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	<title>Zuleica Faria &#8211; DBM Sistemas</title>
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	<description>Software de Gestão Empresarial</description>
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	<title>Zuleica Faria &#8211; DBM Sistemas</title>
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		<title>Entenda como você aprende e se desenvolva melhor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Zuleica Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Mar 2020 19:14:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
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					<description><![CDATA[Entenda como você aprende e se desenvolva melhor.Certa vez, um dos diretores da Endeavor Global me perguntou quais eram os principais elementos que compunham o perfil de um dono de negócio com rápido crescimento. Respondi a ele que provavelmente há muitos perfis, mas todos começam com uma característica comum: empreendedores de sucesso aprendem rápido. A [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2014/05/estudando.jpg" alt="Entenda como você aprende" title="Entenda como você aprende e se desenvolva melhor 1"></figure>



<p><strong><em>Entenda como você aprende e se desenvolva melhor.</em></strong><br />Certa vez, um dos diretores da Endeavor Global me perguntou quais eram os principais elementos que compunham o perfil de um dono de negócio com rápido crescimento. Respondi a ele que provavelmente há muitos perfis, mas todos começam com uma característica comum: empreendedores de sucesso aprendem rápido. A constatação era resultado de uma convivência de mais de dez anos com vários empreendedores selecionados pela Endeavor Brasil.</p>



<p>Apesar de ter essa convicção, eu não sabia como aqueles empreendedores aprendiam tão rapidamente diante de uma determinada situação. O que sabia era que havia uma enorme diferença em como ele(as) aprendiam, pois seus perfis eram muito diversos.<br />Sendo assim, como explicar o processo de aprendizado de pessoas tão diferentes?</p>



<p>Uma parte da resposta veio algum tempo depois, quando conheci o trabalho do professor Howard Gardner, da escola de educação da Universidade de Harvard. Suas ideias são antigas, da década de 1980, e muito conhecidas, principalmente por pedagogos. Mesmo assim, a Teoria das Inteligências Múltiplas organizou meu conhecimento sobre como os empreendedores aprendem.</p>



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<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-background has-vivid-red-background-color no-border-radius" href="https://dbmsistemas.com/rh-folha-de-pagamento/">Conheça a Gestão de RH-Folha do DBM Spalla</a></div>



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<p>Para Gardner, o que normalmente chamamos de inteligência é a capacidade lógica-matemática de resolver problemas. Ter um QI alto representa ter capacidade de resolver questões de forma lógica. Toda a nossa educação formal foi construída a partir dessa associação: provas nas escolas, vestibulares, concursos públicos. Quem não tem essa “inteligência” geralmente se frustra pois acha que não consegue “aprender”. Mas a teoria das inteligências múltiplas defende que há outras abordagens. Quando uma pessoa descobre qual é sua inteligência principal, o aprendizado se torna muito mais fácil e rápido.</p>



<p>Se der algum crédito para a teoria de Gardner, faça um <a href="https://www.google.com.br/search?q=teste+multiplas+inteligencias&amp;oq=teste+multiplas+inte&amp;aqs=chrome.1.69i57j0l2.5778j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;es_sm=93&amp;ie=UTF-8" target="_blank" rel="noreferrer noopener">teste </a>rápido para descobrir quais são as suas inteligências principais. Clique aqui para encontrar alguns testes. Depois, entenda como pode aprender melhor e mais rapidamente, considerando estas novas descobertas. Também pode ser interessante estudar a trajetória de empreendedores que tinham inteligências semelhantes às suas.</p>



<p>Preparei um pequeno resumo das inteligências múltiplas abaixo e inclui algumas sugestões de empreendedores, para que você busque mais informações a respeito.</p>



<p>Lógico-matemático Facilidade de calcular, quantificar, pensar de forma lógica e fazer deduções. Não é surpresa então encontrar empreendedores com formação em exatas, como Jeff Bezos (Amazon), Bill Gates (Microsoft) e Sergey Brin e Larry Page (Google).</p>



<p>Linguística Facilidade de escrever ou falar para atingir objetivos. Se este for seu caso, preste atenção em empreendedores como Howard Schultz (Starbucks), Oprah Winfrey ou Alberto Saraiva (Habib’s).</p>



