estabelecimento.</p>



<p>5.401 – Venda de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituto.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Substituição tributária do ICMS</strong></h2>



<p>A fim de contextualizar as alterações da tabela de CFOP para 2022, trataremos brevemente sobre o tema de substituição tributária do ICMS. Como já exposto em outros textos neste blog, esse é um tema cheio de particularidades e especificações que ainda gera grandes dúvidas para os contribuintes.</p>



<p>Sendo assim, a substituição tributária do ICMS é a transferência de responsabilidade do pagamento do ICMS para o primeiro contribuinte da cadeia de circulação da mercadoria. Isto é, o pagamento é feito na primeira venda, sendo na indústria ou no distribuidor, e nas próximas cadeias e fases de venda, até alcançar o contribuinte,<strong>&nbsp;o ICMS não é mais recolhido</strong>.</p>



<p>Para o Estado, a substituição tributária proporciona uma eficácia no controle e na fiscalização, além de garantir e antecipar a arrecadação do imposto.</p>



<p>De acordo com a legislação vigente até a data da publicação deste conteúdo, as mercadorias sujeitas ao regime de ST, até 31 de dezembro de 2021, contavam com CFOPs específicos para o preenchimento das notas fiscais de circulação desses produtos.</p>



<p>Assim, segundo a tabela que ainda está em vigor, a venda de mercadorias sujeitas a esse regime sempre conta com a indicação de CFOP específico na emissão do documento fiscal.</p>



<p>Alguns críticos relacionam a alteração na tabela de CFOP com uma possível extinção do regime de substituição tributária. Apesar de vários estados já estarem desembarcando a ST, com a exclusão de grandes grupos de mercadorias desse regime, esse assunto ainda é delicado e não deve ser confundido com a alteração da tabela de CFOP.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mudanças do CFOP para 2022</strong></h2>



<p>Os Ajustes Sinief são os instrumentos utilizados para as alterações no convênio S/N de 1970. O convênio já passou por alterações com inclusões e exclusões de CFOP, por exemplo, e em 2022 haverá mais uma grande mudança.&nbsp;</p>



<p>De acordo com a legislação vigente, trazida pelo <a href="https://www.confaz.fazenda.gov.br/legislacao/ajustes/2020/ajuste-sinief-16-20" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ajuste Sinief 16/2020</a>, a nova tabela entrará em vigor somente a partir de 1º de janeiro de 2022, e entre as mudanças do CFOPs, estão a exclusão dos seguintes Códigos Fiscais das Operações de Substituição Tributária: 1.401 – 1.403 – 1.406 – 1.407 – 1.408 – 1.409 – 1.410- 1.411- 1.414- 1.415- 2.401 – 2.403 – 2.406 – 2.407 – 2.408 – 2.409 – 2.410 – 2.411 – 2.414- 2.415- 5.401 – 5.402 – 5.403 – 5.405 – 5.408 – 5.409 – 5.410- 5.411 -5.412-5.413-5.414-5.415-6.401 – 6.402- 6.403 – 6.404 – 6.408 – 6.409 – 6.410 – 6.411 – 6.412- 6.413 – 6.414 e 6.415. Além dessa mudança prevista para 2022, a tabela conta com outras inclusões e exclusões de CFOPs.</p>



<p>Cabe ressaltar que essa alteração de CFOP não extingue a substituição tributária, apenas altera a forma de emissão dos <a href="https://dbmsistemas.com/contabilidade-e-fiscal/">documentos fiscais</a>, em que eles passarão a ser classificados em relação à tributação do produto através da tabela de CST.</p>



<p>Também instituída pelo ajuste Sinief e constante no convênio S/N de 1970, a tabela de CST (Código de Situação Tributária) é utilizada na emissão de documentos fiscais, classificando o item quanto à procedência da mercadoria, isto é, de onde veio (mercado interno ou externo), e como será tributada – se é tributada integralmente, se está sujeita ao regime de ST, ou se é isento de ICMS, por exemplo.</p>



<p>A relação dos códigos CST consta no&nbsp;<em>Anexo I – CÓDIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA – CST</em>&nbsp;do convênio SN de 1970. A tabela conta com uma divisão entre Tabela A e Tabela B, sendo a Tabela A relativa à origem da mercadoria, enquanto a Tabela B é relativa à tributação do ICMS.</p>



<p>Logo, vemos que, mesmo com as alterações de CFOP, a tributação da mercadoria ainda deverá ser indicada em cada mercadoria constante no documento fiscal. E será definida e interpretada de acordo com o CST utilizado para a emissão do documento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Comentários</strong></h2>



<p>Tendo em vista tudo o que foi exposto ao longo deste texto, é possível observar que o CFOP é um campo muito importante tanto na emissão das notas quanto na escrituração fiscal das empresas. Assim, esse código e suas alterações são assuntos de extrema importância.</p>



<p>Para 2022, teremos mudanças no CFOP. A substituição tributária, que até dezembro de 2021 poderá ser identificada através do CFOP, a partir de janeiro de 2022 será identificada apenas pela CST do documento fiscal. O que torna esse código ainda mais importante para a correta emissão e tributação das mercadorias sujeitas ao regime em questão.</p>



<p>Dessa forma, as mudanças do CFOP para 2022 devem ser entendidas e acompanhadas com atenção, pois deverão causar uma grande alteração nos sistemas e na emissão das notas fiscais.</p>



<p>Portanto, todo o processo de uma empresa pode alterar a partir de janeiro de 2022, o que deve ser feito com cautela e antecipação pelos empresários a fim de que as operações e os documentos fiscais sejam emitidos seguindo à risca as orientações do fisco, não trazendo danos ou prejuízos em retrabalho ou reprocessos.&nbsp;</p>



<p>Sendo assim, contar com ajuda da tecnologia para automatizar a gestão fiscal é importante para evitar erros e prejuízos, principalmente com as mudanças do CFOP.</p>



<p>Com o Arquivei, você pode consultar, fazer download e armazenar automaticamente NFes e CTes direto do site da Secretaria da Fazenda Nacional, sem a necessidade de chaves de acesso. Dessa forma, todas as notas emitidas contra seu CNPJ são possíveis de serem consultadas, sendo possível corrigir erros que possam constar no documento, como o próprio código CFOP, por exemplo.</p>



<p>Conteúdo Original <a href="https://arquivei.com.br/blog/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Blog Arquivei</a></p>
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		<title>Conheça cinco erros comuns na seleção de fornecedores</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/conheca-cinco-erros-comuns-na-selecao-de-fornecedores/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=conheca-cinco-erros-comuns-na-selecao-de-fornecedores</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 May 2021 13:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[seleção de fornecedores]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dbmsistemas.com/?p=13050</guid>

					<description><![CDATA[Além da gestão de compras e da atenção necessária para o balanço de uma empresa, por exemplo, há erros que as companhias cometem na própria seleção de fornecedores para os seus insumos. E esses equívocos podem colocar em risco a saúde do seu negócio.
O erro nesse segmento traz consequências diretas porque os fornecedores escolhidos fazem parte da estratégia da própria empresa. Escolher bem ou mal os seus insumos afeta suas estruturas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><a href="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/04/Contrato-de-Trabalho.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="870" height="450" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/04/Contrato-de-Trabalho.jpg" alt="Contrato de Trabalho" class="wp-image-10965" title="Conheça cinco erros comuns na seleção de fornecedores 5" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/04/Contrato-de-Trabalho.jpg 870w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/04/Contrato-de-Trabalho-300x155.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2020/04/Contrato-de-Trabalho-768x397.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 870px) 100vw, 870px" /></a></figure></div>



<p>Além da gestão de compras e da atenção necessária para o balanço de uma empresa, por exemplo, há erros que as companhias cometem na própria seleção de fornecedores para os seus insumos. E esses equívocos podem colocar em risco a saúde do seu negócio.</p>



<p>O erro nesse segmento traz consequências diretas porque os fornecedores escolhidos fazem parte da estratégia da própria empresa. Escolher bem ou mal os seus insumos afeta suas estruturas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como assim?</strong></h2>



<p>As entregas do fornecedor afetam níveis de estoque, preço final e a qualidade entregue ao cliente. Um mau fornecedor influencia os resultados do negócio em vários níveis. E esses fatores, em conjunto, definem a imagem que sua empresa vai ter publicamente dentro de determinado serviço.</p>



<p>Para evitar erros na seleção de fornecedores, é importante que o empreendedor invista no processo de avaliação de fornecedores que seja rigoroso e com olhar especial para as necessidades da empresa.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5 erros comuns na seleção desses fornecedores.</strong></h2>