<p>Espacial Capacidade de aprender observando situações, objetos e interações. Especialidade de pessoas como Steve Jobs, Walt Disney, David Kelley (Ideo) e Richard Branson (Virgin).</p>



<p>Corporal-cinestésico Aprende de forma mais interativa, vivenciando o fato. São empreendedores que gostam de estar com seu público, colaboradores e parceiros, como Phil Knight (Nike), Sam Walton (Walmart), Bill Hewlett e David Packard (HP) e Luiza Trajano (Magazine Luiza).</p>



<p>Interpessoal Entendem as pessoas e sabem tirar o melhor delas. Se for assim, preste atenção em Jorge Paulo Lemann, Marvin Bower (Mckinsey), Salim Mattar (Localiza), Carlos Lima (Integration).</p>



<p>Musical Habilidade para reconhecer, compreender, criar, replicar e perceber sons, ritmos e tons musicais. É o que tem facilidade de aprender ouvindo. Além de empreendedores do ramo musical, como Andrew Lloyd Webber e Roberto Medina (Rock in Rio), Richard Branson (Virgin) já explicou como a música o ajuda a desenvolver negócios.</p>



<p>Naturalista Compreensão e conscientização do todo, do mundo natural, do contexto amplo de uma situação. Tem visão sistêmica. Empreendedores como Anita Roddick (The Bodyshop), Gary Hirshberg, John Mackey (WholeFoods) e Luis Seabra (Natura) poderiam se enquadrar nesta abordagem.</p>



<p>Intrapessoal Compreensão de si mesmo, que ajuda a alcançar objetivos. Mais facilmente observável em crianças e jovens que são mais seguros de si. Empreendedores como Guy Laliberte (Cirque do Soleil), Yvon Chouinard (Patagonia), Thomas Edison (GE), Abraham Kasinski (Cofap) poderiam ser classificados nesta categoria.</p>



<p>Além de descobrir quais são suas inteligências principais, reflita quais estão faltando para o seu negócio. Um empreendedor mais espacial pode demandar alguém mais lógico-matemático, como aconteceu com a dupla Steve Jobs (espacial) e Steve Wozniak (lógico-matemático), por exemplo.<br />Empreendedores que aprendem a ser mais “inteligentes” e sabem que precisam de outras inteligências empreendem mais e melhor!</p>



<p>Fonte: <a href="https://revistapegn.globo.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="PEGN (abre numa nova aba)">PEGN</a></p>
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		<title>TJ-SP impede prefeituras de cobrar valor fixo de ISS de construtoras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Zuleica Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Aug 2019 12:14:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Construção & Incorporação]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[ISS]]></category>
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					<description><![CDATA[O setor de construção civil tem conseguido diminuir os valores de Imposto sobre Serviços (ISS) de empreendimentos imobiliários em diversosmunicípios do Estado de São Paulo, entre eles a capital, Campinas, Ribeirão Preto e Sorocaba. O Tribunal de Justiça paulista (TJ-SP) tem amplajurisprudência contrária à cobrança de valor fixo por metro quadrado &#8211; por meio da [&#8230;]]]></description>
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<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="529" height="480" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2014/05/imobiliario.jpg" alt="valor fixo de ISS de construtoras" class="wp-image-213" title="TJ-SP impede prefeituras de cobrar valor fixo de ISS de construtoras 2" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2014/05/imobiliario.jpg 529w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2014/05/imobiliario-300x272.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2014/05/imobiliario-500x454.jpg 500w" sizes="(max-width: 529px) 100vw, 529px" /></figure></div>



<p>O setor de construção civil tem conseguido diminuir os valores de Imposto sobre Serviços (ISS) de empreendimentos imobiliários em diversos<br />municípios do Estado de São Paulo, entre eles a capital, Campinas, Ribeirão Preto e Sorocaba. O Tribunal de Justiça paulista (TJ-SP) tem ampla<br />jurisprudência contrária à cobrança de valor fixo por metro quadrado &#8211; por meio da chamada pauta fiscal mínima. </p>



<p> A cobrança é feita no fim da obra às construtoras, que são responsáveis por reter os valores de ISS. Os municípios estabelecem um valor mínimo para os serviços executados em um metro quadrado e sobre ele incide o imposto. Em São Paulo, o valor é de R$ 905,55 para um apartamento residencial médio, segundo a Portaria nº 209, editada neste ano pela Secretaria Municipal da Fazenda.Caso esse construtor aprove, execute e averbe uma construção de mil metros quadrados, automaticamente a municipalidade presumirá terem sido tomados R$ 905,55 mil em serviços. Sobre esse total, incidiria uma alíquota de 5%, totalizando R$ 45 mil de ISS, ainda que o construtor comprove, por meio de notas fiscais e/ou outros documentos ter gasto apenas R$ 500 mil em serviços, prevalecerá para a prefeitura o valor arbitrado em pauta. </p>



<p> Os Fiscos municipais têm se baseado em leis locais para aplicar a cobrança. O Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo (Sinduscon-SP) afirma que essa forma de apuração não condiz com a realidade do setor porque o imposto a ser recolhido deve levar em consideração o serviço empregado. E cada obra é diferente da outra, uma emprega mais tecnologia, outra mais mão de obra, não dá para tabelar. </p>



<p>(Fonte: <a href="https://www.valor.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Valor Econômico</a>) </p>



<div class="wp-block-button is-style-squared"><a class="wp-block-button__link has-background has-vivid-red-background-color" href="https://www.youtube.com/watch?v=kIkEiXawBGU&amp;feature=youtu.be" target="_blank" rel="noopener"> Venha conhecer o ERP Spalla para gestão de Construtoras e Incorporadoras </a></div>
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		<item>
		<title>STJ decide que há juros sobre parcelas do Refis da Crise</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Zuleica Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Aug 2019 20:15:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leis & Tributos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[o contribuinte tem que pagar juros de mora entre as datas de adesão e de consolidação das dívidas fiscais incluídas no parcelamento especial que ficou conhecido como Refis da Crise (Lei nº 11.941, de 2009).]]></description>
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<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" width="640" height="317" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/04/CRÉDITO.jpg" alt="STJ decide que há juros sobre parcelas do Refis" class="wp-image-7078" title="STJ decide que há juros sobre parcelas do Refis da Crise 3" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/04/CRÉDITO.jpg 640w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/04/CRÉDITO-300x149.jpg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure>



<p>1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu ontem que o contribuinte tem que pagar juros de mora entre as datas de adesão e de<br />consolidação das dívidas fiscais incluídas no parcelamento especial que ficou conhecido como Refis da Crise (Lei nº 11.941, de 2009).</p>



<p>Até a consolidação,etapa em que a Receita Federal libera o sistema para receber as informações e estabelecer o valor real da mensalidade, passaram-se quase dois anos.</p>



<p>Os ministros acataram, por maioria de votos, a tese apresentada pela Fazenda Nacional. Essa foi a primeira vez que o colegiado analisou a questão.</p>



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<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-vivid-red-background-color has-background no-border-radius" href="https://dbmsistemas.com/contabilidade-e-fiscal/">Conheça a Gestão Fiscal-Contábil do DBM Spalla</a></div>



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<p>A 2ª Turma, que também julga temas de direito público, já tem julgados sobre o assunto e em sentido contrário ao contribuinte (REsp 1403992 e REsp 1407591).</p>



<p>A decisão preocupa, segundo advogados, porque a incidência de Selic sobre o período de quase dois anos entre a adesão e a etapa de consolidação vai provocar aumento das dívidas incluídas no Refis da Crise. O programa previa parcelamento em até 180 meses, com redução de encargos.</p>



<p>Até que houvesse a consolidação, o contribuinte podia optar entre calcular quanto era a sua dívida ou pagar parcelas mínimas de R$ 50 (pessoa física) ou de R$ 100 (pessoas jurídicas). De acordo com o entendimento da Fazenda Nacional, se uma empresa, por exemplo, pagou a parcela mínima de R$ 100 e após a consolidação passou a desembolsar R$ 1 mil &#8211; o valor real da mensalidade -, ela teria que pagar juros de mora sobre a diferença de R$ 900.</p>