<p>Aprenda como evitá-los.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1.Cuidado ao avaliar apenas o preço e com os orçamentos incompletos</strong></h3>



<p>Você tem as cotações em mãos para decidir quais fornecedores são desejáveis ao empreendimento. E vários fatores devem ser levados em consideração.</p>



<p>Primeiro é importante saber que, sim, o preço impacta a lucratividade do negócio. E isso pode te levar para conclusões erradas nessas relações profissionais. Nem sempre o fornecedor mais barato é o mais indicado.&nbsp;</p>



<p>E nem sempre o fornecedor mais caro oferece os melhores serviços. Você precisa analisar outros fatores.</p>



<p>É preciso ver a qualidade dos insumos, além da flexibilidade e da experiência de fornecimento naquela determinada área. Levando em consideração esses fatores, você terá uma ideia mais completa de como vai ser o serviço prestado, evitando que você termine com algo barato e insatisfatório. Sempre desconfie também de ofertas que prometem algo e não entregam. Se o produto demonstra ter qualidade e a empresa fornecedora é grande, um preço muito abaixo do mercado pode ser sinal de que algo está errado. Faça um balanço.</p>



<p>Além do erro no preço, uma má avaliação de fornecedores pode envolver solicitar um orçamento incorreto ou não padronizado.&nbsp;</p>



<p>Exija boas condições dos orçamentos solicitados. Se você pedir a um fornecedor a cotação de uma determinada quantidade e, para outro, um serviço diferente, a comparação não será válida. Um orçamento incompleto (sem incluir os itens que você precisa) também pode significar pagar mais caro no final.&nbsp;</p>



<p>O fornecedor pode oferecer preços mais em conta para quantidades maiores e, ao pedir um orçamento incompleto, você deixa de aproveitar essas vantagens. Então veja todos os detalhes com ele para você não ser passado para trás no seu negócio.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2.Não esqueça de considerar todos os custos e alinhe processos</strong></h3>



<p>Nem sempre os custos do orçamento são os únicos envolvidos nesse processo. Dependendo do tipo de pedido e das necessidades da empresa, o valor pode ser um pouco mais alto ao incluir custos extras. E você precisa colocar na balança o seu gasto com compras em comparação com seu ganho, até para definir preços.</p>



<p>Caso o seu fornecedor esteja muito distante, por exemplo, é possível que você tenha que acrescentar o custo de frete. Considerando mais essa despesa, aquele fornecedor que parecia mais em conta pode se tornar bem menos atrativo. E você precisa balancear qualidade e todos esses gastos adicionais possíveis. Os possíveis impostos podem pesar, também. Você também pode ter gastos específicos para lidar com determinadas qualidades do fornecimento.&nbsp;</p>



<p>Tem que se informar para não cair em uma furada.</p>



<p>Computou todas essas informações? Então vamos falar sobre processos.</p>



<p>Para não perder dinheiro, mantenha a balança na sua cabeça. Por isso é fundamental que o processo de fornecimento se adeque às necessidades da sua empresa. Nunca o contrário. É importante alinhar seus processos como um todo. Você precisa conferir qual é a política de flexibilidade praticada pela empresa fornecedora. A partir disso, é possível ajustar junto a ela o que pode ser feito para conseguir as melhores condições no serviço e não comprometer os resultados do seu negócio.</p>



<p>Nesse contexto, você precisa determinar horários de entrega, condições especiais de pagamento ou de solicitação de compras conforme a sua própria demanda. Ao alinhar o fornecimento e as necessidades da sua empresa, os custos também caem e são otimizados.</p>



<p>Caso contrário, você terá problemas. Sérios.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3.Erro grave é ignorar o histórico do fornecedor</strong></h3>



<p>Não ignore nunca o histórico do seu fornecedor. Não ignore. Nunca.</p>



<p>E não esqueça disso.&nbsp;</p>



<p>Outras empresas terem experiências positivas com um fornecedor não garante que a sua também terá.&nbsp;</p>



<p>Mas, se esse fornecedor já não for bem-visto no mercado, é provável que haja razões suficientes para esse tipo de feedback. Por isso, não deixe de pedir recomendações de fornecedores a outros profissionais da área. </p>



<p>Pesquise muito bem o que outras companhias avaliam sobre a empresa fornecedora de sua escolha. Esse tipo de pesquisa permite uma visão mais clara de como será na prática a relação de fornecimento, as deficiências e problemas que podem surgir no processo.</p>



<p>Quer ter uma garantia melhor das informações? Peça ao fornecedor que compartilhe seus cases de sucesso Entre em contato com as respectivas empresas para checar a informação.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4.É um erro na seleção de fornecedores não analisar a capacidade de entrega</strong></h3>



<p>Ao enviar uma cotação, a empresa pode afirmar que consegue fornecer todos os itens de que você precisa, de acordo com as necessidades.&nbsp;</p>



<p>Mas essa pode não ser a realidade. Ainda que o seu negócio fique protegido pelo contrato, a dor de cabeça causada por um processo incompleto pode afetar negativamente o seu negócio. Considerando isso, antes de firmar contrato, é importante conferir se a empresa é efetivamente capaz de fornecer a quantidade prometida.</p>



<p>Veja como será a entrega. Qual é a sua capacidade real?</p>



<p>Para um negócio funcionar bem, é indispensável que os prazos sejam cumpridos. E nada adianta que a empresa seja capaz de entregar a quantidade certa com a qualidade ideal fora do prazo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5.E um grande erro na seleção de fornecedores é, justamente, não buscar outros fornecedores</strong></h3>



<p>Não tenha pressa ao selecionar um fornecedor. Com mais tempo, você pode conseguir um resultado mais satisfatório. Seu tempo é curto, mas você precisa aproveitá-lo bem.&nbsp;</p>



<p>Esse erro ocorre quando as empresas avaliam poucos fornecedores e aceitam logo as primeiras propostas. Um grande problema em avaliar poucas opções é aumentar as chances de desperdiçar uma oportunidade excepcional. Se sua empresa não a aproveita, é provável que a concorrência o faça, o que significa desvantagem para o seu negócio do ponto de vista competitivo.</p>



<p>O melhor a fazer é trabalhar com o maior leque possível de escolha. Um cuidado desse evita que o seu negócio crie uma relação de dependência com um fornecedor. Lembre-se que as chances de encontrar outras empresas com igual qualidade e capacidade são grandes numa boa pesquisa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E como fazer uma boa avaliação de fornecedores?</strong></h2>



<p>Selecionar os melhores fornecedores é fundamental para o sucesso do seu negócio no momento das compras. Lembre-se ainda de avaliar a performance do fornecedor e o cumprimento de prazos de entrega ao longo do período de fornecimento.&nbsp;</p>



<p>Dessa forma você consegue elaborar um plano de ação para corrigir eventuais problemas. É preciso qualificar seus fornecedores para conquistar os melhores resultados.&nbsp;</p>



<p>Vamos resumir. Confira sempre a reputação da empresa em bases externas de informações. Para isso, cheque a Receita Federal, Sintegra, setor de crédito e outras instituições. E atualize os dados dos fornecedores para continuar observando e evitar surpresas no futuro.&nbsp;</p>



<p>Cogite a possibilidade de contar com a ajuda de um software específico de automação para gerir seus fornecedores. Com as informações de seus parceiros de negócio armazenadas de forma eletrônica, fica mais fácil de administrar contatos, informações e até fazer pedidos de cotação com governança para a sua empresa. Aprendendo a evitar alguns erros no processo de seleção de fornecedores, você garante que a sua empresa seja atendida pelos melhores do setor disponíveis.</p>



<p>Você vai prezar pela qualidade do serviço que será entregue ao seu cliente.</p>



<p>Saiba a importância da colaboração entre compradores e fornecedores e saiba ainda como a automação de processos pode ajudar o seu negócio. </p>



<p>Conteúdo Original <a href="https://arquivei.com.br/blog/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Blog Arquivei</a></p>