<p>No julgamento, os ministros da 1ª Turma analisaram o recurso onde o contribuinte tentou afastar a incidência dos juros imputando à Receita Federal a responsabilidade pela demora entre as duas etapas do Refis. São cobrados, nesse caso, segundo consta no processo, 15,55% de juros sobre a<br />diferença entre os valores pagos antes e depois da consolidação. Ele não conseguiu, no entanto, convencer os ministros.</p>



<p>O julgamento havia começado no mês de março. Na ocasião, apenas o relator, ministro Gurgel de Faria, votou. Ele se posicionou de forma favorável à Fazenda Nacional. Para o relator,<br />permitir a não incidência dos juros poderia caracterizar a concessão de um benefício que não está previsto em lei.</p>



<p>Logo na sequência do seu voto, a ministra Regina Helena Costa pediu vista dos autos. Ela devolveu o processo no mês de maio e também votou em favor da Fazenda. Mas a fundamentação foi diferente da do relator. Para a ministra, o contribuinte não deveria pagar pela demora da Receita Federal. </p>



<p>A solução mais justa, segundo ela, seria a de afastar o juro de mora e manter a incidência apenas da correção monetária. Mas como a atualização dos tributos federais se dá por disposição legal expressa e somente mediante a aplicação da Selic &#8211; cuja a composição tem embutidos o juro de mora e a correção -, ela não viu como separar as duas coisas.</p>



<p>&#8220;Diante da injunção legal e da impossibilidade de decompor o índice oficial para descontar o valor relativo aos juros moratórios, deve-se fazer incidir a Selic sobre o montante da dívida entre o requerimento ao parcelamento e a consolidação&#8221;, afirmou Regina Helena Costa ao votar a matéria. </p>



<p>O julgamento, também nessa segunda ocasião, foi suspenso por um pedido de vista. Foi solicitado pelo ministro Benedito Gonçalves, que trouxe o seu voto na tarde de ontem. Ele acompanhou o relator, ministro Gurgel de Faria, votando de forma favorável à Fazenda Nacional. &#8220;Embora o contribuinte não tenha contribuído para a demora, isso não justifica a não exigência dos juros&#8221;, afirmou Benedito Gonçalves. Assim como o relator, ele entendeu que o contrário poderia caracterizar a concessão de um benefício<br />não previsto em lei. </p>



<p>O ministro Napoleão Nunes Maia Filho foi o único a divergir do relator, posicionando-se de forma contrária à incidência<br />dos juros de mora.</p>



<p>(Fonte: <a href="https://www.valor.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Valor Econômico (abre numa nova aba)">Valor Econômico</a>)</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Receita publica orientação sobre transferência de créditos</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/receita-publica-orientacao-sobre-transferencia-de-creditos/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=receita-publica-orientacao-sobre-transferencia-de-creditos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Zuleica Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Aug 2019 17:08:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[transferência de créditos fiscais em processos de reorganização societária será validada pela Receita Federal nos casos em que ficar demonstrado que
existiu um "propósito negocial"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-background has-very-light-gray-background-color">A transferência de créditos fiscais em processos de reorganização societária só será validada pela Receita Federal nos casos em que ficar demonstrado que existiu um &#8220;propósito negocial&#8221;. </p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" width="822" height="513" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/07/015-contabilidade-online-e-contabilidade-digital-qual-diferenca-capa.jpg" alt="015 contabilidade online e contabilidade digital qual diferenca capa" class="wp-image-7852" title="Receita publica orientação sobre transferência de créditos 4" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/07/015-contabilidade-online-e-contabilidade-digital-qual-diferenca-capa.jpg 822w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/07/015-contabilidade-online-e-contabilidade-digital-qual-diferenca-capa-768x479.jpg 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/07/015-contabilidade-online-e-contabilidade-digital-qual-diferenca-capa-400x250.jpg 400w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/07/015-contabilidade-online-e-contabilidade-digital-qual-diferenca-capa-300x187.jpg 300w" sizes="(max-width: 822px) 100vw, 822px" /></figure>



<p>Essa informação está na Solução de Consulta nº 8014, emitida recentemente pela Divisão de Tributação (Disit) &#8211; que uniformiza a atuação dos fiscais no país.</p>