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<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Entenda a ADC que declara a inconstitucionalidade de dispositivos da Lei Kandir quanto ao ICMS</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/entenda-a-adc-que-declara-a-inconstitucionalidade-de-dispositivos-da-lei-kandir-quanto-ao-icms/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=entenda-a-adc-que-declara-a-inconstitucionalidade-de-dispositivos-da-lei-kandir-quanto-ao-icms</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 May 2021 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[ICMS]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Kandir]]></category>
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					<description><![CDATA[A Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) n° 49/2021 declara a inconstitucionalidade de dispositivos da Lei Complementar n° 87/96 (Lei Kandir), quanto à ocorrência de fato gerador do ICMS sobre a circulação de mercadorias entre estabelecimentos de um mesmo contribuinte localizados em Estados distintos. Essa ação tem em vista que não há transferência da titularidade ou a realização de negociação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><a href="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/05/052118_1535_Justialiber1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="682" height="382" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/05/052118_1535_Justialiber1.jpg" alt="Entenda a ADC que declara a inconstitucionalidade de dispositivos da Lei Kandir quanto ao ICMS" class="wp-image-3769" title="Entenda a ADC que declara a inconstitucionalidade de dispositivos da Lei Kandir quanto ao ICMS 6" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/05/052118_1535_Justialiber1.jpg 682w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/05/052118_1535_Justialiber1-300x168.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 682px) 100vw, 682px" /></a></figure></div>



<p>A Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) n° 49/2021 declara a inconstitucionalidade de dispositivos da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp87.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei Complementar n° 87/96</a> (Lei Kandir), quanto à ocorrência de fato gerador do ICMS sobre a circulação de mercadorias entre estabelecimentos de um mesmo contribuinte localizados em Estados distintos.</p>



<p>Essa ação tem em vista que não há transferência da titularidade ou a realização de negociação da mercadoria (artigo 11, § 3°, inciso II, artigo 12, inciso I e, artigo 13, § 4°).</p>



<p>Para que você entenda:&nbsp;<strong>a decisão produz efeito retroativo e para todos</strong>, exceto nos casos previstos no artigo 27 da Lei n° 9.868/99.</p>



<p>Considerando fins de emissão do documento fiscal, sem destaque do imposto, o contribuinte deve aguardar o posicionamento do Estado.</p>



<p>Vamos entender melhor como essa ADC muda a situação.</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>





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<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é ADC?</strong></h2>



<p>Ação Declaratória de Constitucionalidade é uma ação judicial proposta com o objetivo de tornar certo judicialmente que uma dada norma é compatível com a própria Constituição.&nbsp;</p>



<p>ADC representa, no ordenamento jurídico brasileiro, uma das formas de exercício do controle de constitucionalidade que é concentrado.&nbsp;</p>



<p>Define-se pelo julgamento pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e seu respectivo entendimento, fortalecido por decisões da Corte.</p>



<p>A Ação Direta de Constitucionalidade é um meio processual de garantia da constitucionalidade da lei ou ato normativo federal. Faz parte do controle jurisdicional concentrado por via de ação direta.&nbsp;</p>



<p>A ADC foi instituída pela Emenda Constitucional nº 03/93 à Constituição Federal de 1988, com sede na competência originária da Corte Constitucional. O pedido só é procedente se demonstrada objetivamente a existência de controvérsia judicial em torno da constitucionalidade da norma.&nbsp;</p>



<p>É necessário ainda, que o autor refute as razões alinhavadas como fundamento à tese da inconstitucionalidade e busque a declaração de sua constitucionalidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é a Lei Kandir?</h2>



<p>A Lei Complementar nº 87/1996, conhecida como Lei Kandir, prevê a isenção do pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre as exportações de produtos primários.</p>



<p>Vale para itens como os agrícolas, semielaborados ou serviços.</p>



<p>Essa lei foi formulada pelo então ministro do Planejamento, Antonio Kandir, no governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC), a medida de isenção fiscal tem o objetivo de dar maior competitividade ao produto brasileiro no mercado internacional.&nbsp;</p>



<p>Por conta da desoneração deste tributo de competência estadual, a lei sempre provocou polêmica entre os governadores e exportadores, que alegam perda de arrecadação devido à isenção do imposto nesses produtos.</p>



<p>Visando compensar as perdas, a Lei Kandir obrigou a União a incluir na lei orçamentária anual, até o ano de 2002, recursos específicos para ressarcir os cofres estaduais, conhecido como seguro receita.&nbsp;</p>



<p>Depois, uma lei complementar estabeleceu um valor para distribuição em 2003. E, a partir de 2004, os repasses passaram a depender de negociação entre os governadores e o Ministério da Fazenda, gerando um grande impasse.</p>