<p>O texto trata especificamente sobre as operações de cisão parcial, quando apenas parte do patrimônio de uma empresa é absorvido por uma ou mais<br />sociedades. A Receita reconhece que os créditos fiscais podem ser transferidos e utilizados pela sucessora, mas entende que só deve acontecer dentro de uma estratégia de mercado e não unicamente com o viés de reduzir o pagamento de tributos.</p>



<p>Se o chamado &#8220;propósito negocial&#8221; não ficar demonstrado, será entendido como uso de crédito de terceiro e a consequência pode ser bastante custosa para as empresas. A Receita tende a aplicar o artigo 74 da Lei nº 9.430, que trata sobre as compensações não declaradas. A multa, nessa hipótese, pode chegar a 150% caso o Fisco entenda que houve fraude, dolo ou simulação. Além disso, haverá a cobrança dos tributos que foram quitados com os créditos.</p>



<p>As operações de cisão parcial são muito usadas por grupos econômicos e não é raro ter como intuito a otimização tributária. Isso ocorre, por exemplo, quando uma das empresas teve um crédito reconhecido judicialmente &#8211; por pagamentos a maior -, mas no seu momento atual tem débitos baixos e, por esse motivo, demoraria muito tempo para usar tudo o que tem direito. Nessas situações, então, as empresas costumam direcionar o crédito, por meio de reorganizações societárias, para outra companhia do mesmo grupo que tem débitos maiores e vai poder utilizar, de forma mais eficiente, aquela quantia.</p>



<p>Advogados entendem, no entanto, que esse posicionamento não tem respaldo legal desde que a operação atenda às formalidades da lei societária e não exista vedação legal ou contratual expressa, não há restrição à transferência de ativos e passivos de qualquer natureza, inclusive aqueles de natureza tributária.</p>



<p>(Fonte: <a href="https://valor.globo.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Valor Econômico (abre numa nova aba)">Valor Econômico</a>).</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Justiça afasta adicional da Cofins-Importação</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/justica-afasta-adicional-da-cofins-importacao/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=justica-afasta-adicional-da-cofins-importacao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Zuleica Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jul 2019 20:17:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Leis & Tributos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[multinacional do setor de autopeças, obteve na Justiça o direito de não recolher o adicional de 1% da Cofins-Importação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/06/agenciabrasil260712_abr9933.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-7519" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/06/agenciabrasil260712_abr9933-300x201.jpg" alt="agenciabrasil260712 abr9933" width="300" height="201" title="Justiça afasta adicional da Cofins-Importação 5" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/06/agenciabrasil260712_abr9933-300x201.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/06/agenciabrasil260712_abr9933.jpg 754w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>A Faurecia Automotive do Brasil, multinacional do setor de autopeças, obteve na Justiça o direito de não recolher o adicional de 1% da Cofins-Importação, previsto pela Lei nº 12.715, de 2012. A sentença, concedida pela 2ª Vara Federal de Curitiba, diverge do posicionamento do Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região, que abrange a região Sul, e de uma das turmas do Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p>O tema é antigo e envolve idas e vindas nas leis. Em 2012, contribuintes passaram a ser obrigados a recolher o adicional, previsto na norma que trata da desoneração da folha de pagamentos &#8211; medidas tomadas para incentivar a indústria nacional. Em março de 2017, a Medida Provisória (MP) nº 774 revogou a obrigação. Em agosto, porém, outra MP, de nº 794, voltou a prever o adicional, mas não respeitou os 90 dias para entrada em vigor. Por isso, contribuintes têm<br />
conseguido na Justiça afastar ao menos a cobrança nesse intervalo.</p>
<p>Na sentença, o juiz federal substituto Claudio Roberto da Silva considera inconstitucional o dispositivo que elevou a alíquota em um ponto percentual apenas para alguns dos importadores (processo nº 5048577-91. 2018.4.04.7000). &#8220;Não há sustentação à diferenciação das alíquotas para determinados tipos de produtos importados&#8221;, diz. (Fonte: Valor Econômico)</p>
<p>Conheça o ERP Spalla Gestão de Importação. <a href="https://dbmsistemas.com/importacao-comercio-exterior/">https://dbmsistemas.com/importacao-comercio-exterior/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Governo deve propor criação do IR negativo</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/governo-deve-propor-criacao-do-ir-negativo/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=governo-deve-propor-criacao-do-ir-negativo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Zuleica Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jul 2019 15:29:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leis & Tributos]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo quer instituir imposto de renda negativo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/10/money.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-5532" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/10/money-300x200.jpg" alt="money" width="300" height="200" title="Governo deve propor criação do IR negativo 6" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/10/money-300x200.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2018/10/money.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>Além da fusão de vários tributos federais em um só, o governo avalia a criação do Imposto de Renda negativo e a redução<br />
da alíquota do IR das empresas, na linha do que fez o governo de Donald Trump, que cortou de 35% para 20% o IR que<br />
incide sobre as pessoas jurídicas.</p>
<p>O IR negativo pressupõe a definição de uma determinada linha de renda, acima da qual paga-se um percentual de imposto<br />
e abaixo dela recebe-se uma fração do tributo. Funciona, assim, como um programa de renda mínima. No Brasil, foi instituída a renda básica de cidadania pela Lei 10.835, de janeiro de 2004, como resultado da proposta de<br />
renda mínima do então senador Eduardo Suplicy (PT-SP), mas a lei nunca foi implementada.</p>
<p>Estudos do Ministério da Economia preconizam, também, o fim das deduções de despesas médicas do valor do imposto a ser pago, em troca de uma redução das alíquotas do IR das pessoas físicas para todas as faixas de renda. As deduções acentuam o caráter regressivo do Imposto de Renda, pois beneficiam o quintil de maior renda da população.(Fonte: Valor Econômico).</p>
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		<title>Dois sistemas devem substituir o eSocial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Zuleica Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jul 2019 12:49:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leis & Tributos]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
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					<description><![CDATA[Dois novos sistemas substituirão o eSocial. Em seis meses o governo vai apresentar um sistema novo para as obrigações junto à Receita e outro para as trabalhistas e previdenciárias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/06/Identificação-5.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-7505" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/06/Identificação-5-300x114.png" alt="Identificação 5" width="300" height="114" title="Dois sistemas devem substituir o eSocial 7" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/06/Identificação-5-300x114.png 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/06/Identificação-5-768x292.png 768w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/06/Identificação-5.png 820w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>O governo definiu que no ano que vem colocará dois novos sistemas no lugar do eSocial, o sistema de prestação de informação e cumprimento de obrigações tributárias, trabalhistas e previdenciárias pelas empresas. Em seis meses vai apresentar um sistema novo para as obrigações junto à Receita e outro para as trabalhistas e previdenciárias.</p>