<p>A Lei Kandir causou perdas importantes na arrecadação de impostos estaduais, e apesar do governo federal ter se comprometido em compensar tais perdas, as regras para essa compensação não ficaram claras, havendo um impasse entre o Governo Federal e os Estados sobre este assunto.&nbsp;</p>



<p>O que ocorre é que o governo apenas estabelece valores parciais para compensação e os lança no orçamento público da União. Os Estados são obrigados a indenizar as empresas do ICMS cobrado sobre insumos usados para as exportações.&nbsp;</p>



<p>Parte destes recursos é repassada pela União, contudo, o repasse às empresas é lento, pois os créditos que elas possuem muitas vezes são referentes a um ICMS pago sobre um insumo comprado em outro Estado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">STF declara normas da Lei Kandir inconstitucionais</h2>



<p>No dia 17 de abril, o Plenário do Supremo Tribunal Federal, por unanimidade, declarou a inconstitucionalidade de dispositivos da Lei Kandir (Lei Complementar 87/96) que previam a incidência desse imposto sobre o deslocamento de mercadorias entre estabelecimentos do mesmo titular.</p>



<p>Vale para os localizados em Estados federados distintos, de acordo com o STF.</p>



<p>Essa decisão foi tomada no Plenário virtual da Corte, em julgamento que se encerrou à meia noite na data.&nbsp;</p>



<p>Votaram com o relator, ministro Edson Fachin, os ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Marco Aurélio, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Luiz Fux, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Nunes Marques e Gilmar Mendes. Ou seja, o relator foi acompanhado por unanimidade.</p>



<p>Caso julgado se refere a uma ação declaratória de constitucionalidade ajuizada pelo estado do Rio Grande do Norte. Um dispositivo da Lei Kandir prevê que o fato gerador de ICMS ocorre no momento da saída de mercadoria de estabelecimento de contribuinte, “ainda que para outro estabelecimento do mesmo titular”.&nbsp;</p>



<p>Assim, para o autor da ação, deve-se adotar o entendimento de que a circulação de mercadorias, para fins tributários, é a econômica, e não a jurídica — isto é, não é preciso ocorrer transferência de titularidade.</p>



<p>De acordo com o site<a href="https://www.conjur.com.br/2021-abr-16/normas-lei-kandir-incidencia-icms-sao-inconstitucionais" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Consultor Jurídico (ConJur)</a>, para o ministro Fachin, no entanto, ainda que algumas transferências entre estabelecimentos do mesmo titular possam gerar reflexos tributários, a interpretação de que a circulação meramente física ou econômica de mercadorias gera obrigação tributária é inconstitucional.</p>



<p>Foi assim que o relator votou por julgar improcedente o pedido, declarando a inconstitucionalidade dos artigos 11 (parágrafo 3º, II), 12, I (no trecho ”ainda que para outro estabelecimento do mesmo titular”), e 13, (parágrafo 4º, da Lei Kandir). O relator lembrou que há diversas decisões proferidas, em Tribunais Superiores e de Justiça, que têm contrariado essas normas da Lei Kandir. Assim, por haver essa divergência entre Judiciário e Legislativo, admitiu a ação.</p>



<p>Essa ADC foi publicada no dia 29 de abril de 2021 no Diário Oficial da União (DOU).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Relembre o que é o ICMS</h2>



<p>O Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) é um Imposto de competência dos Estados e do Distrito Federal e sua regulamentação está pautada na Lei Kandir, Lei Complementar nº 87/96.&nbsp;</p>



<p>A Constituição Federal estabelece de maneira clara que o ICMS será não cumulativo, ou seja, compensando-se o que for devido em cada operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços com o montante cobrado nas operações anteriores.</p>



<p>Conteúdo Original <a href="https://arquivei.com.br/blog/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Blog Arquivei</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Análise de dados: por que ter essa competência?</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/analise-de-dados/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=analise-de-dados</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Sávio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 May 2021 15:10:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Análise de dados]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
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					<description><![CDATA[Em um mundo cada vez mais digitalizado, você sabe qual é a importância de saber fazer análise de dados para interpretar essas informações e gerar inteligência para o negócio?
De acordo com o Gartner, Instituto especializado em pesquisa, é estimado que 40 trilhões de novos dados sejam gerados todos os dias. E com tanta informação sendo produzida e armazenada diariamente, a pergunta que fica é: qual a importância disso para as empresas?
Para tirar suas dúvidas sobre a importância de ter/ser um profissional capaz de atender a essa demanda de análise de dados, o blog da Arquivei preparou esse artigo completo, com tudo o que você precisa saber.
Vamos lá?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
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<p>Em um mundo cada vez mais digitalizado, você sabe qual é a importância de saber fazer análise de dados para interpretar essas informações e gerar inteligência para o negócio?</p>