<p>Até o lançamento do novo programa, o governo vai trabalhar ao longo desse segundo semestre para reduzir entre 40% e 50% as obrigações do atual sistema, que exige cerca de 900 informações e que vinha sendo fortemente criticado pelo empresariado mais próximo do atual governo.</p>
<p>O secretário especial de Trabalho e Previdência, Rogério Marinho, afirmou que o eSocial como é hoje acaba. A expectativa é que em janeiro ja esteja em operação, um sistema completamente novo. A ideia é que os dois novos sistemas a serem criados serão bem mais simples e deverão &#8220;conversar&#8221; entre si, evitando exigências de informações redundantes.</p>
<p>As afirmações do secretário foram feitas após reunião dele e outros representantes do governo com o deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), relator da MP da Liberdade Econômica (MP 881) e que estava propondo a extinção desse programa. Goergen disse que aceitou a sugestão do governo e vai prever a extinção do atual sistema apenas para janeiro, dando tempo para a elaboração das novas modalidades, com a promessa de simplificação do sistema atual.</p>
<p>Entre as informações que devem parar logo de serem exigidas do atual programa estão os números de título de eleitor e de PIS/Pasep. A ideia é que só seja exigido o CPF. O governo também suspendeu na semana passada a entrada em vigor de mil outras exigências que fariam com que o sistema atual ainda mais pesado, com cerca de duas mil informações a serem apresentadas ao governo, muitas delas já disponíveis em sistemas de outras áreas.</p>
<p>Segundo Rogério Marinho, o novo eSocial terá graus de complexidade diferentes por porte de empresa, embora sendo mais simples e com menos exigências para todo mundo, inclusive para o empregador doméstico.</p>
<p>O secretário especial de competitividade e produtividade do ministério da Economia, Carlos da Costa destacou que o eSocial estava sendo o primeiro item de reclamação dos empresários, seguido do chamado Bloco K (que trata de informações sobre produção e estoque das empresas, entre outras, e que o relator vai determinar a extinção) e das normas regulamentadoras da área trabalhista.</p>
<p>Rogério Marinho informou ainda que o acordo com Jerônimo Goergen prevê também a criação da carteira de trabalho digital. A medida, contudo, não fará com que a versão em papel deixe de existir completamente. A ideia é que as duas possibilidades convivam. (Fonte: Valor Econômico)</p>
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		<title>Material de proteção gera crédito de Cofins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Zuleica Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2019 14:07:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Receita Federal decidiu que os contribuintes têm direito a créditos de PIS e Cofins sobre a compra de equipamentos de
proteção individual para trabalhadores alocados na produção de bens ou prestação de serviços.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/06/epis.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-7456" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/06/epis-300x158.jpg" alt="epis" width="300" height="158" title="Material de proteção gera crédito de Cofins 8" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/06/epis-300x158.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/06/epis.jpg 733w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>A Receita Federal decidiu que os contribuintes têm direito a créditos de PIS e Cofins sobre a compra de equipamentos de<br />
proteção individual para trabalhadores alocados na produção de bens ou prestação de serviços. O entendimento está na<br />
Solução de Consulta nº 183, editada pela Coordenação-Geral de Tributação (Cosit).</p>
<p>Publicada ontem, a orientação mostra uma mudança no posicionamento da Receita, até então contrário aos contribuintes.<br />
O Fisco mudou sua posição após decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) em processo repetitivo. Os ministros<br />
definiram que insumo é tudo que for essencial à realização da atividade-fim do contribuinte. Na nova solução de consulta,<br />
a Receita Federal afirma que está vinculada à decisão do STJ.</p>
<p>Para uniformes, o posicionamento da Receita foi o de que não geram créditos para a maioria das empresas. A vedação,<br />
segundo o órgão, só não se aplica caso a exigência seja feita por lei. São considerados insumos, acrescentou na solução de<br />
consulta, para as empresas que exploram serviços de limpeza, conservação e manutenção.</p>
<p>Como a solução de consulta é uma orientação da Receita Federal, as empresas já podem recuperar os últimos cinco anos sem necessidade de entrar na Justiça.<br />
Como foi um reconhecimento administrativo, a partir de hoje tudo que for comprado em termos  de equipamentos gera crédito.<br />
A aplicação da decisão do STJ sobre insumos depende de cada empresa e do quanto determinado item é essencial para sua produção. Sendo assim, o uniforme também deveria gerar créditos em atividades em que ele é obrigatório. &#8220;Um eletricista, por exemplo, tem que usar uma roupa adequada para efeitos de segurança&#8221;, (Fonte: Valor Econômico).</p>
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		<item>
		<title>Finep lança linha de crédito para digitalização</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/finep-lanca-linha-de-credito-para-digitalizacao/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=finep-lanca-linha-de-credito-para-digitalizacao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Zuleica Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2019 15:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Finep]]></category>
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					<description><![CDATA[Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) anuncia hoje linha de crédito reembolsável de R$ 200 milhões para
inovação digital em empresas de pequeno, médio e médio-grande porte, com faturamento anual de até R$ 300 milhões.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/04/CRÉDITO.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7078 size-medium" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/04/CRÉDITO-300x149.jpg" alt="Finep lança linha de crédito para digitalização" width="300" height="149" title="Finep lança linha de crédito para digitalização 9" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/04/CRÉDITO-300x149.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/04/CRÉDITO.jpg 640w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>A Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que apenas 1,6% das empresas brasileiras façam uso das chamadas tecnologias 4.0, como sistemas de automação, internet das coisas (IoT) e computação em nuvem.</p>
<p>Para tentar mudar esse cenário, a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) anuncia hoje linha de crédito reembolsável de R$ 200 milhões para inovação digital em empresas de pequeno, médio e médio-grande porte, com faturamento anual de até R$ 300 milhões.</p>
<p>Intitulado de Inovacred 4.0, o programa prevê empréstimos de até R$ 5 milhões na forma de bens e serviços fornecidos pelas &#8220;integradoras&#8221;, empresas de engenharia avançada que desenvolvem ou adquirem softwares e terão crédito pré-aprovado pela agência de fomento.</p>
<p>Os valores fazem parte da ação de fomento à inovação em internet das coisas (Finep IoT), lançada em junho de 2018, com recursos de R$ 1,5 bilhão, dos quais foram desembolsados R$ 400 milhões. Elaborada pela Finep em parceria com a CNI e o governo federal, a ação tem como meta aumentar a produtividade das empresas beneficiárias em no mínimo 20%, sem acréscimo de insumos.</p>
<p>O calendário da Finep prevê o credenciamento das integradoras em 15 dias e o início das contratações dentro de 40 dias.</p>
<p>O crédito será concedido por meio de 19 instituições regionais, incluindo agências de fomento e bancos de desenvolvimento<br />
estaduais. O custo do financiamento reembolsável pelo programa vai variar de TJLP pura a TJLP mais 1% ao ano.</p>
<p>Para a concessão dos empréstimos, além do porte das empresas, serão levadas em consideração a comprovação de capacidade técnica e gerencial na implantação de planos de digitalização e a recomendação de fornecedores de programas e equipamentos.</p>
<p>O limite de R$ 5 milhões por empresa é baseado em estudo da CNI, segundo o qual o valor médio de um plano de digitalização varia de R$ 1,5 milhão a R$ 5 milhões.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.valor.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Valor Econômico</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Incorporadoras podem abater distratos do Imposto de Renda</title>
		<link>https://dbmsistemas.com/incorporadoras-podem-abater-distratos-do-imposto-de-renda/#utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=incorporadoras-podem-abater-distratos-do-imposto-de-renda</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Zuleica Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jun 2019 01:49:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção & Incorporação]]></category>
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					<description><![CDATA[Receita Federal autoriza a dedução de vendas canceladas e devoluções do cálculo de tributos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/05/predios.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-7205" src="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/05/predios-300x200.jpg" alt="predios" width="300" height="200" title="Incorporadoras podem abater distratos do Imposto de Renda 10" srcset="https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/05/predios-300x200.jpg 300w, https://dbmsistemas.com/wp-content/uploads/2019/05/predios.jpg 633w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>A Receita Federal publicou uma solução de consulta que favorece as construtoras e incorporadoras que sofreram, em decorrência da crise econômica, com a judicialização em massa de pedidos para anular contratos de compra de imóveis &#8211; os chamados distratos. A orientação, da Coordenação-Geral de Tributação (Cosit), autoriza a dedução de vendas canceladas e devoluções do cálculo de tributos.</p>
<p>De acordo com a Solução de Consulta nº 150, esses valores, no caso de superarem o total das receitas em um mês, poderão ser abatidos da base do Imposto de Renda (IRPJ) e da CSLL, na forma do lucro presumido, bem como<br />
do cálculo do PIS e da Cofins, no regime cumulativo.</p>
<p>Essas deduções, ainda segundo a orientação da Cosit, podem ser efetuadas a partir do mês em que seja reconhecido o cancelamento ou a devolução, conforme o regime adotado pelo contribuinte, sem impedimento para seu uso em períodos subsequentes. Porém, fica vedada pela solução de consulta a repetição de indébito, restituição, ressarcimento ou compensação do tributo quitado.</p>
<p>Na prática, pela solução de consulta, uma incorporadora que está no Regime Especial de Tributação (RET),<br />
majoritariamente utilizado no setor, sob alíquota única de tributos federais de 4%, poderá abater os valores pagos. Uma empresa, por exemplo, que vendeu R$ 100 mil e teve R$ 200 mil de cancelamentos de vendas e devoluções em um mês, poderia deduzir os 4% de impostos pagos sobre os R$ 100 mil (um total de R$ 4 mil). (Fonte: Valor Econômico).</p>
<p>Conheça o módulo para gestão de incorporadoras do ERP da DBM Sistemas,<a href="https://dbmsistemas.com/incorporadora/">https://dbmsistemas.com/incorporadora/</a></p>
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