<p>De acordo com o <a href="https://www.gartner.com/en" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gartner</a>, Instituto especializado em pesquisa, é estimado que 40 trilhões de novos dados sejam gerados todos os dias. E com tanta informação sendo produzida e armazenada diariamente, a pergunta que fica é: qual a importância disso para as empresas?</p>



<p>Para tirar suas dúvidas sobre a importância de ter/ser um profissional capaz de atender a essa demanda de análise de dados, o blog da Arquivei preparou esse artigo completo, com tudo o que você precisa saber.</p>



<p>Vamos lá?</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>O profissional 4.0 e a análise de dados</strong></h2>



<p>É comum, quando falamos sobre profissionais capazes de analisar dados, termos como referências cientistas, engenheiros e/ou pessoas com formações em áreas de tecnologia ou engenharia, por exemplo.</p>



<p>No entanto, a Quarta Revolução Industrial — ou <a href="https://dbmsistemas.com/industria-4-0-como-entender-essa-revolucao-dentro-das-empresas/">Indústria 4.0</a> — traz consigo, também, o conceito do profissional 4.0. Nesse modelo de trabalho, dizemos adeus ao foco em desempenhar atividades repetitivas e damos espaço para as máquinas atuarem como apoio nas inovações.</p>



<p>Podemos dizer que um profissional 4.0 precisa ter um perfil multidisciplinar, capaz de equilibrar soft e hard skills, equilibrando aptidões, sempre pensando no avanço e na eficiência do negócio.&nbsp;</p>



<p>Um dos principais destaques da Indústria 4.0 é o Big Data, tecnologia que permite que um grande número de informações sejam coletadas a partir de fontes distintas e que ajudam nas tomadas de decisões. Por isso, é importante que o profissional do futuro, esteja apto para saber como tratar esses dados, gerando inteligência para o negócio e ajudando a direcionar para a melhor estratégia para a empresa.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A importância da análise de dados</strong></h2>



<p>Não partir de suposições e ter uma base sólida para apoiar as tomadas de decisões é muito importante. Dessa forma, a análise de dados é uma maneira eficiente de otimizar o planejamento estratégico da sua empresa, além de ajudar a entender o cenário para definir caminhos inteligentes.&nbsp;</p>



<p>A seguir, listamos algumas vantagens da análise de dados</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Capacidade de Predição</strong></h3>



<p>A maior — ou uma das principais — importância da análise de dados é a capacidade de predição. Ou seja, é a capacidade de, a partir do cruzamento das informações, reconhecer padrões e, mais do que isso, perceber tendências que podem gerar insights valiosos para a empresa.&nbsp;</p>



<p>Dessa forma, é possível prever cenários e antecipar possíveis situações do mercado. Com isso, é possível direcionar melhor e tornar o planejamento estratégico mais assertivo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Controle da Operação</strong></h3>



<p>A partir da análise de dados, também é possível fazer o controle da sua operação, identificando e ajustando processos. Você sabia que por meio dos dados dos documentos fiscais é possível obter informações valiosas para a empresa?</p>



<p>Um arquivo XML contém campos que trazem dados que podem dar mais inteligência aos setores de compras, logística e fiscal, por exemplo. É possível, inclusive, auxiliar no processo de <a href="https://dbmsistemas.com/estoque-gestao/">gestão de estoque</a> de uma empresa, entre outros.</p>



<p>No caso da análise de dados em <a href="https://dbmsistemas.com/conheca-todos-os-modelos-de-documentos-fiscais-eletronicos-existentes/">documentos fiscais</a>, você pode contar com o Arquivei para dar os primeiros passos. O software, que é conectado a mais de 100 prefeituras, permite que você baixe, consulte e gerencie todas as Notas Fiscais emitidas contra o seu CNPJ.</p>



<p>Mais do que isso, com o módulo de Relatórios Inteligentes você pode extrair e consultar dados que te ajudarão em processos mais estratégicos e você pode escolher visualizar/tratar esses dados na sua ferramenta de preferência.</p>



<p>Quer começar a gerar insights valiosos a partir dos seus documentos fiscais hoje mesmo?<a href="https://dbmsistemas.com/contato/"> Fale com um consultor</a>!</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Simplifica o trabalho</strong></h3>



<p>Com a automatização da gestão de dados, o trabalho fica mais assertivo. Afinal de contas, se você é/possui um profissional capaz de fazer essas análises a partir de ferramentas próprias para isso, economiza bastante tempo que levaria para compilar todas as informações que, muitas das vezes, consegue reunir em um mesmo lugar. </p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Gera visibilidade</strong></h3>



<p>Com todas as informações reunidas em um mesmo lugar, os processos tendem a tornar-se visíveis, uma vez que as informações passam a estar disponíveis e ficam cada vez menos dependentes de gerentes e lideranças.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por onde começar: que ferramentas o profissional de análise de dados deve conhecer?</strong></h2>



<p>As ferramentas de análise de dados são as grandes responsáveis por transformar dados soltos em informações.&nbsp;</p>



<p>A seguir, listamos algumas ferramentas tanto de visualização quanto de captação de dados que profissionais que querem dominar a metodologia devem conhecer.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Tableau</strong></h3>



<p>A <a href="https://www.tableau.com/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tableau</a> é uma ferramenta que permite visualizar dados brutos na forma de gráficos interativos e mapas. Sua versão gratuita, o Tableau Public, permite ser conectado a qualquer fonte de dados, como bancos de dados SQL, Excel, Google Analytics, etc.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. BigQuery</strong></h3>



<p>O <a href="https://cloud.google.com/bigquery" target="_blank" rel="noreferrer noopener">BigQuery</a> é o data warehouse do Google utilizado para armazenamento de dados corporativos na nuvem e que dispensa a necessidade de um servidor e utiliza a linguagem SQL padrão. Além disso, permite capturar e analisar dados em tempo real.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Data Studio</strong></h3>



<p>O <a href="https://docs.google.com/document/d/1cHk5GhWnw5FxVqBQPkejAPWc3UOUs3hJlSf8gjQHPRw/edit#heading=h.mppvpk4hszga" target="_blank" rel="noopener">Data </a><a href="https://docs.google.com/document/d/1cHk5GhWnw5FxVqBQPkejAPWc3UOUs3hJlSf8gjQHPRw/edit#heading=h.mppvpk4hszga" target="_blank" rel="noreferrer noopener">S</a><a href="https://docs.google.com/document/d/1cHk5GhWnw5FxVqBQPkejAPWc3UOUs3hJlSf8gjQHPRw/edit#heading=h.mppvpk4hszga" target="_blank" rel="noopener">tudio</a> também é uma ferramenta do Google que possibilita transformar dados em relatórios e painéis. Os dashboards reúnem informações disponíveis a partir de diversas fontes de dados, como por exemplo, Google Analytics, Google Ads, Search Console, Youtube e outros. Além disso, esses dashboards e painéis são totalmente personalizados.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Excel</strong></h3>



<p>Apesar de ser uma das ferramentas mais básicas, o Excel também é uma das mais utilizadas. Permitindo a integração com quase todas as outras ferramentas, com ele é possível a visualização de tabelas dinâmicas, que ajudam a filtrar os dados, de acordo com as necessidades.&nbsp;</p>



<p>Como vimos, cada vez mais o mercado irá exigir diversas habilidades dos profissionais. E saber fazer uma análise de dados eficiente e que traga valor estratégico para os negócios é essencial para se destacar na carreira.&nbsp;</p>



<p>Isso porque, de acordo com o <a href="https://www.forrester.com/report/InsightsDriven+Businesses+Set+The+Pace+For+Global+Growth/-/E-RES130848#" target="_blank" rel="noopener">Insights-Driven Businesses Set The Pace For Global Growth</a>, relatório divulgado pela Forrester, empresas orientadas a dados crescem mais de 30% por ano. E profissionais com essa habilidade, sem dúvidas, saem na frente.</p>



<p>Conteúdo Original <a href="https://arquivei.com.br/blog/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Blog Arquivei</a></p>



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